Marinha dos EUA solicita US$ 65,8 bilhões para construir 34 navios em maior pedido de construção naval em décadas

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Marinha dos EUA escolhe navio de desembarque LST-100 do Damen Group para o USMC

LST 100 da Damen servirá de base para os navios de desembarque médio da classe Megan McClung

O governo Trump apresentou ao Congresso seu pedido orçamentário para o ano fiscal de 2027, incluindo uma solicitação de US$ 65,8 bilhões para a construção naval — o maior pedido de navios da Marinha americana desde 1962, quando o programa “41 para a Liberdade” de submarinos balísticos dominou o orçamento do Pentágono. O pacote, parte de um orçamento de defesa total de US$ 1,5 trilhão, prevê a aquisição de 34 embarcações, incluindo submarinos nucleares, destróieres, fragatas, navios anfíbios e uma extensa frota logística voltada para operações no Pacífico.

O maior pedido naval em décadas

O pedido de US$ 65,8 bilhões em construção naval para o ano fiscal de 2027 é o mais alto desde 1962. A Marinha quer dois submarinos de ataque da classe Virginia, um submarino balístico da classe Columbia, uma fragata FF(X), um contratorpedeiro Arleigh Burke classe Flight III, um navio de transporte anfíbio da classe San Antonio, um navio de assalto anfíbio da classe America, seis navios de desembarque médio da classe Megan McClung, dois licitantes de submarinos AS(X), dois abastecedores de esquadra da classe John Lewis, um “navio de missão especial”, um navio de vigilância oceânica T-AGOS, um navio de sealift estratégico, um navio de combustível a granel, um navio hospital T-AH(X), quatro conectores navio-costa, cinco barcos de bombeiros e dois hovercraft Landing Craft Air Cushion.

O orçamento de defesa para o ano fiscal 2026 havia destinado US$ 27,2 bilhões à construção de 17 navios pela Marinha. O secretário da Marinha, John Phelan, havia dito em fevereiro que a produção de navios provavelmente dobraria no ano fiscal de 2027.

Submarinos no centro da estratégia

O financiamento para os submarinos da classe Columbia — os navios balísticos que substituirão os Ohio — subiria para US$ 15,2 bilhões, em comparação com os US$ 9,3 bilhões aprovados em 2026. A soma incluiria US$ 14,9 bilhões do orçamento do Departamento de Defesa e US$ 205,7 milhões do projeto de reconciliação proposto.

A classe Virginia permanece o combatente subaquático mais flexível da Marinha: combina otimização para guerra litoral, mastros de fotônica em vez de periscópios óticos tradicionais, sistemas de combate de arquitetura aberta, suporte a operações especiais e a discrição acústica necessária para missões de ISR, guerra antissubmarina, ataque terrestre e negação do mar. Em um cenário no Pacífico, esses submarinos são a força que pode sobreviver à avançada, explorar avançada e atirar primeiro.

A frota logística: a aposta no Pacífico

Um dos aspectos mais reveladores do pedido orçamentário é o peso atribuído às embarcações de apoio logístico — 16 dos 34 navios solicitados são classificados como “não combatentes”. O pedido busca reconstruir simultaneamente a massa de combate e a sustentação marítima. A alocação mostra onde a Marinha vê risco: navios de mísseis balísticos de frota recebem US$ 15,2 bilhões, outros navios de guerra, US$ 28,4 bilhões, navios anfíbios, US$ 8,29 bilhões, e auxiliares e custos de programas de anos anteriores, US$ 13,92 bilhões.

A lógica operacional é clara: em um conflito prolongado no Pacífico, em que as distâncias são enormes e as bases avançadas vulneráveis, a capacidade de reabastecer, reparar e sustentar uma frota sob fogo pode ser tão decisiva quanto o número de mísseis a bordo.

O battleship Trump e a “Golden Fleet”

Battleship Trump class

Como novos programas, a Marinha perseguirá o desenvolvimento do battleship da classe Trump e o programa de fragata baseado no Cutter de Segurança Nacional da Classe Legend da Guarda Costeira. O budget prevê que US$ 1 bilhão em fundos de aquisição avançada será destinado ao encouraçado para 2027 — não dinheiro para a construção completa, e sim um passo inicial.

