RFA Wave Knight and RFA Wave Ruler

O Reino Unido confirmou a venda de dois navios-tanque da Royal Fleet Auxiliary (RFA) ao setor privado, em mais um movimento no processo de reestruturação e redução de meios logísticos da Royal Navy.

A empresa britânica Inocea Group, especializada nos setores marítimo, de defesa e industrial, adquiriu os navios RFA Wave Knight e RFA Wave Ruler, ambos da classe Wave.

Durante cerca de 20 anos de serviço, os navios da classe Wave desempenharam papel central no apoio às operações navais britânicas e aliadas em diversos teatros ao redor do mundo.

Projetados para operações de reabastecimento no mar (RAS), os navios transportam combustível, água, alimentos e outros suprimentos essenciais, permitindo que grupos-tarefa navais operem por períodos prolongados longe de seus portos-base.

Planos da Inocea

Segundo a empresa, os dois navios serão reativados e restabelecidos em condições operacionais completas, cumprindo os requisitos de classe e do Estado de bandeira.

A intenção é operar as embarcações por meio de subsidiárias do grupo para apoiar marinhas aliadas, num modelo que combina propriedade privada com emprego em missões de defesa e segurança marítima.

Executivos da Inocea afirmaram que as plataformas ainda têm “uma longa vida operacional pela frente” e poderão contribuir para aliviar a crescente pressão sobre as frotas de apoio naval no cenário internacional.

A venda ocorre no contexto de uma reorganização mais ampla da Royal Fleet Auxiliary, que vem substituindo parte de seus navios logísticos pelos mais modernos e maiores navios-tanque da classe Tide.

Os dois navios da classe Wave estavam em extended readiness (prontidão estendida) há alguns anos, após sucessivos cortes e problemas de tripulação que reduziram sua disponibilidade operacional.

Capacidades da classe Wave

RFA Wave Ruler reabastecendo a fragata Type 23 HMS Iron Duke
RFA Wave Ruler reabastecendo a fragata Type 23 HMS Iron Duke
HMS Ark Royal e RFA Wave Knight, em 2010
HMS Ark Royal e RFA Wave Knight, em 2010

Com cerca de 31.500 toneladas de deslocamento e aproximadamente 196 metros de comprimento, os navios da classe Wave foram concebidos para operações de alta intensidade, combinando boa autonomia, capacidade de aviação embarcada e múltiplos pontos de reabastecimento no mar.

Essas características fizeram da classe um importante multiplicador de poder para as forças-tarefa expedicionárias da OTAN ao longo das últimas duas décadas.

Perspectivas

A transferência para a Inocea pode representar uma nova tendência no emprego de navios de apoio logístico — combinando propriedade privada com prestação de serviços a marinhas aliadas, modelo já utilizado em outros programas de suporte naval.

Para a Royal Navy, a venda sinaliza a continuidade do processo de racionalização da frota auxiliar, enquanto para a Inocea abre-se a oportunidade de inserir rapidamente no mercado duas plataformas logísticas de comprovada capacidade.■


 



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Leandro Costa

Nããããããããããããããão!

J L

Não podíamos ter perdido um desses. O nosso nem casco duplo tem, e já está cansadinho.

Palpiteiro

A empresa precisa ter grana e apetite ao risco. Acredito que a empresa pode aceitar vender.

MMerlin

Boatos em sites ingleses apontam que cada embarcação saiu no máximo por £20 milhões cada.
Uma pechincha. Principalmente porque após a reforma de reativação tem previsão de ao menos 20 anos de ativa.

karlbonfim

“Cês tão de sacaneira e brincadagem”!!!
“Né posive”!!!
“C4R4C@!!!!!

Santamariense

MB preferiu o Bulwark ao invés de um desses aí. Não perdem uma oportunidade de perder uma oportunidade.

J L

O Bulwark foi uma excelente aquisição, mas deveríamos ter feito um esforço para pegar um desses classe Wave. Teremos uma flotilha sem autonomia pq o nosso além de já estar na sobrevida, não pode acessar diversos portos por não ter casco duplo. É o Brasil é lider em perder oportunidades imperdíveis. Lamentável

Felipe Mendes

Boa aquisição nada. Serve para que um navio do tipo do Bulwark na MB??

