Damen lança navio multipropósito NRP D. João II para a Marinha Portuguesa
NRP D. João II
O grupo naval holandês Damen Shipyards Group realizou, no dia 7 de abril, o lançamento ao mar do navio multipropósito NRP D. João II, destinado à Marinha Portuguesa. A embarcação entrou na água no estaleiro Damen Shipyards Galati, na Romênia, marcando uma etapa importante no cronograma do programa.
A cerimônia contou com a presença de autoridades civis e militares, incluindo representantes da Marinha Portuguesa, das Forças Navais da Romênia e diplomatas de Portugal e dos Países Baixos.
O NRP D. João II é um navio da classe Multi-Purpose Vessel (MPV 10720), concebido com base em um conceito desenvolvido pela própria Marinha Portuguesa, visando a uma plataforma versátil capaz de desempenhar múltiplas missões. O projeto reflete a necessidade crescente de navios com elevada flexibilidade operacional, aptos a atuar em diferentes cenários e missões.
Com alto grau de autonomia e capacidade de operar em ambientes tropicais e temperados, o navio foi projetado para realizar tarefas como pesquisa oceanográfica, monitoramento ambiental, apoio humanitário e operações de vigilância marítima.
O contrato para a construção da embarcação foi assinado em 2024, após um processo competitivo internacional. O projeto conta com financiamento da União Europeia por meio do programa NextGenerationEU, no âmbito do mecanismo de Recuperação e Resiliência, administrado em Portugal pelo PRR.
Durante o desenvolvimento, a Damen trabalhou em estreita cooperação com a Marinha Portuguesa e com parceiros industriais para refinar o conceito e viabilizar a construção em prazo reduzido. O programa também serviu de base para o desenvolvimento de uma nova linha de navios de apoio multifuncional da empresa, combinando tecnologia militar com soluções padronizadas para reduzir custos e acelerar a entrega.
O lançamento marca o início da fase de pré-entrega, com ensaios de mar previstos ainda para este ano. Após a conclusão desses testes, o navio deverá ser incorporado à frota da Marinha Portuguesa, juntando-se a outras unidades construídas pela Damen, como as fragatas NRP Bartolomeu Dias e NRP D. Francisco de Almeida.
O nome da embarcação homenageia o rei português D. João II, que governou entre 1481 e 1495 e desempenhou papel central na Era dos Descobrimentos, reforçando a tradição marítima do país.■





Pode ser funcional, mas bonito não é!
Depende dos gostos, de certeza que existe muitas pessoas, que gostam, outras não, normal.
O que importa é justamente ser funcional….é barato…
Que gracinha
Parece um porta-aviões de brinquedo. Espero que sirva bem à Marinha de Portugal.
As pessoas tem tendência de associar isso aí a LHDs, LHAs e afins por conta do convoo. Na realidade, não passa de navio de apoio com um layout moderninho, sendo embebido em muito marketing de propósitos múltiplos, dronezinhos e IA, para azeitar a conta…

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Aqui um exemplo mais resguardado deste tipo de proposta, via Kership:
Os ingleses também estão analisando, em parceria com noruegueses da Kongsberg, navios de 100/130 metros e até 5 mil toneladas para atender a um “programa de necessidades ” semelhante em alguns pontos ao do português.
Em futuro próximo tomariam o lugar de classes atuais de patrulheiros oceânicos, barcos de pesquisa e navios auxiares da Royal Navy. Seriam mais armados e não teriam o convés corrido total, mas coincidiram em várias funções com o D. João II.
Aí acho que tu já fez uma sopa… . Provalvemente, você etá falando disso aqui: . Os Noruegueses pretendem adquirir até 28 navios, sendo 18 médios e 10 grandes, onde essas duas plataformas base podem gerar até quatro variantes para atender diferentes necessidades da Marinha e Guarda Costeira em seu TO. . Isso é a novidade… Acontece que, se você voltar mais de uma década no tempo, vai encontrar conceitos inovadores de propostas de navios de apoio da Kongsberg para aplicação em marinhas e guardas costeiras. Então assim: não existe muita inovação de fato nessa questão aí, de ter navio… Read more »
Está é a tendência
O d joão II é uma proposta muito melhor que esse navio porque além de permitir recuperar drones mais facilmente tem hangares para helicópteros e drones. Bem como divisões internas já preparadas para ser navio hospital com capacidade de albergar doentes com doenças contagiosas.
