TCG Anadolu realiza o primeiro ataque de precisão com drones TB3 embarcados em exercício da OTAN no Mar Báltico
Bayraktar TB3 decola do TCG Anadolu
A Turquia demonstrou novas capacidades de aviação naval não tripulada durante a fase marítima do exercício Steadfast Dart 2026, da OTAN, no Mar Báltico. O destaque ficou para o drone de combate Bayraktar TB3, que realizou decolagem autônoma a partir do navio-aeródromo TCG Anadolu e atacou alvos com munição guiada nacional.
Decolagem autônoma a partir do TCG Anadolu
Durante a atividade, o TB3 — equipado com motor nacional TEI-PD200 — decolou de forma totalmente autônoma a partir da curta pista do navio turco. Em seguida, o sistema não tripulado executou um ataque contra alvo de superfície utilizando munições inteligentes MAM-L, obtendo impacto direto.
Após concluir a missão, a aeronave retornou e pousou com segurança no TCG Anadolu, encerrando a demonstração.
Primeiro UAV naval com essa capacidade
O Bayraktar TB3 é projetado especificamente para operar embarcado e é considerado o primeiro UAV de sua classe capaz de decolar e pousar em navios de pista curta. A aeronave possui asas dobráveis e foi desenvolvida para operar a partir de plataformas como o Anadolu.
A demonstração no Báltico marcou a primeira vez que essa capacidade foi exibida fora da Turquia, atraindo a atenção de aliados da OTAN.
Ataques com munição nacional
No exercício, o TB3 realizou um disparo em salva dupla com munições MAM-L contra o alvo marítimo designado, destruindo-o com precisão.
Segundo o planejamento divulgado, fases posteriores do exercício devem incluir:
- decolagens sequenciais de dois TB3;
- emprego adicional da munição MAM-T, de maior poder destrutivo;
- ampliação das missões embarcadas.
VÍDEO: TCG Anadolu opera com o TB3
Plataforma-chave da estratégia naval turca

O TCG Anadolu (L-400), comissionado em 2023, é o maior navio da Marinha Turca e foi adaptado para operar drones embarcados após a exclusão do país do programa F-35. A embarcação pode atuar como navio-aeródromo de UAVs, com capacidade prevista para dezenas de aeronaves não tripuladas.
Implicações operacionais
Analistas veem a demonstração como mais um passo na consolidação do conceito de porta-drones, no qual navios anfíbios passam a operar UAVs armados para ampliar alcance e persistência aérea no mar.
A capacidade de decolagem autônoma em pista curta pode oferecer vantagens relevantes para:
- projeção de poder naval;
- operações expedicionárias;
- vigilância marítima persistente;
- ataques de precisão a partir do mar.
O desempenho do TB3 no exercício da OTAN reforça a estratégia turca de integrar sistemas não tripulados ao núcleo de sua aviação naval embarcada.






A MB vai fazer isso com o Atlântico?
É o que a MB falou que quer fazer inclusive seria com o Albatroz da Stella já que é um drone menor e mais leve (7m de envergadura)….o problema é o fato de não ter rampa e nem sustentar os 21 knots por muito tempo…qualquer coisa ainda teríamos o Nauru 1000c… Só lembrando que o design do casco do atlântico é baseado (simplificado) dos invencible’s o que pode ajudar até mesmo em um futuro NCAM focado em UCAV, ou mesmo um catobar (catapultas mais leves) do tamanho do São Paulo (265 x 29m). Só lembrando que o Kizilelma é mais… Read more »
Pena não ter um drone a jato a jato como o Tupan-300 para ser usado pelo Atlântico…
O Albatroz vortex com propulsão turbo jato da aero concepts piora ou melhora em relação à utilização no NAM Atlântico? Em relação aos drones VStol, a Xmobots iniciou o projeto FW1000, com o Nauru 3.000 D multiproposito. Um drone Vstol de 1,5 Ton, e cerca de 12 h de autonomia. A Xmobots pretende mostra- lo em 2026, e a MB aposta nele, pois poderia ser utilizado em quase todas as unidades da MB: NAM Atlântico, NDMs, FCT e até nos NPAOs da classe Amazonas, alem de alguns meios científicos da MB, como Navios polares, e todos aqueles que podem receber… Read more »
O Albatroz e o Nauru 1000C ambos têm porte menor que o TB2 e por tabela o TB3 (mesmo com as asas dobradas) isso que dizer que se pode levar mais unidades (serão mais limitados mais a quantidade pode ser uma vantegem) ao meu ver a Stella pode vim a criar uma versão maior (supondo que o Albatroz é em escala 1:1), no estágio atual ele seria um equipamento para ataque de curta distância ou ISR de média. Já o Nauru 1000C desde que receba armamentos tem tudo para competir com o Schiebel Camcopter S-100…atualmente se vale de ser um… Read more »
MDs esse pessoal cresceu vendo muita ficção e viajam de mais na maionese. TUPAn nunca foi um conceito realmente aplicavel. Vamos acordar Vamos Acordar