Estudo: ‘Navios-Patrulha Oceânicos armados com mísseis antinavio versus fragata FREMM’

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PHOTEX of BNS Araguarai

Navio-Patrulha Oceânico Araguari P122

Comparativo de Poder de Combate de Superfície Utilizando as Equações de Salva

Por Alberto Ferreira Filho
Oficial Superior na Marinha do Brasil
Master of Arts in Defense and Strategic Studies – U.S. Naval War College
Mestre em Ciências Navais – EGN

Resumo Executivo

Este estudo propõe uma comparação do poder de combate em guerra de superfície (ASuW) entre uma fragata FREMM (utilizando como referência a Classe Bergamini italiana) e um grupo de Navios-Patrulha Oceânicos (OPV) da Classe Amazonas, em duas possíveis configurações: (i) Configuração A – armados com 4 mísseis antinavio Exocet; (ii) Configuração B – equipados com 8 Exocet e defesa de ponto forte com SeaRAM.

A análise utiliza o modelo determinístico das Equações de Salva de Wayne P. Hughes Jr. para estimar o ponto de corte (breakpoint) em que uma força de OPVs consegue neutralizar a FREMM e ainda manter ao menos um OPV em condição de combate. Também são introduzidas âncoras de custo (plataforma e pacotes) em fontes abertas, o que permite uma discussão preliminar sobre custo-efetividade.

1. Introdução

Na era dos mísseis antinavio de longo alcance, o combate de superfície tende a ser decidido por salvas concentradas. Nesse contexto, a rapidez na condução do engajamento, a capacidade de saturar as defesas do adversário e a distribuição de plataformas lançadoras influenciam a letalidade da força e a sobrevivência de seus meios. A partir dessa perspectiva, Wayne P. Hughes enfatiza que a superioridade numérica e a dispersão de poder de fogo podem compensar desvantagens individuais de plataformas, especialmente quando a defesa não escala proporcionalmente à ofensiva.

Utilizando como base as mesmas referências teóricas discutidas, os modelos matemáticos e o simulador empregados no artigo “Trump’s Class ‘Mahanian’ Battleship Vs. Arleigh Burke-Class Destroyers” [1], este estudo busca avaliar, comparativamente, o poder de combate de navios de menor porte e custo, mais próximos da realidade do Poder Naval brasileiro.

FREMM Carlo Bergamini

Para tal, consideraram-se como referência para a unidade de maior poder de combate as fragatas FREMM italianas, com configuração de emprego geral, da Classe Bergamini. Em contrapartida, foram contempladas duas possibilidades de modificação dos Navios-Patrulha Oceânicos (OPV) Classe Amazonas, a exemplo de modelos produzidos para outras marinhas, como a Classe Khareef, operada pela Marinha Real de Omã.

A motivação do estudo é avaliar se e em que medida um OPV poderia ganhar relevância em um cenário de combate de superfície ao receber mísseis superfície-superfície (MSS) e, em uma versão mais avançada, uma defesa de ponto robusta.

2. Metodologia: Equações de Salva (Hughes) – Modelo Determinístico

O modelo de Hughes abstrai o combate em três parâmetros principais por força:

(α, β): poder de ataque (striking power) – número esperado de armamentos ofensivos empregados em uma salva, assumindo a ausência de oposição do adversário. Varia de acordo com a quantidade de armamento lançado e a probabilidade de sucesso de cada armamento em atingir o alvo;

(a₃, b₃): poder de defesa (defensive power) – número de armamento inimigo que se espera que seja neutralizado pelas medidas de defesa aeroespacial de cada plataforma; e

(a₁, b₁): poder de permanência (staying power) – o número de impactos necessários para colocar um navio fora de ação.

Em sua forma básica, estima-se quantos navios de cada lado são colocados fora de combate em uma troca de salvas, pela seguinte fórmula:

Onde A e B representam a quantidade de navios em cada lado do combate.

Para este estudo, considera-se um duelo do tipo N OPVs vs. 1 FREMM, adotando como critério de vantagem:

  • Neutralizar a FREMM (FREMM remanescente ≤ 0), e
  • Sobreviver com pelo menos 1 OPV (OPVs remanescentes ≥ 1).

3. Parametrização do Caso (FREMM-IT vs OPV Amazonas)

3.1 Plataforma de referência – FREMM italiana (Bergamini)

Para a FREMM italiana, considerou-se a quantidade existente de 8 MSS Exocet e fixou-se o engajamento com uma salva alocada de 4 mísseis antinavio por turno, com probabilidade de acerto p_hit ajustável. Para o poder de defesa (b3), considerou-se a capacidade de neutralizar 04 mísseis, e, para o poder de permanência (b1), a necessidade de 04 impactos para considerar a unidade neutralizada.

3.2 NPaOc Classe Amazonas – Com as seguintes configurações simuladas:

  • A: Navio adaptado com sistema de lançamento de 4 mísseis Exocet, considerando a salva de 02 mísseis por turno, com a mesma probabilidade de acerto da FREMM. Para o poder de defesa, considerou-se o armamento existente na classe, adotando-se a possibilidade de neutralizar 1 míssil. O poder de permanência considerou a necessidade de 02 impactos para neutralizar cada unidade.
  • B: Upgrade mais robusto dos sistemas e armamentos, incluindo capacidade para 8 mísseis Exocet e o sistema de defesa antiaérea SeaRAM (11 mísseis RAM no lançador), além de sensores e C2. Considerada salva de 04 MSS por turno e poder de neutralização de 03 mísseis (a3 maior). O poder de permanência considerado foi o mesmo da configuração A.
NPaOc classe Amazonas
NPaOc classe Amazonas
Classe Khareef

4. Resultados Determinísticos (Breakpoints)

Considerando os valores-base acima, foram simulados engajamentos por turnos/pulsos, utilizando a fórmula básica da equação de salva. As simulações foram realizados por meio de planilha própria para o modelo e pelo simulador online das equações de salva.[2]

Os resultados considerando p_hit = 0,9 e o engajamento simultâneo entre as forças mostram que:

  • Para o modelo A, 03 OPVs são capazes de equilibrar o poder de combate de superfície e a partir de 05 OPVs obtém-se vantagem completa no combate, conforme a tabela abaixo:

Considerando os cálculos do simulador, observa-se os seguintes resultados para N=2, N=3 e N=4, com a continuidade do combate além do 1º turno de engajamentos:

  • Para o modelo B, 01 OPVs possui ligeira desvantagem, enquanto 02 OPVs revertem o cenário e 03 OPVs conseguem obter vantagem completa no combate, conforme a tabela abaixo:

Considerando os cálculos do simulador, observa-se os seguintes resultados para N=1, N=2 e N=3, com a continuidade do combate além do 1º turno de engajamentos:

Tendo em vista que as simulações acima consideram o engajamento simultâneo entre os meios, foram realizadas novas simulações para identificar possíveis resultados em situação tática em que os OPVs, operando de forma distribuída e coordenada, conseguem executar o ciclo de engajamento de forma mais eficiente, atacando primeiro.

Nessa situação, os resultados são os seguintes:

  • Modelo A

  • Modelo B

Os resultados apresentados contribuem para a análise de que, apesar da vantagem individual das capacidades das FREMM como plataforma de combate de superfície, a vantagem numérica de plataformas mais simples, como os OPVs da Classe Amazonas adaptados com MSS, demonstra-se eficaz na obtenção de vantagem.  Essa vantagem se consolida com a superioridade numérica a partir de 04 OPVs dotados de lançadores com 04 MSS Exocet.

