IRIS Shahid Bagheri

Ataques dos EUA o afundaram nas primeiras horas da Operação Epic Fury o Shahid Bagheri (IRIS 110), o único navio porta-drones do Irã

O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) afirmou que a presença naval iraniana no Golfo de Omã foi neutralizada após as recentes operações militares na região. Em publicação nas redes sociais, o comando declarou que “há dois dias o regime iraniano tinha 11 navios no Golfo de Omã; hoje tem ZERO”, indicando uma redução total da força de superfície de Teerã naquele setor.

Segundo o CENTCOM, a medida faz parte da campanha americana para proteger a navegação internacional após décadas de incidentes envolvendo forças iranianas contra o tráfego marítimo no Golfo. O comando destacou que a liberdade de navegação marítima sustenta a prosperidade econômica global há mais de 80 anos e reiterou que as forças dos EUA continuarão a defendê-la.

A declaração ocorre em meio à rápida escalada militar no Oriente Médio e após relatos de destruição de meios navais iranianos durante a ofensiva liderada por Washington.

Antes da recente escalada militar, a Marinha iraniana apresentava uma estrutura dual e complementar, dividida entre a Marinha regular (IRIN) e a Marinha do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGCN). A força convencional operava os meios de maior porte e alcance oceânico — incluindo fragatas, submarinos e navios logísticos — enquanto a IRGCN concentrava-se na guerra assimétrica no Golfo Pérsico, com um grande número de embarcações rápidas e mísseis costeiros.

No segmento de águas azuis, a IRIN mantinha uma frota que incluía cerca de 7 fragatas, 6 submarinos e dezenas de navios anfíbios, patrulhas e unidades de apoio. Entre os meios submersos destacavam-se três submarinos da classe Kilo, além de minisubmarinos Ghadir voltados para operações litorâneas. Essa componente tinha como missão principal proteger rotas marítimas, garantir presença no Golfo de Omã e projetar alcance limitado no Oceano Índico.

Já a IRGCN representava o braço mais numeroso e voltado à negação de área no Estreito de Ormuz, operando centenas de lanchas rápidas, barcos de ataque com mísseis e novas corvetas leves, além de navios-base e um porta-drones convertido. Sua doutrina enfatizava enxames de pequenas embarcações, mísseis antinavio e drones para compensar a inferioridade frente às marinhas ocidentais, formando a espinha dorsal da estratégia iraniana de guerra naval assimétrica no Golfo.■



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Leandro Costa

Esse porta-drones era hilário. Avisei que o valor de combate disso era nulo.

De qualquer maneira, eu fico curioso sobre se aquele navio que os Iranianos usavam para coleta de inteligência, que repassavam informações sobre navios (alvos) para os Houthis também foi afundado. Seria uma boa.

Carvalho2008

Rststst…tenho ceryeza wue lembroi de mim..
O bixinho morreu….se fazer folha de servico….

Leandro Costa

Hahahahahah

Lamento, Carvalho! Talvez a idéia fosse boa, mas foi pessimamente executada.

Rodrigo

Boa noticia liberdade de navegacao é um direito.

Leandro Costa

Nos poupe. Você não sabe do que está falando.

Frei

Claro , quem sabe é você . Fazer bloqueio naval em qualquer nação é um ato de guerra.

Não existe justificativa moral ou legal para deixar a população de um país sem acesso a remédios, energia ou alimentos.

Os EUA fizeram trocentas guerras e em todas elas eles estavam do lado certo … Até estatisticamente isso seria impossível , mas claro você vai justificar. Quando eles sofreram retaliacoes pelos atos inconsequentes deles ? Nunca .

O direito é garantido se eu fizer o que beneficia os interesses deles, nunca o meu. Aposto que você vai encontrar motivos para justificar tudo.

Leandro Costa

Se eu justificar usando leis e convenções internacionais, mostrando inclusive os prós de se ater à essas convenções (assinadas e ratificadas inclusive por Brasil, Rússia, Venezuela e Cuba), e suas vantagens para um país como o Brasil, e como EUA, países da UE estão usando essas leis e convenções para atingirem seus objetivos, de forma perfeitamente legal, vai mudar sua opinião?

Me avisa isso antes de eu gastar meu tempo à toa.

