Reino Unido avalia vender três navios-patrulha da classe River Batch I ao Uruguai
OPVs da classe River
O governo do Reino Unido está avaliando a venda de três navios-patrulha oceânicos (OPVs) da classe River Batch I à Marinha do Uruguai, em um possível acordo que poderá ser concretizado a partir de 2028, quando as embarcações forem retiradas de serviço na Royal Navy. Segundo informações divulgadas por meios de comunicação uruguaios, Montevidéu analisa com interesse a proposta britânica de aquisição dos navios HMS Tyne, HMS Mersey e HMS Severn, pertencentes ao primeiro lote da classe.
As três embarcações entraram em serviço no início dos anos 2000 e estão programadas para desativação como parte do processo de renovação da frota britânica. Projetados para missões de patrulha costeira e de proteção de zonas econômicas exclusivas, os navios têm velocidade máxima de cerca de 20 nós e alcance de cerca de 5.500 milhas náuticas. Seu armamento é composto por um canhão Oerlikon de 20 mm e metralhadoras de uso geral, além da capacidade de operar embarcações rápidas do tipo RHIB. De acordo com os relatos, cada unidade poderá ser negociada por cerca de 15 milhões de libras, valor significativamente inferior ao custo de construção de navios novos da mesma categoria.
O interesse uruguaio ocorre em um contexto de necessidade urgente de renovação dos meios navais. Em 2025, o país cancelou um contrato firmado em 2023 com o estaleiro espanhol Cardama para a construção de dois OPVs, em meio a controvérsias contratuais. A eventual aquisição das unidades britânicas surge, assim, como uma solução de curto prazo para suprir lacunas na capacidade de patrulha oceânica da Armada Nacional, enquanto alternativas de longo prazo são avaliadas.

Os navios da classe River já possuem histórico de transferência para outras marinhas. A unidade HMS Clyde, uma versão modificada do mesmo lote, foi anteriormente desativada e transferida para a Marinha do Bahrein. Já os três navios atualmente em negociação tiveram sua vida útil estendida após um programa de modernização, sendo empregados principalmente em missões de patrulha e de fiscalização pesqueira nas águas do Reino Unido.
O possível acordo reflete uma tendência crescente no mercado naval internacional, na qual navios de segunda mão são utilizados como solução rápida e de menor custo para marinhas de menor porte. Para o Reino Unido, a venda permitiria reduzir custos operacionais e liberar recursos humanos para plataformas mais modernas. Para o Uruguai, a incorporação desses meios representaria um ganho imediato de capacidade oceânica, com acesso a navios já testados e à logística consolidada.
Caso concretizada, a aquisição deverá reforçar a capacidade de vigilância marítima uruguaia no Atlântico Sul, especialmente em áreas de interesse econômico, como pesca e proteção de recursos offshore.■


Seria uma ótima aquisição para a Marinha Uruguaia. Tempos difíceis 🥴
Tem que aproveitar mesmo 👍⚓️
A melhor aquisição para a MB neste momento são novos NPa500-BR construídos novos. Estes NPaOC tẽm mais de 20 anos e já estão no momento de serem modernizados.
Esses Classe River Batch I tem 70% a mais de autonomia que os futuros NPa 500BR. Nossa ZEE vai até no meio o Oceano Atlêntico e a MB não vai ter orçamento para construir um NaPaOc tão cedo. Só depois das 8 Tamandarés ela vai poder pensar no projeto dela de 1.800 Ton.rio Grande/ Nós precisamos de pelo menos 6 Navios de Patrulha Oceânicos, para 2 estarem patrulhando:1 a Elevação do Rio Grande/Reegião de Trindade. Outro ao norte para Patrulhar a região dos Penedos de São Pedro e São Paulo. Esses 3 Batch I da Royal Navy seriam importantes para… Read more »
Concordo. O Projeto NPA 500 é muito modesto pra patrulha em alto mar. Muito limitado.