No caso de uma adaptação mais completa da Classe, com sensores, um sistema de defesa antiaérea mais robusto e lançadores com 08 mísseis antinavio, a vantagem é consolidada na proporção de 02 OPVs para 01 FREMM. A superioridade da vantagem numérica em relação à capacidade concentrada em uma única plataforma se intensifica quando se considera o cenário tático em que as unidades operando de forma distribuída e coordenada são capazes de girar o ciclo de engajamento de forma mais eficiente, atacando primeiro.

5. Resultados para o Modelo Estocástico

Visando incorporar incertezas ao cálculo (névoa da guerra), foram simuladas as mesmas situações em modelo estocástico das equações de Salva, adotando ruído gaussiano de σ = 0.10. Para cada configuração e situação tática foram empregadas simulações de Monte Carlo, com 1.000 rodadas e o máximo de 50 turnos para cada.

6. Considerações Táticas e Doutrinárias

Os resultados obtidos, tanto no modelo determinístico quanto no estocástico, reforçam um princípio central da guerra naval na era dos mísseis: o combate de superfície tende a ser decidido pela capacidade de gerar e sustentar salvas eficazes, mais do que pela robustez individual de uma única plataforma.

A FREMM, enquanto fragata de grande porte, concentra sensores, armamentos e sistemas de defesa em um único casco, o que lhe confere elevada letalidade e sobrevivência individual. Entretanto, os modelos mostram que essa concentração de poder apresenta um limite claro quando confrontada por múltiplas plataformas distribuídas, mesmo que, individualmente, inferiores.

Do ponto de vista tático, três aspectos merecem destaque:

a) Importância da iniciativa (Attack Effectively First)

Os cenários em que os OPVs atacam primeiro apresentam aumentos significativos nas probabilidades de vitória, sobretudo no Modelo B. Isso evidencia que a capacidade de detectar, classificar e engajar antes do adversário, apoiada por sensores externos, enlaces de dados e coordenação, pode ser tão decisiva quanto a quantidade de mísseis disponíveis.

b) Defesa de ponto como multiplicador de força

A introdução de um sistema de defesa de ponto robusto (SeaRAM) no OPV altera qualitativamente o equilíbrio de combate. O efeito não é apenas reduzir perdas, mas também diminuir drasticamente a variância dos resultados, tornando o desempenho da força mais previsível. Doutrinariamente, isso sugere que investimentos em defesa de ponto em plataformas menores podem gerar retornos desproporcionais em termos de efetividade.

c) Coerência com conceitos de letalidade distribuída

Os achados convergem com o conceito de letalidade distribuída, no qual a capacidade ofensiva é espalhada por um maior número de plataformas, aumentando a resiliência e a sobrevivência da própria força, e a complexidade do problema para o inimigo. Em vez de buscar apenas plataformas cada vez maiores e mais caras, a doutrina pode explorar arquiteturas híbridas, combinando navios de primeira linha com meios menores armados e integrados em rede.

Em termos doutrinários, o estudo sugere que OPVs armados não substituem fragatas, mas podem complementar a força de superfície, ampliando a massa de salvas, saturando defesas inimigas e aumentando a densidade de vetores ofensivos disponíveis ao comandante da força-tarefa.

Ressalta-se que a presente análise foca exclusivamente no aspecto das ações/engajamentos de superfície, ou seja, no engajamento entre navios de superfície empregando sistemas de mísseis antinavio. Dessa forma, ao desenvolver o planejamento de força, essa comparação de poderes combatentes constitui apenas um dos diversos subsídios para a escolha do meio de superfície que melhor se adequa às necessidades de uma Força Naval. Nesse contexto, a FREMM concentra diversas outras capacidades relevantes no combate naval, tais como operações antissubmarino, guerra eletrônica, operações duradouras com diversos tipos de aeronave (incluindo hangaragem), entre outras. Por outro lado, os OPVs possuem características mais voltadas às tarefas da Segurança Marítima, incluindo as ações de presença, patrulha naval e repressão a ilícitos no mar. Adicionalmente, considera-se que a incorporação de Navios-Patrulha Oceânicos dotados de MSS proporciona maior flexibilidade e versatilidade à Força Naval, alavancando a exploração das características básicas do Poder Naval.

7. Análise Preliminar de Custo X Efetividade (valores estimados em USD)

De forma preliminar e embrionária, buscou-se identificar, a partir de dados de fonte aberta, os custos de aquisição das plataformas simuladas nesse estudo. Além de valores históricos de comercialização dos navios citados, adotou-se um cálculo aproximado dos valores necessários para a adaptação do projeto dos NPaOc Classe Amazonas, contemplando as configurações A e B. Todos os valores citados a seguir são aproximações a valores identificados em documentos e notícias disponíveis na internet e convertidos em USD, para efeito de comparação.

7.1. Custo aproximado por plataforma:

FREMM Carlo Bergamini
  •  FREMM-IT: US$ 658 milhões;
  • OPV Classe Amazonas: US$ 65 milhões;
  • Configuração A: US$ 35 milhões – Total Config.A = US$ 100 milhões
  • Configuração B: US$ 115 milhões – Total Config.B = US$ 180 milhões

7.2. Custo da força azul (OPVs) no breakpoint:

  • Configuração A = 4 x US$ 100M = US$ 400 milhões
  • Configuração B = 2 x US$ 180M = US$ 360 milhões

7.3. Interpretação:

Mesmo considerando margens de incerteza nos custos e nos parâmetros táticos, os resultados indicam que:

  • Uma força de OPVs armados capaz de neutralizar uma FREMM pode custar menos da metade do valor de uma única fragata de grande porte.
  • A Configuração B apresenta melhor relação custo x efetividade, pois reduz o número de plataformas necessárias e aumenta a previsibilidade dos resultados.

Isso não implica que OPVs substituam fragatas em missões de escolta, guerra antissubmarino ou defesa aérea de área. Contudo, sugere que, do ponto de vista de poder de combate antissuperfície, arquiteturas de frota que combinem plataformas de alto valor com meios menores armados podem oferecer maior densidade de letalidade por dólar investido.

Referencial Teórico

  • Armstrong, Michael J. 2005. “A Stochastic Salvo Model for Naval Surface Combat.” Operations Research 53 (2): 245–258. https://doi.org/10.1287/opre.1040.0195.
  • Armstrong, Michael J. 2014. “The Salvo Combat Model with a Sequential Exchange of Fire.” Journal of the Operational Research Society 65 (10): 1593–1601. https://doi.org/10.1057/jors.2013.115.
  • Christiansen, Robert. 2008. Using Hughes’ Salvo Model to Examine Ship Characteristics in Surface Warfare. Newport, RI: Naval War College.
  • Hughes Jr., Wayne P. 1995. Fleet Tactics: Theory and Practice. Annapolis, MD: Naval Institute Press.
  • Hughes Jr., Wayne P., and Robert P. Girrier. 2018. Fleet Tactics and Naval Operations. 3rd ed. Annapolis, MD: Naval Institute Press.
  • Till, Geoffrey. 2018. Seapower: A Guide for the Twenty-First Century. 4th ed. New York: Routledge.
  • Lambert, Nicholas A. 2023. The Neptune Factor: Alfred Thayer Mahan and the Concept of Sea Power. Annapolis, MD: Naval Institute Press.
  • Mahan, Alfred Thayer. 1890. The Influence of Sea Power upon History, 1660–1783. Boston: Little, Brown and Company.

[1] FERREIRA FILHO, Alberto. “Trump’s-Class “Mahanian” Battleship Vs. Arleigh Burke-Class Destroyers  Naval Combat Power Comparison Through Hughes’ Salvo Models”.

[2] O Aplicativo Simulador das Equações de Salva foi desenvolvido juntamente com Tullio Mozart Pires de Castro Araújo e outros autores, e apresentado no 57º Simpósio Brasileiro de Pesquisa Operacional. O aplicativo está disponível em: https://salvo-equations.streamlit.app.


