Marinha do Brasil recebe a fragata ‘Tamandaré’, marco na modernização da Esquadra
Fragata Tamandaré - F200
A Águas Azuis, Sociedade de Propósito Específico (SPE) estabelecida entre a TKMS, a Embraer Defesa & Segurança e a Atech para construção das fragatas Classe Tamandaré para a Marinha do Brasil, assinou nesta sexta-feira (6), no Rio de Janeiro, o Termo de Aceitação e Recebimento Provisório (TERP) da Fragata “Tamandaré” – F200, primeira das quatro embarcações previstas no Programa Fragatas Classe Tamandaré (PFCT).
A cerimônia, realizada na sede da EMGEPRON (Empresa Gerencial de Projetos Navais), organização responsável pela gestão contratual do Programa junto à Marinha do Brasil, contou com a presença do Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante de Esquadra Edgar Luiz Siqueira Barbosa; o Diretor-Presidente e o Diretor Administrativo-Financeiro da EMGEPRON, respectivamente Vice-Almirante Amaury Calheiros Boite Junior e Contra-Almirante Gustavo Pereira Pinto; e o CEO e CFO da Sociedade de Propósito Específico (SPE) Águas Azuis, respectivamente Fernando Queiroz e Edney Pereira.
A assinatura do TERP representa um marco relevante do Programa, formalizando a conclusão da fase de construção, da integração de sistemas e dos testes de mar, bem como a transferência da embarcação para a Marinha do Brasil. Com este ato, inicia-se também o período contratual de garantia dos principais sistemas e equipamentos da plataforma já aceitos, etapa fundamental para assegurar a estabilidade operacional e o pleno cumprimento das obrigações contratuais.
Ao longo do projeto, engenheiros brasileiros participaram de um intenso processo de capacitação e de transferência de tecnologia, ampliando a autonomia do País em sistemas estratégicos e fortalecendo a Base Industrial de Defesa. A entrega da F200 simboliza não apenas a conclusão de uma etapa contratual, mas também a consolidação de capacidades industriais e tecnológicas no Brasil.
Nos dias que antecederam a assinatura do TERP, a fragata realizou sua última saída para testes de mar sob responsabilidade da Águas Azuis, incluindo atividades do Plano de Adestramento no Mar (PAD MAR), durante as quais a tripulação da Marinha operou o navio em condições reais, consolidando treinamentos, procedimentos e a familiarização com os sistemas embarcados.
“O Termo de Aceitação e Recebimento Provisório da Fragata Tamandaré representa a materialização de um projeto estratégico para o País. O Programa Fragatas Classe Tamandaré demonstra a capacidade da indústria brasileira de absorver, desenvolver e integrar tecnologias de alta complexidade, fortalecendo nossa soberania e a Base Industrial de Defesa. É um orgulho para a Águas Azuis, e suas empresas mantenedoras, contribuir para a modernização da Marinha do Brasil e para a geração de empregos, conhecimento e desenvolvimento no Brasil”, afirma Fernando Queiroz, CEO da Águas Azuis.
O último marco contratual referente à Fragata “Tamandaré” será a assinatura do Termo de Aceitação e Recebimento Definitivo (TERD), prevista para ocorrer aproximadamente um ano após o TERP, formalizando a aceitação definitiva do navio.
Com a F200, o Brasil avança na renovação de sua frota de superfície, incorporando meios navais modernos, com elevada capacidade de defesa, interoperabilidade e prontidão operacional, aptos a proteger as águas jurisdicionais brasileiras e a atuar em diferentes cenários marítimos.

Sobre o PFCT
O Programa Fragatas Classe Tamandaré é uma iniciativa estratégica da Marinha do Brasil para a obtenção, por meio de construção nacional, de quatro fragatas de alta complexidade tecnológica. O contrato do PFCT foi assinado em março de 2020 e integra as principais agendas de fortalecimento da Base Industrial de Defesa do País. O Programa está incluído no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), no eixo de inovação para a indústria de Defesa, e também na Missão nº 6 – “Tecnologias de Interesse para a Soberania e Defesa Nacional” – da iniciativa Nova Indústria Brasil (NIB).
O PFCT responde à necessidade de modernização da Esquadra Brasileira e ao fortalecimento da capacidade operacional da Marinha do Brasil. As Fragatas Classe Tamandaré são embarcações multipropósito, projetadas para atuar em cenários de guerra de superfície, antiaérea e antissubmarino, com elevada capacidade de combate e interoperabilidade.