Esses 3 navios podem operar facilmente por mais 10 anos e guarnecer áreas importantes como a região Norte/Nordeste. É navio com autonomia para patrulha de guarda costeira. Não precisa ser muito sofisticado não.
Na Minha opinião foi um erro a Marinha desativas as Inhaumas ao invés de pensar em tornar elas NaPaOc com downgrade de Armamento. Elas deviam estar em um estado terrível mesmo, ou faltou visão ou faltou dinheiro pra variar.
Certíssimo seu comentário. Concordo plenamente. Sem contar que nos tempos atuais precisamos de pronta entrega e não esperar 5 anos para estar operante se não houver paradas na construção devido a falta de verbas, que é o que a MB está tentando que não ocorra com o sub nuclear.
“Já os três navios atualmente em negociação tiveram sua vida útil estendida após um programa de modernização”
Voce tem razão. Eu registrei apenas que a Clyde havia sido modernizada. Obrigado pela correção.
Mais daqui a 3 anos (2029) esses navios ja terá navegado bastante e precisará passar por um pmg para ser entregue ao uruguai.
Navios da Royal navy a cada 4 ou 5 anos navegado sao obrigados a passar por pmg porque os navios são usados até o osso.
Mas o Burgos escreveu ^Marinha Uruguaia^ e dada a situação da mesma será um bom negócio pagar cerca de R$ 34 milhões cada navios com uma sobrevida de 20 anos ou + .
Olá Dalton.
Sim. Concordo que é uma boa oportunidade para a marinha do Uruguai. por isso escrevi, como um contra-ponto, que para a MB, ao contrário do Uruguai, o foco deve ser as NPa500.
Para o Uruguai, é uma oportunidade de repor sua frota de NPaOc após cancelarem o contrato com um estaleiro espanhol. O Uruguai ainda tem a necessidade de incorporar NPaOc em sua frota e esta oferta inflesa é muito adequada tanto pelo preço quanto pela característica do navio
Para a MB, continuo achando que o foco são as NPa500 para substuitur as Bracui
Uma pergunta, não seria interessante o Brasil oferecer 03 Amazonas novas para eles, uma vez que tínhamos o direito de produção destas no Brasil? Pois pelo prazo para baixa destas da RN, seria o mesmo que esperar por novas dada a hipotetica situação que sugeri.
Ou isso já não mais é possivel?
Olá Carlos Esta história da “licença” é um mito da internet. Lembro de uma entrevista de um comandante da MB dizendo o contrário.. mas isso faz tanto tempo que nem lembro onde foi. As Amazonas estão ótimas na MB. Cumprem uma missão importante. A Emgrepron tem um projeto para NPaOc de 1800 ton, mas eu duvido que saia tão cedo. O problema é levar um navio de 500 ton para o Atlantico Sul.. mas neste momento é preciso substituir as Bracuí de 200 ton. Eu acho.. mas falta-me certeza, que foi na mesma entrevista que o comandnte explica que o… Read more »
Sem capacidade de helicópteros nem hangar. A princípio não é o que deseja a Armada.
Pos é .
Já vi alguma discussão sobre a importãncia que seria um ponto para helicópteros leves nos NPaOc, mas sem o hangar.
Eles precisam mesmo, três navios patrulhas vão ser um belo acréscimo na marinha deles que pelos meios esta mais para uma Guarda Costeira!
Vai que é tua MB..
Pelo contrário, O foco da MB agora deve ser a construção de novos NPa500. A MB esta construíndo o Mangarativa no AMRJ, que é o úlimo barco da classe Macaé, para em seguida licitar 12 novos NPa500BR que serão construídos no Brasil. Cada navio desta classe custa alto em torno de US$ 40 milhões (cerca de R$ 200 milhões), em um programa que deve custar R$ 2,5 bilhões. Estes novos navios irão substituir a Classe Grajaú de 200 tons, que já esta com 30 anos de uso e provavelmente serão retidados de serviço com cerca de 40 anos. Não sei… Read more »
Uma coisa não exclui a outra amigo. Embora reconheça a limitação orçamentária. As 3 Amazonas que temos são muito pouco.
