Brasil não pode abrir mão do submarino nuclear nem ceder à pressão internacional, diz almirante responsável pelo projeto
Visão em corte simplificada do Submarino Nuclear Convencionalmente Armado (SNCA)
Brasília, 31 de março de 2026 — O almirante Alexandre Rabello, chefe da Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), afirmou, em entrevista exclusiva à BBC News Brasil, que o Brasil não pode abrir mão do submarino nuclear e que informações sensíveis do projeto não devem ser reveladas a organismos internacionais, mesmo diante das pressões da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). O projeto, que completa 47 anos em 2026, enfrenta uma batalha dupla: por recursos no front doméstico e por soberania no front diplomático.
Um projeto de R$ 40 bilhões e data de entrega incerta
O submarino nuclear brasileiro ainda não chegou perto do mar. Desde 2008, o Brasil investiu aproximadamente R$ 40 bilhões no programa — que também inclui a construção de quatro submarinos convencionais e de um estaleiro em Itaguaí, no Rio de Janeiro. A data de conclusão original, prevista para 2024, foi adiada para 2033 e, agora, para 2037.
“Não vejo risco do projeto ser paralisado, mas, se o nível de investimento for mantido, o ritmo aponta para mais tempo de execução. É contra isso que temos batalhado”, afirmou Rabello.
A Marinha pediu R$ 1 bilhão no orçamento de 2026 para evitar interrupções. Segundo o almirante, caso o aporte necessário não seja assegurado, um novo atraso é inevitável. “À medida que você precisa de X e recebe X menos alguma coisa, terá que ajustar.”
Como o projeto funciona hoje

Atualmente, técnicos civis e militares concentram esforços na montagem do Laboratório de Geração Nucleoelétrica (Labgene), em Iperó, no interior de São Paulo. Ali será construído em terra um protótipo do reator e do sistema de propulsão para testes de eficiência e segurança. A meta é colocar o reator em funcionamento nos próximos cinco anos e iniciar a construção do casco em 2027, com o lançamento previsto para 2037.
O Brasil já detém quase toda a tecnologia necessária: jazidas de urânio, capacidade de enriquecimento, transformação em combustível e um projeto nacional de reator. O submarino será armado apenas com torpedos convencionais — não com mísseis nucleares —, em cumprimento ao Tratado de Não-Proliferação (TNP).
A batalha com a AIEA: o que é inegociável
A agência internacional exige que o Brasil aceite inspeções para garantir que o projeto não seja utilizado para fins bélicos nucleares. O diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, já defendeu publicamente um regime rígido de fiscalização, incluindo o acesso ao próprio submarino e a adesão a protocolos adicionais de inspeção.
Rabello disse ser pessoalmente contrário a assinar esses protocolos. “Aquilo que compromete a defesa do Brasil não pode ser negociado nem aceito pelo país”, afirmou. O almirante reconhece que um consenso é obrigatório, dado o compromisso brasileiro com o TNP, mas defende que a negociação se limite ao necessário para comprovar o caráter pacífico do programa. “É uma questão de negociar até onde a gente pode mostrar.”
Segundo ele, o Brasil já permite inspeções da AIEA em suas instalações em Iperó — algo incomum em programas nucleares militares. “O Brasil é um dos poucos países que disponibilizaram suas instalações militares para inspeções da AIEA.”
Ataques cibernéticos e espionagem
Rabello confirmou que o programa já sofreu tentativas de invasão cibernética, embora sem comprometimento de informações sensíveis. “Já identificamos. Nem todas são tão intrusivas. A maioria são tentativas semelhantes às que ocorrem no sistema financeiro.” Segundo ele, as ameaças não foram atribuídas a Estados, mas a atores não estatais.
Por que o submarino é ainda mais necessário agora

Diante da instabilidade geopolítica gerada pela guerra na Ucrânia e pelo conflito no Irã, Rabello avaliou que o projeto ganhou relevância estratégica. “O mar é a nossa fronteira mais vulnerável. Dispor de um elemento que traga alguma forma de dissuasão, como é o caso do submarino nuclear, traz ao projeto uma relevância maior num mundo cada vez mais instável.”
