Fragatas australianas classe Hunter terão ligação direta ao sistema de defesa antimísseis Aegis dos EUA
Renderização mais recente da classe Hunter
A futura geração de fragatas da Marinha Real Australiana (RAN), da classe Hunter, passará a contar com uma ligação direta ao sistema de defesa antimísseis Aegis, ampliando a capacidade de integração dessas embarcações com forças navais aliadas, especialmente com as dos Estados Unidos.
A integração será possível graças a uma atualização da interface tática Synapsis, desenvolvida pela empresa alemã Anschütz, que permitirá que as fragatas operem conectadas à arquitetura de combate do sistema Aegis. Com isso, os navios poderão compartilhar dados de combate e participar da rede de engajamento de mísseis utilizada por diversas marinhas aliadas.
Segundo informações divulgadas em março de 2026, a nova configuração permitirá que dados de sensores, a designação de alvos e os comandos de disparo circulem entre o sistema de comando do navio e a rede de controle de fogo do Aegis. Isso possibilita, por exemplo, que uma fragata lance um míssil com base em informações de sensores fornecidas por outro navio da força-tarefa, reforçando a defesa aérea e antimísseis de toda a formação naval.
Integração com a frota australiana
A Marinha da Austrália já opera o sistema Aegis em seus destróieres da classe Hobart, incorporados entre 2017 e 2020. A integração do sistema também nas fragatas Hunter permitirá maior interoperabilidade entre os navios da própria frota australiana e com aliados que utilizam o mesmo sistema de combate.
O programa Hunter-class, baseado no projeto britânico Type 26, prevê a construção de seis fragatas destinadas a substituir gradualmente os navios da classe Anzac. As embarcações estão sendo construídas no estaleiro de Osborne, no sul da Austrália.
Navios focados em guerra antissubmarino
om deslocamento superior a 8.000 toneladas e cerca de 150 metros de comprimento, as fragatas Hunter foram projetadas principalmente para missões de guerra antissubmarino, mas também contarão com capacidades avançadas de defesa aérea e combate de superfície.
Os navios deverão operar com sistemas como o radar de varredura eletrônica CEAFAR2, sonar de casco e sonar rebocado para detecção de submarinos, além de um sistema de lançamento vertical Mk-41 capaz de disparar diferentes tipos de mísseis antiaéreos.
A entrada em serviço da primeira unidade da classe está prevista para o início da década de 2030, reforçando a capacidade naval da Austrália em um cenário estratégico cada vez mais competitivo no Indo-Pacífico.■



A IA irá tornar a integração de software muito mais fáceis e baratas.
Espero que seja bom, porque o navio bem feio, parece os britânicos desaprenderam a fazer um Design elegante.
A Type-26 é bonita, essa versão Australiana que ficou horrenda
Não interessa se e feia ou bonita, mas o que ela exerce, entrega como belonave em defesa do mar territorial.
😲 Quem foi o herege que botou aquela cúpula facetada na classe Hunter? Tem que chicotear um camarada desses em praça pública 🤪
Kkkkkk
Parabéns Austrália. Sempre do lado certo. Continue assim.
Isso sim que são Fragatas, deslocamento de 8.000 toneladas.
Não, os destroyers Meko 100 encomendados pela MB.
Tenho inveja de países como Austrália, Turquia, Egito