Marsup

A SIATT Engenharia, Indústria e Comércio S.A., empresa brasileira referência em armamentos inteligentes, e a Marinha do Brasil assinaram um Protocolo de Intenções para a realização de estudos e intercâmbio de informações voltados ao desenvolvimento conjunto de dois grupos de Mísseis Ar-Superfície Antinavio, denominados MARSUP.

O documento foi assinado na última segunda-feira, 23 de fevereiro, pelo Vice-Almirante Carlos Henrique Zampieri, Diretor da Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM), e por Rogerio Salvador, presidente da SIATT. A formalização ocorreu na sede da Diretoria, no Rio de Janeiro (RJ).

A iniciativa representa um passo estratégico na expansão da família de mísseis nacionais, aproveitando uma tecnologia já testada e validada. A expectativa é que, a médio prazo, o projeto contribua para o fortalecimento do Poder Naval, ao dotar a Força de um míssil ar-superfície desenvolvido no País, com elevado conteúdo tecnológico nacional.

O foco dos estudos é avaliar a adaptação da tecnologia já consolidada no projeto do MANSUP (Míssil Antinavio de Superfície) para equipar aeronaves subordinadas ao Comando da Força Aeronaval da Marinha. O objetivo é validar tecnicamente a evolução desta capacidade, ampliando o emprego operacional do sistema com uma versão lançada a partir de meios aéreos.

Para o presidente da SIATT, Rogério Salvador, o acordo consolida o posicionamento da empresa no fornecimento de sistemas estratégicos complexos voltados à soberania nacional.

“Este protocolo marca um avanço concreto na evolução de uma capacidade construída ao longo de anos pela indústria nacional. Ele demonstra a maturidade tecnológica alcançada pela SIATT e, sobretudo, o talento da nossa equipe, que tem sido protagonista na condução de projetos estratégicos e na entrega de soluções críticas para a Defesa do Brasil”, afirma.

O MANSUP, base tecnológica para os estudos de desenvolvimento do MARSUP, é um dos principais programas estratégicos da indústria de defesa brasileira.  Desenvolvido sob liderança da Marinha do Brasil, o míssil consolida capacidades nacionais. Compatível com meios navais modernos, como as fragatas da Classe Tamandaré, o sistema posiciona o país entre as nações capazes de projetar e produzir mísseis antinavio contemporâneos, servindo agora como fundamento para a evolução de uma família de armamentos nacionais.

Sobre a SIATT

A SIATT é uma empresa brasileira, certificada como Empresa Estratégica de Defesa, que desenvolve e fabrica sistemas de defesa e segurança, com foco em armamentos inteligentes. A empresa fornece soluções de alta performance para as Forças Armadas, contribuindo para a soberania e a inovação tecnológica do Brasil. Mais informações no site https://www.siatt.com.br.■


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Danieljr

Tomara que não fique somente em grupos de estudos e inauguração de sino (uma vantagem para nós é que os mísseis não possuem sinos).

Tomara que industrializem o produto de verdade.

Danieljr

Me surgiu uma dúvida: a FAB tem uma fazenda em Pirassununga, onde tem produção agrícola.

Imaginem uma fazenda dessas da MB, quando chegar um lote de vacas, quantas cerimônias de inauguração, instalação e aceitação de sinos em vacas seriam necessárias? (Uma vantagem para nós é que vacas não têm quilhas).

Carlos Campos

vai ser, tá andando rápido pq os EAU querem.

Adriano Madureira

Ou não fiquem somente com compras em quantidades esdrúxulas….

Carlos Campos

ótima notícia.

Paulo

Vai entender!!!! A MB mal tem meios aéreos para lançamento. Tá cheio de carências em outras áreas (Misseis terra-ar, MANPADS, navios de escolta, etc). E os caras querem desenvolver mísseis ar-terra. kkk PIADA!

YUFERFLLO

helicópteros precisam ter capacidade para substituir os Exocet, e com isso diminui o custo geral de manutenção dos mansup

Fabio Araujo

Exato os helicópteros da marinha precisam dessa versão e quem sabe no futuro os Gripens da FAB?

