Fragata Tamandaré (F200)

Fragata Tamandaré (F200)

Construída em Itajaí (SC), a embarcação percorreu cerca de 765 km até a capital fluminense, onde será preparada para a Cerimônia de Mostra de Armamento, em 24 de abril, que marcará sua incorporação oficial à Marinha do Brasil.

Primeira do Programa Fragatas Classe Tamandaré, a F200 representa um marco na modernização do Poder Naval e no fortalecimento da indústria naval brasileira, tendo sido construída integralmente no país com transferência de tecnologia.

Preparada para missões antiaéreas, antissubmarino e de superfície, a fragata reforçará a proteção da Amazônia Azul e dos interesses marítimos nacionais.


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56 Comentários
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Burgos

Que venha mais 4 além das 4 em construção 👍💪⚓️

Angus

Na teoria, teria que ser contratado o 2º lote em 2026, para iniciar a 5ª em 2027, lançando em 2029.

Infelizmente sabemos que isso não vai acontecer em 2026.

Ou seja, se tudo der muito certo, a 5ª só será lançada a partir de 2030.

Neto

Com a guerra maluca dos EUA, acho que há uma razão momentânea para o investimento. É necessário organizar a capitalização das forças.

Carlos Pietro

Amém.

Moriah

Precisamos!

José Joaquim da Silva Santos

Esse novo simbolo da Marinha é ridículo.

ChinEs

Esse é o simbolo de uma Marinha mais realista, e pés no chão… Sem muito glamour, Mas com eficacia e letalidade, 4 a 8 Fragatas Tamandares, 4 SBRs Riachuelo, 1 SCPN Alvaro Alberto, 1 LABGENE, 1 NAM Atlantico, 1 LPD Baiha, 1 LPD Buwalk, se calhar 1 NAE Principe of Wells , se tudo dêr certo, ou seja a Marinha mais poderosa do Hémisfério Sul.

Jagder

E operar qual avião no NAE?

Marcos

Só tem uma opção atualmente.

Flávio HMCO

Bota drones nacionais até o talo e se der transforma em satobar e mete gripen…

Adriano Madureira

Que tal os Bayraktar Kızılelma ?

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Há vida além da indústria americana e européia, há turcos e até sul-coreanos…

Last edited 1 mês atrás by Adriano Madureira
Dalton

Mais “poderosa” que à Australiana ? Por que se você está contando com o “Álvaro Alberto” no fim da próxima década você deveria também contar com o que a marinha australiana poderá ter até lá também 🙂

NUNES-NETO

Olha que no Sul vários paises de outros continentes, vou só dá um mais poderoso Austrália.

Mcruel

EDITADO

Sávio Ricardo

Ok Patriota. Avante!

Antonio Palhares

E ai patriota. Vai dar as terras raras para salvar o tio Sam da China ?

Carlos Pietro

Que comentário ridículo esse. Uma total falta de respeito com o seu pai e com os participantes/entusiastas deste canal.

Abymael

Por muito menos que isso eu tomei um coice de mula dia desses.
Vamos manter o nível meu jovem.

Camargoer.

Prestei basante atenção na área onde estão os VLS… são dois lançadores com 6 mísses cadas. Fiqueo com a impressão que tem muito espaço em torno destes lançadores para ampliar o número de mísseis

Wilson Look

Pode ser colocado 2 lançadores MK41 cada um com 8 silos, totalizando 16 silos.

Dalton

Fica a dúvida de quanto espaço há abaixo do convés principal que já não possa estar comprometido para outros usos, aparentemente parece haver espaço sim, se virá a ser aproveitado para mísseis adicionais talvez apenas os mais jovens aqui saberão um dia 🙂

Franz A. Neeracher

Dalton, um off-topic para as suas listas; talvez vc já está sabendo.

O sexto DDG para o Desron 60 será o DDG 122.

Last edited 1 mês atrás by Franz A. Neeracher
Dalton

Não estava Franz, grato ! O “Basilone” foi um palpite de alguns comentaristas de fóruns dos EUA ano passado.
.
Estranhei a princípio pois as fotos mostravam ele equipado com o “Phalanx” que talvez tenha sido removido recentemente e no lugar instalado o “SeaRAM” que é de praxe para todo DDG baseado na Espanha.
.
E pelo visto aquele falatório do Trump contra a Espanha não deu em nada já que ao invés de retirar 5 DDGs foi acrescentado mais um o último !

Kornet

Mas não é modular? Falaram que dá para ter mais silos,tomara que sim.

