Iran sea mine art

Agências de inteligência dos Estados Unidos identificaram sinais de que o Irã pode estar preparando a colocação de minas navais no Estreito de Hormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo, segundo informações divulgadas pela emissora CBS.

De acordo com o relatório, analistas americanos detectaram indícios de movimentações iranianas relacionadas ao possível posicionamento de minas nas rotas de navegação do estreito. Pequenas embarcações seriam usadas para transportar e posicionar esses artefatos explosivos nas águas da região.

Rota vital para o comércio global

O Estreito de Ormuz liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e é responsável pela passagem de cerca de 20% do petróleo transportado no mundo, tornando-o um ponto crítico para a economia global e a segurança energética.

Desde o início do conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel no final de fevereiro de 2026, o trânsito de navios pela região tem sido drasticamente reduzido. Dados de monitoramento marítimo indicam que o fluxo de embarcações caiu rapidamente, com muitos navios permanecendo ancorados fora do estreito para evitar riscos.

 

Uma equipe de abordagem do USS Lasalle inspeciona minas a bordo do navio iraniano Iran Ajr no Golfo Pérsico em 21 de setembro de 1987

Risco de escalada militar

Especialistas alertam que o uso de minas navais poderia representar uma escalada significativa do conflito, já que esse tipo de armamento pode bloquear rotas marítimas por longos períodos e exigir operações complexas de desminagem naval.

Autoridades militares norte-americanas já discutem medidas para proteger o tráfego marítimo e garantir a segurança da navegação, incluindo a possibilidade de operações de escolta para petroleiros que transitem pelo estreito.

Impacto nos mercados de energia

A possibilidade de mineração das rotas marítimas já provocou forte reação nos mercados energéticos, com investidores temendo interrupções prolongadas no fluxo de petróleo proveniente do Golfo.

Um bloqueio efetivo do estreito poderia provocar um dos maiores choques energéticos globais das últimas décadas, devido à dependência do comércio internacional de petróleo dessa rota estratégica.■


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Sérgio Santana

Nada que as marinhas ocidentais não detectem e resolvam de primeira

Sergio Machado

Tem que avisar que é ironia ou tem uns que irão concordar e se assanhar.

Leandro Costa

Aí quando eu falo, não acreditam.

carvalho2008

pois é…esta conta não foi bem feita não….. os EUA tinham um plano de em 2-5 dias, erradicar os misseis, industrias bélicas e Usinas …de forma limpa e avassaladora…. conseguiram de forma avassaladora….mas não limpa….pois da mesma forma que foram extremamente eficazes em atacar….foram ineficazes em se defender…ou seja, os contra ataques foram muito fortes e comprometeram sua infraestrutura de bases terrestres…. com efeito secundário…paises amigos podem estar repensando se valeu a pena emprestar territórios para estas bases pois os EUA não conseguiram protege-los adequadamente…isto aí é o mais complicado de tudo…afinal, eu faço a aliança e terceirizo minha defesa… Read more »

Leandro Costa

Eu concordo em partes. Parafraseando palavras que escuto militares e ex-militares Americanos falando sempre ‘somos ótimos em entrar, mas somos péssimos em sair.’ Acredito que eles conseguem destruir tudo quanto é tipo de infra-estrutura e meio mjlitar Iraniano, inclusive locais de fabricação, montagem, armazenagem de mísseis, drones, ou o que quer que seja. Podem atrasar o programa nuclear Iraniano em mais X anos ou o que for. Mesmo que sobre um resquício super guardado, até atingirem o mesmo nível de produção para todos os elementos, mesmo feitos no próprio Irã, é um processo demorado. Fosse esse o objetivo já daria… Read more »

João Moita Jr

‘somos ótimos em entrar, mas somos péssimos em sair.’
Assino embaixo.

Rodrigo

Tem aquela ilha tb onde é refinado 90% do petróleo iraniano, se EUA e Israel atacar aquilo Irã morre.

Tutu

Ai os clientes do Irã (China) vão cair para o mercado mundial, é isso é ruim aos interesses dos EUA.

Artemis

Os viciados já pediram para Israel dar um tempo !

Adriano Madureira

Eles não conseguem pôr a coleira no seu MadDog comedor de Faláfel

Artemis

Os cara realmente causam pavor nós beduínos kkkk, por isso promovem assassinatos deles quando ainda são crianç@$ !