O almirante defendeu que o Brasil deveria ter ao menos três submarinos nucleares — número que permitiria manter sempre pelo menos um em operação. Quanto à nova política de segurança nacional americana, que aponta para reforço da influência dos EUA no hemisfério ocidental, Rabello disse reconhecer as preocupações políticas, mas classificou os EUA como “parceiros seculares” da Marinha brasileira.
“Não faz sentido pensarmos em orçamentos absurdamente vultosos para a defesa do Brasil, considerando outras necessidades do país, mas precisamos ter uma capacidade mínima de dissuasão”, concluiu. “O Brasil não pode abrir mão dessa tecnologia e desse ativo militar.”■


É um absurdo o quanto já se gastou neste projeto, mas seria um absurdo ainda maior desistir. Vamos em frente, de preferência gastando de maneira mais eficiente.
Se cortassem os gastos com cerimônias, não precisaria pedir 1 bi
Errado, foi gasto muito pouco nesse projeto que é crucial, pesquisa e desenvolvimento de submarinos nucleares é uma coisa cara por natureza, e a apesar das minhas críticas a MB pelos vários que ela comete, o projeto do sub nuclear é um projeto que vem sendo bem administrado.
Já que embarcamos nessa ideia de Sub Nuc, com o devido trocadilho…., deveríamos ter o esforço 01 do MD nesse meio. Para já termos um grande meio dissuasório.
Depois dele, ao mesmo tempo, o Gripen e o Astros 2020.
Sem contudo, não deixar de também acelerar a compra/desenvolvimento de drones.
Depois, pra MB, as escoltas e NaPaOc etc. Pro EB, Art AAe, SISFRON, Bld etc. Pra FAB, KC-390.
A MB cometeu e comete vários erros colossais de planejamento, e antes que comecem o argumentum ad hominem não é preciso, figurativamente falando, ser cozinheiro para avaliar a comida e a organização de um restaurante … basta ser cliente …
Isto posto, a despeito da desorganização e péssimas escolhas de “cardápios navais” nas últimas décadas, o submarino nuclear e seu projeto não pertencem a nenhum desses erros recorrentes da MB. Talvez, se mais organizada e eficiente, a MB já o tivesse e uma esquadra de águas azuis, fazendo jus a esse nome, mais bem equilibrada.
1- Silencio. O assunto não deve atrair qualquer atenção. 2- Do esforço já desprendido, atualize as lições aprendidas e preserve as documentações devidamente guardadas. 3- Restrinja o acesso às informações ao mínimo necessário. 4- Use a tecnologia exclusivamente para fins civis para validação, verificação e aperfeiçoamento. Enquanto isso: 1- Usar os recursos da MB para ampliar a quantidade de: investimento em tecnologias autônomas, principalmente submarinas submarinos convencionais (+4 min) fragatas (+4 min) navios-patrulha 2- Encerrar asa fixa 3- Investir em tecnologia UAV nacional Reconhecimentos importantes O SubNuc é um recurso fenomenal. Beira o indispensável, no que se refere às suas… Read more »
Os Estados Unidos da América nunca, jamais vão permitir que um amontoado de território bananeiro, em seu quintal, possua uma arma dessa magnitude! Nunca! Jamais! Em tempo algum!
Acordem senhores!
Isso de forma alguma vai sair do papel!
Aceitem que dói menos…
Você acha que a Embaixada americana de 5 bilhões sendo construída em Brasília pra que?
Espião americano infiltrado em todos órgãos do estado brasileiro.
Olha quem esta por trás do roubo do vírus modificado da unicamp !!!
https://www.facebook.com/100064446139639/posts/1352122543612604/?app=fbl
Fonte: Facebook kkkkkkkkkkkkkkkk
A notícia está em todos os lugares,só você procurar é ler.
