Vídeo institucional da fragata INS Taragiri da Marinha Indiana
INS Taragiri
⚓️ Legado Renascido. Poder Redefinido.
Apresentamos a história da INS Taragiri – uma jornada de força, discrição e excelência nacional, que reflete a ascensão da Índia como uma formidável potência marítima.
Do legado à frota do futuro, a Taragiri está pronta para proteger os mares.
Fragatas Project 17A (Classe Nilgiri) da Marinha Indiana

As fragatas do Project 17A, também conhecidas como classe Nilgiri, representam um dos mais avançados programas de construção naval da Marinha Indiana, consolidando o esforço do país para alcançar maior autonomia tecnológica e capacidade de combate no ambiente marítimo.
Evolução do Project 17
O Project 17A é uma evolução direta das fragatas da classe Shivalik (Project 17), incorporando melhorias significativas em furtividade, sensores e poder de fogo. O programa prevê a construção de sete navios, desenvolvidos e fabricados em estaleiros indianos, com forte componente de tecnologia nacional.
Os navios incluem:
- INS Nilgiri
- INS Udaygiri
- INS Himgiri
- INS Taragiri
- INS Dunagiri
- INS Vindhyagiri
- INS Mahendragiri
Conceito e capacidades
As fragatas Project 17A são plataformas multimissão de alto desempenho, projetadas para operar em ambiente “blue water” — ou seja, em mar aberto, longe da costa, enfrentando ameaças convencionais e assimétricas
Entre suas principais capacidades estão:
- Guerra antiaérea
- Guerra antissuperfície
- Guerra antissubmarino
- Proteção de linhas marítimas e escolta
O armamento inclui:
- Mísseis supersônicos BrahMos
- Mísseis antiaéreos de médio alcance Barak-8
- Canhão naval de 76 mm
- Sistemas CIWS de defesa aproximada
- Torpedos e foguetes antissubmarino
Furtividade e tecnologia
Um dos grandes avanços do Project 17A é o foco em stealth naval, com redução de assinaturas:
- Radar
- Infravermelha
- Acústica
Isso torna os navios mais difíceis de detectar e engajar por sensores inimigos.
Além disso, os navios utilizam:
- Sistema integrado de gestão de plataforma (IPMS)
- Lançadores verticais (VLS) para mísseis
- Propulsão CODOG (diesel + turbina a gás)
Construção modular e indústria nacional
Um marco importante do programa é a adoção da construção modular integrada, em que blocos do navio são fabricados separadamente e depois montados — reduzindo tempo e aumentando eficiência industrial
A produção é dividida entre:
- Mazagon Dock Shipbuilders (Mumbai)
- Garden Reach Shipbuilders & Engineers (Kolkata)
Cerca de 75% dos sistemas são de origem indiana, refletindo a estratégia de autossuficiência em defesa
Importância estratégica
As fragatas Project 17A representam um salto qualitativo na capacidade naval da Índia, ampliando seu alcance e presença no Oceano Índico e além.
Esses navios são considerados peças-chave para:
- Proteção de rotas marítimas estratégicas
- Projeção de poder naval
- Equilíbrio regional frente a outras potências
Além disso, reforçam a ambição da Índia de se consolidar como uma potência naval de primeira linha, com capacidade de operar em múltiplos cenários e teatros de operações.
| Característica | Project 17A (Índia) | Type 054B (China) | FREMM (França/Itália) | Type 26 (Reino Unido) |
|---|---|---|---|---|
| Tipo | Fragata multimissão | Fragata multimissão | Fragata multimissão | Fragata ASW / multimissão |
| Deslocamento | ~6.670 toneladas | ~6.000–7.000 t | ~6.700 t | ~8.000 t |
| Comprimento | 149 m | ~147 m | 142 m | 149 m |
| Propulsão | CODOG (diesel + turbina) | CODAD/CODOG | CODLOG | CODLOG |
| Velocidade | ~28–32 nós | ~28 nós | ~27 nós | ~26 nós |
| Armamento principal | BrahMos (8) Barak-8 (32 VLS) Canhão 76 mm |
YJ-18 HQ-16 SAM |
Exocet / Aster 76/127 mm |
CAMM / Mk41 VLS 127 mm |
| Defesa aérea | Barak-8 (médio alcance) | HQ-16 | Aster 15/30 | Sea Ceptor |
| Capacidade ASW | Sonar HUMSA-NG Torpedos + RBU-6000 |
Sonar + torpedos | Sonar rebocado + helicóptero | Forte foco ASW (top mundial) |
| Radar principal | MF-STAR AESA | AESA chinês | Herakles | Type 997/Type 1047 |
| Helicóptero | 1 (Sea King / Dhruv) | 1 | 1–2 | 1–2 |
| Furtividade | Alta (redução RCS e IR) | Moderada | Alta | Muito alta |
| Status | Em construção / entrada em serviço (2025–2027) | Em construção / entrada em serviço | Em serviço | Em construção |

Hope india fast track project 17b and project 18 ships with lrmfr radar and m2 missile forming its own aegis bmd shield
Fazendo o dever de casa , a Índia alcançou domínio total dos seus meios de guerras marinhos e seus barcos possuem linhas elegantes , alinhando beleza com poder de fogo !