Last edited 2 meses atrás by Artemis
Fabio Araujo

É a forma mais simples do Irã negar o uso do estreito, pequenos barcos e submarinos lançando minas, as forças americanas e as outras marinhas na região podem conseguir limpar um corredor seguro livre de minas mas vai dar trabalho!

Angus

Apesar de ser a forma mais simples, fechar o estreito com minas parece um medida “chutar o pau da barraca”, devido as consequências para o comércio mundial e eventual crise que afetara praticamente todos os países, inclusive eventuais “aliados”.

Se eu fosse um estrategista iraniano talvez pensaria em fazer a mesma coisa, porém a aposta é alta, pois deve levar o conflito a outro patamar.

Dr. Mundico

Nem precisava a inteligência investigar nada, é óbvio que minar o estreito é o primeiro recurso do Irã numa guerra.
Não se trata apenas de fechar a saída mas também a entrada de qualquer coisa.

Adriano Madureira

O Irã já deveria ter pego alguns navios velhos e afundado na passagem do estreito, mas esses não conseguem nem acertar um bom alvo de oportunidade, que dirá fazer algo com, isso.

Leandro Costa

Se o Irã fizer isso vai estar dando um tiro no pé. O Estreito é por onde passa algo em torno de 85% ou mais, da receita do Irã.

sub urbano

Fiz um teste. Perguntei a 3 inteligencias articiais, a IA do google, o Grok do twitter e o deepseek chines.

A pergunta foi a seguinte: “Quanto tempo a USNavy levaria para desarmar 12 minas navais espalhadas pelo Estreito de Hormuz?”

Nao vou contar a resposta para vcs. Podem fazer a mesma pergunta e vejam o resultado.

Em tempo, só 12 minas… kkk

Aéreo

Se a guerra é pela mudança de regime, é legitimo que o regime use todos os meios para se manter. Achei que a área já estivesse minada inclusive. É algo relativamente simples e barato a ser feito. O que mais o Irã tem a perder?

André E.

É a saída que o Irã tem pro mar. Eles precisam ser prudentes, porque senão ferram também o lado deles.

J R

Não sei se continua simples, os EUA destruiram uma porção navios e barcos menores da marinha deles, tem que ver o que sobrou e a capacidade de fazerem isso sem serem destruídos pelos aviões americanos.

Aéreo

Isso é fato, teria que ter sido feito uns dias antes.

juggerbr

Se o Trump não resolver isso muito rápido, em Novembro perde as casas Legislativas, e aí, a coisa fica feia pra ele… Capaz de ser o primeiro presidente derrubado num impeachment desde tempos imemoriais…

Leandro Costa

Podemos torcer, mas acho que o Vance seria uma escolha ainda pior. Os democratas ganhando a maioria no legislativo é conseguirem amarrar as mãos de Trump. Isso seria positivo.

Luciano

Penso por aí. O vice dele é mais imprevisível e e mais próximo ainda da galera que usa chapéu de alumínio!

Abymael

Olha, eu não duvido que essa sucessão de burradas do Laranjão acabe por aumentar a popularidade dele e os republicanos ganhem de lavada essa eleição. É que eleitor típico dele é tão burro e tapado, assim como o próprio, que é provável que até ache o máximo ele agindo dessa forma, posando de imperador da galáxia e governando o seu império por meio de bravatas em suas redes sociais. Foi o que ocorreu aqui: após quatro anos relinchando na presidência, o sujeito aquele, que hoje vê o sol nascer quadrado, aumentou(!) o seu número de eleitores (e bastante). Eu não… Read more »

J R

não sei não, os MAGAS estavam fartos de guerras americanas, eles não são contra operações como a da Venezuela, mas se essa merda no Irã se prolongar e os EUA tiverem que entrar com tropas no solo, o laranjão pode dar adeus ao apoio dos caipiras.

JuggerBR

Acho difícil, porque essa crise aumenta o preço da gasolina, e isso é impopular demais, não importa quem esteja sentado na cadeira do POTUS.
E tem aquela frase famosa, dita por um estrategista político do Clinton: – É a economia, estúpido…

Sergio Machado

Informação com certo delay. Já está em curso o processo de minagem.
A dúvida, quase que meio retórica: como os china concordaram? A essa altura parece claro que nenhum passo do Irã é feito sem coordenar com Rússia e China.