NEMOrevoltado

Para ir do rio para santos não precisa ter autonomia.

Cristiano ciclope

Aí temos que avaliar, quando realmente iremos precisar de um navio tanque para operar longe da nossa costa por longos períodos?
Pelo que vi da matéria, se a marinha precisar pode simplesmente alugar!

Santamariense

Não é tão fácil assim. Se precisar, vai ter um para “alugar” na época e pelo tempo que precisarmos? Esses navios Wave são uma “central logística” navegante. Leva combustível naval e de aviação, lubrificantes, água doce, víveres, suprimentos, etc. Algum disso, como alguns sugerem como uso para o Oiapoque, podem operar aeronaves remotamente pilotadas. O Oiapoque foi adquirido para carregar o CFN. Então, se não vamos operar longe da nossa costa como você diz, para que precisamos tento de navios para o CFN, uma Força Expedicionária por natureza? O Bahia e o Atlântico já não são suficientes? Enfim, minha opinião.… Read more »

Leandro Mendes

No mundo ideal teríamos comprado os 2 wave e os 2 Albion e desativado o Bahia (vendido pro Chile talvez), o Saboia e o Gastão da Motta. Acredito que deve ser vantagem para a manutenção ter 4 navios mais novos e do mesmo fabricante (Bae Systems), mesmo que muito maiores.

JHF

A PETROBRAS está aumentando as capacidades internas neste tipo de navio. O MD pode a quaisquer momento alugar deles sem muito problema ou demora.

Jjj

Um navio tanque se não temos condições de ter um PA digno para o atlântico sul, da para esperar e comprar um novo

Fabio Araujo

Perdemos essa oportunidade!

Marcelo

Não tinha grana para 2 navios tanque usados.
As pessoas ainda acreditam no segundo lote da corvetinha Tamandaré.
O Brasil não é para amadores.
Na MB náo tem planejamento algum.
Falta todo tipo de navio,mais a MB quer o segundo lote da Tamandaré de qualquer jeito para poder tirar foto com a Usnavy.

Rawicz

Com devida vênia, nao faz sentido algum seu comentário. Primeiro passo é negar o seu proprio mar. Isto a marinha apesar dos parcos recursos esta investindo nos subs e nas fragata tamandares.

Quando se atua proximo a costa qualquer porto é ponto de reabastecimento.

Precisa-se de um navio deste porte para operacoes sustentadas de long rang, o que nao é nosso caso. Nao temos uma frota de porte global então apesar de achar uma pena a perda desta aquisição, “dentro das prioridades entre as prioridades” é melhor investir em fragatas subs e navios patrulhas que em um Wave.

Cristiano ciclope

Acho exatamente o mesmo, e digo mais, sempre achei a compra do Atlântico meio desnecessário, parece que a marinha queria um navio grande, onde pudesse colocar muitos marinheiros para chamar de capitania!
Seria mais lógico para o Brasil ter dois navios doca menores, como o Bahia, ou um modelo novo para desembarque anfíbio do que um navio que foi planejado para fazer parte de um grupo tarefa se PA!
Mas, enfim, vamos com o que temos que está se bom tamanho para nós, a prioridade são submarinos e escoltas!

Joao

Parabéns pela sobriedade.

Machado

Toma vergonha na cara.

J L

Mais uma ! Podem até dizer que a Royal Navy vendeu para deixar dentro de sua própria casa e não ofertou a ninguém, mas se a MB tivesse solicitado um para acompanhar os navios de maior porte daqui, certamente teriam cedido(venda) um deles à MB. Acho até que deveríamos ter pego o ALBION e ir reformando ele nos nossos estaleiro e posteriormente atualizando os equipamentos necessários.

Santos

Já que jogamos essa fora, podíamos pegar carona com o Avozinho e encomendar dois dos turcos.

Victor Schutzer

Uma oportunidade dessa não aparecerá mais nem em 100 anos. Parabéns Brasil, parabéns políticos que pensam apenas no próprio bolso, parabéns almirantado. Somos geridos por um bando de incompetentes.