Não entre na minha cabeça como podem achar que um Álvaro Alberto seria mais útil para prover a negação do uso do mar na “Amazônia azul” do que três ou quatro Riachuelos adicionais. Temos que lembrar que, em meios navais, quem tem um não tem nenhum. Todo navio militar passa pelo ciclo Treinamento/instrução – operação – manutenção. Assim, em boa parte do tempo, o Alvaro Alberto estaria publicamente fora de operação e assim sem oferecer nenhuma capacidade de dissuasão. Basta o adversário hipotético esperar esse momento para se mover. Sem falar que a vantagem do SSN é seu alcance e… Read more »
Ficou provado na guerra contra o Irã que uma familia de míssil balístico de curto,médio e longo alcance e drones é a única maneira de causar baixas devastadoras para uma potencia estrangeira invasora.
O brasil ja era pra ter desenvolvido o míssil balistico de defesa costeira tipo k-300 bastion.
Os EUA nunca tiveram a menor intenção de invadir caso contrário teriam deslocado para lá algo similar do que quando da invasão ao Iraque em 2003. . Uma invasão de fato exigiria antes um bombardeio de tal intensidade que danificaria talvez irremediavelmente a capacidade petrolífera não apenas do Irã mas dos demais países vizinhos que sofreriam retaliação por parte do Irã com consequências inimagináveis ainda mais se usinas de dessalinização fossem destruídas também. . Some-se a isso, um grande território e população e se verá que mísseis e drones foram importantes para manter o regime mas não necessariamente nesse caso… Read more »
Como disse o mestre, o projeto SubNuc é o melhor projeto da MB, se preocupe com a lavanderia que tem no Congresso, com a banca de corrupção no judiciário, estados e municípios e verá que o Brasil tem recursos de sobra.
O Álvaro Alberto não será mais capaz que 4 Riachuelos, mas esta nunca foi a ideia, ele é um protótipo, o primeiro submarino nuclear da marinha e servirá mais como uma escola para que a mesma aprenda a utilizar e cuidar deste tipo de vetor do que como arma de guerra, antes de pensar em adquirir mais unidades é preciso que a marinha entenda o que ele pode e não pode fazer, quais as necessidades e dificuldades de operação, possíveis erros de projeto que precisam ser sanados, etc. A marinha americana contruiu um único Nautilus com este mesmo intuito, entender… Read more »
Todo projeto dessa vergadura tem como premissa de ser uma questão politica de estado … depende muito de uma questão política …se não houver uma sabotagem como já aconteceu ..o Brasil vai ter o seu submarino nuclear.
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Se a população brasileira querer e pressionar os seus políticos…desde que não seja entreguista …vai ter uma força armada seria e respeitada e uma nação soberana …basta vê exemplos que vem do oriente.
A sabotagem vem de grupos políticos recentemente teve episódios em oferecer a Amazônia para ser exploradas por agentes estrangeiros.
Inacreditável terem gasto $40 bilhões e o submarino nuclear só ficar pronto em 2037. Pior custo/benefício do mundo. Com o mesmo valor daria pra comprar quantos IKL? 20, 30, 40? PROSUB custou a MB uma esquadra.
40 Bi é o PROSUB todo, incluindo a parte do subnuc, Labgene, instalações, Estaleiro, capacitação profissional, etc
Entendo, mas mesmo assim a conta não fecha, repito 40 bi é uma esquadra moderna nova
É o famoso “e se”, e se tivessem dado continuidade as Niteróis e aos subs IKL?