Todos sabemos que as 3 Amazonas são pouco, assim como 4 FCT também é pouco e apenas um SBN é pouco. As 5 Macaé de 500 ton também é pouco. Então é preciso buscar outro argumento. Estas 3 River já etão com 20~25 anos e precisam de uma modernização, caso contrário serão retiradas de serviço em 10 anos, ou um pouco mais. Então há um argumento entre comprar navios novos de 500 ton e navios em meia vida de cerca de 1200 ton. Uma NPaOc nova custa algo em torno de US$ 100 milhoes. Um navio de segunda mão deve… Read more »
Não acho que a questão seja escolher um ou outro, mas apenas para pontuar, é um meio com 3 vezes o deslocamento de um Macaé, não cumprem o mesmo tipo de missão. Fora que, o custo é a metade do valor do mapa 500..
Ola Samuka São navios de classes bem diferentes. Tenho pensado bastante sobre estra questão das patrulhas oceânicas. Parece que a MB já definu o NPa500 como padrão para os meios distritais, por isso substituirá as Grajaú de 200 ton. Ao mesmo tempo, a MB tem navios de patrulha fluvial que já estão com 50 anos ou mais. Talvez, mas é um chute, a MB faça uma dança das cadeiras, retirando as patrulhas fluviais mais antigas e que estariam em condiçoes mais precárias de manutenção e operção por Grajaús que estejam em melhores condiçoes, apenas se de fato as Grajaús estiverem… Read more »
Os sistemas de navios mais modernos, fora o tempo em que os mesmos poderão ficar em uso sem precisar de modernizações e intervenções estruturais, é um custo benefício melhor. Não vale a pena adquirir navios velhos que poderão não estar disponíveis no momento de necessidade. Fora que iremos gastar um dinheiro que poderia estar sendo alocado melhor com a compra dos novos ou até de outros tipos. Por exemplo, os custos de aquisições desses navios usados, poderia disponibilizar pelo menos 100 lanchas raptor para patrulhas fluviais ( tão importantes para o monitoramento das fronteiras, principalmente para lidar com o narcotráfico… Read more »
O texto diz que foram modernizadas.
Obrigado
Voce tem razao,
Eu registrei apenas a modernização da Clyde.
Por 15 contos e modernizadas, estao melhor que a cabloco e as bracuí
Na verdade a MB está construindo 2 Macaé em simultâneo, P73 Mangaratiba e P74 miramar, com previsão de realizar o corte da primeira chapa e iniciar a construção do P75 Magé, sexto e último navio da classe, em dezembro de 2026..
https://www.naval.com.br/blog/2026/02/13/marinha-do-brasil-calendario-de-entregas-e-marcos-operacionais-para-2026/
https://www.defesaaereanaval.com.br/naval/marinha-inicia-a-construcao-do-5o-navio-patrulha-da-classe-macae
Pois é. Teve as duas Macaé feitas no Ceara.. e os 3 cascos incompletos iniciados em Niterói, que foram levados para o AMRj. A ideia era concluir apenas dois deles.. dai resolverano concluir a Macae #5 e construir a #6 do zero porque a MB tinha a licença par 6 navios. Os 3 cascos transferidos do Eisa para o AMRJ estavam tão ruins que foi preciso muto retrabalho e refazer os desenhos. A experiencia adquirida e cerca ociosidade no AMRJ, permitiram que a Macae #6 fosse feita ali, Talvez o AMRJ também possa construir algumas da novas NPa500Br ao invés… Read more »
O que muda do Macaé pro Napa 500br da emgepron ?