O orçamento afirma que o plano de 41 navios em toda a nação “representa o maior sinal de demanda para a base industrial marítima desde a administração de Franklin D. Roosevelt”. Trump propõe US$ 1,5 trilhões em gastos de defesa para 2027 — um aumento de 42% em relação aos níveis de 2026.

Fragata baseada no National Security Cutter da Guarda Costeira

Os desafios industriais

A ambição do pedido esbarra em uma realidade difícil: a capacidade industrial naval americana encolheu dramaticamente nas últimas décadas. Analistas como Brent Sadler, da Heritage Foundation, disseram que o patamar de US$ 65,8 bilhões em construção naval deveria ser mantido nos próximos anos para aumentar a produção. “O que a Marinha pode fazer no curto prazo é construir muitos auxiliares, onde a indústria de construção naval de defesa americana tem alguma capacidade”, disse o analista Mark Cancian.■


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Camargoer.

Surge a “Classe Melanie”

curisco

kkkkkkkkk

Serão as classes:
Trump melani
Trump filho
Trump pai
Trump sobrinho
Trump avô

deadeye

Ai depois teremos o programa “Goldengolden Fleet” e “Fleet Golden” e “Fleet fleet Golden”

Gilberto

Enquanto isso, no Brasil só vai ter a classe Golden Shower

Equilibrium

O que é Golden shower? (ironia)

karlbonfim

No my brother!
Kkkkkkkkk!

curisco

Como acusou Eisenhower, o complexo militar dos EUA jamais perde

André Sávio Craveiro Bueno

Na era Reagan os subsídios à indústria naval foram retirados e esta começou a definhar. Hoje restam poucos estaleiros para dar vazão aos desejos orangísticos.
Soube que recentemente os EUA acordaram com a Coreia do Sul desta última começar a fabricar navios no território do primeiro. Pessoal técnico coreano foi até os EUA para trabalhar. O ICE teria detido todos ou muitos deles havendo, depois, uma solução para o caso.

Esteves

Navio de missão especial é uma embarcação projetada para tarefas que não são combate direto: inteligência e espionagem eletrônica, acompanhar testes de mísseis, drones e Godzillas. Navio de sealift estratégico é navio logístico gigante que leva uma guerra inteira (homens + equipamentos) de um continente para outro. AS(X) significa “Attack Submarine (X)”, um novo projeto de submarino de ataque (a letra “X” indica que ainda está em definição ou fase de escolha). Essa história de Pacífico pode ser conversinha convertida para o meio do caminho ou América do Sul. Trump não tem aliados latinos. Ok…acho que ninguém quer um aliado… Read more »

Dalton

Estevão ^AS(X)^ significa Navio de Apoio a submarinos que estão sendo projetados para substituir os 2 cujas vidas úteis estão no fim ambos dos quais baseados em Guam no Pacífico e não é mera coincidência.
.
Você provavelmente confundiu com o ^SSN(X) ^ este sim muito no futuro ainda.

Esteves

Grato pela correção.

helano

Mas e evidente que não vão dar conta disso tudo, passa trabalho pra gente pô tamo presisando….

Esteves

Guerra é um bom negócio.

Uma alta de 2% a 4% pode gerar US$ 800 bilhões a US$ 1,5 trilhão, mesmo não realizados, nas Bolsas, US$ 10/50 bilhões extras em receitas para o setor de petróleo ou um fluxo financeiro correndo na economia norte-americana superior a trilhões de dólares.

Essa grana toda, é claro, sempre nas mãos de quem pode mais.

Palpiteiro

Para quem está pagando quase 2 trilhões só de juros da dívida, o que é 65bi? Impressoras trabalhando sem parar.

JuggerBR

Quantos destes navios servirão pra liberar o estreito de Ormuz? Zero, né…

Dalton

Prioridade Oceano Pacífico.