Adriano Madureira

O MAN-SUP não é muito grande para o Gripen? “Se” ele for do tamanho de um Brahmos NG, que pode ser transportado pelo caça Tejas, aí tudo bem, pois o caça indiano comparado ao Gripen não é tão grande… O Míssil MANSUP tem o comprimento de cerca de 5,6 a 5,78 metros, com peso aproximadamente de 1 tonelada (ou cerca de 860 kg a 876 kg em dados técnicos específicos de lançamento). e diâmetro de aproximadamente 34,4 cm. Já o Brahmos tem o comprimento de aproximadamente 5 a 6 metros, seu peso é de cerca de 1,2 a 1,5 toneladas… Read more »

Jadson S. Cabral

O problema da FAB é que o comandante já afirmou que utilizaria mísseis harpoon quando perguntado sobre quais seriam as armas do C-390 MPA, mesmo tendo uma casa de mísseis brasileira e o mansup pronto.
Mas, o comando é passageiro. Rezar para que o próximo seja diferente nesse quesito. Parece que cada comandante quer uma coisa

Leandro Costa

Não pode usar nos H275? Lynx? Gripen? Prefere que a gente continue comprando Exocets aéreos?

deadeye

E no futuro quem sabe até algum veiculo não tripulado… como um VANT.

Paulo

O drone Atoba XR da Stella tem potencial para portar um missil de maior porte ar superficie, principalmente com sua nova motorização turbo elétrica da aero concepts, substituindo a motorização rotax original, que é importada. A FAB apostou na Stella para incrementar o ATOBA XR, e torna-:lo complementar aos A29 M e Gripen E, para patrulha e ataque ao solo.

Leandro Costa

Concordo quando fala do drone. Acho que deveríamos investir pesado nele.

Mas também concordo que precisamos de mísseis antinavio ou ar-superfície que sejam, mais leves, que possam ser carregados por não apenas drones mais leves como também helicópteros.

carvalho2008

Mestre Frei, o MANSUP, bem como Exocet SM38 (superficie-superficie) pesam estes oitocesntos e poucos kg….ja a versão lançada do ar, pesa menos, cerca de 650 kg…

A maior parte deste peso é o combustivel solido….

Santamariense

Hehehehe…queria muito saber as fontes de onde tu tiras essas pérolas….

Leandro Costa

“Wishful thinking and hard prayers.”

Santamariense

Hehehehehe ..deve ser…

Adriano Madureira

Esse UCAV é do tamanho de um Gripen?

Paulo

Concordo. O mansup/ mansup ER é grande demais para drones e Helis mais leves como o Wild linyx por exemplo. Só o AH 15 B, um monstrengo, que tem motores, dimensões e avionicos complexos, pode leva-lo e dispara- lo. Aliás, 2 deles. O AH 15 B, é uma espécie de aberração. O custo unitário dele é absurdamente grande pra um Heli. Para opera- lo, os pilotos passam por um treinamento ferrado, e até onde se sabe, são pouquíssimos. Ele tem avionicos de caça naval. Por não ter um caça bombardeiro naval decente, e embarcado, a MB improvisou algo, meia boca,… Read more »

Carlos Campos

acho que vc entendeu errado, são mísseis antinavio lançados do ar, e não ar-terra.

Antonio Ferreira

A SIATT tem dinheiro dos EAU, não precisa de dinheiro da MB. O protocolo é para a MB apresentar os parâmetros que deseja no armamento e a SIATT desenvolve. Vai passar da fase de protótipo e vai ficar disponível para exportação. Talvez a marinha dos EAU adquira. Se a MB quiser e tiver dinheiro compra. O problema sempre foi esse: não havia dinheiro pra desenvolver e passar da fase de “protótipo” e virar “produto”. Agora com o dinheiro dos EAU essa fase acabou. Parabéns aos envolvidos.

Vitor Botafogo

Acertou no alvo da questão!

carvalho2008

KKK PIADA….quando a premissa de avaliação é errada então a critica sai errada….