Quando a gente compara um Mobi da FIAT e um Up da WV os dois têm o memo tamanho, um desenho parecido com quatro rodas, motor dianteiro refrigerado por água, itens de segurança.. etc… é até engraçado ver dois deles pintados de branco estacionados um ao lado do outro. AInda assim, são diferentes ainda que usem pneus do mesmo frabricante, amortecdores, cabos elétricos, filtrtos, bombas de combustível, velas.. etc Ainda assim sao diferentes. O projeto das Macaé é francẽs. Tem que pagar para eles cada vez que produzir uma no Brasil, ao contrário da NPa500 que é da Emgepron. Uma… Read more »
Pela Matemática, o numero de meios que precisam parar vs o número de meios em construção e o respectivo ritmo de construção, estamos a deriva.
Esse NPa500 pode ser construído em 12 meses a partir do corte de chapa. Daria pra entregar facilmente 2 por ano. Mas nem isso tem dinheiro.
Uma NPa500 demanda entre 18 ~20 meses. Talvez se o projeto permitir a construção em blocos, como parece ser o caso da NPa500, seja possível construír alguns navios ao mesmo tempo. Por serem fabricadas em blocos, a cadẽncia poderá ser até maior dependendo do arranjo. Por exmplo, suponha um ou dois estaleiro fabricando os blocos, um terceiro montando os casos e um quarto estaleiro dedicado apenas em finalizar os navios. A questão do dinheiro é outra. Todos os governos só podem gastar até o limite do que foi aprovado no orçamento. Eventualmente é possível aprovar uma lei orçamentária extraordinárioa para… Read more »
Esses NPA de 500Ton, não aguentarão os mares do sul do Brasil… Os de 250 não aguentaram…
Só quem vingou por lá, foram os rebocadores e as Bracuí, com ressalvas…
O Brasil deveria estar vendendo navios patrulhas para o Uruguai e não o Reino Unido, mas a incompetência e suprida por quem tem competência.
Competencia? A Royal navy anda bem mal das pernas amigo…mas sim, nossa situação é lastimável.
Industria de defesa para os políticos do Brasil é gasto.
Por isso eles deixaram a indústria de defesa acabar da década de 80 pra frente e nossas forças armada passou a comprar armamento do deserto americano (sucata)barato e navios da royal navy com 30 anos (sucata) barato.
A fab nem precisar lembrar que comprou F-5 barato todo torto de tanto que estava surrados.
Ora Marcelo Entenda que pouca coisa no orçamento militar é investimento. 1) Pessoal ativo e inativo é gasto, ainda que salários e aposentadorias gerem gastos pessoais e impacto positivo no PIB 2) Custeio é gasto, Energia elétrica, alimentação da tropa, manutenção dos prédio, combustivel, lubrificantes, peças de reposição.. tudo isso é gasto 3) Munição é gasto 4) Aquisição de material novo (ou de segunda mão) é gasto. Mesmo que sejam adquiridos materiais nacionais, continua sendo gasto. Um submarino novo é gasto assim como um jeep.. tudo é gasto. Investimento em defesa é outra coisa 5) o desenvolvimento do projeto A29… Read more »
Coisa boa ver um explicação técnica e histórica e não chutes de loucos milicianos… bravo zulu
Obrigado CJ. O debate é muito difícil. Por um lado, até os 12 profetas de Aleijadinho sabem da minha opção ideológica, que até pode ser minoria aqui na trilogia. Nunca fiz segredo do meu nome nem que ou comunista. Uma vez, um doido disse que o serviço de inteligẽncia do EB estava me monitorando. Patavina!. De qualquer modo, seria mais simples me convidarem para dar um seminário no QG do EB que precisar coloca alguém me monitorando. Noutra vez, alguém colocou meu nome completo., podia ter colocado o email institucional e meu lattes. O triste foi quanto um sujeto sem… Read more »
Creio que sua ideologia política ou a minha não deveriam importar em debate inteligente; a trilogia trata de assuntos militares e todos, independente de opinião, deveriam se ater aos assuntos e notícias aqui postados
Mas…é esperar demais né? Ainda em 2022 enviei a mesma mensagem em 2 grupos de amigos: em um fui chamado de comunista, no outro de bolsominion…
Parabéns pelo comentário anterior!