Camargoer.

Victor,

Acho que todo mundo tem alguma queixa sobre a classe politica.. sem que a minha queixa seja necessariamente a sua.

Contudo, entenda que estas compras de oportunidade são decididas pelo Comando da MB. Eu até defendo um Conselho Nacional de Defesa, que tenha os comandantes das forças, o ministro do MD, o presidente e o vice, talvez o presidente do Senado e da Cãmara… talvez o presidente do STF… já tá bom.. para que as decisões sejam tomadas de forma colegiada.

até lá, as decisoes são tomadas pelos comandanes que são levadas para o presidente dizer sim ou não

Fernando Vidal

Exatamente. Tenho 90% de certeza que ninguém no Planalto ou no Ministério da Defesa deva ter informações a cerca da necessidade de um novo navio de apoio logístico para a Marinha. Esta necessidade precisa ser levada pelo comando da Marinha ao Ministro da Defesa e a partir deste ao Planalto. Em relação aos navios classe Wave, sem dúvida nos parece a principio serem boas oportunidades para a MB. Mas também devemos considerar que as dimensões destes navios talvez tenham pesado para a MB não apresentar interesse na classe. Vejam que o Gastão Motta da MB tem 11 ton., ou seja,… Read more »

Fernando XO

Prezado Camargo, esse conselho existe, mas com um propósito bem diferente:

https://www.gov.br/gsi/pt-br/colegiados-do-gsi/conselho-de-defesa-nacional

Não há razão alguma para algo assim composto entrar na questão de aquisição de material… bastaria o MD fazer o que tem como missão… cordial abraço.

Marcelo

O correto seria a MB ter adquirido os 2 navios de desembarque (bulwark e Albion) e os 2 navios tanques.

Cristiano ciclope

E ficar com eles só rodando pela Bahia de Guanabara, de vez em quando indo em santos ou em salvador?

Amaury

Me parece meio que a venda para essa empresa privada faz parte de um plano dos ingleses de manter os navios sob seu controle e, ao mesmo tempo, diminuir seus problemas com pessoal.
Por isso não me parece que a MB tenha perdido oportunidade nenhuma pelo simples fato de que essa tal oportunidade existiu.
Tais navios não devem ter sido oferecidos.
Não só a MB, como outras marinhas, adorariam ter tais navios.
Mas a saída encontrada parece ter sido mais vantajosa para os britânicos que de bobos não têm nada…

Dagor Dagorath

Pelo conteúdo da matéria me pareceu o mesmo. O Reino Unido mantém ambos os navios, mas seus custos de operação e e a tripulação recaem sobre a iniciativa privada.

Abymael

Parecido com o que fazem com a frota de aviões-tanque A330 da RAF. Faz sentido.

Antonio

Comentário mais sensato! Muito estardalhaço, mas ngm sabe o que acontece nos bastidores! Às vezes, eles nem foram oferecidos à Marinha, mas o mau do brasileiro é querer julgar mais com a emoção do que a razão!

Dagor Dagorath

Vale dizer também que o RU está com dificuldades de preencher seus quadros. Agora isso passa a ser problema da empresa que adquiriu os navios.

Marcelo Andrade

Exatamente, são 2 mastodontes que nunca foram oferecidos para aMB, mas aí soltaram uma nota não sei de onde e todo mundo surfou!! São navios enormes e não é o que nós precisamos, podemos sim ter 3 navios de apoio logístico com metade dessa trambolhada aí. Nunca fui a favor dessa compra e ainda bem que já era!!!

Funcionario dos Correios

MB perdeu

Burgos

Que chato isso 👀
Demoraram tanto que acabou indo pra iniciativa privada de uma empresa do Reino Unido.
Não vai haver oportunidade nenhuma Agora tão cedo, ou seja vão ter que construir o próprio navio de apoio logístico e de casco duplo cumprindo normas internacionais de preservação do meio ambiente.
Lamentável 😞

dretor

F Plano do Brasil em ter uma marinha capas de navegar na africa ou no indico.