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Aprimorando os OPVs classe ‘River’ Batch II

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Esteves

Cenário matemático linear. Operacionalmente improvável JAC uma FREMM raramente combate sozinha, OPVs seriam os primeiros alvos de aeronaves ou submarinos e a simples presença de um SSK muda completamente o engajamento.

Impactos dependem do tipo (proa, meia-nau, popa), efeitos dos incêndios, a redundância dos sistemas (um único impacto pode destruir o radar principal, neutralizar o CMS, cortar energia da defesa aérea) > FREMM.

No OPV, 1 impacto pode reduzir drasticamente o poder de defesa a quase zero.

Acredito que houve uma redução extrema da realidade…apostando demais em equações.

Fernando XO

“Ressalta-se que a presente análise foca exclusivamente no aspecto das ações/engajamentos de superfície, ou seja, no engajamento entre navios de superfície empregando sistemas de mísseis antinavio”

Frei

Como você engaja algo que a tripulação não têm nem conhecimento que está em determinado local ? Como localizar e identificar a ameaça ?

Frei

“Isso evidencia que a capacidade de detectar, classificar e engajar antes do adversário, apoiada por sensores externos, enlaces de dados e coordenação, pode ser tão decisiva quanto a quantidade de mísseis disponíveis.”

usando apenas os próprios meios disponíveis e recursos ( das unidades, sem suporte externo,) ,não entendo as chances de engajar por primeiro um adversário que te enxergar sem ser detectado.

Quero entender o contexto e os meios para que isso seja possível.

Esteves

Exato, novamente.

Radar da FREMM X radar do OPV.

carvalho2008

Mestre Frei, para exclusivamente e de forma assimetrica, mesmo disponivel tambem ao inimigo, os drones de patrulha lançados pelo barco podem fazer o esclarecimento e localizar o navio adversario…

seria uma fragata operando versus 3 NapaOc , cada um tambem operando o mesmo dispositivo…seriam mais olhos do lado dos NapaOc alem do horizonte radar… segue exemplo da MB

comment image

carvalho2008

um missil anti superfície tal como o exocet, apenas precisa das coordenadas provaveis do alvo…e pronto…uma vez digitadas as coordenadas…ele seguirá na direção do adversário…

Frei

Se você tiver sorte o seu adversário irá usar um Exocet MM40 block-2, com +ou 70 km de alcance. Na realidade a Bergamini estará equipada com um OTOMAT / Teseo Mk2 A com 180 km de alcance ou. quem sabe a última versão do Teseo( EVO) com mais de 360 km de alcance.

Essas simulaçãoes me parecem muito pouco prováveis. A FREMM Italiana não utiliza o Exocet.

carvalho2008

ou outra coisa simples….embora de menor alcance…mas que amplia muito o horizonrte Radar

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Frei

Carvalho, o oponente tem todos os esse recursos:

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E tem mais, dois helicópteros com mais de 400km de raio de ação ou um pesado aw101 .

Todos podem ser equipados com mísseis anti-navio como o Marte Mk2 . Então , o oponente pode engajar essa corveta/ opv a mais de 500 km, com dois helicópteros( um de cada vez , ou talvez um seguido pelo outro). Além do ScanEagle.

Esteves

Exato.

Quando perguntaram a Trump sobre o resort em Gaza, disse ele como homem de negócios imobiliários que dependia da localização.

Frei

Você é gaiato kkkkk , boa Esteves !

Fernando XO

Prezado, em breves palavras… isso vai depender da capacidade de monitoramento e vigilância, associado a dados de inteligência… a partir dessas informações, é realizado e executado um planejamento de esclarecimento, seja com ANV baseadas em terra, seja orgânicas aos navios… em dado momento, vão ser obtidas as posições da força contrária, o qual vai gerar as ações de superfície (engajamento pelos navios) e aeronavais (engajamento pelas aeronaves)… só que os caras do outro lado estão fazendo o mesmo… cordial abraço.

Fernando XO

Prezado, as características que você citou são levadas em consideração na chamada “comparação de poderes combatentes” e lançadas como parâmetro da simulação.

Frei

Sinceramente não encontrei menção a aviação e aeronaves embarcadas. Talvez distração minha, podes elucidar o ponto em questão?

Fernando XO

Prezado Frei, o propósito do experimento é levantar dados acerca do engajamento entre navios de diferentes portes, exclusivamente com mísseis anti navio, ou seja, tem um escopo limitado… por isso não foram considerados outros meios como aeronaves e submarinos… se assim fosse, aí já teríamos um jogo de guerra… cordial abraço.

Hcosta

“Os cenários em que os OPVs atacam primeiro apresentam aumentos significativos nas probabilidades de vitória, sobretudo no Modelo B. Isso evidencia que a capacidade de detectar, classificar e engajar antes do adversário, apoiada por sensores externos, enlaces de dados e coordenação, pode ser tão decisiva quanto a quantidade de mísseis disponíveis.”

com as premissas de terem sensores externos e atacarem primeiro, o cenário é muito favorável para os OPV’s…

Talvez a conclusão veio antes da experimentação…

Last edited 3 meses atrás by Hcosta
Frei

Sim , mas aí se para você ter esse cenário favorável você precisa de fatores e sensores externos, esses últimos devem entrar na equação e nos custos da tática, pois sem eles esse cenário ( 1 vs 1) não seria possível.

Frei

Xò , se o OPV( bombado e bem maior, praticamente uma corveta) precisa de recursos externos para obter sucesso nesse cenário, você precisa necessariamente incluir nos custos esse ecossistema ( aeronaves baseada em terra , radares e sistemas externos ) . Caso contrário aquela unidade ( a corveta), em águas azuis, não teria essas mesmas condições e chances de engajamento em relação ao oponente ( fragata) , mais autônoma e independente nessa fase de esclarecimento e de detectar a ameaça. Então as premissas não são as mesmas, vocês chega na fase de engajamento sem avaliar como você conseguiu chegar nessa… Read more »

Fernando XO

Prezado Frei, o meu ponto foi a diferenciação entre a proposta desse experimento e a de um jogo de guerra… o primeiro é mais específico, leva em consideração as unidades em avaliação (a diferença seria apenas em termos das capacidades e limitações de cada)… já o jogo de guerra tem outras variáveis (ambientais, por exemplo), sendo então mais abrangente e complexo… cordial abraço.

Camargoer.

Olá Esteves. O mais difícil é estimar os termos da equação. Eu gostaria de ver a mesma simulação considerando que as fragatas de grandes médias/pesadas tivessem resistẽncia a apens 2 ou 3 impactos ao invés de 4 como o autor assumiu. Também considera que uma OPV seria colocada fora de combate com apenas 1 impacto de um Exocet. Neste ponto, concordo com vocẽ sobre a simulação Uma simulação destas é serve para forneces númersos probabilísticos, o que já é melhor que coisa alguma. Existem dois problemas comuns neste tipo de simulação… uma simplificação exagerada ou uma complexidade exagerada. Simplificar demais… Read more »

Esteves

Olá Professor, 2, 3, 4 impactos em qual secção do navio? A surpresa é importante… A FREMM pode ser pressionada se receber múltiplos mísseis simultâneos, esses vierem de vetores diferentes (não somente do OPV) e forem ameaças supersônicas ou hipersônicas. Mas…radar AESA, mísseis manobráveis, defesas em camadas + doutrinas aprendidas no pós Malvinas, dão capacidades que não existiam em 1982. Uma única FREMM tem boa chance de sobreviver a 8 mísseis subsônicos se estiver em prontidão de combate. E…por que essa FREMM estaria sozinha? Mas…nenhum navio individual é invulnerável a saturação bem coordenada. Novamente, quem viu quem primeiro e quem… Read more »

Fernando XO

Prezado Camargo, os jogos de guerra são ferramentas muito úteis… e isso desde a IIGM… Nimitz afirmou que tudo o que ocorreu no Pacífico foi jogado… a única surpresa foram os kamikazes… cordial abraço.