Com papel central na proteção da chamada Amazônia Azul, área marítima brasileira de aproximadamente 5,7 milhões de km², as fragatas serão essenciais para o monitoramento e controle do espaço marítimo, a defesa das ilhas oceânicas, a proteção de infraestruturas críticas e a salvaguarda das linhas de comunicação marítima de interesse nacional.
Além de seu impacto estratégico, o PFCT impulsiona o desenvolvimento industrial e tecnológico no Brasil, envolvendo cerca de 2.000 empresas nacionais ao longo de sua cadeia produtiva. O Programa mobiliza aproximadamente 2.000 profissionais diretamente nas obras e gera um efeito multiplicador estimado em cerca de 6.000 postos de trabalho indiretos e 15.000 empregos induzidos, totalizando aproximadamente 23.000 empregos.
Sobre a Águas Azuis
A TKMS fornece a tecnologia naval da sua comprovada plataforma de construção de navios de defesa da Classe MEKO®, já utilizada em mais de 80 embarcações em operação em Marinhas de 16 países, entre eles Portugal, Grécia, Austrália, Argentina e Argélia.
A Embraer Defesa e Segurança é responsável por integrar sensores e armamentos ao sistema de combate, incorporando ao programa seus mais de 50 anos de experiência em soluções de tecnologia de sistemas e suporte em serviço.
Já a Atech, empresa do Grupo Embraer, especializada em engenharia e integração de sistemas, é responsável pelo desenvolvimento e integração do Sistema de Gerenciamento de Combate (CMS), do Enlace de Dados Tático e pelas atividades de Integração e Testes do sistema de combate, em parceria com a ATLAS ELEKTRONIK, subsidiária da TKMS, e também do Sistema Integrado de Gerenciamento da Plataforma (IPMS), em parceria com a L3Harris. A Atech participa, em conjunto com a Marinha do Brasil, do processo de transferência de tecnologia desses sistemas – atividade de grande importância que permitirá dispor dos conhecimentos e ferramentas necessários para operar e manter os sistemas das fragatas no futuro.
As três empresas possuem um sólido e longo histórico de relacionamento com o Brasil, além de forte presença em vários outros países.
Mais informações sobre a Águas Azuis em www.aguasazuis.com.br.





Excelente notícia. Melhor ainda se, e quando, assinarmos um segundo lote.
A MB precisa urgentemente rever as configuração de armas dessa classe de navio. O conflito no Irá nos ensinou que as guerras futuras serão de ambiente de saturação. Muitos drones e mísseis atacantes sobrecarregando as defesas.
É serio que o Almirantado acredita que uma dúzias de misseis mar-ar, uma defesa de ponto de 30 mm e um canhão dão conta?
Para uma fragata leve 12 a 16 mísseis AA está dentro do normal, mas 4 mísseis antinavio sim é pouco, deveriam ser no mínimo 8
Parece que agora o projeto deve fluir ainda mais com a notícia da construção de mais 4 e que o número 8 ainda é pouco.
Quem sabe futuramente o 3º lote que consideraria para a MB o ideal de 12.
Vamos aguardar 👍
A F200 vai substituir qual fragata ? A Rademaker F49 ? Me parece a que está em pior estado. Teve uma sequência de incêndios à bordo. Acho que nem navega mais.
Provavelmente vai ser descomissionada, Vão tirar os armamentos, alguns componentes que podem ser aproveitados e passar a ser alvo para teste do mansup ER .
A Niteróis F40 que já deixou um buraco na frota
Não apenas a. ^Niteroi^ , mas também a ^Jaceguai^ ambas em 2019 e a ^Greenhalgh^ em 2021 .
.
A ^Rademaker^ deverá ser a próxima seguida da ^Constituição^ que já ganhou uma sobrevida, ^Defensora^ e a ^Júlio de Noronha^.
Olá Dalton..
Vocẽ tem razão.
Mencionei a F40 por ter sido o primeiro navio da classe Niterói e creio a mais antiga das fragatas que deram baixa na MB, mas pode ser qualquer uma dessa lista.
Depois de oito Tamandarés, o melhor a ser feito é partir para uma classe maior de escolta.