AR SUPERFíCIE = Missil Lançamento aereo contra Navios

o amigo Paulo está confundindo os termos e tipo de emprego….

TeoB

Meee se fizerem um míssil superfície ar que possa ser usado no lugar do CAMM (digo os lançadores como foi feito com o mansup do exocet) seria uma vantagem enorme para gente… o problema é que eu acredito que os códigos para integração com o sistema de armas não seja de nossa propriedade né!?…
mas enfim passou da hora de termos um sistema nosso, eu acreditava que esse desenvolvimento seria a pedra de salvação da AVIBRAS, com o governo investindo dinheiro nela para desenvolver o míssil e salvar a empresa ao mesmo tempo

Paulo

Há 2 empresas que tem a intenção de produzir misseis no BR : SIATT EDGE e Macjee. Aparentemente as famílias de misseis de ambas são complementares: SIATT EDGE : familia de misseis navais e familia de misseis anti carro . Macjee : misseis aéreos ar ar / ar superficie anti radiação/ Ambas alegam possuir tecnologia para misseis de cruzeiro. A SIATT privilegia misseis de cruzeiro navais derivados do mansup ER . A Macjee privilegia misseis de cruzeiro ar solo derivados do MAR, cujos os direitos de fabricação adquiriu. Para misseis de cruzeiro subsônicos há 2 empresas do BR fornecedoras de… Read more »

lucena

veja só você …quando falavam sobre os projetos da marinha como foi com os submarinos e as fragatas …diziam que era um sonho e que não sairia do papel….pois bem…já se falam em mais quatros fragatas e se bobear em mais submarinos …o que para alguns deve ser mais um sonho …. que não vai sair do papel.
.
Não tem jeito para essa turma…. que só pensam e desejam o pior para o pais e para o povo brasileiro e só ficam alegres… quando compram do ocidente… peças e armas ultrapassada.

fewoz

Não tem nada a ver com “pensar e desejar o pior para o país e o povo brasileiro”, mas sim com ver o que aconteceu no passado e ver o que pode acontecer no futuro. O Brasil tem um péssimo histórico com desenvolvimento de produtos nacionais. Considerando o momento e todas as sempre presentes restrições orçamentárias + compra paupérrimas das Forças, é difícil ver um futuro para os programas. Programas de mísseis, submarinos, fragatas e qualquer coisa de elevado nível tecnológico só funcionam quando existe apoio financeiro, político e técnico constante (ou seja, a longo prazo) das Forças Armadas e… Read more »

André Macedo

O EB não poderia entrar? É relativamente simples adaptar um SAM naval para terrestre e vice versa, a Argentina fez isso na guerra das Malvinas.

https://www.naval.com.br/blog/2022/04/14/ha-40-anos-bateria-costeira-argentina-atingiu-o-hms-glamorgan/

Carlos Campos

sim, quando o MANSUP-ER estiver pronto ele poderá facilmente ser convertido em m´´issil de cruzeiro, agora resta se o EB desistiu do MTC300, a SIATT poderia fazer o MCT-600 com 600km de alcance ou mais se os 300Km que o mansup ER não for o suficiente.

Robson Rocha

Se quiser, pode. A SIATT já testou a adaptação do Mansup aos Astros dos Fuzileiros Navais.

carvalho2008

A Siaat já provou que o Mansup pode ser disparado de uma viatura ASTROS

ja fez este tipo de disparo.

Aéreo

Daqui 30 anos fica pronto, 8 unidades são encomendadas e as Forças Armadas encerram o programa.

Robson Rocha

Atualmente, a MB possui apenas helicópteros com real capacidade de combate. Integrados aos Exocet, tem os EC225M. Creio que não vale à pena tentar integrar nos obsoletos e em fim de vida útil A-F1. A questão é: para gerar escala de produção, os Marsup poderiam ser integrados aos Gripen da FAB para que esta, finalmente, possa ter capacidade de combate marítimo? OU mehor: A FAB teria interesse em integrar um míssil proveniente da Marinha?