Somos uma marinha que não navega pelo mundo kkkkk piada

Fernando Vidal

Busque se informar melhor. Frequentemente são noticiadas as missões realizadas pela MB tanto junto a marinhas da Costa Ocidental Africana, Exercícios conjuntos com Marinhas Sul-americanas, e missões cumpridas tanto no Pacifico como no mar do Caribe. De forma mais eventual ainda temos naves operando com as forças da OTAN e a US Navy. Isso sem falar das viagens de instrução dos cadetes nos navios escolas e as operações Antárticas conduzidas anualmente pela Marinha.

Mig

A classe Wave é um navio enorme não deve ser barato manter um bicho desses, secalhar um navio mais pequeno mas novo com um custo manutenção mais baixo era melhor. Pode custar mais dinheiro de inicio mas no fim vai sair mais barato.

Fernando Vidal

Sem dúvida. Sempre penso na possibilidade de um estaleiro como o Estaleiro Atlântico Sul, produzir um ou logo dois Navios de Apoio Logístico como os da Classe Cantabria da Navantia .Com isso “mataríamos” até três coelhos com um contrato apenas. Resolveríamos de vez a necessidade logística da Marinha, (conferindo-lhe capacidade de projeção estratégica extra continental), também ampliaríamos a sua capacidade de apoio humanitário frente as crescentes demandas de mobilizações deste tipo e ainda geraria alguns milhares de empregos especializados em Pernambuco. Seria o tipo de projeto a ser prontamente abraçado pelo atual governo.

Flávio HMCO

Não acho que seja uma perda considerando que tem um Tide lá dando sopa…vai que né…

Marco Antônio

20.02.26 – sexta-feira, Flávio bnoite, aonde a RN tem um Tide disponível, as waves foram descomissionadas já que foram incorporadas as Tides que servem de apoio aos porta aviões Ingleses, possuem maiores capacidades de apoio a(s) forças tarefas. Não existe nenhum em naftalina, e, nao haverá tão cedo. Saudações (vovozao)

Augusto

O sonho acabou. Acabou.

Eduardo Flores Machado

Aqui vemos como a defesa do BRASIL é limitada. Uma EMPRESA PRIVADA comprou o que a MARINHA nao tinha dinheiro pra comprar. Estamos a 50 anos pesquisando reatores de propulsão para o submarino nuclear e ainda não conseguimos construir. Nossa Força Aérea tem 10 aviões de combate modernos e realmente capazes numa guerra moderna. Nosso Exército é formado por adolescentes, combatentes profissionais contam-se nos dedos. Quando vamos aprender que um país grande se constrói com ciência, pesquisa e indústria de defesa forte?

Osvaldo serigy

Ficou apenas na paquera! MB perdeu.

Desc jr

Quem dorme no ponto não vê o bonde passar

Adriano Madureira

Que pena! perdemos uma bela oportunidade…

Luciano

Utilizar empresas privadas pra missões? Isso é seguro? E quando um dos acionistas for “do outro lado”?

sub urbano

Na hora do vamos ver bota-se a faca no pescoço deles e toma a força. Tem um nome bonito pra isso “Requisição Administrativa” td país tem.

JHF

O modelo atual de hard Power USA é cheio de “contractors” , bucha super especializada privada que faz o trabalho sujo, apoio, limpa e SecOps. Hoje em dia As empresas privadas são o eixo da maioria das operações “antes, durante e depois” das incursões oficiais militares dos serviços de proteção da OTAN no planeta.

Cristiano ciclope

Se só tiver uma empresa dessas no mundo, e no caso dessa ela e de um país Ocidental, e como eu duvido muito o Brasil entrar em guerra com a Europa indo até lá ou com a China ou Rússia e indo até lá também, esse risco não corremos!

Cristiano ciclope

A não ser que em uma missão de paz da ONU que o Brasil vá participar na Guiné bissal na África, tiver um acionista que não quer isso, e ele deve ser um bilionário para ser o maior acionista, do contrário nada manda!

Diego

Não acho que foi perda de oportunidade alguma, wave é um belo navio sem dúvidas, mas é grande e deve ser dispendioso mantê-lo, e no momento nossa maior necessidade é ter combatentes de superfície, fora que acho que a RN fez uma jogada para “manter” os navios e se livrar do custo operacional.