Com qual dinheiro? Se a MB teve que tirar leite de pedra pra contratar meras 4? Para uma marinha pobre como a MB, as FCT já são o limite.
Ja disse isso outras vezes e vou repetir. Dinheiro tem, o que nao tem e administração. Se nao tivesse dinheiro tu acha que os parlamentares iam ta votando pra aumentar privilégios? Mesmo que nao tivesse dinheiro, iam dar um jeito de arrumar pra pagar a conta. Portanto, essa desculpa de nao ter dinheiro nao existe! Falta ADMINISTRAÇÃO e VONTADE POLÍTICA. So isso!
Dinheiro das pensões de filhas de militares que dizem que não são casadas kkk
Em 2020 teve filha que recebeu + de R$110,000,00. Pq combinava pensão do pai e de 2 ex maridos!!!!!
Informação da CGU, e qua foi motivo de reportagem no jornal O Estado de S. Paulo.
Eu mesmo conheço 2 pessoas que tem essa “ajudinha” da MB…
Essa lei mudou em 2001. Porém fizeram uma espécie de pedágio. Quem ingressou nas forças ate dezembro de 2000 podia manter a pensão vitalícia para as filhas desde que aceitasse pagar uma contribuição adicional de 1,5% sobre o salário. Quem entrou em janeiro de 2001 não tem mais isso, a pensão termina com 21 anos ou 24 se for estudante universitário. Porém devido ao pedagio todos os militares que ingressaram até dezembro de 2000 continuam com o benefício pagando apenas 1,5% ao mês. Considerando que os militares trabalhavam 30 anos e “aposentavam” e em 2019 com a nova reforma isso… Read more »
Resumindo se não aumentarem o orçamento de defesa para 2% do PIB continuaremos a ter forças armadas fracas até 2100.
Na verdade essa questão de serem casada ocorre em outros cargos civis.
As filhas de militares que ingressaram antes de 2001, podem ser casadas ou qualquer outra condição e recebem o benefício do mesmo jeito.
Então quando acabar essa palhaçada de pensão se filha podemos comprar mais equipamento. Tirar de outras áreas para pagar patocaeada de milico é complicado
Não.
A pensão dos filhos e filhas é limitado pela idade (18 anos e 21 se estiver cursando nível superior) independente do gẽnero (filho ou filha) e do estado civil (casado ou solteiro).
Em todo o serviço publico, esta história é uma jabuticaba camuflada.
Ainda tem dezenas de banda de música, tribunal militar, hospital militar, vila militar, transferência ( na área privada 30 dias de hotel e foda se) etc…
E pode colocar ai o TG e o colégio militar…
o Gov.já disponibilizou 25 bilhões até 2035/2040 (não lembro exatamente), essas outras 4 vão vir dai, assim como as patrulhas.
Ou para navios de verdade
Oito? Aonde tem 8?
Saiu matéria aqui. Notícia de mais 4 não tem.
Sonhar não paga imposto ainda.
Desânimo ver o Brasil comprando esse navio mal armado. A Type 31 é uma opção maior, mais barata e melhor armada. A versão polonesa da Type 31 possui 128 mísseis antiaéreos e tem um custo de cerca de 650 milhões, quase o valor da Tamandaré. Sem falar na autonomia dessa classe, que é quase três vezes maior que a da Tamandaré.
Infelizmente, o brasileiro nutre uma idolatria até mesmo por equipamentos militares, então é difícil convencer um idólatra do óbvio. Sim, a Tamandaré é boa, maravilhosa retiro o que falei.
falso, de um bilhão de libras por navio no total, incluindo os armamentos, a Tamandaré incluindo os armamentos fica entorno de uns 550 milhões de dólares(435 milhões de libras), as type 31 da Polônia sem os armamentos custaram 1,9-2 bilhões de dólares por 3 unidades, ou seja entre 633 a 660 milhões por navio em dólares
Por isso ficaremos com os piores navios. kkkkkkk Ahh pela amor de DEUS!
elas tem 9 mil milhas náuticas de autonomia ou seja tem mais autonomia, mas não 3 vezes e sim quase 2 vezes
Ahhhh! Bem melhor assim kkkk
e são navios de 7 mil toneladas, não deviam ser comparadas as Tamandaré e sim a navios de 7 mil toneladas
Sim, a versão do Reino Unido tem o dobro do armamento da Tamandaré. E dá, sim, para comparar com a Type 31, já que ela é muito mais barata que a própria Tamandaré, que custa 550 milhões. A versão da Polônia custa 1,2 bilhão. Porém, para comparar sua defesa antiaérea, teríamos que ter mais de 30 Tamandaré para alcançar a defesa aérea de apenas 3 unidades da Polônia. E sim, a autonomia dela é quase três vezes maior que a da Tamandaré: 7.400 km de autonomia da Tamandaré contra 16.700 km da Type 31. Sim, o Brasil escolhe mal seus… Read more »
E iria custar quanto pra fazer esse mesmo navio de 7 mil toneladas aqui?