Diego

A FAB não quer gastar grana com coisas que ela entende que sejam responsabilidades da marinha, pelo menos é que dá a entender, agora se a MB pagar os custos não vejo porque não integrar.

Marcos R

Não seria viável integrar nos P3 Orion?

Francisco

Quando eles estiverem pontos, o P3 já estarão no fim de sua vida util…

Paulo

Há uma MOU enfre FAB e FAP para desenvolver o KC390.IVR . Sim, ele tem condições de levar e disparar o Mansup ER. Seria o substituto do P3. Mas, desde o final de 2024 não se falou mais dele.

Flávio Henrique MCO

A Embraer tá em campanha para vender o KC390 pro Emiratos…que já é cliente e sócio da SIATT…

Santamariense

Os P-3AM da FAB operam o Harpoon.

Adriano Madureira

Harpoon sem liberdade de uso…

Leandro Costa

Quem vai impedir se já estivermos com o míssil? 😉

fewoz

O mesmo falou a Argentina na Guerra das Malvinas… Operar é fácil, ser efetivo contra o próprio país que fabrica aquele míssil é outra totalmente diferente.

Santamariense

Isso…aham…tá “çerto”…

carvalho2008

Até depende de como possa ser a solução da versão aerea….

Se for como o exemplo da Britanite, que tinha o prototipo de uma bomba inteligente com integração WIFI entre a cabine e o chip da bomba pendurada no cabide….

bastava um PAD na perna do piloto para digitar as coordenadas quando a bomba ainda no cabide que a direção ja estaria ajustada….

Leandro Costa

A Britanite também tinha protótipo de kit LGB.

Vitor Botafogo

O Contexto está complicado! Não há horizonte de substituto pros A-4. P-3 poucos operando e sem capacidade de lançar Harpoon. KC-390 MPA vai demorar (Prioridade da FAB é ter os KC-390 operacionais e está dificil devido a falta de verba pra manutenção. P-3 deve ter limite de mais 5-6 anos de operação. Se não vier um pacote para substituição do A-4 e principalmente se a Argentina desativar os A-4 deles esse ano, teremos uma chance de comprar muitas peças de sobressalentes. Isso pode levar o A-4 mais longe que 2030, o que acho uma má idéia pois seria melhor investir… Read more »

Flávio Henrique MCO

Um dos sócios da SIATT acha que o carro chefe do MANSUP no Brasil será bateria de costa/litoral pelo se custo e mobilidade, como já foi provado. E como ele é entregue em kits então não será problema para a MB.

Fabio Araujo

Muito importante essa versão ar-superfície, vai ter alguma versão para submarinos?

Paulo

Há esta ideia, mas apenas a versão de combustível sólido para disparo pelos tubos de torpedo, como os exocet dos SBR atuais. Na versão ER, a coisa complica e muito. Normalmente, este tipo de missil, com TJ para vôo de cruzeiro naval, são lançados por silos verticais em subs. É uma tecnologia que só faz sentido para SNs de ataque. O projeto básico do SNBr não contempla silos verticais. Há uma discussão entre o pessoal que trabalha no Alvaro Alberto, de uma futura versão com silos verticais. Mas creio que é algo que só vai ser realmente pensado, se e… Read more »

Flávio Henrique MCO

Os tomahawk usados pelos ingleses são lançados pelo tubo de torpedo..

Burgos

Daqui a pouco o Istivis aparece e diz:
“Cadê o Mansup negão ?!”
Na fizeram o bam bam bam dos mísseis sup/sup e agora vão partir pro ar/sup
Mas essa eu também quero ver 😏
Fala aí Istivis, acertei ?! 👍

Esteves

Pois é. EDGE, Mansup ER, agora míssil de protocolo. Dizem que herdamos essas vontades burocráticas dos portugueses e que a lentidão protocolar justifica práticas descarrilháveis. A Trilogia bota dezenas de matérias. Quando é nossa vez…intenção, acordo, protocolo, cerimônia. Míssil de ar. A MB voa? Quantos helis a MB pode destacar para esse protocolo? Quantos mísseis seriam encomendados? Inimigo? Cenário? Sobrevivência? Quando o heli sobe para aumentar o horizonte radar ele denuncia também o navio? Tá certo? Perde o heli e o navio. Tá certo? Acho que o foco da MB deveria ser navio e armas de navio. E contratar gente… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Esteves
carvalho2008