Dalton

É que mencionaram também a hipótese de MK-41 – há 2 tipos – que é mais pesado ocupa mais espaço, talvez se possa dobrar o número dos mísseis atuais se bem que a versão de alcance estendido exigiria também um silo mais longo.
.
Ser ” modular ” também tem limites principalmente quando trata-se de armamento mais invasivo diferente por exemplo dos mísseis anti navios para estes sim há mais espaço disponível se necessário.

Cipinha

Os tubos da fazenda de cogumelos tem entre 3,5 e 4 metros, o sistema ExLS tem 4 metros, sendo que um único módulo do ExLS com 3 células é capaz de lançar a mesma quantidade de CAMM e CAMM-ER, podendo tbm lançar 2 CAMM-MR por célula. Além de ocupar bem menos espaço no convés o que possibilitaria dobrar o número de mísseis com a adoção de 2 módulos

Cipinha

Uma pesquisa rápida da para ver que a adoção do ExLS no lugar da fazenda de cogumelos seria plenamente viável e ocupando um espaço bem menor para o mesmo tanto de mísseis e mesmo para dobrar a quantidade. Sendo que o ExLS tem capacidade de lançar as 3 versões do CAMM

Yamamoto

A Meko A-100MB foi projetada de forma a poder ampliar a quantidade de mísseis CAMM se for necessário. Um eventual incremento demandaria poucas obras estruturais a bordo.

Camargoer.

Opa. Legal

Obrigado

Santamariense

Você teve, ou tem, acesso ao projeto estrutural da classe Tamandaré? Abaixo do convés, que é onde se localiza todo o sistema de mísseis VLS, há espaço para instalar mais lançadores? Se há espaço, seria para quantos lançadores extras? 2…4…8…12?

Last edited 1 mês atrás by Santamariense
Rafael

Que sejam bem construídas e mantidas, o necessário para suportar 45 anos de uso como é o padrão por aqui…

Last edited 1 mês atrás by Rafael
Dalton

Não pude deixar de notar a coincidência. O “destroyer” Harvey C Barnum Jr” deixou o Estado do Maine onde foi construído em março em direção a sua futura base Norfolk no Estado da Virginia onde será comissionado (Mostra de Armamento) no próximo sábado 11 de abril quando finalmente poderá usar o prefixo USS.
.
Na US Navy todo comissionamento ocorre em um sábado, enquanto na marinha brasileira
não há um dia da semana específico, 24 de abril será uma sexta feira.

Rawicz

Sem espírito de cachorro vira lata, mas eles lançam um navio a cada o que? 3 meses, 6 meses.

O nosso é a cada 20 anos…. a última foi a Barroso em 2008? O resto foram navios patrulhas rs

Dalton

Rs…mas foi uma coincidência, deixaram os respectivos estaleiros em março navegaram uma distância não muito diferente rumo a suas novas bases e Norfolk assim como o RJ são as principais para ambos serem incorporados em abril.
.
A “Barroso” de fato foi incorporada em 2008 depois dela nenhum combatente de superfície/escolta foi adicionado à “Esquadra”.

EricWolff

Como assim primeira vez no RJ?

Dalton

Eric se fosse outro simplesmente responderia que é o que está no texto, saiu de Santa Catarina e chegou ao RJ pela primeira vez…mas…como você não é nenhum “novato” fiquei curioso com sua indagação 🙂

Camargoer.

Olá Dalton

O Navio chegou no Rio de Janeiro em 16 de março, mas pelo que entendi o video so foi disponibilizado agora.

Eu também fiquei confuso no primeiro momento e precisei confirmar o 16 de março

O serviço de comunicaççao social da MB fez uma pegadinha do malandro.. ié ie.,

Last edited 1 mês atrás by Camargoer.
Dalton

Como havia sido matéria aqui no “PN” 3 semanas atrás também deduzi que o
vídeo é que chegou depois, mas na hora de fato ficou confuso e deve ter confundido quem não leu ou esqueceu da matéria aqui. 🙂

Thor

Não fez pegadinha nenhuma. Quem segue as redes sociais da MB viu esse vídeo lá naquela semana…

EricWolff

Exatamente, o vídeo, da chegada, em março, foi lançado no dia seguinte….
Mas talvez esse aí tenha alguma novidade que eu não percebi…

Fernandão

Me preocupa o quão pouco armada ela é. Espero que futuros lotes, depois das 4 novas que parecem estar para fechar, sejam de versões mais bem armadas.



Camargoer.