Pois é.. SE o quadrado fosse redondo, o cubo mágico seria uma esfera… eu continuo repetindo
se a economia dos anos 80-90 não tivesse sido ruim talvez poderia ter ocorrido
E se economizassem cortando Houanet , pé de meia , penduricalhos do judiciário, aposentadoria compulsória para juiz vagabundo , …………………………………………………o ladrão que pilha este país usa as duas mãos, direita e esquerda !
previsão 2037…como estamos no Brasil pode colocar mais uns 10 anos ou mais
Olha, eu estou começando a perder a paciência, especialmente com a Marinha. Como são passa pano dos yanks, PQP, mesmo sabendo que são eles o maior ativo e os mais interessados, na tentativa de barrar nosso programa nuclear. Não estou sugerindo quebrar os pratos com os norteamericanos, mas pelo amor de Deus, o Brasiil em primeiro lugar. Não deveriam nem mencionar eles, em entrevistas depois de sermos sabotados e chantageados comercialmente, com a intenção de se meter nos nossos assuntos internos. Segundo as pesquisas, a maioria da população é contra as ações dos EUA contra o Brasil, imensa maioria, aí… Read more »
Amigo, vc está confundindo as bolas, a MB é um orgão do Estado Brasileiro, esse último é o cara que tem que conduzir a parte diplomática. A MB é a execução. Mas se vamos bater de frente será que hoje temos cacife? Vide o Guerra do Golfo o que está ocorrendo com nossos combustíveis.
Não é bater de frente, é ignorar e não puxar o saco de quem está nos ferrando. Aliás, o bilhão que a MB precisa, ficou junto com várias demandas do povo brasileiro, nas taxas do Trump.
ára vc os problemas do Brasil são por causa das taxas do TrumP????
E pra ti, o cara que ferra teu país, é um doce de pessoa?
Ein ???
O que está ocorro com nossos combustíveis (diesel) é a nossa incapacidade para refinar o petróleo que extraímos.
ocorrendo
Demorou chorar ! Não entendeu até agora (,47anos depois do início do projeto ) que o problema é exclusivamente doméstico !Dificuldade técnica, má vontade e falta de grana , vc ainda não colocou grades na janela e insiste em culpar o boto cor de rosa pela gravidez inexplicável , ou isto é apenas uma costumas planfetagem criminosa comum a esquerda ?
Pode ser.
Fato. O IPEN (de onde vem nosso conhecimento) é sabotado desde os anos 1960.
Se a base de submarinos fica em Itaguaí/RJ…por que a construção do reator acontece em Iperó/Sorocaba/SP?
Cara , Iperó é onde tudo começou, toda estrutura física e de suporte a multiplicação do saber está na região, ou seja ; tá lá por questões históricas , práticas e econômicas , tem que enforcar é o mané que levou a base para o Hell de Janeiro , Iperó tá no lugar certo desde sempre ! O IPEN tá sofrendo sabotagem desde sempre , sabotagem doméstica, sabotagem feita pelos amantes do diesel/ elétrico !
1986.
O IEA/IPEN existe desde 1960.
Se eu fosse um sabotador amerciano, vendo os custos do PROSUB, e do Álvaro Alberto, iria fazer propagando/sabotagem/lobby era pra construir mais submarinos nucleares em detrimento de outros meios navais
O que mais me chama a atenção é que hoje só existe um “projeto de reator nacional”, que ninguém sabe se vai conseguir ser concluido e se for concluido ninguém sabe se terá o desempenho adequado.
Ou seja, ainda existe o risco de em 2037, depois de bilhões gastos, o submarino não ter o reator.
Ninguém questiona a necessidade de um submarino nuclear, como arma estratégica, mas como uma Marinha que não tem 8 fragatas minimamente modernas acha que daqui “10 anos” terá submarino nuclear?
O título é tendencioso e tenta colocar palavras na boca do almirante, que não disse que o Brasil está submetido a pressão internacional, apenas que o diretor-geral da AIEA quer assinatura de protocolos inviáveis ao Brasil. De mais a mais, esse atraso todo é explicado pelo próprio almirante como de origem interna, e todos sabemos o que é: desinteresse e corrupção, ambos de origem política.
É como se tivéssemos gasto algo equivalente a um subnuc classe Columbia e não há sequer previsão de finalizar.