Mestre Esteves….a Edge apenas usa o Brasil como laboratorio de projetos para materializar produto real em seu portfolio de vendas….este é o modelo e parceria com ela…. o mercado para MANSUP ou MARSUP corresponde o todos os usuarios globais do Exocet…. Um P-3 pode misturar o MAGE com perfil sea skimming…ou seja…voar passivo rente ao mar ….isto permite alguma chance a mais nos pop-ups de identificar e atrasar ser identificado…os limites horizonte radar a 70 km de distancia na altitude limitrofe para tal, é relativamente suja e proveitosa em equilibrar o radar do navio enorme versus os sensores do avião… Read more »

Esteves

Carvalho,

Tu sabes, eu sei, nós sabemos que o Brasil jamais será exportador militar relevante.

Usuários globais tem fornecedores globais.

carvalho2008

isto esta ficando cada vez mais indeterminado…..

a multipolarização está proxima de atingir seu apice…..e os fornecedores tradicionais estão queimados pelos embargos….

carvalho2008

Brasil = produto zona neutra

Paulo

Esteves, não é bem assim. Óbvio que a SIATT EDGE não venderá seus misseis para países que já tem fornecedores locais para eles. Mas estes paises, você conta nos dedos da mão. Há dezenas e dezenas de paises na América Latina, Africa, sudeste asiático e oriente médio que se interessariam por uma família de misseis que custam 1/3 do preço de um MBDA. A EDGE sabe disso, e por saber, investiu R$ 3 bilhoes na SIATT, em 2 fábricas/ laboratórios no Vale do Paraíba. Os Emires da EDGE sabem o que estão fazendo, e tem mercado certo pra estes misseis.… Read more »

Paulo

Óbvio, que a MB é cliente master da SIATT EDGE, não porque comprará centenas de misseis, mas é o único cliente que vai dispor de seus caríssimos meios, de superfície, aéreos e subaquáticos para testes reais de campo desses misseis, e ainda com a colaboração de seu pessoal de bordo, pilotos e técnicos para ajudar a validar os armamentos. Quanto custa uma plataforma AH15B ? É extremamente cara. Para homologar um missil marsup ER, é a única plataforma disponível. Ela partirá do NAM Atlântico ou do NDM Bahia e disparará o missil em um alvo da própria MB, talvez uma… Read more »

Santamariense

Digamos que isso seja verdade (o que duvido) o que a MB ganha com isso??? Não vem me dizer que ela ganhará royalties oi bônus nas vendas dessas armas, pois isso é balela total.

carvalho2008

bem no minimo um dos capitais mais importantes para FAs….experiencia….

Santamariense

Se for só isso, agradeço. Se uma empresa privada usar meios da MB para desenvolver e testar seus produtos, o mínimo é ela oferecer esses produtos para a MB por preço muuuuito camarada, até mesmo preço de custo.

Yamamoto

Os AH-15 seriam as plataformas lançadoras do MARSUP. Em cenários ASuW, tal aeronave poderia receber a designação de alvo através de um meio de superfície (FCT, USV, NPa e etc) ou aéreo (drone, aeronave de patrulha, outro heli e etc), servindo meramente como plataforma de lançamento do míssil, sem precisar emitir com o seu radar ou voar em uma altitude que facilite a sua detecção pelo oponente.

Douglas Rafael Jancauskas dos Santos

Não é a SIAT que está envolvida num sumiço contábil de 25 milhões com programa espacial da FAB?

Felipe

Fonte?

