B-2 Spirit treina ataque marítimo integrado com ala aérea embarcada da Marinha dos EUA
A Força Aérea e a Marinha dos Estados Unidos realizaram recentemente um exercício integrado de ataque marítimo que reuniu o bombardeiro furtivo B-2 Spirit e caças do Carrier Air Wing Eleven (CVW-11) ao largo da costa da Califórnia.
Segundo a divulgação, a atividade teve como objetivo aprimorar a interoperabilidade entre as duas forças e reforçar as capacidades conjuntas de combate em ambiente marítimo. Durante o exercício, o B-2 operou em conjunto com caças navais simulando cenários de ataque coordenado contra alvos no mar.
A integração entre bombardeiros estratégicos e aviação embarcada é vista pelo Pentágono como elemento-chave para operações em teatros altamente contestados, permitindo ampliar o alcance e a flexibilidade das forças dos EUA. A iniciativa também contribui para validar táticas de emprego conjunto e procedimentos de comando e controle entre a USAF e a U.S. Navy.
O B-2 Spirit, baseado em Whiteman Air Force Base, é um bombardeiro furtivo de longo alcance projetado para penetrar defesas avançadas e empregar armamentos convencionais e nucleares com alta precisão. Sua participação em exercícios marítimos reflete a crescente ênfase dos Estados Unidos em operações multidomínio e em ataques de longo alcance contra alvos navais de alto valor.
De acordo com os organizadores, o treinamento recente permitiu aprimorar as capacidades de combate de ambas as forças e fortalecer a prontidão para operações conjuntas em cenários reais.
A atividade ocorre em um momento em que as Forças Armadas dos EUA intensificam o foco na integração entre plataformas tripuladas, furtivas e forças navais, especialmente diante do avanço das capacidades antinavio de potenciais adversários.■




Já no bombardeio ao Iran em Junho/2024 os B-2 atuaram sob escolta dos F-22, será que pretendem desta vez usar os F-35C como escolta?
De toda forma, parece que F-22s foram implantados em uma base aérea no sul de Israel, provavelmente pretendem fazer um ataque vindo de duas direções…
Só corrigindo o que pode ter sido um erro de digitação até – junho de 2025 – e sim o objetivo é integrar o maior tipo possível de aeronaves e usar o que está a mão quando e se necessário.
Obrigado pela correção, lapso temporal… 🙂
Sim. o F-35C atuaria em conjunto com o B-2 como um sensor avançado, enquanto os SH atuariam mais afastados carregados com o AIM-174B.
O texto não menciona, mas, a Ala Aérea 11 (CVW-11) encontra-se a bordo do USS Theodore Roosevelt (CVN 71) em treinamento e que deverá estar devidamente certificado para um desdobramento de longa duração dentro de uns 2 meses.
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Um esquadrão de F-35C o VFA-86 e um de Super Hornet FA-18E Block III o VFA-25 fazem parte da Ala Aérea e aparecem nas fotos.
O tempo de reação da frota alvo será bem reduzido após o B2 lançar o pacote , interessante é que o B1 também recebeu esta nova missão, ataque marítimo , AGM 158 C , será este o pacote ?
Provavelmente a arma a ser empregada será a bomba guiada Quicksink de 2000 lb.
16 delas podem ser leçadas pelo B-2 a partir de 15.000 metros.
A “quebra-ossos” , sem cobertura aérea os barcos terão dias difíceis, isto de certa forma manterá uma certa marinha limitada ao seu quintal !
E por qual motivo essa certa marinha não teria cobertura aérea?
Fotos belíssimas, 3 caça$ escoltando um UFO (i)!
Pensa esse avião sendo testado a mais de três décadas atrás, as pessoas que avistaram essa “aparição” devem ter ficado crentes que era uma nave alienígena. Imagino que muitos dos relatos de UFOs de hoje, são realmente aviões e conceitos sendo testados.
Ehhhh , já é um senhor de meia idade( para os padrões aéreos) , e no retrovisor apenas o B21 !
Belíssimas fotos!