Caro Almirante, vamos ter um “papo” reto aqui… Quais empresas nacionais estão neste momento recebendo recursos para desenvolver os seguintes sistemas? Turbogeradores Geradores auxiliares Bancos de baterias Sistemas de distribuição Navegação inercial Sistemas de controle de leme e hidroplanos Sonar principal Sonar de flanco Sonar rebocado Periscópios/optrônicos Sistemas de suporte a guerra eletrônica Sistemas de lançamentos de torpedos Torpedos pesados Sistema de Combate Sistema de ar comprimido Geração de oxigênio Remoção de CO₂ Controle de temperatura e umidade Dessalinização de água Tratamento de resíduos Revestimento anecoico Sistema de Comunicação HF Sistemas de Comunicação VHF/UHF Sistema de comunicação por satélites Boias… Read more »
Existem impedimentos maiores. A unidade radiológica em Itaguaí não existe.
O Labgene é apenas um protótipo. Se funcionar, se for viável, deve ser reproduzido (a construção) em Itaguaí.
Se o submarino movido a propulsão nuclear não transportando armas nucleares existir no futuro, será eternamente um protótipo como foi o Labgene. Centro de estudos.
Antes…precisamos descobrir como assentar o reator dentro do submarino.
Perfeito Esteves
Eu estou considerando que aquilo tudo vai funcionar.
O fato é que um submarino nuclear é um sistema de sistemas, com muitas coisas complexas (e em estamos falando da parte nuclear) que precisam ser desenvolvidas e isso tudo é convenientemente ignorando. pela MB.
Toda vez que leio essas matérias…sempre tem alguma coisa ou um conjunto de coisas que vou buscar pra entender o porque insistimos com certas coisas que
não darão em coisa alguma.
Itaguaí deveria ser um centro/escola técnica especializada em energia nuclear. Estuda lá, trabalha lá.
Mas…
Agora tem pressão internacional?
Pronto! Adiado o programa até 2050…
Fabio, O programa nuclear e principalmente o SBN sempre foram boicotados. Lembro de um comandante da MB contar como foi preciso chamar a indústria nacional para desenvolver válculas eletromecânicas que estão disponiveis para o mercado naval porque as empreas se negaram a vender para a MB. Outras empresas, especialmene dos EUA continuam boicotando o SBN ao ponto de nem mesmo responder às consultas da MB sobre seus produtos. A ordem é ignorar a MB O mais grave foi a venda da divisão de turbinas da Alston francesa para a GE, que decidiu cancelar o fornecimento das turbinas previstas no projeto,… Read more »
Exato.
A visita de Oppenheimer em 1953 teve também o objetivo de conhecer o que conhecíamos.
Para atrasar nosso programa doaram (EUA) o reator de pesquisa ao IEA em uma 1959.
Sabotados desde o berço.
Vitória de Pirro…
O problema é que essas antas não lembram a AIEA que combustível nuclear para gerador de energia não é o mesmo que para explosivo termonuclear, algo que eles já sabem mas ainda precisa ser jogado na cara deles.
Muito do que é dito pela agência sobre o programa brasileiro é mera falácia que visa retardadar para encarecer e invibializar o processo de desenvolvimento nuclear brasileiro, e cabe aos generais melhorarem a comunicação oficial para que não dê margem para essas falácias…
Mais vem politico com projeto para o Brasil ter armas nuclear, ajudar muito a não dâ margem para essas “falácias”
O passado nos condena.
O Brasil tentou. Não deu certo, O Poço do Guaraú e o Buraco na Serra do Cachimbo foram fechados.
O combustível principal de uma usina é o urânio 238. Ao capturar nêutrons durante a operação ele se transforma em urânio 239 > neptunio 239 > plutônio 239.
O plutônio 239 é um material que pode ser usado em armas nucleares. A conversão para uso militar exige infraestrutura adicional e uma BID voltada para esse objetivo…que chamaria a atenção até da Lua.
A bomba lançada em Nagasaki era plutônio 239 de grau militar.