O navio português é maior, então obviamente tem mais espaço que o projeto francês. E essa é a grande diferença entre esses projetos: tamanho.
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Se você esticar o projeto da Kership em 30 metros e deslocar a superestrutura para ter esse micro convés corrido, vai terminar com a mesma coisa, já que o conceito é o mesmo. E dentro destes 30 metros adicionais, é possível montar um punhado coisas e atender a toda a propaganda de ser “Multi-Purpose”.
Já disfarçaram o nome 😏
Era inicialmente um Porta-Drones agora rebatizaram de Plataforma Naval Multifuncional/Multipropósito 👀
Como o Santa-mariense falou em outros posts: “O alvo mais fácil de ser abatido”
obs: ver o dos Iranianos aonde que tá agora ?!🤷♂️
Kkkkkk
Disse tudo Burgos
sempre foi um navio para uso civil.
a questão era se seria algo como um modelo de aprendizagem para futuros navios de guerra ou outras formas de combate.
Um navio de Guerra para uso civil ?!👀
Sinceramente eu desconheço essa função ou aplicação, sendo até mesmo para pesquisas o navio sempre será militar e tripulados por militares ,os pesquisadores ficam com funções relacionadas a pesquisa.
Pelo menos na MB sempre foi assim 👍
Nunca ouviste a expressão “duplo uso” dependente de como está equipado e que missões terá de cumprir. Nunca viste um submarino russo a ser destruído por um drone submarino ucraniano? Podes ver https://www.youtube.com/shorts/V0PIxjOGCgs
O que é um navio de guerra? Um rebocador da marinha do Brasil é um navio de guerra ou um navio auxiliar? Um navio hidrográfico?
Uso civil e uso militar é algo difuso em Portugal e no Brasil já que não existe uma guarda costeira como entidade separada da marinha de guerra.
Nunca foi para uso cívil, é para a marinha militar, logo é para uso militar.
construir um campo de golf é para a marinha “militar”, logo é para uso militar…
Eu o classifico como navio auxiliar. Se for equipado com drones de ataque, aí pode se argumentar que é um navio de guerra, mesmo tendo em conta que não tem armamento defensivo.
Aprendizagem?? Uso cívil??
Vê o que o Almirante disse, que era um navio para drones, para usar como laboratório p a ciência, para uso militar, é por aí.
acho que todos percebemos os motivos do ex chefe da Armada para fazer um discurso desse tipo…
Se for operado por militares e fizer parte da frota da marinha, é navio militar. Uso civil não é o mesmo que uso em ações subsidiárias. E qual seria a função civil de um navio porta-drones operado por militares??
“o navio foi projetado para realizar tarefas como pesquisa oceanográfica, monitoramento ambiental, apoio humanitário e operações de vigilância marítima” e acrescento outras funções associadas à vigilância marítima como fiscalização de pescas, combate ao tráfico, imigração, etc. que não são funções militares mas policiais. Agora depende da sua definição de militar e a separação de funções entre as entidades militares e as policiais, de pesquisa, etc.. O mais importante é o seu uso e não quem é o proprietário. E não faltam exemplos de meios militares que são utilizados em apoio civil e muitos quase em exclusivo como a busca e… Read more »
Ser usado em combate ou em missões subsidiárias é algo presente em todas as marinhas. Até porta-aviões nuclear dos EUA realiza missões humanitárias e de apoio em calamidades.
A discussão se é militar ou não, sendo operada por militares e sendo parte da frota da marinha, é perda de tempo. É claro que é um meio militar. O ponto a ser discutido é se é uma unidade de combate ou da frota auxiliar. Isso, sim.
O fim a que se destina ou se quiseres missão atribuida nos diz se é uma missão civil ou militar e a FAB e a MB fazem missões de socorros a naufragos e estas missões não são missões militares mas civis e por isso se usa o termo “forças militares de duplo uso”. Quanto ao navio em si, li algures num canal em lingua inglesa de que drones Mojave iriam equipar este novo navio da marinha. Se é verdade ou não, não sei mas estou desejoso de ver o equipamento que irá equipar este navio porque sem nada é simplesmente… Read more »
De novo confundem utilização e missões com o tipo de navio. Como já falei, um navio militar pode fazer missões humanitárias, de socorro, de apoio, etc, mas isso não torna esse navio um meio civil. Entendam uma coisa: um navio de Marinha, qualquer Marinha, é uma Unidade Militar nos mesmos moldes de um quartel do Exército ou uma Base da Força Aérea. Navios de Marinha militar são Unidades Militares, mesmo que façam exclusivamente missões subsidiárias e de apoio e mesmo que não possuam armamento algum!!! Espero terem entendido.