Esteves

Lenda naval.

O teatro do Pacífico envolveu esmagadora superioridade industrial dos EUA, guerra de porta-aviões, submarinos estrangulando logística japonesa, inteligência criptográfica, estratégia de “island hopping”…avançar sem atacar/tomar todas as ilhas.

E o acaso em Midway.

Fernando XO

Recomendo a leitura – Following World War II, Fleet Admiral Chester Nimitz famously remarked that rigorous and repeated Naval War College war gaming had ensured “nothing that happened during the war was a surprise . . . except the kamikaze tactics.”3 It is important to recall, however, that Nimitz was referring to surprises at the high operational and strategic levels. At the tactical to operational levels, the U.S. Navy failed to appreciate key challenges, such as the Japanese focus on night surface action or the impact of Japanese torpedoes in a surface fight. These surprises were a result of flawed play… Read more »

Esteves

Reforça tratar-se de lenda. Disse que o outro disse.

Fernando XO

Blz, meu caro… escreva então seu nome na História e deixe a lenda para os Nimitz da vida… sem mais.

Paulo

O Japão estava fadado à perder, por causa de uma realidade geográfica: É um arquipélago, com pouquíssimos recursos naturais internos. Depende quase 100% da importação de matérias primas para sua indústria e combustível para suas máquinas e veiculos. Em casos assim, a estratégia de cerco naval, é o óbvio. Seria sufocado mais cedo ou mais tarde. Daí que a retórica, de que a utilização da bomba atômica, era ” necessária “, como ” única ” solução para liquidar a guerra, sempre foi uma falácia.

Esteves

Sim.

E sendo assim, atacou primeiro.

Paulo

Como direi, uma estratégia camikaze. Se o ataque à Pear Harbor tivesse tido 100% de eficácia, e afundasse os PAs que de lá sairam, antes do ataque, apenas adiaria o inevitável. Mesmo sem PAs ,os EUA poderiam fazer uma csmpanha continua e maciça, através de seus Subs, e negar o mar ao Japão.

Leandro Costa

É muito fácil recorrer ao pensamento que temos e sabemos de HOJE. O famoso ‘hindsight.’ Na ÉPOCA nada disso era imediatamente aparente. O Japão já havia saído do tratado de Washington, já estava investindo na conquista de territórios que lhe garantiriam fontes das matérias primas necessárias. Não se sabia exatamente da deficiência Japonesa em Petróleo antes do início da guerra no Pacífico (1941), ou mesmo do investimento insuficiente em navios de carga, ou mesmo da doutrina naval Japonesa (Kantai Kessen), que norteou suas decisões estratégicas e até mesmo táticas. Vocês estão ignorando os objetivos políticos e militares dos Japoneses ao… Read more »

Iran

As surpresas foram os kamikazes e Midway kk

Palpiteiro

Entendi que mesmo pequenas embarcação não podem ser desdentada. Componentes aéreos devem aumentar a complexidade. Equações lineares simplifiquem muito. A capacidade situacional e velocidade dos meios também influenciam os resultados.

Allan Arajo

No caso analisado em sua conclusao ele não fala em OPVs sozinhos contra uma FREEM e sim como parte de um conjunto com navios maiores, ele trata de um conceito e ao inves de ter somente Navios grandes e caros, seria mais plausivel ter mais meios estilo OPVs como meios de combate em quantidades sem perder eficiencia e assim diminuindo os custos.

Esteves

OPV não é meio ou navio de combate.

JAC

Esteves, da mesma forma os OPVs nao combateriam sozinhos em um cenario de guerra. Meu ponto e que a simulacao e interessante e levanta questoes importantes sobre ter poucas e caras unidade navais versus ter unidades menores mais em quantidade grandes. Eu acredito que ter uma marinha com mais unidade de FCTs, combinadas com OPVs bem armados, submarinos SSK e aviao naval baseada em terra (Gripen+Missil Antinavio) vale mais a pena do que ter poucas unidades de grande porte. Tambem ter unidades menores permite em quantidade permite construcao naval continua ao longo do tempo.

Fernando XO
Camargoer.

Eu gosto muito deste tipo de análise. Geralmente, eu faço proponho algumas análises e estimativas deste tipo em meus comentários. Espero que o Autor consiga ler meus comentários. É preciso revisar o valor da OPV. O autor considerou US$ 65 milhões, que foi o preço pago pela MB em uma compra de opotunidade. Acho improvável que a MB ou qualquer outra marinha consiga repetir estas condições favoráveis. O valor mais adequado serial US$ 90 milhões, que é um valor intermediário entre as OPV mais baratas e mais caras. Deste modo, a configuração A seria US$ 125 millhões e a configuraçõ… Read more »

Frei

Ponto relevante e que tinha totalmente desconsiderado, esse dos valores.
Realmente uma Khareef por menos de 200 milhões delares, hoje, é bastante improvável.

Alberto

Obrigado pelos comentários.
Realmente a questão dos custos é difícil de afirmar com precisão, tendo em vista a falta de dados em fontes abertas. A ideia é mostrar ordem de grandeza, e não necessariamente dados precisos, que demandariam estudos muito mais aprofundados e outros fatores na tomada de decisão.
Quanto aos parâmetros considerados, é possível escolher seus próprios parâmetros e simular o potencial resultado do engajamento no simulador online: https://salvo-equations.streamlit.app/

Camargoer.

Olá Alberto é muito bom conversar com autor. O armamento das FCT é um tema que se repete aqui na trilogia. Considerando que uma FCT está em uma condição intermediária entre uma OPV e uma fragata de 7 mil ton ou um destroyer de 10 mil ton, talvez este tipo de simulação seja apropriada para avaliar quão eficiente seria um grupo de FCT contra uma ameaça. Outro ponto interessante seria como a MB entrentaria a ameaça de dois navios de guerra pesados atuando em rede, que parece ser um cenário mais próximo ao que ocorreu nas Malvinas. Neste momento, como… Read more »

Paulo

Sempre considerei armar as OPVs com misseis anti navio, uma solução capenga, mais ligada à falta de recursos para meios específicos para TOs de guerra naval clássica. OPVs são meios de patrulha naval, e assim deve continuar. Esta é sua função: fiscalizar e patrulhar águas costeiras, ou quando muito, mares territoriais, onde, hoje, se extrai óleo através de plataformas off shore. Pode – se obviamente ampliar seu poder de fiscalização, patrulha e até de dissuação, com drones navais e/ou aéreos embarcados. Isto é possível e até desejável.

Esteves

Isso é antigo. Remete ao tempo das lanchas torpedeiras.

Luís Henrique

A matéria é interessante e também toca em uma deficiência de muitas fragatas europeias, o poder de fogo limitado. Com “apenas” 8 mísseis antinavio e 16 mísseis antiaéreos, 2 OPVS já igualam ou superam o poder de fogo com 16 mísseis antinavio e 22 mísseis antiaereos. Se fosse uma fragata Admiral Gorshkov com 32 mísseis de ataque Onyx, Kalibr e Tsirkon e 32 mísseis antiaéreos ou ate 128 mísseis antiaéreos o número de OPVS para igualar ou superar teria que ser muito maior. E ainda não igualariam as capacidades dos mísseis com muito mais alcance como o Kalibr e o… Read more »

Joelson de Almeida

Seria um conflito assimétrico?