Paulo

Quanta choradeira pelos míticos waves de sua majestade…. Alguns aqui, um pouco mais sóbrios, já comentaram, que não é prioridade da MB ,adquirir agora, um navio tanque/ logístico, porque a prioridade da MB é a defesa da faixa litorânea do BR , que se convencionou chamar de Amazônia Azul. É isto. Não é prioridade da MB, pelo menos à médio prazo ter FTs expedicionárias. Quando houver esta necessidade, tenham a certeza que a MB não o comprará de 2° mão. Encomendará em algum estaleiro nacional, como aliás foi o caso do NT Gastão Mota. Só para secar um pouquinho os… Read more »

Cristiano ciclope

Mesmo assim se for necessário, duvido que uma missão de paz da ONU em que o Brasil participe na África, não teremos como atracar os nossos navios na África do sul para abastecimento ou alugar um navio tanque de uma empresa como essa que comprou os wave, só para essa missão!

Dalton

O Brasil durante 10 anos enviou sob rodízio 5 de seus navios ao Líbano ( UNIFIL)
sem a necessidade de um “NT” além de outros exemplos antes e depois onde não se fez necessária o acompanhamento de um.

Burgos

Dalton;
Isso foi em situação de paz no País e até mesmo a logística e escalas foram atendidas pela ONU cada caso é um caso.
O navio hora em questão ajudaria não somente em situação de guerra mas até em situação de paz mas não só pra MB mas para atender necessidades de flagelo da população do próprio país e isso que o povo não entende 👀🤔😞🤦‍♂️
As então chamadas Apologs
E abastecer Poit da vida arquipélagos com rádios faróis e Ilhas como Fernando de Noronha entre outras

Last edited 6 meses atrás by Burgos
Dalton

Como já escrevi antes Burgos, meu “espírito guerreiro” arrefeceu com a idade, então o que vejo a médio prazo é a mesma coisa de sempre as idas e vindas do Haiti, o Líbano, se e quando o governo brasileiro voltar a administrar situação similares, UNITAS no Pacífico, Costa do Marfim, etc. . Não sou contra um “NT” mais capaz que o “Almirante Gastão Motta” talvez você saiba que no passado uns 40 anos atrás, pensou-se seriamente em adaptar um navio civil que também se chamaria “Almirante Gastão Motta” e que totalmente carregado deslocaria bem mais de 30.000 toneladas conforme livro… Read more »

Burgos

Lembro desse caso aí que vc enunciou
Era um navio da antiga Loydd Brasileira que faliu mas conseguiu leiloar um casco a MB que comprou e ficou anos atracado no AMRJ que por sua vez também não conseguiu revitalizar o mesmo e gerou uma série de discussões no Alto Almirantado.
Resumindo: Além do mero dissabor alimentado ao alto comando da Marinha o casco foi leiloado para ferro velho e foi considerado inservível pois apresentava estado de degradação avançado.
Lamentável 😞
Fora que antecipou a reserva de vários almirantes que defendiam a reforma do referido navio 🥴

BrunoFN

Bom , nada de novo, a MB não cansa de decepcionar … Navios como Albion e esses Wave , eram oportunidades de uma geração… A MB segue o caminho do EB .. revitalizando coisa velha com contratos de empresa “amigas” e assim “garantir ” gastos estranhos com navios quem nem saem do Porto ….não existe pragmatismo.. não existe vontade de ser algo relevante. E não existe vontade de ser um marinha de guerra… Mediocridade sempre vence Aki …..

Paulo

Guerra contra quem ? Não temos diferenças inconciliáveis com nenhum país ou região. O que precisamos, é ter uma defesa sólida, crível, atualizada e capaz. Troco sem dor no coração, os 2 Waves, por dois radares além do horizonte, que aliás a IACIT é capaz de desenvolver e fabricar para MB.