Frei

Por favor , faça , quero ver você escorregando pelos espelhos justificando hipocrisias e falsidades ideológicas. Só para constar, quando foi que os EUA assinaram a United Nations Convention on the Law of the Sea? Acho que nunca, mas os outros têm que respeitar o que eles nem sequer assinam. Qualquer bloqueio, seja por mar, ar ou terra, é considerado um ato de guerra, ha duas formas de se fazer isso dentro da lei internacional: 1 . Obter o consentimento do Estado soberano que você pretende bloquear. 2. Resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas que legalize a intervenção… Read more »

Last edited 5 meses atrás by Frei
Leandro Costa

Está puxando suas informações à partir de AI ou você estudou (mal e porcamente), Direito Internacional? Já ouviu falar em Direito Consuetudinário, ou Costumeiro? Se você der uma olhada na história da criação da UNCLOS, vai ver que ela foi fortemente baseada no Direito Consuetudinário. Os EUA são signatários, mas não ratificaram a convenção ainda, coisa que especialistas deles mesmos consideram um erro crasso. Em compensação, Irã, Rússia, China, Venezuela e Cuba são signatários e são ratificados. E eu não vejo qualquer tipo de bloqueio naval em lugar algum. Bloqueio naval é ato de guerra. Mas Cuba não está sob… Read more »

Leandro Costa

Só um adendo. Bélgica e França abordaram outro petroleiro sem bandeira ontem, aparentemente carregando petróleo Russo.

Tudo dentro da lei…

Nei

“Esse direito é estabelecido por quem ?”

Ei, se nosso País e políticos não fossem no mínimo corruptos e todos brasileiros, os tratassem como seus funcionários, nós em 10 anos poderíamos nos tornar uma potência militar e daí sim, nós teríamos a capacidade de fazer algo a respeito, mas os EUA são o que são, pois são os mais ricos, mais poderosos. Como muitos dizem são a “polícia do mundo”, e quem vai dizer ao contrário? China, Rússia? Não neste atual momento.

Tomcat

Treco bizarro e feio dos infernos. Que bom que virou coral

Jorge Oliveira

Se eles deixaram os submarinos exportos ao invés de colocaram em missão na semana passada, são meio burros. Já era para esses submarinos estarem fora dos portos era a única vantagem deles no mar.

Rodrigo

Claro que sao burros, acreditam que vao ganhar guerra no grito

Macgarem

Terraplanaram tudo que o Ira tinha na região para não obstruir a passagem.

Agora vai ser ocupação em terra

Frei

Duvido , seria o pior erro que eles poderiam cometer… Se atolar alí significa deixa margem de manobra para Rússia e China agir sem interferência em outras pastas ainda mais relevantes. Gostaria mesmo que os americanos fossem tão burros, mas duvido que façam esse erro.

Peter Nine Nine

Gostaria? Porque?

curisco

um novo Iraque ou Afeganistão? vão nada

Frei

Recordar é viver, da série ” vale a pena ver se novo”:

https://www.naval.com.br/blog/2025/02/06/ira-recebe-novo-porta-drones-shahid-bahman-bagheri-para-ampliar-capacidade-naval/

Debate surreal onde foristas de longa data e racionais defendiam ou argumentavam sobre o valor militar dessa banheira.

Eu sou o primeiro que deseja que os EUA se lasquem, mas era absolutamente visível a nulidade do valor militar dessa geringonça.

Kawan Lacerda

A marinha do irão nunca representou um mínimo nível de ameaça face ao poderio naval dos EUA ( me lembrou muito o início da guerra da ucrania, quando os ucranianos preferiram afundaram o Hetman Sahaidachny). Consequentemente, podemos concluir que, estrategicamente, esses navios afundados não fazem diferença alguma. O que representa risco são os mísseis antinavios, ainda mais se comprovado que os chineses fornecerão alguns para o Irão. Inclusive, parece que os chineses estão prestando um amplo apoio de iteligência para o Irão, direcionado seus ataques ( por meio de satélites e iteligência). Nos 2 primeiros dias de guerra os ataques… Read more »

Leo neves

Cadê os submarinos Kilo? Foram destruídos ? Se não foram ainda estes sim representam o maior perigo.

Joanderson

Kilo ?
Este não é russo.

Fabio Araujo

A USNavy afundou uma fragata iraniana próximo do Sri Lanka, o Sri Lanka falou que resgatou 30 militares iranianos e pelo menos 101 estavam desaparecidos.

Alex Barreto Cypriano

Tá, afundaram o Bagheri; mas onde e como? Aliás, uma marinha ser posta fora de ação sem esboçar sequer alguma movimentação é de esfregar os olhos em descrença. Ao que tudo indica, o choque e o espanto causados pela Epic Fury, com a decapitação de lideranças e desmantelo de cadeias de comando e controle, foi maior do que poderíamos julgar…