Charles

Muito interessante! Imagina o que poderia fazer opvs com drones de reconhecimento/ataque autonomos

Paulo

É isto que poderia ser realizado. OPVs com drones navais e/ou aéreos embarcados. Ampliaria sobremaneira as capacidades típicas de um OPV, quais sejam, patrulha e fiscalização, além de lhes dar alguma capacidade dissuatória no caso de drones de ataque, sem descaracterizar um OPV.
.

Luciano

São apenas cenários. Mas é muito interessante.

Vejamos o caso do Brasil: se desconsiderarmos os 2 imortais, EUA e China, vários OPVs ou corvetas, podem barrar uma força de navios grandes e poderosos, sim. Até porque, se estivermos nos defendendo, os navios receberão apoio de terra, ar, e abaixo da superfície. Em resumo, faz sentido termos muitos navios, baratos, e menores, mas com poder de fogo grande.

Eu acho que apesar de serem cenários, é um estudo emblemático.

Adriano Madureira

“Mesmo considerando margens de incerteza nos custos e nos parâmetros táticos, os resultados indicam que”: Uma força de OPVs armados capaz de neutralizar uma FREMM pode custar menos da metade do valor de uma única fragata de grande porte. A Configuração B apresenta melhor relação custo x efetividade, pois reduz o número de plataformas necessárias e aumenta a previsibilidade dos resultados. Sempre fui da opinião de que a Marinha do Brasil, que assim como as demais forças, nunca foram abastadas, devido aos parcos percentuais que sobram para investimentos em aquisição e modernização, deveriam investir em navios patrulhas que pudessem ser… Read more »

Esteves

OPV tem baixa resistência em combate de alta intensidade. OPV não é projetado para guerra naval.

Luciano

E quem vai nos impor um “combate de alta intensidade”? Argentina? Venezuela? Chile? Peru? Nigéria? Angola? África do Sul?

Se considerarmos potências médias/médias altas, como Inglaterra, França, e Itália…eles mal conseguem impor sua própria defesa, vão conseguir impor um bloqueio com “poderosos navios” em todo o litoral e zona economica exclusiva brasileira? O estudo é muito válido, para o entorno brasileiro, para a nossa realidade, com o pé no chão.

Esteves

O autor.

O autor determinou que o inimigo é uma FREMM.

A Itália ou a França mal conseguem impor a própria defesa? Não diga bobagens.

Luciano

Pois então, o autor conclui que é possível barrar um adversário mais potente, com navios de menor expressão, bem armados, e com boa coordenação.

Se tiveres um estudo melhor e mais amplo, apresenta aí pra nós! Por gentileza.

Adriano Madureira

Sim amigo Esteves, mas na guerra você irá usar de todos os meios disponíveis a mão, sejam estes condizentes com doutrina naval ou não…

Ou você acha que em caso de combate, nossos Iveco Lynx fossem destruídos, nós iríamos ficar parados esoerando por um lote adcional?!

Iríamos comprar ou confiscar carros blindados e dar aquele jeitinho brasileiro…

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A guerra é o desespero, e no desespero algumas regras são ignoradas…

Daniel

Eu achei legal, mas não confio nessas simulações. Dependem muito de que situações que mudam constantemente, permaneçam estáticas. O resultado também é meio óbvio: para a MB compensa mais uma força híbrida de OPVs armados com mísseis e complementados por fragatas do que uma frota formada por corvetas disfarçadas de fragatas (Tamandarés) e complementadas por fragatas (FREMM e similares). Isso o o ocorre por dois motivos principais: – o Brasil não tem necessidade de uma força tão poderosa. – não tem dinheiro para sustentar uma frota assim. E para complementar, a classe Amazonas sempre foi desarmada demais para as nossas… Read more »

Fernando XO

Prezado Daniel, essa simulação é um experimento… o que você traz é coerente com um jogo de guerra… cordial abraço.

Last edited 3 meses atrás by XO
Renan

Impressionante
Dito isso

Gostaria muito de um plano de Estado para construção de 50 OPVs ao longo de 10 anos.

Para gerar empregos e movimentar a economia

E no futuro mostrar banheiro nos nossos mares .

Isso é possível basta querer

Leandro Costa

Há falta de banheiros nos nossos mares?

curisco

o mar é um banheiro, com devido cuidado de não cair na água

Leandro Costa

Uma vez precisei ir e estava em um trecho entre a Ilha Grande e a Marambaia, em alto mar. Sem banheiro no veleiro. Mar meio mexido, vento e chuva. Tive que usar cinta de segurança e me jogar ao mar. Não foi agradável.

curisco

kkkkk

Adriano Madureira

Não há demérito em uma hipotética situação de conflito, usar OPVs armados com mísseis contra um inimigo…

A Ucrânia estava usando lanchas CB-90 contra os russos no Mar negro…



Miguel Carvalho

É possível sim.
Se a posiçao da FREMM for conhecida, os OPV,s podem coordenar os lançamentos de forma a saturar as defesas da FREMM.

Frei

Claro que é possível, mas aí se volta a questão do contexto e meios que tornaram esse cenário possível.

Paulo

A saturação pode ser realizada, sem necessidade de expor uma tripulação de OPV ao risco extremo de ser destruída, num contra ataque, pois não terá necessária proteção anti aérea ou anti submarina.
Pode-se utilizar para ataque em saturação de uma Fremm : baterias de misseis de costa, coordenados com misseis lançados por fragatas, submarinos e caças de ataque naval. Atacando coordenadamente de plataformas variadas e em varias direções diferentes, a probabilidade do sistema de defesa da Fremm saturar é maior, e representará menos risco num possivel contra ataque.

Burgos

Meio off toppic;
Tava lendo outro dia uma matéria que já estão construído as 5 Sigmas lá na Colômbia e bla bla bla, mas o que mais me impressionou no texto dizendo que não terá poderio maior na América do Sul em relação a esses navios.
Se não me falha a memória a Damen ofertou uma classe a MB para concorrer o que seria hoje as FCTs e não venceu🤔
Não venceu pq eram caras demais ou a Damen não quis “mexer no projeto” como foi feito nas FCTs atuais ?!
Fica a dúvida 👀

Vitor Botafogo

Proposta foi mais cara e consistia em uma embarcação com
Menos tonelagem. O estaleiro parceiro também tinha limitações de cronograma.

Esteves

Licitação internacional.

Ficaram 3. A TKMS venceu o BAFO.

Ruas

Sites/blogs ufanistas, dúvido muito que serão claramente os melhores vetores navais, estarão no nível das Tamandarés da MB. Em termos de capacidade, ainda acho as Adelaide, que o Chile comprou usadas da Austrália, os mais capazes do subcontinente – ainda que por classe se trate de 2 unidades frente a 4 ou 8 de Tamandarés. De todas as maneiras, as Tamandarés estão na faixa de quase 50% de nacionalização… qual será esse da Colômbia? As Tamandarés usarão míssil antinavio nacional, e possivelmente mais a frente um míssil antiaéreo nacional em estudos pela SIATT. Qual o programa de mísseis que existe… Read more »

Allan Arajo

Existe o melhor navio para uma nação e o melhor navio para defender essa nação, são duas coisas completamente diferentes. Para um pais o melhor navio vai ser sempre o com maior percentual de nacionalização e o que mais desenvolve o país exemplo a Tamandaré, porém é um fato que um navio com os melhores sensores e mais bem armados com as melhores técnologias é muito melhor para defender o país, o fato da Tamandaré ser um excelente navios para o Brasil não quer dizer que ele seja o melhor ou superior a outros que outros paises sul-americanos compram ou… Read more »

Paulo

Eles sabem disso. A mesma Colômbia dos sites ufanistas navais, pediu arrego para o COMAE da FAB, solicitando recentemente, imagens SAR de alta resolução( – 2m), de varias regiões colombianas que sofreram enchentes catastróficas, e as FAs de lá não tinham como planejar o atendimento e resgate das vitimas, porque lhes faltava imagens de satélite SAR (satélites óticos não adiantaram, por causa das densas nuvens sobre a Colômbia.). O COMAE atendeu à solicitação.