A Type 31 britânica por esse preço só tem:
• 1× canhão 57 mm
• 2× canhões 40 mm
• 12 células Sea Ceptor (CAMM)
• helicóptero embarcado
Sem míssil Antinavio, torpedos e sonar de casco ou rebocado.
Eu particularmente acho a Tamandaré mais completa.
Sem capacidade ASW (tirando helicóptero), lembrem-se da IRIS Dena toda vez que vejam um navio assim. No caso iraniano ela até tinha, porém era muito limitado. Imagina sem.
Comparação técnica direta – Type 31 vs Tamandaré (configuração inicial) Deslocamento Type 31: 7000 t Tamandaré: 3500 t Comprimento Type 31: 139 m Tamandaré: 107 m Velocidade Type 31: 26 nós Tamandaré: 25.5 nós Alcance Type 31: 7500 milhas náuticas Tamandaré: 5500 milhas náuticas Radar Type 31: NS110 AESA Tamandaré: TRS-4D AESA Sonar Type 31: não possui Tamandaré: Atlas ASO 713 (hull mounted) VLS Type 31: 12 células CAMM Tamandaré: 12 células CAMM Mísseis antinavio Type 31: não possui Tamandaré: 8 MANSUP Torpedos Type 31: não possui Tamandaré: 6 Mk54 Canhão principal Type 31: 57 mm Tamandaré: 76 mm Super… Read more »
São 4 Mansup ou 4 Exocet, não 8, infelizmente
João, nem desenhando adianta explicar! rsrsrsrs
Tamandaré tem autonomia de 5 mil a 5,5 mil milhas náuticas, ou seja uns 9 mil a 10 mil km, onde foi tirado esse 7,400 km? você viu na wiki e não foi confirmar quanto dá 5,5 mil milhas náuticas? cada milha náutica é igual a 1,852 km
Sábias palavras João! Me parece que aqui questões técnicas não são relevantes no debate. A ideia é ter 8 navios que possam servir de alvo em ataques de saturação ou colaborem em ajuda humanitária.
Totalmente desdentados. São navios com 12 mísseis antiaéreos!!!
Talvez sejam as fragatas modernas mais mal armadas do planeta. Ufanismo pouco racional. E querem mais.
Quem sabe no segundo lote a lógica não mude e os fatores técnicos e práticos não se sobressaiam.
A comparação com a Type 31 é descabida. Se a Tamandaré é desarmada o que dizer de um navio de 7000T que nem míssil Sup-Sup vai ter.
Se a Tamandaré tem o armamento de uma corveta, a Type 31 da Royal Navy tem o armamento de uma lancha….
Jesus!!!! Que ufanismo descabido. Por isso que o Brasil é o que é. Affffff
Chamando a Type 31 de lancha kkkk e tem gente que curte
Por favor, se atenha a informações técnicas.
A idolatria é uma coisa triste, viu. O brasileiro idolatra até mesmo equipamentos militares. A Type 31, na versão do Reino Unido, tem 24 Sea Ceptor o dobro da Tamandaré. Ela não possui os 8 mísseis antinavio na versão do Reino Unido, porém toda a instalação já está pronta; basta o Brasil instalar sua plataforma do MANSUP. Ela possui quase três vezes mais autonomia que a Tamandaré e custa 350 milhões, contra 550 da Tamandaré. E sim, é uma plataforma de 5.700 toneladas, então o que não falta é espaço para adicionar mais armas. Como a Type 31 é modular,… Read more »
Se a instalação está feita pq simplesmente não dizem que ela já tem essa capacidade?
A Tamandaré por exemplo tbm não será entregue com mísseis, porém sua instalação está lá.
A Type 31 tem um armamento vergonhoso, isso é um fato.