Santamariense

Que bobagem … Hehehehe

Burgos

O fora da casinha volta atacar 👀🤦‍♂️

Santamariense

Exatamente… hehehehe

BrunoFN

primeiro voce precisar estudar que tipo de navios sao esse e ter ideia de ”preço’ de um similar ”novo” .. na sua logica ele so serve como ”’posto de gasolina” .. hj no Brasil .. mesmo sendo produto ”novo” ou modernização ”duvidosas” .. e sinônimo de corrupção .. esses navios a MB precisava com extrema urgencia , mas o que vai sair do papel e mais uma ”modernização” do ”gastao” .. e encher o bolso de mais alguns

MMerlin

Defesa sólida sem apoio logístico rs?

Fale isso para Forças Armadas dos EUA que precisaram transportas mais de 1.5 milhões de veículos (entre blindados, veículos 4×4 e caminhões) para a zona de conflito durante a Segunda Guerra.
Vamos incluir nessa conta também o transporte de mais de 100 milhões de toneladas de alimentos para a região.

A grande maior parte à cargo da classe Liberty, considerado por muitos um dos navios mais importantes da guerra.

Alex Barreto Cypriano

Trouxe lenços pros lacrimosos 😅
E quem disse que o negócio vai prosperar? Essa mitologia de que privatizando melhora…

Fábio CDC

Bom, as privatizações aqui no RN melhoraram e muito a nossa vida. E como. . Quando privatizaram a TELERN, passamos a comprar um telefone fixo que era instalado em no máximo 1 semana, contra cerca de 2,5 anos de esperara no tempo da estatal. Cerca de 912 dias de espera por um mísero cabo telefônico para ter um singelo telefone fixo em casa… . Quanto privatizaram a COSERN, nossa “Light”, a coisa foi mais impressionante ainda: Antes faltava energia por 6, as vezes 7 horas seguidas e depois da privatização as quedas não duravam mais que 1 hora. E nessa… Read more »

JHF

Para quem tem 80 reais por mês para gastar com telefonia, 100 reais com água e 150 com energia, concordo. A privatização funciona muito bem. Infelizmente, estas condições não atendem a maioria das população hoje no país. Na outra ponta, emos o serviço repetidamente deficitário da ENEL no atendimento emergencial pós catástrofes trimestrais na cidade de SP, os problemas cíclicos de abastecimento e qualidade da água em bairros completos de Rio de Janeiro, a falta de infraestrutura para distribuir água na costa de ES nos meses de temporada alta, etc, etc, etc….

Dr. Mundico

Seguindo seu pensamento, serviços públicos deveriam ser gratuitos para “caber no bolso” da maioria da população que é “pobre”.
E querer justificar “pobreza” como motivo para o governo “dar” serviços, beira o infantilismo.
Antes de tudo, governos devem criar condições para as pessoas trabalharem e prosperarem afim de que não necessitem de favores ou esmolas.
E se é de graça….alguém está pagando!

Alex Barreto Cypriano

Serviços públicos existem pra baratear o custo do trabalho pra classe industrialista (de forma a não ter que pagar salários elevados, anulando taxas de lucro), a classe que deveria ser protegida no capitalismo industrial ao invés da classe de rentistas que ganham dinheiro dormindo. Desde sempre, os custos desses serviços publicos são um ônus social em favor da produção de massas. Somente a ideologia neoliberal, propagada por uma classe de rentistas descarados, diz que infraestruturas e serviços públicos são um desperdício e subsidiam o dolce far niente (que sempre foi apanagio da classe que vive de capital fictício ou extração… Read more »

Last edited 6 meses atrás by Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano

Eu sei, é difícil de entender a reversão histórica catastrófica que vem acontecendo há tanto tempo (ao menos 5 décadas) e tão bem encoberta por tanto sofisticado engodo, mas vocês, especialmente os que não curtiram o que escrevi, deviam ler a revelação das desventuras da economia nos XIX e XX nesta transcrição de uma recente entrevista de Michael Hudson a Glenn Diesen, aqui:
https://michael-hudson.com/2026/02/the-new-civilizational-divide-rentier-empire-vs-productive-economy/

Santamariense

“Para quem tem 80 reais por mês para gastar com telefonia, 100 reais com água e 150 com energia, concordo.”