Olá. Pois é. Eventualmente, quanto o assunto envolver polítíca, ai tem que ter o viés político mesmo. E uma discussão politica é importante também. Por outro lado, tem assuntos que estão bem longe da questão ideológica Acho curioso quando alguém afirma que assuntos de defesa e segurança nacional deveriam ser exclusividade daqueles que optaram pela direita. Uma tolice, berenice. O que é desprezível e intolerável são os comentários mal educados e ofensivos ao nível de conversa de buteco. Sobre estas confusões, como esta que voce passou, eu já esclareço logo “Sou comunista”… porque há quem acredite que eu ficaria ofendido.… Read more »
Putz, sinto muitíssimo pela ameaça que você relatou. É crime!
Olá André.
Pois é… você que nos conhece imagina o susto que tomei no primeiro momento para depois entender que as meninas nada têm a ver com o que a gente debate aqui.
Eu continuo achando engraçado a ameaça do rapaz colocando meu nome e local de trabalho.. o mais curioso é que eu teria um prazer enorme de receber qualque colega da trilogia para uma visita na universidade e um bom almoço.
Aliás, tem vindo para cá?
Bom dia. Não, há um bom tempo não vou mas preciso ir. Tenho um outro amigo aí, é professor do Depto de Eng Mecânica, Márcio D’Ávila, também, nascido na minha cidade. Nem vou escrever sobre política ou militarismo, veja o futebol. O estado de São PAulo há anos não permite torcidas rivais em clássicos. Interessante lembrar que nos anos 70 e 80 eles compartilhavam os estádios com bandeirões e rojões e pouco ou nada ocorria. Saúde e paz a vocês e a todos da trilogia!
O Brasil não sofre por falta de dinheiro — sofre por má prioridade no uso dele. Uma parte enorme do orçamento das Forças Armadas é consumida por pensões vitalícias que se arrastam por gerações. Não estamos falando apenas de viúvas, mas de um sistema que, em muitos casos, permite que o benefício continue sendo pago a dependentes ao longo do tempo, criando um ciclo praticamente interminável de gastos. Enquanto isso, em países como os Estados Unidos, o militar se aposenta após cerca de 20 anos de serviço e segue sua vida profissional, seja no setor privado ou em outras áreas.… Read more »
O modelo previdenciário brasileiro como um todo, não apenas o militar, não se sustenta!
Forças Armadas onde 78% da verba é usada com ativos, inativos e pensionistas, não dá para esperar os melhores equipamentos ou, quando até tem ótimos, é em quantidades insuficientes, “desdentado”, defasado ou tudo junto! Vide Gripen, Centauro II e as Tamandaré para citar os projetos mais modernos…
O problema aqui não é de arrecadação mas falta de responsabilidade financeira!
Meu Deus…. Lá vem a porcentagem….. eita só……..
?????
Eles vão com 75% do salário….
Receberam mais na ativa, nos inúmeros desdobramentos.
O Departamento de Veteranos lhes dá um excelente plano de saúde, onde nem SUS há…
As pensões q demoram acabaram….
Só quem tinha antes o direito é q ainda tem. Nem eu, nem vc, nem general ou presidente não tirar, pois a justiça NÃO DEIXA….
Alguns militares optaram em pagar mais a pensão, pras filhas manterem o direito, mas sob vários condicionantes. Aliás, inúmeros pagam esse direito, mas tiveram só meninos… então pagam pra nada.
O problema é que pagaram 1% a mais por mês. Isso não é suficiente para pagar nem 3 anos de pensão, quanto mais pagar décadas de pensão para as filhas solteiras.
Essa foi uma grande falha na reforma do FHC, pois deveria ter acabado a concessão de novas pensões ou colocado um percentual muito maior de contribuição para “manter o direito”.