MMerlin

Não. Não é a SIATT. Você esta falando da AKAER mas sem relação alguma com FAB. O Programa relacionado estava subordinado contabilmente à FINEP e tecnicamente ao MCTI/AEB. Num balaio parecido está a AVIBRAS, que esta sim tem relação direta com o projeto VLM, cuja as responsabilidades de administração são divididas entre FAB e AEB. Um programa paralisado devido a faltabde entregas dos motores S-50 por parte da empresa. Segundo algumas mídias especializadas, em teoria a AVIBRAS vai reativar alguns setores ja a partir de Março. A empresa vai voltar à trabalhar nos motores. Só acredito vendo. Mas antes de… Read more »

fewoz

“Segundo algumas mídias especializadas, em teoria a AVIBRAS vai reativar alguns setores ja a partir de Março. A empresa vai voltar à trabalhar nos motores. Só acredito vendo.”

A grande pergunta que fica é: ainda há engenheiros por lá???

francisco

Vai custar quanto? de onde virá a verba? Tá parecendo propaganda. em ano de elição presidencial aparece tudo.

Iran

Vai vim de Dubai

Santamariense

Vir

Adriano Madureira

Como se investimento em defesa fizesse diferença em ano eleitoral…

Aqui é Brasil filho, a população está cagando se governo A ou B está fazendo investimento…

Paulo

Ao ler a reportagem, há a informação de desenvolvimento de 2 (dois) grupos de misseis ar superfície anti navio. A reportagem não detalha o que vem a ser estes 2 grupos. O que isto significa ?: Pode significar 3 coisas: um missil de propulsão sólida somente, com alcance na faixa de 70km e outro com booster de combustível sólido para queima inicial, e um TJ para lhe dar um alcance de 250km como o Mansup ER, ambos subsônicos, ou no máximo transônicos. Mas pode significar outra coisa: um grupo de misseis ar superficie anti navio subsônicos e outro de misseis… Read more »

Paulo

Um missil ar superficie naval de pequeno porte também contemplaria uma plataforma ou vetor como um drone classe 3, e a MB deseja operar drones dessa classe em seus NDMs. Então creio que minha 3° hipótese é a mais plausível, quer do ponto de vista estratégico, quer do ponto de vista mercadológico visando exportação.

Paulo

Além disso resolveria um problema crônico do CFN. A falta de um vetor de ataque para apoio aéreo em operações de ataque anfíbio. Como a MB não tem vetores de asa fixa embarcados, depende dos wild lynxs para fazer este papel, e hoje eles não podem ter esta função, porque não dispõe de um missil adequado, que seria justamente algo parecido com o Spyke NLOS. Por outro lado a SIATT dispõe de um missil leve que poderia evoluir para uma configuração de um Spyke, o MAX 1.4 AC. Um motor mais potente de combustível sólido, um pouquinho maior, com alcance… Read more »

carvalho2008

Acho que para Drones, até foguetes guiados a laser seriam interessantes….

Um Drone simples poderia carregar 2 FOGs MPM em que no lugar das ogivas deste, levaria designadores laser para os foguetes 70mm e 30 km de alcance …isto permitiria uma distancia de lançamento e disparo de saturação….não precisa de ogiva muito pesada…5 kg de explosivo acaba com qualquer sensor ou portinhola de armamento na PELE do navio tirando-o de combate…e sendo uma salva….toda a PELE do navio fica esburadaca e inutilizada

Flávio Henrique MCO

A versão 1.3 terá 4km segundo a SIATT mesmo o atual poderia ser adaptado caso tenha um drone capaz de levar pelo menos 20 kg (1 míssil), ou seja, um playload de 40 kg seria algo mais vendável para um casamento.

carvalho2008

Mestre Paulo, são dois esforços de trabalho paralelos e complementares….

Versões ER destinam-se exclusivamente a propulsão do missil via turbinas….

Versões superficie-superficie ( navioXnavio) e Ar-superfície ( Helis/Aviões X Navios)

Vitor Botafogo

Nada como ter um sócio como a EDGE que pode antecipar recursos e financiar o desenvolvimento.

Paulo

Por outro lado cobra resultados rápidos para retornar o capital investido. A SIATT tem de mostrar serviço e rebolar pra atender prazos e preços.