Ah, entendi…então, antes das privatizações esses serviços eram gratuitos? Hehehe
Hoje, água e luz, para quem tem baixa renda, possuem tarifas sociais baratíssimas..

Telefone, na época das estatais, era coisa de classe média alta pra cima…custava uma fortuna. Hoje, qualquer um tem telefone, muitas vezes, mais de um.

Dalton

Tive uma linha telefônica que aluguei pelo valor equivalente de hoje a mais de meio salário mínimo e o inquilino todo ano me ligava preocupado se iria renovar o contrato e mesmo com a privatização ainda consegui vender às ações dela que na época dava para comprar um carro popular.
.

curioso

O trio de blogs precisa mesmo e de um coro de carpideiras pra sustentar tanto choro e lamentações. Com Maria Callas de solista…

Marcio

Falando francamente, fico na dúvida. Parecia uma ótima oportunidade. Mas para mim, seria mais interessante a fabricação de duas unidades de menor porte (20 mil ton) AQUI, por várias razões …teríamos unidades novas …não temos um histórico de deslocar unidades a grandes distâncias…no máximo, uma ou outra para nos representar perante as ações da ONU.
Bem é isso.

Gabriefffc

O Brasil tem que comprar algo novo 0km, graças a Deus foi vendido esse aí.

J R

Não perdemos nada, pq ele não nos foi oferecido, a RN vendeu pra uma empresa que vai continuar prestando serviços pra ela, ela só terceirizou o serviço, usou a cabeça, vendeu, conseguiu recursos financeiros, diminuiu custos e não perdeu capacidade.

Last edited 6 meses atrás by J R
Dalton

Vale lembrar que o Chile adquiriu 15 anos atrás um “NT” dos EUA que encontrava-se na “reserva” da classe Henry Kaiser dos quais 14 permanecem ativos apoiando a US Navy deslocando totalmente carregados mais de 40.000 toneladas ! . Apenas 3 dos 14 possuem “casco duplo” inclusive um dos “cascos simples” o USNS Henry Kaiser de 40 anos está fornecendo apoio ao Grupo do USS Abraham Lincoln que encontra-se no Mar Arábico e já se começou a introduzir gradativamente uma nova classe a “John Lewis” de “casco duplo”, mas, alguns anos se passarão até o último “casco simples” ser retirado… Read more »

Marcelo Andrade

Já foi, são navios muito grandes para a MB
As pessoas aqui viajam nos seus devaneios, precisamos sim de navios de apoio logístico pra ontem mas não esses mastodontes aí, vamos pensar sério gente!!! Nunca fui a favor!!

Last edited 6 meses atrás by Marcelo Andrade
Dalton

O Chile tem um de 40.000 toneladas, Argentina e Peru cada qual tem um de quase 20.000
toneladas, então, um de 31.000 toneladas seria um “meio termo”, além do mais o maior navio da marinha o “Atlântico” desloca carregado mais de 21.000 toneladas e o segundo maior que em breve será incorporado terá 20.000 carregado.
.
Houvesse recursos para adquirir, sem prejudicar outras prioridades, não haveria problema
em ter um navio desse tamanho que “vazio” desloca quando muito 15.000 toneladas e tem uma tripulação menor que a da corveta Barroso.

Bueno

Se era uma oportunidade de aquisição o que justifiquem a MB não ter apresentado proposta pelos navios-tanque da classe “Wave” colocados à venda ?

Last edited 6 meses atrás by Bueno
Dalton

Não sabemos – ao menos eu não sei – o teor das negociações, qual o impacto que a vinda de um deles mais o “Bulwark” teria, quanto seria necessário para “reativar” , em que estado encontra-se o “Almirante Gastão Motta”, etc.

Bueno

Valeu , obrigado!

