Reino Unido recebe segundo sistema MMCM de guerra contra minas marítimas
A OCCAR (Organização para Cooperação Conjunta de Armamento) anunciou a entrega do segundo sistema de contramedidas de minas marítimas (MMCM) ao Reino Unido, reforçando as capacidades da Royal Navy no domínio da guerra de minas.
O sistema, denominado ADVENTURE, foi oficialmente entregue em Turnchapel, Plymouth, em 27 de março de 2026, dando continuidade ao programa que já havia registrado entregas anteriores à França em 2024 e ao próprio Reino Unido em 2025.
Desenvolvido em cooperação com a Thales Group, o programa MMCM representa uma nova geração de soluções baseadas em sistemas não tripulados, concebidos para aumentar a segurança e a eficácia das operações marítimas. A iniciativa envolve ainda uma colaboração estreita entre o Reino Unido e a França, sob a gestão da OCCAR.
O sistema permite a execução de missões de detecção e neutralização de minas por meio de drones marítimos operados remotamente a partir de um centro portátil de controle. Por meio de sonar avançado, as plataformas são capazes de realizar levantamentos detalhados do fundo do mar, mesmo em ambientes complexos.
Além disso, o MMCM incorpora veículos operados remotamente (ROV), que possibilitam a identificação e neutralização de minas, bem como o treinamento de tripulações, reduzindo significativamente a exposição de pessoal a riscos diretos.
O comandante Michael Wood destacou que a entrega representa um avanço importante e evidencia a eficácia da cooperação entre OCCAR, a Royal Navy, as autoridades de armamento e a indústria de defesa, incluindo a participação da Saab.
Com a incorporação do novo sistema, a Marinha britânica avança na implementação de um conceito operacional baseado na autonomia e na integração multinacional, considerado essencial para enfrentar ameaças modernas.■


Esse é o presente (não o futuro). Estou batendo nessa tecla há tempos. A MB não tem relacionamento com a Thales Group?
Ha etapas com lista de prioridades , ficar perseguindo o próprio rabo e pulverizando o orçamento com coisas que não darão volume a força é um erro grave , primeiro adquirir navios , depois os assessórios, para não correr o mesmo erro da FAB !