Os mísseis estão no paiol das respectivas marinhas.
A Type 31 britânicas é barata pq é desdentada. A versão polonesa representa o verdadeiro custo de uma fragata desse porte.
Mas ela tem essa capacidade. Hoje, as Type 31 do Reino Unido possuem os mísseis antinavio porque foram instalados depois. Porém, na construção inicial, eles não estavam incluídos elas nem tinham os tubos de lançamento.
Mesmo sendo subarmada, a versão do Reino Unido possui o dobro de mísseis antiaéreos da Tamandaré. Hoje já possuem os mísseis antinavio, porque há espaço para instalar e porque são baratos de serem integrados.
E, mesmo assim, a Type 31 ainda é mais barata que a Tamandaré kkkk.
Na verdade as Type 31 vão entrar em serviço sem mísseis antinavio. O próprio MoD já deixou claro que o projeto não inclui AShM na configuração baseline, apenas que o navio foi desenhado para poder receber esse tipo de sistema no futuro se necessário. Se for seguir essa lógica a Tamandaré tbm pode receber 8 Mansups e até um VLS mais robusto, tendo em vista que tbm é um navio modular. Talvez até mais pelo conceito Meko mais maduro. Muita gente fala do NSM, mas isso não está confirmado para a classe. O que existe é a integração limitada do… Read more »
Vamos usar uma classe mais parecida com a Tamandaré: a classe Steregushchiy. Ela possui capacidades semelhantes às da Tamandaré, porém é muito melhor armada e com defesa aérea cerca de quatro vezes superior, já que seu VLS é quadpack e pode comportar até 48 mísseis antiaéreos. Também possui 2 tubos quádruplos de torpedos e sistemas semelhantes aos da Tamandaré alguns até melhores, outros um pouco inferiores. Porém, nada justifica a Tamandaré custar 550 milhões, enquanto a classe Steregushchiy custa entre 120 e 150 milhões. É uma diferença de quase quatro vezes. Podemos alegar que a Tamandaré tem transferência de tecnologia… Read more »
Teve que trazer um navio russo, feito na Rússia, com sistemas russos pagos em rubros e com 2200 toneladas de deslocamento para provar seu ponto?
Se um dia o Brasil tivesse conseguir fazer um navio nacional com a percentagem de nacionalização dessa classe russa ele tbm vai ser bem mais barato que equivalentes importados pela paridade do poder de compra.
Um Guarani 6×6 por exemplo custa menos de 1/3 de pátria 6×6, muito pela sua extensa nacionalização, o mesmo se aplica aos equipamentos russos e chineses pagos em suas próprias moedas.
Segundo lote pra ontem , 8 dessas é o mínimo , depois buscar fragatas pesadas de 6.000 toneladas, pelo menos umas 4.
Gasto inútil, esses modelos nao tem a minima condição de enfrentar qualquer ameaça a “soberania” ou ” Amazônia azul”. Facilmente destruídas por qualquer submarino ou fragata inimiga. Aviação naval então nem se fala. Num conflito seriam identificadas e afundadas rapidamente. A intenção é tornar uma tentativa de ocupação sair cara para o invasor, que pensaria 2 vezes antes de entrar nos limites marítimos do país. Mas nem isso. Otimas para perseguir barcos pesqueiros. O pior de tudo é esse ufanismo barato, que é um verdadeiro desservico ao país, que insiste em deturpar discussões e nao levar a sério o que… Read more »
Uma coisa é vc ter meios navais para ataque, à milhares de km de suas águas . Outra é vc possuir meios navais de defesa, de suas próprias águas juridicionais. A MB projeta um sistema de defesa das águas juridicionais integrado e coordenado em rede, e que cabe diversos meios e plataformas : O sisgaaz. Então as FCTs são um desses meios. Atuarão conjuntamente às baterias de costa, aos EMADs, aos SBr /SNBr, aos meios aéreos de ataque, e aos diversos sistemas ISR, radares além do horizonte, radares de costa, radares embarcados, satelites de ultra alta resolução, satelites SAR, Drones… Read more »
Isso…isso são planos. Por hoje, não tem nada disso.
Hoje a MB tem 4 plataformas diferentes que podem lançar misseis anti navio: FCTs, SBrs, Helis de ataque e baterias de costa. Com a introdução futura de misseis anti navio ER, fica ainda mais consistente esta defesa em rede . São raras as marinhas que as possuem. Isto possibilita ataques simultâneos e coordenados.