Concordo. O BNDES tem recursos para financiar exportações e há capacidade industrial para a produção dos navos em estaleiros brasileiros. Isso poderia ser feito com a participação de fornecedores uruguaiios ou em um estaleiro uruguaio. Pode parecer estranho, mas é papel da MB ir lá, fazer uma propaganda, coisa e tal.. Mesmo que sejam navios de patrulha, tem que pegar os almirantes uruguaios, levar para visitar Itaguai e ver as FCT.. no outro dia vai levar para Itajaí para ver o estaleiro de submarinhos e todo mundo ganha um bonezinho com um Scorpene bordado. Depois todo mundo vai para Gavião… Read more »
“Tudo com pão de queijo quentinho, suco, café premium e goiaba.”
Sou a favor que o Ministério do Turismo troque a velha imagem exterior brasileira de mulheres semi-nuas, carnaval e samba a favor do que você mencionou. Seria um soft power bem mais interessante.
Olá F. Vocẽ tem razão. Claro que já existe um patrimonio cultural relacionado à Natureza e ás manifestações culturais que precisa ser mantido. Seria uma tolice despercidar o atrativo das matas, das preservaçao da natureza, dos lugares legais de serem visitadot.. o Cristo Redentor é uma marca tão forte quanto as Cataratas do Iguaçu. A França continua usando a Torre Efifel e os EUA a Estátua da Liberdade como símbolos. Por outro lado, existe também outros aspectos. Por exemplo, o turismo científico é um exemplo. Cientístas são fortes influenciadores nos circulos de alta tecnologia, de empresas e decisões de governo.… Read more »
Brasil campeão em perder oportunidades: (menos os políticos em promover lavanderias) Lembra do Gurgel Itaipu E150 considerado o primeiro carro elétrico nacional e da A. Latina. Lançado em 1974, o modelo desenvolvido pelo engenheiro João Gurgel e recebeu o nome em homenagem à Usina de Itaipu, que estava em construção na época. O carro tinha uma capacidade de dois lugares, um design geométrico e um peso de 460 kg, com baterias de 3,2 kW que geravam 4,2 cv. Apesar de ser um projeto pioneiro, o Itaipu enfrentou problemas como a baixa autonomia e o tempo de recarga longo. https://www.youtube.com/watch?v=D7b06e5EmHg Lembra… Read more »
Os primeiros carros elétricos foram criados quase 100 anos antes do Itaipu. Não havia pioneirismo nenhum nele, muito pelo contrário. E não foi para frente porque a tecnologia era ruim demais frente aos veículos a combustão.
A tecnologia das baterias teve que avançar muito, após investimentos de bilhões de dólares, para que o carro elétrico passasse a ser competitivo, décadas depois.
Então o Brasil não perdeu nenhuma oportunidade, apenas a empresa e o país não tinham tecnologia, conhecimento e dinheiro para fazer um bom produto. Assim como nenhum outro tinha, na época.
Meu interesse não está nos outros, estava falando do Brasil.
Se a empresa nacional perde oportunidade o Brasil não perde oportunidade, curioso raciocínio.
Todo início de um novo produto proposto é percalços, dificuldades, mas o conceito de um carro elétrico foi bem visto inclusive pelo governo que adquiriu unidades do utilitário. E aqui estou falando do conceito de carro elétrico em um país que tem alto indice de participação de matriz hidroelétrica principalmente para época.
Não, o foco tem que ser fomentar a indústria nacional
Tem que ter coragem,100 milhões de reais em cada navio com 30 anos de uso.
O que da 34 milhões para cada um por cerca de 20 anos adicionais de uso, então parece bem razoável e dentro do orçamento.
Para quem têm monitor Paraíba , a corveta cabloco, e uma fauta crônica de patrulhas mais pesadas, pelo preço e modernizadas, valeria a pena comprar, pq navios patrulhas maiores que as Macaes no horizonte próximo da MB ,acho que não teremos, pelo menos mais uns 15/ 20 anos elas seguram com as debidas manutenções, e ajudariam muito a MB
# digo Falta crônica, “devidas manutenções”.
Nunes,
a comparação é indevida.