Não te vou falar das virtudes deste navio apenas aconselhote à leitura de um artigo publicado na Army Recognition fazendo a seguinte pesquisa “Army Recognition Portugal launches first drone carrier” e depois podes continuar com a tua visão que para mim é me indiferente, já que sou pessoa interessada em saber que drones irão equipar este navio e só peço que seja entregue a tempo de poder participar no REPMUS e aí se poder retirar a utilizade e funcionalidade deste navio., mas o potencial é grande.
Portuga, te ponha no teu lugar. Arrogância e prepotência, comigo não cola. Ora, por favor…desce do salto…
Nunca foi porta drones onde viu isso foi sempre PNM desde do lançamento em 2023… Está o video no YouTube no canal da marinha. Se foi chamado porta drones foi por jornalistas e influencers nunca pela marinha.
Pode ser 🤔
Pra mim não passa de um alvo fácil de ser acertado.👍
Claro que sim, para ti, nem seria preciso defesas de ponto, mísseis anti-aéreos de área, nada de nada, para deixar de ser alvo, bastava mudar de bandeira, já era demais, lindo, deixava logo de ser alvo e passava a ser o maior da rua dele.
Nâo é dificil ver isso.
um PA é um alvo fácil de ser acertado, por isso tem escolta! Isso também serve para esse navio português e pra qualquer outro navio de apoio.
Aconselho-te a leitura de um artigo publicado no Army Recognition bastando fazer a seguinte pesquisa “Army Recognition Portugal launches first drone carrier. O problema de ser um alvo fácil é chegar perto a distância suficiente para o alvejar.
Nunca se chamou, porque ser ele é e vai ser para isso.
Díficil, uns caças afundar um navio cívil Iraniano, sozinho e sem escoltas.
A referência que fiz lá no meu comentário foi a um Porta Drones Iraniano que foi afundado recentemente , aliás diga se de passagem que toda a frota Iraniana de navios de guerra foi afundada.
Pessoal !!!
Vamos ler mais e prestar mais atenção no que se escreve, não adianta vir aqui e distorcer o que os outros falam ou comentam 👍
Se não conheces uma marinha que não tem nem fragatas mas afundou metade da frota do mar Negro do seu opositor, então estás muito desatualizado e claro que ainda pensas que grandes cruzadores são os verdadeiros navios de guerra, tal como Trump que quer construir uma classe de navios com o seu nome, e consideras que é um alvo fácil de ser abatido, tal como os navios de pesca da China e sempre foi uma Plataforma Naval Multifuncional, mas para a mídia seria sempre mais fácil dizer Porta-Drones. A Marinha que afundou metade da sua oponente foi a Marinha da… Read more »
O problema não e o navio, ou o quê ele lança, seja drones, helicópteros ou caças, se não tiver um grupo de escoltas com defesa anti-aereos em camadas e anti-submarinos e alvo fácil!
Obs. Os navios iranianos foram alvos fáceis pois foram projetadas para ser isso mesmo num conflito com os EUA, pois o Irã nuca equipou esses navios com defesas eficientes e nem montou um força de escoltas para eles!
Devem ter aprendido com o almirantado brasileiro, que por serem melindrosos puseram em nosso submarino nuclear um nome bem singular, para evitar a fadiga com nossos parceiros, aliados e irmãos estadounidenses e europeus.
Submarino Convencionalmente Armado com Propulsão Nuclear (SCPN)”Álvaro Alberto” (SN-10).
