Navantia apresenta na Suécia experiência em fragatas modernas e proposta para futura classe Luleå
A Navantia aproveitou a escala da fragata espanhola F-102 Almirante Juan de Borbón em Estocolmo para apresentar às autoridades suecas sua experiência no projeto, na construção e no suporte ao longo do ciclo de vida de navios de combate de superfície, no contexto das operações da OTAN.
A F-102, pertencente à classe F-100 da Armada Espanhola, atua atualmente como navio-capitânia do Standing NATO Maritime Group 1 (SNMG-1), uma das forças navais permanentes da Aliança Atlântica, operando sobretudo no norte da Europa em missões de dissuasão, defesa coletiva, presença naval e interoperabilidade entre marinhas aliadas.
Visita institucional e intercâmbio operacional

Durante a escala em Estocolmo, o navio recebeu mais de uma centena de visitantes, incluindo o ministro da Defesa da Suécia, Pål Jonson, autoridades militares suecas, representantes da agência de material de defesa (FMV) e membros da indústria local.
Os encontros abordaram temas como experiência operacional, sustentação logística, governança de programas navais e integração de plataformas em estruturas multinacionais — áreas nas quais a Navantia destacou o histórico da classe F-100 em operações da OTAN e da União Europeia.
Proposta para as futuras fragatas suecas
No âmbito das discussões, a empresa apresentou sua abordagem para o futuro programa de fragatas da Suécia, associado à chamada classe Luleå. A proposta inclui a fragata leve ALFA 4000, concebida para integrar sistemas de combate nacionais e operar plenamente em redes e doutrinas da OTAN.
O conceito enfatiza o desenvolvimento controlado, interfaces bem definidas e o alinhamento precoce entre projeto, classificação, produção e gestão do programa, com o objetivo de reduzir riscos técnicos e de cronograma.
Entrega faseada e suporte ao longo do ciclo de vida
A estratégia industrial apresentada prevê entregas escalonadas, com aplicação de engenharia digital, “gêmeos digitais” e sistemas integrados de apoio para manutenção preditiva e elevada disponibilidade operacional. A proposta prevê a entrega de duas fragatas com tripulações treinadas até 2030, seguidas de outras duas unidades em 2031, dependendo de acordos contratuais.
A Navantia também destacou a importância da cooperação industrial com empresas suecas, incluindo a transferência de conhecimento, o suporte logístico local e a participação da base industrial nacional ao longo de todo o ciclo de vida dos navios.
Programa orientado à capacidade, não apenas à plataforma
Segundo a companhia, a iniciativa é estruturada como um programa baseado em capacidades — focado no efeito operacional, na interoperabilidade e na sustentação de longo prazo — e não apenas na entrega de plataformas navais.
A visita reforça a presença da indústria naval espanhola no mercado europeu e ocorre em um momento de reconfiguração das capacidades marítimas no Báltico e no Atlântico Norte, com crescente ênfase em cooperação aliada e prontidão operacional.■




Linda!!! Mais poder de fogo que as nossas!!! Rsrsrs
Qualquer fragata moderna tem maior poder de fogo do que as nossas…
A nossa, por conta da licitação, possuiu armamento de corveta, quem sabe as próximas possam ter armamento de fragata!
Vai entender agora, estão fazendo fragatas com visual de Corveta como também tão fazendo Corveta modificada para ser Fragata 👀🤔😰🤷♂️
Fragatas hoje estão chegando a ser quase cruzadores, com 10 mil ton!
Esse navio construído aqui nos moldes da Almirante Tamandaré e com todos os armamentos e sensores listados, certamente passa de $ 1.0 bi a unidade.
Canhão principal de pequeno calibre, 57 mm, só pra dizer que tem, na prática um not so close-in weapon system. Ataque a terra é com os TLACM. Acho estranho ter Mk-41 strike length e lançador inclinado de SSM. Que estória é essa de IFEP com motor elétrico pra navegação lenta que dispensa caixa de engrenagem redutora? Os motores elétricos principais usam engrenagem de redução mesmo podendo, suponho, regular eletricamente suas rotações? Estou gagá ou a Tamandaré também tem motores elétricos pra navegação lenta discreta (nesse caso, compreensível pois os motores principais são diesel com engrenagens redutoras)?
Alex, havendo apenas 16 silos no MK-41, significa um máximo de 8 “Tomahawks V” para serem usados contra alvos navais móveis, ou alvos terrestres, mas, isso comprometeria consideravelmente a capacidade de embarcar mísseis “ESSM”, 4 por silos restantes, totalizando 32.
.
Daí a necessidade de mais mísseis anti navio, (SSM) de preferência mais baratos que um
“Tomahawk V” para que uma quantidade maior possa ser adquirida e empregada, mas, não necessariamente todos os 16 sempre serão transportados.
Dalton o Tomahawk V e ESSM não são mísseis da mesma categoria ?
Pensei que o ESSM tivesse preço unitário maior que o Tomahawk V ?
Não Abner., talvez a confusão tenha sido entre “SSM” ou míssil superfície superfície (anti navio) que é o caso de uma versão do “Tomahawk V” e “ESSM” que é o “Sea Sparrow Evoluído” que destina-se principalmente contra alvos aéreos, ambos aparecem no infográfico.
Mais um navio de papel que é mais nocivo, que o navio que já foi de papel e agora é a FCT.
Com esse nome da classe, corre-se o risco de roubar todo o orçamento!
Kkkk, eitaa. Tava demorando…
Mas foi boa rs
Melhor comentário da matéria.
Caramba, fragata leve de 4000t! Lembro que até poucos anos atrás, isso seria uma fragata de respeito! Hoje as fragatas estão quase do tamanho de um cruzador da 2GM!
Tenho um pé atrás com a navantia, navios de baixa capacidade de absorver danos em combate, vide fragata norueguesa que afundou agora choque com petroleiro, patrulha venezuelana que encalhou no Brasil e deu PT e a outra patrulha venezuelana que foi afundada por um navio de cruzeiro.