A Parnaíba é um navio de patrulha fluvial sediada em Ladário, lá no MT. Agora, a Caboclo é uma heroína e pau para toda obra.
Podemos afirmar com certeza de acertar que faltam navios de combate na Esquadra da MB, que faltam submarinos, que faltam varredores, que falta papel para impressora, que falta submarinos, que talta tanques para os fuzileiros.. e também que taltam patrulas oceânicas.
Resumundo, falta ovo e falta galinha.. agora é escolher o que vai se buscar primeiro, o Ovo ou a Galinha
Bom, eu acho que pela ótica que eu falei não é indevida, ano de fabricação/tempo de serviço temos patrulhas bem mais antigas que essas Rivers nos distritos e nem temos perspectivas de aposenta-las, logicamente o Paraíba é um monitor que atualmente esta sendo usado como patrulha fluvial, mas é bem antigo, essas Rivers I são garotos perto dele, é igual o cara que têm uma variante e chama um gol 2020 de carro velho 🙂 , pelo preço e pela perspectiva zero de termos navios patrulhas acima de 1500 toneladas nós próximos 10 anos, acho que seriam ótimas compras de… Read more »
A classe viana do castelo são superiores a esses river bash 1 em 2030 poderá estar a venda a primeira série.
Vende para a Argentina, o Milei gosta de ferro velho.
Caro,
A Argentina adquiriu quatro NPaOc novos construidos na França por 320 milhoes de euros
Velhos? São 2 navios que em 2030 terão 20 anos com 1750 t e com canhão de 30 mm, duas metralhadoras .50 e com pista de aterragem de helicóptero leve. Portanto tudo superiores a esses rivers…
Se o governo comprar 2 OPVs realmente aptos, acho que seria uma ótima compra pra somar. Mas conhecendo este governo, aposto fichas que não vão comprar é NADA!!!!
Alejandro, Quem decide qual tipo de navio será construido é a MB, ainda que ela precise do aval do governo para que isso ocorra. A MB já definiu os próximas aquisições para os próximos 10 anos, mais ou menos. 1) concluir os Scorpenes. 2) inicial o SBN 3) concluir o primeiro lote de FCT 4) concluir as Macaé no AMRJ 5) contratar 12 novas NPa500 (em estaleiro nacionais) 6) contratar 8 novos navios de varrdura (baseados no casco da NPa500) 7) contratr um segundo lote de FCT 8) alguma compra de oportunidade que deverá se analisadass caso a caso AInda… Read more »
Camargo vai ser o primeiro a comentar, falar que não é necessário, vai querer dizer a ou b. Porém essas três embarcações seriam uma mão na roda aos distritos navais, auxiliar o que temos muito a patrulhar com quase nada. Seriam melhores na função que os 3 offshore que compramos em 2018.
O Brasil também precisava de uma “Amazonas 2.0”. Além de serem em número insuficiente, claramente é um meio subarmado. Mais adequado a polícia e guarda costeira do que uma marinha de guerra. Talvez algo como uma corveta modular, operando como uma Amazonas em tempos de paz, mas que possa ser rapidamente armada para a linha de frente em caso de necessidade.
Os NPa500 do Brasil são ótimos, e serão melhores ainda se começarem a ser produzidos e entregues à razão de 1 por ano, por uns 15 anos. Mas eles não suprem as necessidades de alto mar, os Classe River, leio aqui, deslocam de 1370 a 1800 toneladas, 3 x mais que os NPa500, são mais adequados para certas funções. Certo que o Brasil deve focar nos NPa500, ninguém discute isso, até porque há ao menos duas classes de patrulhas que precisam de substituição nos próximos anos. Mas é preciso planejar navios de maior porte. E, para o Uruguay? Seria praticamente… Read more »