Bem, os Nae com escolta e tudo o mais, tiverem de ficar entre 600 a 1000 km de distância….se um Ford, sem escolta e parado dentro do golfo seria acertado como alvo ada mesmíssima forma, não vejo demérito…não é uma questão do navio, mas sim do ecossistema com que vai operar…
Boa noite Carvalho;
Um NAE tem suas defesas de ponto sejam elas aéreas/superfície (mísseis e canhões ou MTrs ) esse Multimissão aí não têm praticamente nada mesmo até pq o espaço é muito limitado pra isso 😰
Foi isso que eu dei a atender nos meus comentários mais acima (alvo fácil)😏
Apesar de pequeno, tem muito espaco ali…sempre se pode colocar algo se desejar…ele esta em perfeita harmonio com o que vcs mais antigos me viram postando aqui a décadas…um navio s8mples , barato focado no design funcional, que possa realizar múltiplas funções…pois quem tem falta de cascos…precisa que cada um faça mais de uma coisa…este aí no aspecto de patrulha costeira…funcionará além do que já foi dito, como um mini CAM….é a era dos drones…é tod9 convés deve ser priorizado para os elementos aereos, quer sejam aviões, balões, drones ou helis… Eu até já defendi uma versão Makassar para NapaOc….isto… Read more »
Qual é a tonelagem desta embarcação?
7k tons
https://pt.wikipedia.org/wiki/NRP_D._Jo%C3%A3o_II
Parabéns à Marinha Portuguesa pelo projeto. Um navio muito interessante.
Onde fica o elevador?
Não há ^elevador^ o hangar para as aeronaves incluindo 1 helicóptero tripulado situa-se na superestrutura .
tem um pequeno elevador, muito limitado, e dois hangares (heli e drones separados; número 2 e 4 no esquema)
Curioso que a imagem diz hangar para NH-90…
Entendi a pergunta dele sendo sobre o tradicional elevador de aeronaves do hangar para o convés de vôo e vice versa e não elevadores bem menores que trazem munição ou outras cargas de conveses abaixo até o convés de vôo.
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E na parte de trás da superestrutura há um hangar para um helicóptero médio como o NH-90 tripulado.
sim, que talvez possa ser utilizado para mover drones de pequena dimensão, como o scan eagle, entre os conveses.
A questão do NH-90 é se será o substituto dos Lynx, e não o Seahawk.
Não foi decidido ainda um para complementar e/ou eventualmente substituir os “Lynx” que foram modernizados e como trata-se de navio europeu nada mais natural que citar que o hangar para helicóptero tripulado suporte um NH-90 que é de tamanho similar ao de um “Seahawk”, então foi usado apenas como referência de tamanho.
Diz no número 4, na traseira da superestrutura a que acede por porta, tal como se vê na vista de popa.
Já foi a mais importante marinha do mundo, por volta de 1534 o botafogo era o que tinha de mais avançado em combate naval, foi a marinha portuguesa que consolidou o domínio europeu das rotas da com o oriente com a vitória em Diu (história que daria um baita filme, sangue, reviravolta vingança…) e hoje a marinha portuguesa não é nem a sobra do que foi no passado, lança ao mar um navio modesto de uma marinha modesta. ai me faço a pergunta como será lembrada a MB daqui a 500 anos? e a USNAVY? pena não estar aqui para… Read more »
Pode ser uma marinha modesta, mas com o lançamento deste navio, as 3 fragatas Fremm Evo que vão ser compradas, mais os 2 reabastecedores que estão a ser construídos, vai ficar com meios bastante modernos.
Falta ai os 6 novos opvs que vão ter capacidade para guerra de minas e futuramente vai ser anunciado mais 2 submarinos estes serão coreanos….
Além dos 6 navios NPO2000 equivalentes no Brasil aos patrulhas da classe Amazonas, os dois submarinos sul-coreanos faltam também oito navios de patrulha costeira e a marinha ainda não conseguiu assegurar financiamento para os dois submarinos porque para todos outros á existe financiamento. Ver video “NOVOS NAVIOS DA MARINHA PORTUGUESA”
Só um adendo a Royal Navy foi construído com os navios obsoletos da marinha portuguesa…
UK só virou alguma coisa pq conseguiram uma princesa Portuguesa
Referes-te ao Galeão São João Batista que tinha 366 canhões e quando estes disparavam era como se colocasse fogo nos outros navios, daí o cognome de Botafogo e foi este galeão que colocou o Pirata Barba Ruiva para correr de Tunis, já que este pilhava cidades costeiras dos países cristãos. Tudo o que escreveste é verdade mas mais relevante é que Portugal dominou por mais de cem anos o estreito de Ormuz e na ilha de Qeshm (ilha que se parece com uma seta) no seu extremo da seta existe vestigios do forte português de Queixome e na ilha de… Read more »
Olha, Portugal não é mais um império colonial, de modo que sua Marinha nem poderia ser gigantesca como foi no passado. A Inglaterra, da Royal Navy, já teve a maior marinha do mundo, e o processo foi o mesmo, ela diminuiu, definhou, porque não existe mais o império. O que quero dizer é que Marinha de Portugal é adequada às necessidades do país, e posso afirmar que é muito mais bem cuidada e planejada que a Marinha do Brasil, que precisava ser umas 3 vezes maior, para proteger a Amazônia Azul. A Marinha de Portugal pode não ser mais sombra… Read more »
Uma marinha poderosa precisa de uma economia pujante.
