HMS Prince of Wales

HMS Prince of Wales

O Reino Unido acelerou o nível de prontidão operacional do porta-aviões HMS Prince of Wales (R09), reduzindo o prazo de mobilização da embarcação de 10 para 5 dias diante do aumento das tensões no Oriente Médio. A medida foi tomada após avaliações de segurança do governo britânico e reflete a possibilidade de um eventual desdobramento da embarcação para apoiar operações na região.

De acordo com autoridades de defesa britânicas, equipes da Royal Navy foram colocadas em alerta para acelerar a preparação do navio na base naval de Portsmouth. A redução do tempo de aviso significa que a manutenção, a verificação de sistemas e a mobilização da tripulação precisam ser concluídas em um prazo significativamente menor para permitir uma resposta rápida caso o governo decida enviar o navio para o teatro de operações.

O movimento ocorre em meio à escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que já provocou ataques com mísseis e drones em várias partes do Oriente Médio. Autoridades britânicas afirmam que a prontidão do porta-aviões visa garantir que o país possa reforçar rapidamente sua presença militar ao lado de aliados, caso a situação regional se deteriore ainda mais.

Se mobilizado, o HMS Prince of Wales, navio-capitânia da Marinha britânica, poderia liderar um grupo de ataque aeronaval composto por destróieres, fragatas e submarinos, além de operar caças furtivos F-35B e helicópteros de guerra antissubmarino. Com cerca de 65 mil toneladas de deslocamento, o navio é um dos principais instrumentos de projeção de poder militar do Reino Unido e peça central da estratégia naval britânica para operações expedicionárias e missões da OTAN.

Autoridades do Ministério da Defesa britânico afirmaram que nenhuma decisão final de envio foi tomada até o momento, mas ressaltaram que o aumento do nível de prontidão demonstra a capacidade do Reino Unido de reagir rapidamente a crises internacionais e de apoiar aliados em um cenário de crescente instabilidade regional.■


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Luiz Ferreira

Passaram mais tempo em reparos do que em atividade.

Fábio CDC

“Passaram mais tempo em reparos do que em atividade.” – Royal Navy, navio usado, dificuldades de manutenção, problemas diversos… = Marinha do Brasil, histórico de compras de navios usados da RN, MB aqui e ali comprando navios novos ou usados… = Diria que é questão de tempo até tê-lo em nossas águas para substituir o São Paulo como novo sorvedouro de escassos recursos da nossa Armada mal-armada.
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Não é rogando praga, de forma alguma. Apenas uma observação que pode concretizer-se a longo prazo. Deus queira que não mas…

Dalton

Recordar é viver como se diz. . Em 1999 depois de anos de atraso o N Ae francês Charles de Gaulle partiu para testes de mar e descobriu se que o convés de vôo angular precisaria ser estendido. . No ano seguinte após novos testes uma das hélices quebrou obrigando o NAe a retornar ao estaleiro quando hélices inferiores foram colocadas diminuindo a velocidade máxima em 2 nós. . Finalmente no fim de 2001 foi certificado para missão , mas antes um vazamento de radiação teve que ser reparado mas já em 2007 o ^CdG^ retornou ao estaleiro para revitalização,… Read more »

Last edited 3 meses atrás by daltonl
Artemis

O problema é que os defeitos anteriores do CDG eram pontuais , estes 2 PAs possuem um defeito de conceito , de projeto de função ! Um mostro mais pesado que oCDG ,movido a óleo.
A Inglaterra vive seus últimos momentos , 60% das crianças de 0 a 11 anos são ou pastuns ou hindu ou bengale !

