Corveta iraniana da classe Soleimani é atingida por ataque aéreo dos EUA
Uma corveta iraniana IRIS Shahid Sayyad Shirazi, pertencente à Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC), foi alvo de um ataque da Força Aérea dos Estados Unidos no porto de Bandar Abbas, no sul do Irã. O ataque ocorreu no contexto da intensificação das operações militares americanas e israelenses contra alvos militares iranianos, o que ampliou os combates também para instalações navais do país.
A embarcação atingida pertence à classe Shahid Soleimani, um grupo de corvetas lança-mísseis relativamente modernas operadas pela marinha da Guarda Revolucionária. O navio foi incorporado à frota em fevereiro de 2024 e possui cerca de 67 metros de comprimento e um deslocamento aproximado de 600 toneladas, além de capacidade para operar helicópteros e embarcações rápidas de ataque.

Projetadas com casco de catamarã para maior velocidade e menor assinatura de radar, essas corvetas são armadas com mísseis antinavio, sistemas de defesa aérea e armamento automático para combate próximo, sendo consideradas um dos principais meios de superfície da IRGC no Golfo Pérsico.
Até o momento, não foram divulgados detalhes oficiais sobre o nível de danos sofridos pela embarcação nem sobre possíveis vítimas. Analistas militares avaliam que ataques a navios de guerra em Bandar Abbas — principal base naval iraniana no Golfo — representam uma tentativa de reduzir a capacidade de Teerã de conduzir operações marítimas e ameaçar o tráfego comercial estratégico na região do Estreito de Ormuz.■

Para o pessoal que fica dizendo que devemos ter tudo… não podem ver um design legalzinho que já ficam falando que deveríamos comprar. Quando o bicho pega, isso só serve de tiro ao alvo para as forças agressoras. Os armamentos e equipamentos modernos demonstrando sua eficácia e importância, e nós aqui, ainda debatendo navios anfíbios, fragatas que mais se assemelham a corvetas e até porta aviões, invés do básico, que seriam sub nucleares ( pois os a diesel/elétrico precisam subir à superficie, e em um cenário de agressão, em que vários meios estariam sendo empregados para a identificação, apenas 1… Read more »
Fernando, acho que você está na direção certa. Discordo apenas do SubNuc, que, apesar de ser uma arma fantástica, se tratando de prioridades de Defesa no Brasil, além de ser um sugador de parcos recursos, raramente sairá do porto tornando-se assim um alvo visível e de fácil detecção. Acredito que a solução se passa por meios autônomos submersíveis e aéreos.
É uma opção, subs autônomos poderiam ser uma opção também. Mas ainda acho que os subnuc tem a sua importância e, sendo um projeto feito decentemente, teria capacidade de nos dar um poder de dissuasão. Dificilmente uma frota ficaria mandando caças para o nosso território, sabendo que há uma quantidade significativa de meios submarinos em nosso arsenal. No máximo, mandariam alguns mísseis e se deslocariam depois para longe. Fora que esses sub autonomos, em sua maioria, não tem uma autonomia para permanecer muitas semanas e até meses em missão. Serviriam apenas para impedir desembarques e possíveis aproximações, sendo que duvido… Read more »
Infelizmente meios de superficie, por mais modernos e armados que sejam, ficam muito mais expostos à ataques aéreos, de superfície ou subaquáticos. Se não tiverem propulsão nuclear, são lentos demais. A única arma de dissuação capaz de efetivamente fazer frente à isto que nós estamos assistindo são SNs de ataque. São rápidos, operam em grandes profundidades, por longos períodos, e podem atacar com torpedos e misseis ainda submersos. Qualquer Marinha, respeita estes imensos tubarões de aço dos mares.
Por isto, não há saída. É caro, é difícil construi- los, mas temos que te- los. Ponto !
Vai restar alguma coisa da marinha iraniana nesse ritmo de destruição?
Acho que não.
Olhando as capacidades de mísseis, mísseis anti navio e até mísseis balísticos.
Qual deles é capaz de realmente afundar um navio de forma mais efetiva.
Tirando os torpedos por acerta na linha da água do navio.
O torpedo normalmente detona abaixo do navio causando maior estrago que
um impacto direto, praticamente cortando o navio ao meio usando-se apenas um torpedo.
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Quanto a míssil anti navio vale a pena recordar do “Sheffield” cujo exocet que o atingiu nem teve a ogiva detonada, mas, o estrago prejudicou o combate às chamas e o rombo aberto causou inundação incontrolável por conta do estado violento do mar.
E Trump já avisou que a USNavy vai garantir a segurança da navegação comercial/civil pelo estreito de Ormuz, talvez com operações de escolta em vai-e-vêm. De fato, algo pouco prático, mas que aponta pro domínio ianque sobre a região e suas exportações de petróleo, o verdadeiro motivo do conflito: impor ordem ao galinheiro. E o fazem de uma maneira brutalmente eficaz e profissional. Estamos vendo história acontecendo.
O que mais me impressiona é o Irã não ter disparado um único tiro desses navios ou ter enviado os seus navios para o mar antes de serem abatidos, um a um. Parece que falta vontade de combater à Marinha Iraniana.
Na verdade vc foi enganado por esses especialistas de internet, ainda to esperando eles afumdrem os 2 porta avioes dos EUA na região.
Todos os encouraçados estavam em Pearl Harbor no dia do ataque japonês, havia uma crença que eles poderiam ser melhor defendidos pelos aviões baseados em terra já que os 2 NAes estavam fora, o “Lexington” havia sido enviado a Midway e o “Enterprise” estava retornando de Wake. . Talvez o Iran assim como os EUA em dezembro de 1941 considerasse pouco provável um ataque e os navios disponíveis já que alguns estariam atracados, mas, não prontos para se fazer ao mar, seriam vistos como alvos mais fáceis se estivessem no mar, inclusive alguns encouraçados muito danificados puderam ser reparados já… Read more »
Infelizmente o Irã vai voltar à Idade do Bronze, devido à ideologia teocrática ditatorial!
Se tivesse sido um Harpoon, dificilmente estaria ainda na foto… Pode até ser que aguentasse inicialmente, mas seria sunk no final.