Yamamoto

O fator determinante para a escolha da proposta da tKMS foi a transferência de tecnologia irrestrita do código-fonte do CMS.

Esteves

Não.

Não é verdade. O aprendizado dá-se na operação das plataformas de navegação e combate.

A TKMS venceu. Ponto.

Fabio

O estudo ignora um fator decisivo: a suíte completa de guerra eletrônica de uma fragata como a FREMM. Não adianta a quantidade de OPVs se seus sensores podem ser degradados ou cegados por ECM. Além disso, a FREMM possui sensores muito superiores e capacidade de detectar e engajar ameaças a distâncias significativamente maiores. Em combate naval moderno, quem detecta primeiro tem vantagem decisiva, não é apenas uma questão de quantidade de lançadores.

Fernando XO

Prezado Fábio, é fato que os parâmetros da equação não citam, explicitamente, a capacidade de guerra eletrônica… e isso é levado em conta em um jogo de guerra, por exemplo… vou ficar devendo essa… cordial abraço.

Ruas

Interessante o estudo, mas evidentemente incompleto. Tal estudo não deve influenciar a MB em tomadas de decisões futuras.

O Brasil precisa de vetores de verdade: fragatas/destroyers em pelo menos 10 unidades e obviamente completado por OPVs (talvez de produção nacional) que possam receber upgrades para necessidades de guerra de alto nível.

O Brasil deveria ter comprado as 2 FREMM oferecidas uns anos atrás: 2 FREMM + 8 Tamandarés + 8 Corvetas/OPVs de origem nacional seria perfeito para o Brasil pelos próximos 15 anos.

Fernando XO

Prezado Ruas, o trabalho de levantamento de capacidades realizado pelo SISFORÇA teve como um dos produtos o chamado Plano de Configuração de Força, o qual aponta a quantidade e variedade de meios para a MB… esse experimento é uma contribuição para o trabalho acima citado… cordial abraço.

General de Sofá

Então um návio barato, menor e bem armado, pode afundar um navio caro, maior, e mais bem armado. Logo a MB me aparecer com uma Tamandaré, com 4 mísseis antinavios, e um VLS meia bomba, é motivo de demissão, por justa causa, de parte almirantado?

Ain, mas não tem dinheiro. Se não tem dinheiro, porque foi invetar de fazer ToT e construção local?

Thuran

Mr. Camargoer já provou por diversas vezes aqui que o Tot a longo prazo se paga e vale a pena por conta da nacionalização.

Camargoer.

Olá Thuran

Extato.

Esteves

Aonde existe ToT a longo prazo?

Camargoer.

Não. O que a simulação sugere é que um número maior de navios pequenos bem armadas pode ser suficiente para netrutalizar (sem necessariamente afundar) um navio maior e com mais recursos defensivos e ofensivos. Sobre a ToT, há duas situações 1) se for uma tecnologia dual (tanto civil quanto militar), ela pode fimentar ou consolidar um determinado setor industrial. 2) se for exclusivamente militar, ela pode se tornar um padrão de uniformização ou um setor de exportação. Em qualquer caso, há um retorno tributário proporcional ao nível de nacionalização. Quanto maior ele for, maior o retorno fiscal, o que reduz… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Camargoer.
Iran

Vi num canal gringo uma simulação de 6 corvetas leves Skjold norueguesas de 200 T armados na configuração padrão de 8 mísseis SSM enfrentando o Kirov modernizado da Rússia, e pra minha surpresa o Kirov foi afundado, porém conseguiu destruir também as 6 corvetas, mas é obviamente importante considerar as corvetas são muito mais leves, baratas, tripulação menor etc, todas juntas dão 1000T, contra os 30.000 T do Kirov, fora que na simulação ambos se engajaram ao mesmo tempo, mas na vida real seria muito fácil localizar o gigante e soviético Kirov do que pequenas corvetas bem modernas e de… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Iran
Iran

Sim é verdade, no caso da simulação do Kirov contra as Skjold era no meio do Báltico

Diego

O estudo é bem interessante, obviamente não propõe a troca de meio por outro, mas mostra que em uma situação desfavorável de quantidades de meios existem opções viáveis, acredito que esse cenário seja mais crível como uma ação defensiva.

Guizmo

Ora ora ora…….o que eu defendo há décadas…..armem decentemente as NAPAOCs

Camargoer.

Bem, ai discordamos.

Eu vejo a segunda escala

Meios distritais

NPa500
NPaOc1200

Meios de esquadra

FCT

Acho que colicar US$ 200~220 milhões em um OPV não faz sentido. Então, ao invés de OPV de 1800 ton, é melhor operar navios menores otimizados para a função. Seguindo esta ideia, ao invés de grands fragatas de 7 mil ton ou maiores, que podem chegar até a US$ 1,5 bilhão, focar em uma frota de FCT que deve estar em torno de US$ 550 milhões

Cristiano ciclope

E exatamente essa a estratégia iraniana com as lanchas rápidas armadas com mísseis anti-navios e os mini-submarinos, a ideia não e atravessar o oceano e lugar longe, e sim lutar próximo com superioridade numérica!

Camargoer.

Sim, mas o Irã opera em um mar fechado e a MB opera no Atlântico Sul. O teatro de operações é bem diferente. No caso brasileiro, a ameaça dos Scorpenes é uma vantagem para a MB.

Leandro Costa

Exatamente.

TeoB

A Quantidade por si só é uma qualidade, faz algum tempo que comentei em um post da classe Tamandaré que na minha humilde visão a MB deveria ter uma classe de ´´corvetas de patrulha´´ com configuração de armamentos exposto aqui nos OPV tipo-B… a MB precisa de patrulhas mas tbm precisa de volume em sua enquadra, razão essa que poderia levar a desenvolver uma classe para atender essas duas demandas de forma meio conjunta, um navio com hangar para um lynx, canhão super rapid 76mm seaRAM, e 4 mansup ficaria com duas a duas mil e quinhentas as toneladas, contando… Read more »

Luís Henrique

Sim, esse conceito de Corveta de Patrulha eu também já comentei aqui várias vezes. Em vez de adquirir navios de patrulha oceânicos armados apenas com canhões, poderíamos adquirir uma Corveta de Patrulha com mísseis antinavio e mísseis antiaéreos e matar 2 coelhos com 1 cajadada só. O navio serviria primariamente em missões de patrulha, policiamento, etc contra tráfico de drogas, proteção contra pesca ilegal, mas teria lançadores MANSUP e algum lançador de mísseis antiaéreos. Em um primeiro momento estes lançadores poderiam ficar até desarmados, sem mísseis, para baratear as compras. Os mísseis poderiam ser adquiridos depois. Um navio assim poderia… Read more »

Camargoer.

O custo desta OPV parruda é deve ser da ordem de US$ 210 milhões ou mais… dá para assumir 1/3 de uma Fragata como a FCT.

Penso diferente. Defendo fragatas leves como a FCT e abaixo delas, OPV mais simples e baratas, da ordem de US$ 70~90 milhoes.

TeoB

com certeza mantem cadencia de produção, cria-se expertise e pode ser realizadas melhorias de projeto, nacionalizando tudo que puder e fazendo um aprendizado que não se acha e rua e não se compra nas tais tot…
poderia se variar o projeto, um estaleiro com cadencia pode fazer submarinos, corvetas, fragatas enfim sempre tem demanda e a capacidade industrial se mantem.