Então podemos vencer uma força naval de ataque de alto nivel ? Não.
Mas torna o planejamento dela mais dificil, mais perigosa, e com mais parâmetros e perdas à considerar. Este é o objetivo: dissuação.
Essa dissuasão duraria uma manhã ou uma tarde. As F200 seriam afundadas a distância, sem chance de defesa. Acordem.
Parece que o MANSUP ER vai ter 250km de alcance, então não acho que devemos subestimar a Tamandaré
Penso que a defesa deve ser estruturada pensando em quem é o provável agressor e quais meios esse agressor tem a disposição, e ainda o nível de intensidade dessa agressão. Se o “nosso” agressor for EUA, China ou uma potencia media OTAN com alto nível de intensidade na agressão, o programa do Sisgaaz como vc exemplificou não é suficiente. Mas provavelmente, na realidade atual das contas publicas brasileiras, não teríamos condições de estruturar o sistema de defesa necessário nesse cenário de alta intensidade.
Na descrição que apresentei, e que se baseia nos próprios informes da MB, afirmei que seria insuficiente para segurar um carrier strike por exemplo, porém obrigaria os planejadores da ação atacante, a pensar 2 vezes antes de coloca- la em prática, porque poderia implicar em perdas, tornando a missão mais cara e mais insegura. Este é o objetivo desse estágio de defesa de médio prazo. Para uma efetiva dissuação, ainda conforme papers da MB, apenas uma frota de SNBrs de ataque, com capacidade de lançar misseis anti navio de longo alcance, e/ ou de cruzeiro, em silos verticais, poderia barrar… Read more »
Tá e se ^eles^ pensarem duas vezes e assim mesmo atacarem com bombardeiros reabastecidos em vôo e submarinos com mísseis de cruzeiro ao invés de enviar antes uma ^frota^
.
E … a médio prazo ?
“UM MEIO NAVAL AGRESSOR como fragata ou destroyer ” nao viria sozinha, e conseguiria anular uma F200 a uma distância muito maior que a capacidade de reação da mesma. Essa integração descrita por voce sequer vai existir em toda essa configuração. Pense isso contra uma única força tarefa liderada por uma Arleigh-Burke.
MANSUP ER deverá ter 250km de alcance, e deve equipar a Tamandaré
Os oficiais vao se deleitar passeando nela mundo afora. Deve ser bastante confortável uma dessas novinha em folha para fazer cruzeiro e ainda ser pago.
Que venham mais 4 deles e depois das 2 primeiras do 2o. lote, que ja projetem a encomendem o 3o. lote em uma versão alongada de 5.500 ton…
uma Tamandaré NG….
ai sim…08 de 3.500 ton+ 4 de 5.500 ton

Lá vem tu esticando navio.
Se houver recurso para seguir construindo, faz sentido encomendarmos a Meko A-200. Projeto pronto, navio pronto, basta reproduzir.
Tu vens…tu vens.
No caso essa de 5500 toneladas não seria outro modelo diferente das A100? A Tamandaré, com 3500Ton, já não está no limite do projeto A100 da TKMS?
Sim.
não….
Se conseguem apenas essa configuração modesta de armamento para navios de 3.500t por qual motivo contratar meios maiores para carregar apenas ar?
As FCT já são bem adequadas para a modesta MB, o que poderia se discutir é integrar um VLS da classe do Sylver ou Mk 41.
Eu ficaria feliz só com o fato de explorarem 100% o potência da classe em novos pedidos. Mínimo 8 lançadores antinavio, e o maior número possível de vls mk 41 (ou similar) no lugar do atual vls “cogumelo” do CAMM.
Em que pese ser muito mal armada, essa fragueta é muito bacana, o design é bem moderno, só precisava ser mais recheada…Bem, ela não foi feita pra guerra, tem isso também..
Olá Gregório, Quem inventou o termo “fragueta” para as FCT fui eu. Contudo, quando a gente começa a estudar o navio com mais calma, fica evidene que é uma fragata leve cujo armamento é proporcional ao seu deslocamento. Na proa, um canhão de 76 mm. Um espaço para até 8 mísseis antinavio similares ao Exocet. Um canhão de 30 mm (acho que é 30) sobre o hangar do helicópter e um deck para helicópteros que poderão disparar míseis ar-terra. Dois lançadores triplos de torpedos leves, um de cada lado e as baterias de mísses de lançamento vertical. Tudo é exatamente… Read more »
Olá Camargoer, concordo.