Me dá 4 dessas embrulhadas pra presente, por favor chefe.
Pelo que eu me lembre, a Índia já ofereceu esses navios ao Brasil, mas pelas origens dos seus armamentos e equipamentos, seria mais fácil para a MB uma Meko a200 ou a300.
A origem dos equipamentos pode ser a pedido da MB. A proposta dos indianos, segundo meios especializados, era 6 navios, construídos no Brasil. Mas eu sei que não vai rolar, pelo menos não agora.
Consertem.
CODOG significa Combined Diesel Or Gas. Diesel ou turbina a gás (um de cada vez, não juntos).
Diesel + turbina = CODAG. As alemãs Sachsen e as F100 espanholas usam CODAG.
A Índia escolheu CODOG porque é mais simples que CODAG, tem menor custo de manutenção e boa confiabilidade operacional.
Quem sabe a MB um dia, encomenda 2 para serem a Nau de flotilha das Tamandarés e por serem embarcações de combate de alta intensidade.
Seria interessante 🤔
Bela fragata! Infelizmente o Brasil ao invés de aproveitar a interação com seus parceiros e potenciais parceiros, preferem ficar presos a tradicional panelinha europeia…
Esta panelinha paga as melhores propinas e estão pertim da Suíça !
Niteróis, presente.
Se houver uma troca ou uma compensação pela escolha dos KC-390 pela India … a classe ”Nilgiri’ e a melhor opção para isso , melhor escolha , uma compra direta construída por la num ”gov-gov”… as ”MEKOs” seguimos construindo aqui
Como pagaríamos a Embraer por tal compensação?
Se seguirmos construindo Mekos faz sentido partir para um segundo lote mais nacionalizado, se possível, ou para a Meko A-200.
Devemos retornar à construção naval.
Offset padrão , a Embraer ja vai ganhar e muito com esse negocio por si so( nao so com o avião base em si a India quer crira toda uma linah d evariantes do C-390 por la ) ,, ele ja ganhou no ”fx”, ganhou no ”C-390”,ganha no ”prosuper” etc .. as ”Nilgiri”(4 talvez com 2 de opção e elas ainda podem ser super financiáveis .. tais como as opçoes chinesas ) seria uma problema de governos , não da Embraer .. compensação comercial em uma compra direta de nossa parte de um produto ”made in India” .. ao que… Read more »
Todas as marinhas de nações atrasadas são inúteis frente a capacidade de geração instantânea de alvos por fusão ISR em IA. O fato de navios serem alvos móveis pouco significa se eles não souberem que foram capturados, identificados e rastreados por algoritmos alimentados por fontes sensoras, militares ou civis, nos vários domínios. Qual o papel das marinhas convencionais atrasadas num conflito subitaneo deflagrado por um inimigo que conte com amplos recursos ISR-IA?
O papel, a missão, as doutrinas…tudo no mundo naval está rapidamente mudando para negar, confundir e desgastar o inimigo.
Mais importante que a tecnologia que buscamos é a flexibilidade tática, a inteligência/integração com outros domínios + capacidade de operar invisível.
Contra IA, concentração é morte.
A gente nem se espantou quando Cooper avisou que os EUA haviam destruído 2 mil alvos nos primeiros quatro dias dos ataques ao Irã. Some-se a isso os atingidos por Israel. Um feito notável que parece apontar pra superioridade de algoritmos na produção de alvos (é possível que alguns alvos já estivessem definidos historicamente pela inteligência). Desde antes dos Lavender e Gospel israelenses no arrasamento de Gaza ao Maven Smart System (criado em 2017 pela Palantir) ianque que teria atuado no conflito com o Irã, há uma história do desenvolvimento da capacidade da IA no âmbito militar a ser aclarada.… Read more »
Extremamante cara. brasil precisar focar na guerra asimetrica. corvetas como da classe karakurt resolve o problema.
Para quem reclama que as Tamandarés são enrugadas, olha aí as Indianas com a mesma “funilaria”…
Boa tarde;
Já foi explicado esse enrugamento das chapas, é proposital mesmo, ganha mais resistência quanto algum tipo de impacto 👍
Navio liso é do Koreano baixinho barriga de chopp 😏🍺