Paulo

Desculpe discordar. OPVs tem função de patrulha e fiscalização. Se portar drones melhora e muito estas funções .
Por outro lado , a MB já tem 5 plataformas diferentes capazes de lançar misseis anti navio : FCTs, Sbr Riachuelos, H15 B/ SH16, e baterias astros de
costa. Será mesmo necessário mais uma plataforma de lançamento de misseis anti navio ?

Paulo

Nenhuma marinha latino americana possui 5 meios diferentes para lançar misseis anti navio,a não ser a MB, e conta- se nos dedos das mãos as que possuem no mundo.

Luís Henrique

Falando assim parece que temos muitas plataformas para lançar mísseis. Focando nos navios de combate de superfície temos, por enquanto, 4 Fragatas Tamandare, cada uma com 4 MANSUP e a possibilidade de aumento para 8 Tamandare, provavelmente todas com a mesma capacidade de apenas 4 MANSUP cada. Com 4 navios são 16 MANSUP, com os 8 serão 32 mísseis. Uma única Fragata russa Admiral Gorshkov, das últimas em construção, possuem 32 mísseis de ataque. A Rússia tem mais de 100 navios de combate de superfície. Um único Destroyer Arleigh Burke tem 96 células VLS, cada uma pode abrigar um Tomahawk… Read more »

Rafael Gama

O problema é entrar na cabeça de quem manda que soluções baratas são muitas vezes mais eficazes. Primeiro o Brasil deve pensar em ser impenetrável para depois pensar em projeção, que na prática se faz com dissuasão de misses. Navios patrulhas robustos, maior quantidade de submarinos, uma versão do SuperTucano Naval (com capacidade anti submarino), a criação de aerodromos em ilhas estratégicas fortificadas, bem como o investimento em drones com finalidade navais, seriam muito
Mais eficazes do grandes fragatas ou outro lote de Tamandares.

Marcelo Andrade

Meu sonho: 6 FREMM Bergamini mais 10 FCTs!

Iran

Que Deus te ouça, ou pelo menos os políticos

carvalho2008

Parabenizo o Mestre Alberto pelo excelente trabalho!! Trouxe em número e em estudo matemático, o que muitos e inclusive eu, ja defendi por diversas vezes. Acho até que foi bondoso, pois duvido realmente que sejam necessarios 4 impactos Exocet para tirar uma fragata destas de combate…. Nossa configuração é de projeção ou melhor defesa e barrar adversarios proximos da ZEE e portanto, navios simples e baratos, mas que possasm embarcar armamento modular para quando e SE PRECISAREM…. O interessante seria comparar algo mais real ao estilo duas fragatas FREMM… Outro ponto, como não poderia deixar de ser, comparar modelos assimetricos… Read more »

carvalho2008

Alguem lembra daquele desenho de um Makassar BR?? Poderia parecer exagero a primeira vista, um navio de 7 mil ton para NapaOc….mas alem de patrulha, poderia de forma concomitante, ser Navio Escola, e receber muito equipamento modular…o grupo motriz e eletrico é quase igual em potencia ao Classe Amazonas…

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carvalho2008

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e podendo operar até os H225M….bem…o alcance seria mais 800 km….uma lança…beeemmm longa….podendo alcançar o adversario varias vezes antes de ser alcançado…se formos falar de adaptação a drones então…a coisa vai longe….

Esteves

Não.

Qual a velocidade de um Makassar levando helicópteros, contêiners, mísseis…

10? 12 knots? Menos?

carvalho2008

Max de 16 kn

Esteves

Isso é um navio civil modificado. Não resiste a combate.

carvalho2008

qual se refere?

carvalho2008

Um Macaé NG como loyal wingman…???um bagageiro de modulos?

aqui, versionado com 3 Bofors MK IV 40 mm….um bom cinturão anti drones e misseis a curta distancia…contem tambem duas plataformas de lançadores mistral…..são bem leves…

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carvalho2008

Uma força Distrital realmente com capacidade de complementar a esquadra….

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carvalho2008

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carvalho2008

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carvalho2008

O novo modelo Portugues tambem já estaria apto a levar misseis conteiraveis….alem de lógico…drones….

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Não são tão distantes dos custos de uma Amazonas….

Esteves

Não.

Quantos mísseis seriam necessários dispensar para 4 deles atingirem o alvo em seção de alto valor militar da FREMM?

O OPV envia 4. Quantos passam? Quantos mísseis provocam danos significativos? Por quanto tempo o OPV ainda existiria após dispensar os únicos 4 mísseis?

carvalho2008

estabeleça a correlação de qtde de misseis pois sua premissa está truncada…sabedor que o numero de misseis não é limitado ao sistema da estação de combate e sim a espaço fisico…e como espaço fisico, os racks sao escalonados de 2 em 2…ou 4 em 4…ou até mais, bastando ter onde fixar….tal como já de conhecimento…4? 8? 12? 16?…de qual navio menciona? um 500 ton…uma Amazonas…um Makassar NG?

e novamente…1 missil dependendo de onde pega…tira a fragata de combate….isto já esta comprovado na vida real…precisar de 2? 4? pouco provavel necessite de 4 acertos para tirar de combate….

carvalho2008

Aqui, uma Amazonas NG BR…com 3 Bofors MK IV 40 mm e mais container de misseis antiareos e de superfície…

Creio que o MK IV seja o melhor pois não adianta esperar um maior calibre para combate de superfície se não tem velocidade…..

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Hcosta

talvez tenham um papel mais importante como plataforma ASW.
Sonar rebocado em contentor, talvez drones aéreos com capacidade de lançar sonobóias, drone naval com hidrofones, etc…

Não tanto como luta antisubmarina mas como vigilância submarina…

carvalho2008

sim…sempre pode….o que o estudo revela é a importancia de implementar esta doutrina de complementaridade na MB…qualquer casco existente, diante da falta de meios, necessita estar apto a mais de uma função…se e quando necessário….o estudo, responde quanto ao aspecto de efetividade caso seja necessário, quais os custos beneficios inerentes…. outro ponto que já cansei de falar…é que duas estações de robustas de combate…coc…não enxergam EM DOBRO quando juntas….basta 1 (uma) mais parruda, para designar e processar a parte mais pesada…isto significa em um exemplo concreto, que 3 Tamandarés + 6 NapaOc bombados, poderiam se dividir em 3 flotilhas Task´s… Read more »

curisco

“pra quem está afogando jacaré é bóia” (away)

Esta simulação é interessante para possibilidade de conversão de navios.

uma fremm de capitânea, mais uma corveta, mais 2 ou 3 opv’s armados já seriam soberanos no atlantico sul. Esta frotilha aí já teria soberania no mar, considerando apenas as nações da linha do equador para baixo.

E simulação é para isso mesmo.

Na I e II GG era comum armar até navios de carga com armas para serem corsários

Esteves

A análise da matéria virou terra de ninguém. A metamorfose no debate virou…pega uma lancha com motor de popa, bota 4 exocet com os lançadores que representam quase 7 toneladas e manda lá no Atlântico Sul, mar grosso com ondas de 5 metros, afundar uma FREMM.