Alguns achismos sobre a entrevista muito boa da BBC… Aqui está a parte central, pois denota o grande absurdo que virou a coisa como um todo: . “BBC News Brasil – O Brasil tem mais de 8 mil quilômetros de costa. Quantos submarinos nucleares seriam suficientes para proteger essa extensão? O senhor defende que o Brasil tenha mais de um submarino nuclear? Rabello – O número que eu defendo é três. Do ponto de vista estratégico, esse número permitiria que nós sempre tivéssemos pelo menos um submarino nuclear em operação (enquanto outros poderiam estar em manutenção ou atracados).” . Um reflexo… Read more »
Os Estados Unidos da América nunca, jamais vão permitir que um amontoado de território bananeiro, em seu quintal, possua uma arma dessa magnitude! Nunca! Jamais! Em tempo algum!
Acordem senhores!
Isso de forma alguma vai sair do papel!
Aceitem que dói menos…
Não é ou não será um submarino lançador de armas nucleares. Será um navio movido a energia nuclear.
Na minha opinião de leigo e entusiasta das marinhas, acho que o Brasil deveria usar o dinheiro pra construir esse subnuc e usar em mais Riachuelos, Tamandarés, Patrulhas e defesas costeiras antinavio.
Mas como meu pai dizia, já que “a proa do submarino entrou” empurra o resto (construam logo esse subnuc).
Dinheiro?
Esse projeto é de extrema importância estratégica. Dinheiro nós temos e muito! O que falta é visão aos políticos. Esse é o GRANDE problema. Investimos 1,2% do PIB em defesa…
Dinheiro não temos nada. Tivéssemos um pouquinho teríamos ao menos uma fábrica nacional de motores. Ou de bicicletas
Antes de falar em “pressão internacional” e outras baboseiras que costumam acompanhar este tipo de discurso, bom seria tratar o assunto com a prioridade que entendem que ele merece. Um programa estratégico, que se arrasta a décadas, com verbas a conta gotas, demonstra muito bem quais são as prioridades. E não venham com discurso de DCE que uzamericano não deixariam isso e aquilo, que já tá mais que na cara que o brasil não precisa de inimigos externos. Pagamos o preço por nossa eterna ineficiência e corrupção. Chega uma hora que este discurso tosco cansa, e não engana mais ninguém.
Cara , ceder a pressão internacional é infinitamente o menor dos problemas , as questões são: grana e dificuldades técnicas, a supervisão francesa é cara e representa 35% dos custos !
Precisa de um presidente diferente do atual. Bem diferente.
Somente a BID nacional para apoiar nossa aventura atômica precisa de 10 anos funcionando ininterruptamente.
Quando a MB chegou ao IPEN em 1979…
“Somente a BID nacional para apoiar nossa aventura atômica…”
Melhor chamar os incas venusianos, quem sabe saia algo.
Com essa BID que está aí, não sairá nada, que preste.
Baterias de estado sólido estão aí, a tecnologia de reatores modulares vai ser atingida, mas mais um sub nuclear não vejo necessidade, a não ser que quisermos ser uma potencia de nível global, eu me contento com o atlântico sul.
O problema do programa está na abordagem de solução: 1) Deveria obrigatoriamente existir um projeto paralelo para reatores de baixa potência smr…dá categoria de 0,5 a 2 MGW… 2) Estes pequenos reatores comerciais, deveriam ser instalados nos pontos estratégicos de nossa malha de distribuição elétrica nacional, este é o ponto fraco brasileiro na geração e distribuição e queda de energia em cascata….deveriam ficar nos nós disto 3) com estes pequeníssima reatores, conforme matéria aqui já publicada, usa-los como tecnologia AIP para nossos submarinos classe Riachuelo…cada ssk riachuelo poderia já sair com este módulo ou adquiri-lo a cada PMG…isto conferirá ao… Read more »
Comercialmente…esses micro reatores não existem.
Alguns…os que existem, estão instalados em minas e bases militares remotas como alternativa aos óleos como o diesel.
Não somos capazes de construir e instalar um reator tradicional PWR com potência térmica de 40 a 50 MW.
Um micro? Pra espalhar por aí? Dar de presente aos governadores?