Contrato assinado em 2024 e lançamento em 2026. E a nossa Tamandaré e a classe Riachuelo demorando anos. Frustrante mesmo o que fazem na defesa do Brasil.
Não é justa a comparação, esse navio não tem a complexidade de construção e nem de armas e sensores. Comparar com um submarino é menos justo ainda.
Tamandaré demorou?? O Prosub pode ser mas o Projeto FCT desde o corte da chapa até o lançamento da F200 foi rápido.
Está comparando um estaleiro Romeno que pertence a uma empresa de produçao global de navios de guerra, com um estaleiro no Brasil que começou do zero ou quase.
O tempo que leva a produçao do primeiro navio é normal demorar, porque ha erros a corrigir entre outras coisas.
O que senhor deve exigir é que o seu gorverno não deixe cair o estaleiro e avance com novas encomendas, não só dessa classe como uma classe de tonelagem superior.
Se acha que a Tamandaré e o PROSUB estão demorando, é porque não lembra da Cv. Barroso…
Impressionante a rápida construção desse navio.
Este navio pelo aspecto toda a gente o faz pensar nos drones mas faz muito mais que isso e faz poupar na marinha muitos navios e marinheiros…
– OPV com capacidade de lançar drones e lanchas para vigilância.
– navio hidrografico
– navio de vigilância de infrastutura submarina
-Navio para socorrer submarinos
Depois reconfigurado
– navio hospital
– navio de apoio logístico com capacidade até 18 contentores ou 18 veículos militares
Eu acho que os portugueses irá operar F-35 neles.
Igual o Japão fez.
Não, mas o ministro da defesa de Portugal foi recentemente a turquia e mais não digo 😉
Dificil nao tem elevador, ali só cabe quando muito uns 4 F-35 e olhe lá
Não vai levar aviões é só drones e helicópteros.
Meu caro, é impossível operar F-35 a partir desse navio. Observe como o convés é estreito. Nem mesmo o helicóptero pode operar ao lado da ilha/superestrutura, visto o espaço ser bastante limitado. Além disso, o comprimento também é insuficiente para operar o F-35 ou mesmo o AV-8B. No espaço ao lado da ilha/superestrutura somente operam UAV’s/drones.
Hehehehehe…excelente piada!!!
Isto mesmo, mestre Mig
Da caravela ao MPV, Portugal continua a surpreender. Parabéns! Um conceito que pode abrir caminho d’ além mar.

Esqueci dessa… Notem como ele é estreito e com 107 m poderia ser feito em qualquer estaleiro moderno no Brasil. Com drones nacionais da Xmobots e o Supressor, entre outros, uma plataforma dessa seria importantíssima para a MB no AS.https://www.naval.com.br/blog/2026/04/07/damen-lanca-navio-multiproposito-nrp-d-joao-ii-para-a-marinha-portuguesa/#comment-514618
Não consigo editar o comentário…
um mini Atlântico
Paranéns aos meus Patrícios, boa aquisição.
Com um radar TRS4D + 02 Stir 240, ele poderia acomodar 18 Albatroz NG + 18 Sea Ceptor + 02 Sea Snake 35 mm, quase que sem prejuízo do convoo.
* 08 Mansup-1 / Exocet Block III e 01 EC-225 com sonar de Imersão Thales Flash e já seria um navio equivalente a uma Fragata de primeira classe, com a vantagem de ainda poder operar vários Drones (procurar bem na Turquia).
Será que não seria algo para a MB pensar?
Quanto custou em $ este navio a Portugal?
O custo deste navio foi de 132 milhões de euros e Portugal pagou 37,5 milhões de euros, tendo da UE, através do plano de recuperação e resiliência, pago 94,5 milhões de euros
Embora “desarmado” é muito acessível pela tonelagem.