Inicialmente tbm achei a configuração muito “econômica”, hoje vejo que apesar dos problemas pelo menos temos um navio “completo”. As F200 irão conseguir operar com algum grau de competitividade na guerra de superfície, submarina e anti aérea. Talvez não seja perfeita em tudo, mas vai ter alguma chance. Outros projetos como as FFX e as Type 31 não.
Vale lembrar que as FFX e T31 não serão os principais meios em suas respectivas marinhas .
.
Longe de criticar a ^Tamandare^ mas talvez este ^grau de competitividade^ não seja tão significativo ainda mais quando comparado a fragatas consideradas combatentes de primeira linha como a ^FREEM^ francesa.
Sim, longe das Type 31, Tamandaré e FFX serem primeira linha. Mas tbm discordo dessa visão que essas fragatas vão ser apoiadas por um meio mais capaz…
Em algum momento uma FFX pode ser pega em apuros sozinha.
Olá Tutu.
Talvez mais importante que um navio levar 12 ou 24 míssei VLS é a capacidade de comunicação e integração dos barcos para atuarem como um sistema integrado.
Há alguns dias, discutimos este conceito para Navios de Patrulha Oceãnica. Suponho que as FCT possuem uma capacidade superior de atuar em rede, como os Gripen também fazem
Não entendo nada de Fragata, mas acho essas antenas/Radares da Tamandaré tão baixas em comparação as Fragatas de mesmo peso, agora mesmo têm a Fragata de Defesa e Intervenção Amiral Ronarc’h (D 660) em Belém , antenas bem altas.
Corvetinha fofa!
A MB deveria substituir os A-4s por um pequeno lote de Gripens E/F com foco no emprego anti-navio, armados com RBS-15. Isso sim seria projeção de poder sobre o Atlântico Sul e até o mesmo o Caribe.
O Caribe iria exigir reabastecimento em vôo dado o raio de combate só não sei quanto e com quantos KC 390 e o que seria um ^pequeno lote^ partindo do principio que sempre haverá unidades em manutenção e treinamento para se ter um número minimamente significativo disponível?
Tenho dúvidas sobre a necessidades de MB ter um esquadrão de Gripens para fazer o que a FAB pode fazer. Parece uma dispersão de recursos
Pelo menos temos certeza que até 2029 as 4 contratadas estarão na ativa, dando o devido descando as unidades de Fragatas já antigas e cansadas da MB, será que a MB vai manter a corveta restante da Classe Inhaúma ( após 2030)?a Barroso ainda aguenta uns 20 anos,pena que não recebeu toda a modernização imaginada.
Olá,
Pelo que acompanhamos, a Julio de Noronha (V32) dará baixa junto com as Niteróis remanescentes. Acho que so vai ficar a Barroso (V34) quanto as quatro FCT estiverem operacionais.
O problema é que a comunicação social da MB (e de todo o MD) é ruim. O que sabemos são coisas de 2 ou 4 anos atrás.
Camargo a ideia é que as 3 ^Niteroi^ mais novas e que passaram por revitalização mais recente, ^Liberal^, ^Independencia^ e ^Uniao^ permaneçam em serviço até depois de 2030 com a relativamente jovem – porém não modernizada. – ^Barroso^.
Verdade comunicação ruim,essas 4 mais a Barroso, substitui em qualidade o que temos hoje em relação a força de defesa/ataque , mas nao em quantidade ,litoral imenso,numeros grandes de fragatas/Corvetas/Patrulhas são necessários, com 8 mais a Barroso, chegamos ao numero mínimo aceitavel para . O Ideal ,mínimo também, seriam 2 bases navais com Fragatas/corvetas, a Base no Norte é uma necessidade,não um luxo, nesse caso poderia ser uma força menor , 2 fragatas de um 3° lote e a barroso já dariam um caldo, ahh mas é caro construir uma base do zero ….olha Belém já têm uma Base com… Read more »
Nao precisa disso nao. Para perseguir navios pesqueiros ja está bom demais. Só servem pra isso mesmo.
Até que enfim as imagens em 3 vistas, agora faço minha maquete!