Last edited 3 meses atrás by Artemis
Flávio Henrique MCO

Não vejo problema em ser de propulsão convencional pelo contrário para se ter uma capacidade de reposição e de reparo em tempos de crise/conflito é o ideal, se seu inimigo for no mesmo nível e/ou ter a capacidade de afunda-lo, agora se for para alguém que não tem a capacidade de ameaçar seu CSG um nuclear faz muito sentido…

Nuclear só faz sentido para o 1° dia de guerra ou em submarinos (mais fácil deles se esconder)…

Dalton

Os franceses não estão contentes com o tamanho do ^CdG^ tanto que o substituto será muito maior mais em linha justamente com os 2 NAes britânicos mas apenas um será construído justamente pelo maior custo de aquisição e manutenção. . Eventualmente o f 35 será atualizado para o ^Block 4^ e as grandes dimensões dos NAes permitirão o embarque de futuras aeronaves não tripuladas além de terem sido concebidos para atuar se necessário como ^LHAs^ com grandes aeronaves de transporte helicópteros de ataque como o ^Apache^ e um número menor de F 35Bs. . Ter 2 também significa que normalmente… Read more »

Marcos

“A Inglaterra vive seus últimos momentos , 60% das crianças de 0 a 11 anos são ou pastuns ou hindu ou bengale !” Essa informação não é verdadeira. Trata-se de um dado incorreto que não condiz com as estatísticas oficiais do Reino Unido ou da Inglaterra. Os dados mais recentes do Censo de 2021 e das estatísticas escolares do Departamento de Educação (DfE) de 2024/2025 mostram um cenário demográfico bem diferente: 1. Demografia Geral de Crianças (0 a 15 anos): De acordo com o Censo de 2021 para a Inglaterra e o País de Gales, a distribuição étnica de crianças… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Marcos
Alecs

Os canhotinhos tiram informação da mídia vermelha que inventa dados e tentam ganhar no grito.

Wagner Figueiredo

Pq o ” nosso” porta aviões tá indo pra la?!?! Rsrsrs

Victor Hugo

kkkk.

Antonio

Kkkkkkkkkkkkk

Jagder

Molusco poderia enviar a Tamandaré para lá. Ajudar os Aiatolás.

Adriano Madureira

respeite mané! Só uma Tamandaré iria danificar boa parte da esquadra deles…

Mandaríamos nosso majestoso navio NAM atlântico, com nossos H225M com tecnologia Stealth, juntamente com nosso poderoso 72º BIMtz , não iria sobrar Ranger, Delta, Navy Seal, Boina verde para contar a história.

Todos iriam cair perante nossos FN FAL 7,62!

Last edited 3 meses atrás by Adriano Madureira
Antonio

Ainda seria melhor que o IA2

Iran

Tacou o pobi do FAL pra bosta kkk, melhor que o IA2

Artemis

Vão com carinho , não forcem muito e não levem os F35B , senão o prejuízo será maior !

Dr. Mundico

Enquanto isso o governo italiano cede gratuitamente a Indonésia o porta-aviões desativado Giuseppe Garibaldi.
Após reforma, será usado como porta-drones pela marinha da Indonésia.
Apenas durante o ano de 2025 a marinha italiana gastou 5 milhões de euros com energia elétrica, manutenção e vigilância do Garibaldi e sua doação ajudará a preservar os combalidos cofres do governo.
A doação está incluída num pacote que inclui a encomenda de 6 submarinos fabricados pelo estaleiro italiano Drass e 24 aviões de treinamento fabricados pela italiana Leonardo.
Fonte :
https://bari.corriere.it/notizie/cronaca/26_marzo_07/la-nave-garibaldi-ceduta-all-indonesia-operazione-in-chiusura-la-delusione-di-taranto-addio-al-museo-cancellata-la-storia-5043e6de-de12-4366-9b4e-78930c886xlk.shtml

Vitor Botafogo

Por onde anda o PA Queen Elizabeth? Depois que ela se foi encostaram?

Dalton

Conforme noticiado encontra-se em manutenção e recebendo melhorias.

Manus Ferrum

O inglês médio não esta com o mínimo desejo de participar de mais uma guerra iniciada pelos EUA no Oriente Médio para acudir o pais criminoso de Israel.

Last edited 3 meses atrás by Manus Ferrum
Fernandão

“Ain, maix a uropa não quer entrar em guerra” Dizem os “especialistas”.

Como são inocentes, né? Se não quisessem guerra, a OTAN teria deixado de existir após o fim da União Soviética.

Essa aliança só tem um objetivo, e não é a garantia de paz nenhuma.