Serio? OPV virou combatente porque financeiramente custa 1/4 de uma FREMM?

carvalho2008

descreva a curva parabolica do lançamento do missil…..o amigo sabe…não é real tentar afirmar o caturro num navio de 1500 ton como invalido para disparo….navios de 500 ton fazem e exemploe=s não faltam….

https://youtu.be/djZHTzNnlWw

Velame

Pra esse modelo matemático dar certo na vida real teria que primeiro combinar com o inimigo…

Esteves

Carvalho, Um OPV não foi projetado para absorver ou sobreviver a combate de mísseis. O navio não possui defesa antiaérea de médio alcance, não tem sistema de combate de alta complexidade, não conta com guerra eletrônica capaz, a assinatura radar é elevada. Em um cenário real, se o OPV disparar primeiro, o inimigo (FREMM) detecta o lançamento via ESM e responde com míssil antinavio ou vetor aéreo. O OPV tem baixíssima capacidade de se defender. O problema não é lançar o míssil. É sobreviver depois de lançar. 4 mísseis não são garantia de afundamento contra uma fragata moderna como a… Read more »

Paulo

Exatamente . Transformar um OPV num vetor de ataque naval, é condenar sua tripulação à morte certa, caso entre em confronto com um meio de superficie de ataque tipo uma fragata ou um destroyer. . É suicídio. O contra ataque não teria como ser detido pelo OPV. Agora, se além dos lançadores de misseis anti navio, se você equipar o suposto OPV com misseis anti aéreos avançados, e também com torpedos anti submarino, terá que trocar todo sistema de radares, de sensores, equipa- la com contra medidas eletrônicas e sistemas integrados de combate, dota- la de canhões avançados ,etc, terá… Read more »

carvalho2008

Exatamente….é….??

exatamente pois é loucura pensar em drones de papel…imagina o absurdo…exatamente…imagina adaptar misseis antiaereos em um jetski…ou enchelo de explosivo e comanda-lo remotamente….exatamente….imagina o absurdo de um mini sub de 250 ton afundar uma corveta….exatamente…..que audacia não….? ou um tender britanico que parou um comboio de invasão japones….sei lá….muita loucura não é mesmo….???

carvalho2008

A premissa falha sempre que se pensa em sobrevivencia….

Infelizmente, é um pensamento hipocrita e falso humanista quando o objetivo é eliminar o risco do inimigo…

daremos um exemplo….o MBT Sherman, a vida como ela é….sendo completamente desnecessario maiores exemplos dentro de uma infinidade deles….o Sherman era composto para ter volume de guerra….claramente inferior aos Tiger….e assim foi e assim é…não precisamos romantizar…marinhas e forças aereas possuem igualmente inumeros exemplos…

São realmente desnecessários quando por obvio, quem investe em corvetas ou NapaOc fortemente armados é por que não tem capacidade de possuir fragatas e destroyeres

Paulo

se vc simular lanchas de ataque de 200ton com misseis antinavio, o resultado eh o mesmo custando muito menos

desperdicio de dinheiro em navios incapazes de se defender. Um upgrade minimo com 1 bofors 40mm e MANSUPs seria o maximo que eu consideraria.

Paulo

e complementando, se for para ir por essa linha de um OPV armado, ao inves de considerar a Amazonas, parte do projeto da corveta Barroso que comporta melhor um hangar e os misseis, com sensores mais simples mas com possibilidade de upgrade futuro, inclusive de um sonar e TTs antisubmarino. Da ate para reaproveitar algumas pecas de 114mm e 40mm, e ter um navio com um poder de fogo respeitavel, inclusive em apoio a operacoes anfibias. Assim vc tem um navio que custa talvez $20milhoes a mais mas tem real capacidade de sustentar dano de combate, executa todas as funcoes… Read more »

Gleyson

Eu sempre achei que as Tamandaré são muito necessárias, mas devido ao custo se tivéssemos navios patrulha armados com mísseis anti-navio para atuarem ao lado das Tamandaré em missões isso iria baratear e multiplicar a força da esquadra, pelo preço de 2 Tamandaré vc consegue 10 navios patrulha armados com mísseis Exocet/Mansup isso faz diferença, vários países com recursos limitados usam inclusive lanchas missileiras, não é para projetar poder longe da nossa costa, mas para tornar a agressão cara.

Paulo

Mas vc parte do princípio de que apenas meios navais de superficie podem disparar misseis anti navio. A MB, hoje, tem 5 plataformas diferentes que podem disparar misseis anti navio: As fragatas classe Niterói, as corvetas Barroso e Julio de Noronha e logo mais as FCT. Estes são os meios de superficie da MB que levam misseis anti navio. Mas não são os únicos. Os Sbr classe Riachuelo também portam misseis anti navio e podem dispara- los, submersos. Os AH15 B e os SH16 M também podem portar e disparar misseis anti navio, partindo do NAM Atlântico, dos NDM e… Read more »

Mauricio R.

Parece até a antiga classe “Floreal” da MN francesa, que portava MSS e MANPADS.

mario

Um estudo absurdo está fora da realidade, comparar duas plataformas que têm sistemas de armas completamente diferentes, em número e capacidades, e sistemas de defesa ativos e passivos, sensores com diferentes capacidades de interceptação e engajamento, só significa fazer mental. Um OPV não pode detectar uma ameaça primeiro comparado a um Fremm pelo simples fato de não ter sensores tão potentes! Um OPV não possui mísseis antiaéreos, não possui sistemas de defesa e ataque eletrônicos letais e não letais; um navio mais caro não é apenas maior e, portanto, mais difícil de neutralizar, mas também possui sistemas de sobrevivência da… Read more »

carvalho2008

Bem…o amigo que compôs o estudo estudou e apresentou as formulas identicas a de outros estudos de engajamentos…..o amigo que apresentou…é oficial da arma…..o amigo da arma é mestre em ciencias navais e Mestre em Estratégia….

analise baseadas em adjetivos não agregam….

Alex Barreto Cypriano

Se colocarem esse monte de Exocet/MANSup em NaPaOc pode vir a faltar pras fragatas, dada a penúria manufatureira dessa nação rica em recursos.😉 Um Burke carrega 300 toneladas de armas e parte dessa massa, os mísseis e torpedos, custando entre 1,5 e 20 milhões de dólares por tonelada. Claro que a tonelada de Harpoon e SM-6 é mais barata que a tonelada de SM-3 e RAM, mas são sempre mais caros que as 20 toneladas de projéteis no paiol da Mk45 que custam, talvez, 30-40 mil dólares a tonelada. Quantas toneladas de armas carrega uma FCT? E um NaPaOc? O… Read more »

carvalho2008

este é um exercício para quando a conta não fecha….

se a conta fecha…então é desnecessaria….

mas se a conta não fecha….tudo torna-se uma questão de numeros de estatistica….e numero não romantiza…

Adriano Madureira

Alguns dizem que pro cenário brasileiro, lanchas rápidas ou OPVs armados com mísseis não dariam certo, mas acredito que depende muito do alvo hipotético em vista.

Se for nossa principal base da Marinha do Brasil, que fica no estado do Rio de Janeiro, certamente seria oportuno.
Ou a base de submarinos em Itaguaí.

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Com muitas ilhas e ilhotas seria um lugar perfeito para o uso de tais embarcações, ou poderíamos instalar mísseis antinavio como as Filipinas, que recentemente adquiriram Brahmos para sua defesa.

Mas falta visão para nossos militares com glaucoma

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joao victor

Para a guerra atual, a saturação é a diferença entre afundar um porta-aviões ou não. Por isso, defendo o Brasil adquirir corvetas russas e a classe de submarino Amur 950. Ou podemos comprar os projetos e mandar a China construir a classe Adhafer é um exemplo. Infelizmente, a Marinha continua com essa doutrina de guarda costeira, adquirindo navios extremamente caros e mal armados, como a Tamandaré e os Riachuelo. Na prática, são meios de patrulha, pois, para uma guerra de grande intensidade, não vejo muita utilidade. Só mesmo o Brasil para comprar submarinos de 600 milhões de dólares sem o… Read more »

João Pedro

Os navios patrulhas da Classe Amazonas, possuem 90 metros de comprimento, para patrulha É um baita navio, porém entendo que deveria se adquirir semelhantes com armamento mais pesado incluindo mísseis.