Com guerra no OM os governadores já insuflam greves e rebeliões…imagina um reator nuclear.
https://petronoticias.com.br/225831-2/#:~:text=O%20grupo%20inclui%20o%20RITM%2D200%20da%20Rosatom%2C,GE%20Hitachi%20e%20o%20XE%2D100%20da%20X%2DEnergy.
Complicado
A matéria cita o lançamento do navio previsto para 2037, isso não é o navio em condições operacionais. Se estes planos se concretizarem, o submarino estará operacional provavelmente em 2042.
Só espero que “se” esse submarino sair, lá pelos meus 56 anos de idade e olhe lá, que ele ao menos venha com células VLS para ataque e defesa,porque senão será o mesmo que ter um belo e forte Mastin napolitano sem dentes e castrado. A propulsão nuclear do nosso submarino já será meia boca para não incomodar nossos parceiros europeus, com o combustível(urânio) levemente enriquecido, com teor entre 5% e 20% de U-235, o que garante elevada autonomia energética sem infringir tratados internacionais como o de Não Proliferação Nuclear. O reator nuclear do Álvaro Alberto deverá ter a necessidade… Read more »
Pelo que sei, não existe nenhuma referência para armas tipo VLS, o sub será armado com torpedos e mísseis lançados dos tubos de torpedos.
Patético! Isso é covardia e melindre como eu disse…
Certamente não tem nada haver com possíveis aumento dos custos devido a inserção de células VLS, é para simplesmente não passarem a nossos “parceiros, amigos e aliados”, o temor de que o Brasil possa estar equipando o submarino com tal sistema, porque possa haver a possibilidade do Brasil no futuro querer usar misseis ou ICBM com munição nuclear.
Os mimizentos vitimistas …aí que eles não venderam uma válvula , não venderam papel e parafuso , não quiseram vender o kit Ohio nem o kit Oscar III , patético, querem um sub nuclear nacional feito com parafusos franceses , válvula Yankees , reator inglês , pilhas chinesas , e a galera fica revoltada kkkkk, é boicote , é boicote ! Com uma canetada o 9dedos deu 1.7bilhao para evitar a revolta de caminhoneiros, enquanto isto a marinha mendinga 1bi estratégico, sem sucesso , mas o problema é o boicote do primo rico , o brazil é lixo e vitimistas… Read more »
Ninguém me tira da cabeça que este projeto vai ser mais uma enganação que consumiu bilhões e não vai a lugar algum, tal como foi o VLS. Se realmente fosse prioritário, já deveria ter sido feito há muito tempo! Se não fazem durante a paz, creem que o farão em tempo de guerra?
Se falaram 2037, então pode esperar que será em 2047 ou 2057… E até lá o Brasil estará em situação econômica ainda pior, com menor população, mais problemas estruturais de gastos públicos (dívida) e esta tecnologia já estará obsoleta. A verdade é que o timing já passou, mas me impressiona que nem nos comentários dos colegas, tenham observado isto ainda. Este projeto era pra estar pronto, no máximo até 2025 ou 2030. Um projeto tão importante deveria ter recursos extraordinários e urgentes, como em situação de guerra (não sei qual seria a condição legal para isto). Alguns aqui comentam que… Read more »
Quem depende de ToT, esses 41% comprados aos franceses, não vai operar SSN nunca!
“Rabello confirmou que o programa já sofreu tentativas de invasão cibernética, embora sem comprometimento de informações sensíveis.” Primeira vez que comento aqui devido ao choque que tomei ao ler esta informação. Ajudem o leigo aqui, achei que computadores com esses projetos sensíveis nunca são conectados a rede(acho que nem devem ter placas de rede)e a sala com algum tipo de bloqueador de sinal wi-fi, pra evitar qualquer tentativa de fuga de dados sensíveis. Isso me lembra dos ataques aos projetos de perfuração no Pré-sal da Petrobrás. Foi a pioneira nesse tipo de perfuração, depois dessa invasão “coincidentemente” Shell e outras… Read more »