MMerlin

Apenas alguns números para levarmos em consideração a diferença de autonomia de operações sem um navio da classe Wave e com, levando em consideração as embarcações da Esquadra. Importante observar que o maior limitador de tempo de uma operação contínua é o combustível. Consideremos uma FT composta apenas pelo NAM Atlântico, 2 Fragatas Classe Niterói e 1 Fragata Classe Tamandaré. Sem a classe Wave, esta Força Tarefa teria uma autonomia média de combustível de 10 à 14 dias em modo econômico e 4 à 6 dias em força máxima. Caso tivéssemos uma embarcação da classe Wave nesse grupo, a autonomia… Read more »

Last edited 6 meses atrás by MMerlin
Bueno

A Marinha do Brasil perdeu uma oportunidade de aquisição ou, considerando que estava em busca de um navio-tanque, existem outras embarcações disponíveis no mercado que justifiquem não ter apresentado proposta pelos dois navios-tanque da classe “Wave” colocados à venda pelo Reino Unido?

MMerlin

Um tempo atrás foi noticiado, e até bastante comentado aqui, a desativação da classe francesa Durance.
Essa classe tem o dobro de capacidade de carga (óleo, combustível e sólida) em comparação com o Gastão Motta e um deslocamento menor que as embarcações da classe Wave.
O problema aí é a idade.
Das unidades já descomissionadas, não tem uma abaixo de 40 anos.
A única ativa está próxima disso.
E nem um refit vai estender muito a vida útil desses navios.
E de péssimo investimento francês, já chega o que foi o Foch.

Bueno

entendi, obrigado. Sem grana para comprar mais que o  “Bulwark” acabou perdeu a oportunidade.

Cristiano ciclope

Então se a marinha quiser operar o atlântico no oceano pacífico sem atracar em um porto aliado para ser abastecido, nos podemos alugar eles para esse abastecimento dessa empresa?
Interessante.

Dr. Mundico

Fico me perguntando em qual cenário esse navio seria útil para a MB. Claro que um navio tanque tem sua importancia tática, mas não vejo tão necessário no momento e dentro da configuração geopolítica do país. Nossa marinha mal navega dentro das águas territoriais, indo além em raras oportunidades. Vai comprar navio-tanque para levar para onde? Navio-tanque é um meio de fácil projeto e execução, não tem muito o que inventar nisso. Muito mais importante seria estudar a viabilidade de construir em estaleiros nacionais, mesmo com parceria estrangeira. Iria gerar investimentos, produtividade, acesso e desenvolvimento de novos sistemas, emprego, etc… Read more »

Last edited 6 meses atrás by Dr. Mundico
Jorge knoll

MB perde oportunidades de ouro ao não adquirir pelo menos um dos navios 🚢.
Nossa Marinha carente que está de navio abastecedor.
Os na referidos têm 20 anos que estão na ativa, podendo ser prolongado para outros 20 ou mais.

Felipe Mendes

Era um desses que a MB deveria ter adquirido.

Jean

Seria uma compra de oportunidade, com baixo investimento inicial, mas eles simplesmente são muito grandes (isso significa um custo de manutenção enorme, navegando ou atracado), não são adequados a MB que temos e nem que teremos nos próximos 20 anos.

Deve existir algum projeto de um navio com funções similares mas 30% do deslocamento e capacidade. Estes poderiam ser construídos na Coreia do Sul ou aqui mesmo no Estaleiro de Rio Grande, Atlântico ou Vard Promar, se ainda existem.

E.T. Oberg

Acho que a forma melhor de avaliar o problema logísitico, seria refletir sobre um problema hipotético. No caso de um conflito na área marítima do Essequibo (Venezuela/Guyana) fosse tomada a decisão de se manter durante a duração das operações um GT composto por uma F da classe Tamandaré e um NaPa da classe Amazonas, como observadores na área, qual o dispositivo logístico que necessitaríamos e dentro de qual modelo?

Glaucus Lima

Essa deu uma dor no coração.

Peter Nine Nine

O início da privatização da defesa? ª- ª

Cristiano Salles (Taubaté-SP)

😵‍💫😵‍💫😵‍💫😵‍💫😵‍💫

Ruim depender de matériais dos outros…, kkkkk

Usados…, e ainda…, ficamos sentidos…

🇧🇷

Glaucus Lima

Essa doeu no coração.

ALTAIR IGNEZ DE SOUZA

Que chance que perdemos,excelentes navios

Marco antonio

Bem , cobertor curto , temos outras prioridades, vida que segue.