Fernando Quando comparada com outras fragatas do mesmo tipo. todas possuem um canhão de 76 mm na frente e um canhao de 40 mm sobre o hangar do helicópiter, lançadore tripos de torpedos leves nos dois lados e lançadores de mísses anti-navio similares ao Exocet. O calibre o canhão pode ser maior ou menor, mas é mais ou menos isso. Os lançadores de mísseis antinavios podem varias de 2 até 8. Nunca vi uma frafata de 3.5 mil ton levar mais que 8 mísses. A diferença é a quantidade de mísses de lançamento vertical. As FCT possuem 12 silos e… Read more »

BlackRiver

Uma dúvida 🙋‍♂️
Esta full equipada?
Radares?
Sonares?
Armam completo?
Sensores de guerra eletrônica (SIGINT/ELINT)?

Burgos

A parte de Armamento deve ser armada depois de incorporada e posterior amostra não só de armamento, mas devem ocorrer vários testes e ainda tem o Diasa/Ciasa a bordo para apurar o nível de interoperacionalidade de tripulação/equipamento 👍
Traduzindo: daqui uns 3 a 6 meses deve estar 100% operacional tanto o equipamento quanto a tripulação 💪⚓️
E já deve estar sendo escalada para algum exercício em alto mar juntamente com os demais navios da Esquadra

Franz A. Neeracher

3 a 6 meses?? Não está sendo muito otimista?

Geralmente o primeiro navio de uma classe leva mais tempo para ser testado, tripulação devidamente treinada…..várias vezes o navio tem que voltar para o estaleiro para corrigir algo….

Mas espero que vc tenha razão!

Last edited 1 mês atrás by Franz A. Neeracher
Burgos

Sim Franz estou sendo otimista por ser um navio novo e a tripulação já está adaptada e ambientada ao meio, pode acontecer também o que vc falou o que pode acarretar o atraso da entrega ao ciclo operativo de 8 a 12 messes.👍

Dalton

Usando a ^Barroso^ como exemplo, foi incorporada em agosto de 2008 mas apenas transferida ao Setor Operativo em novembro de 2009 e há outros exemplos.
.
Da mesma forma o ^destroyer^ que citei como comparativo só deverá estar certificado para missão ao exterior em 2028 .

Luís Henrique

Com a proliferação de drones baratos e uso de mísseis + drones para saturação, não fica muito evidente que a quantidade de mísseis da Tamandare é ridícula?

A MB deveria usar no mínimo do mínimo, 8 MANSUP e 24 CAMM e mais idealmente 16 MANSUP e 48 CAMM.
4 e 12 é só para desfile.

Camargoer.

Luis Mísseis antinavio como o Mansuop ou Exocet são para combater outros navios. As FCT podem levar até 8 mísses em dois lançadores quádruplos. Isso é tanto quanto navios maiores estão levando. Elas também levam dois lanaçadores tríplos de torpedos leves, cada um colocado em um lado do navio, o que é padrão em fragatas. Ao contrários dos lançadores de mísses antinavio, os lançadores de torpedo são recarredados no pŕopio local. Então o limitante é o número de torpedos no paiol. O canhão de proa da FCT é o que existe de mais moderno. As FCT usamo o 76 mm.… Read more »

Mauricio R.

Aumentar a quantidade de mísseis principais (CAMM) pra abater drones de fundo de quintal tipo Shahed, creio não ser a melhor das ideias.
Uma ideia seria a instalação de um reparo Sea RAM, ou mesmo RAM, complementado por outros reparos Sea Snake.
Teríamos uma defesa em camadas com capacidades distintas.
Faltaria verificar se o design do navio comporta uma modificação desta monta e o custo financeiro para implementa-la.

Camargoer.

Os sensores sim.
Os testes em mar e tudo mais foi para ajustar, calibrar e integrar os sensores.

Os mísseis não sei.
Vi dois lançadores duplos de Exocet, mas podem estar vazios, assim como os silis de missesi verticais

Os canhões também podem estar sem munição,

Paulo

Ainda tenho dúvidas sobre o Seasnack É um sistema novo. Será que é realmente eficaz ?

Camargoer.

Bem lembrado,

É a mais moderna arma do tipo. A Rheinmetall é recomhecida pela qualidade dos equipamentos que produz.

Alguém sempre poderá alegar que outros equipamento foram testados em combate. Por outro lado, o Sea Snake é uma arma projtada combater drones.

Acredito que ao trocar o tradicional Boffor pelo Rheinmetall foi um avanço. Talvez as futuras NPa500 também adotem o SeaSnake ao invés do Bofors 40 mm

Hamom

Belo dia pra chegar, Céu100% azul.

Jonatas

Não são as Mogamis (as mais lindas pra mim) mas até que estão charmosas. Mais 8 não seria uma má ideia.

Luiz Ferreira

Corvetinha fofinha, fazendo suas coisinhas de corvetinha.