Projeto bem interessante. Muito promissor.
Lembre dos porta aviões menores de escolta de comboios da 2 GG, que não eram voltados para grandes combates mas estavam aptos a patrulhas de proteção contra submarinos.
Em menos de 20 anos um porta drones de até 15k toneladas com drones de ataque de última geração e com bons sistemas de comunicação/inteligência será páreo para um grande porta aviões moderno. E poderá exercer funções semelhantes com custos bem menores.
Imagina uma China ou EUA com seus 12/6 grandes porta aviões convencionais liderando grandes grupos de batalha e pequenos porta drones de escolta para proteger seus comboios.
Pelo custo de um grande porta aviões dá para fazer 6 ou 8 desses menores.
E a mera presença de um desses já é ameaça em qualquer lugar num raio de pelo menos 500km. Um desses porta drones, cujos vetores estivessem armados com mísseis anti navio, já obrigaria todas as marinhas do atlântico Sul a ficarem nos portos, com excessão dos submarinos.
E contra este também seão feitos drones ASW
O que a Romênia tem com isso?!?! Desculpa, mas não entendi!!!
É onde fica o estaleiro da Damen, está no texto.
Que navio confuso e inútil
Se atende os requisitos da Marinha de Portugal, é o que importa. As forças armadas são adaptativas, elas adquirem equipamentos conforme suas necessidades (pelo menos, a princípio), seus cenários operacionais, seus objetivos logísticos e militares, e sua necessidade em atender questões civis. Um navio multipropósito pode ter diversas configurações, este aí comporta helicopteros, drones,e inúmeras funções importantes, certamente servirá bem à Armada de Portugal. O Brasil, talvez, tenha necessidades maiores, razão pela qual o Atlântico, o Bahia e O Oiapoque sejam tão importantes na nossa esquadra. Somos um país continental, com uma população gigantesca, Portugal é um país menor, que… Read more »
Foi lançado rápido!
Mas uma coisa eu digo:
Pode ser funcional, mas é feio de doer…
Poderia ser belo como o LHD Anadolu
É um navio de desenho simples, certamente nasceu para ser funcional e não para ser um design matador de grande beleza… Apesar de ser membro da OTAN, portugal não está entre os maiores orçamentos da aliança atlântica. estando em 20º lugar,atrás da Hungria. Portanto cada Euro tem que ser bem investido. Diferente de países que como a Coréia do Sul, que tem o Gordinho fungando em seu pescoço, e pode ser dar ao luxo de criar embarcações mais caras para o mesmo fim. Os Sul-Coreanos apresentaram um conceito inovador de porta-drones na entrando na corrida pela projeção de poder marítimo.… Read more »
New Ships by HD HHI at MADEX 2025
fonte:
O pessoal continua a criticar o navio português pelo que ele não é nem nunca quis ser: um navio de desembarque. Desde que revelaram o projeto, os portugueses disseram com todas as letras que seria algo inovador para cobrir funções diversas, entre as quais pesquisa oceanográfica e vigilância marítima com uso intensivo de drones aéreos e navais — daí o convés corrido num navio relativamente pequeno, para permitir as manobras da mini-frota aérea. Doca pra operações anfíbias e F-35 derretendo o convés, nem pensar… O que mais chama a atenção é a disposição dos tugas para experimentar novidades, mesmo na… Read more »
Muitas coisas novas são incompreendidas inicialmente… Num cenário militar onde os drones aéreos e navais estão ganhando cada vez mais importância, um porta-drone faz todo sentido. PT optou por uma atuação mais clean, quase hidrográfica. Mas, o projeto do NRP D. João II vai além do navio português. É um conceito novo, que reúne baixo custo e múltiplas capacidades podendo atuar mais fortemente numa patrulha oceânica ou em outras atividades, a depender do cliente. Para quem nem sonha com NAe, um porta-drone acessível é um caminho para ter vetores aéreos ou navais, ou subs, para resguardar suas águas territoriais. O… Read more »
É isso. Com um de cada em Belém, Natal, Rio de Janeirto e no Sul, já daria pra estender uma primeira rede de olhos e ouvidos nos limites da ZEE.
(entupidos de aviõezinhos, barquinhos e mini-sbmarinos telepilotados, por supuesto).
Me parece um conceito confuso e criado meio que às pressas para (também) render manchetes. Não invejo. Mas, se serve para eles, ok.