Fernando Vieira

Não se constrói navios pensando no hoje. Ao menos não enquanto não se está em guerra total. Esse orçamento libera a verba para construir os navios, esses navios deverão estar comissionados daqui uns 5 anos. Até lá essa crise em Ormuz já foi superada. A Marinha dos EUA faz muito bem em olhar para o Pacífico, pois é lá que sua principal rival opera. Para você ver, os programas de construção naval dos EUA tinham como principal cenário guerras assimétricas, terroristas com uma lancha e um Exocet montado nela. Por isso a China os pegou de calças curtas, eles tinham… Read more »

JuggerBR

Claro, são pensados estrategicamente, mas na minha provocação, quais navios seriam usados para liberar aquela área, e porque não foram usados? Seria uma falha na doutrina deles? O estreito é um problema bem antigo, e aparentemente eles não tem as ferramentas adequadas para a sua liberação.

Dalton

Não dá para ^liberar^ sem uma invasão em larga escala precedida por um bombardeio maior do que se viu até agora ou seja a crise com o governo iraniano não pode ser resolvida apenas com navios não importa quantos ou de que tipo sejam.

Leandro Costa

Dalton, tenho a impressão de que os LCS seria navios apropriados para a tarefa, inclusive com o papel de escolta em mente.

Mas acho que eles sentem falta das OHP.

Dalton

Leandro o ^LCS^ é pouco armado para defender-se e defender ^outros^ diante das ameaças aumentadas pela geografia que favorece o regime iraniano e uma fragata relativamente modesta como uma ^Perry^ também não.
.
Também não há um grande número deles,dos 28 o mais antigo é usado apenas para testes e será retirado em julho, outros foram recém incorporados ou estão passando por ajustes pós comissionamento, em manutenção ou treinando para alcançar a certificação.

Helio Eduardo

Colocar uma frotilha no Estreito é fácil, ainda mais para a US Navy. Difícil será garantir sua segurança naquele ambiente claustrofóbico em termos de manobras navais de combate sem, antes, e bem antes, garantir (limpar) o litoral. E isso só se faz na maneira mais tradicional, com tropas no chão, a boa e velha infantaria (e suas variantes).
Na minha opinião, é tudo em que o Irá aposta.

Luís Henrique

Para liberar o estreito precisa de invasão terrestre. Controlar parte do território iraniano em volta do estreito. O próprio nome já diz: é um estreito com largura de cerca de 30 km. Mísseis em terra, drones em terra e pequenas as embarcações como lanchas e drones aquáticos ou submarinos podem permanecer ocultos em terra e serem disparados ou acionados rapidamente. Depois que atingiu 1 navio petroleiro, navios militares podem até reagir e destruir posições inimigas, mas o estrago já foi. E podem continuar atacando de outras posições. Ou seja, não tem como garantir segurança para Navios civis sem boots on… Read more »

Fernando XO

Prezado Luis, a consolidação da cabeça de praia era alcançada quando a tropa tomava a primeira linha de altura, proporcionando o desdobramento no terreno e a continuação da progressão… em tempos atuais, com a variedade de armas e drones, não acredito que isto seria uma garantia… assim sendo, resulta em uma complexidade e custo material e humano que entendo como desfavorável para essa alteranativa… cordial abraço.

Pedro

Os EUA não precisam mais do petróleo do Irã…eles são auto suficiente e agora tem o controle do petróleo da Venezuela. O objetivo era o Irã não ter a bomba atômica. Se conseguir o controle do petróleo do Irã e mais para prejudicar a economia Chinesa.

Marcos

Na verdade a principal preocupação dos EUA não é o petróleo em si, nem armas nucleares iranianas. Toda a questão é o Dólar continuar sendo usado como moeda de reserva mundial. Para que esse status do Dólar se mantenha e por conseguinte o “privilegio exorbitante” dos EUA, é necessário que o petróleo continue sendo comercializado internacionalmente em dólar. A guerra é por isso: manter o dólar como moeda de reserva. E é por isso que esse acordo vai ser construído em torno do petróleo iraniano sendo comercializado em Dólar, ou a guerra vai continuar.

JHF

Sadam começou a comercializar petróleo iraquiano em Euro pouco antes da inteligência americana “achar” vestígios de armas nucleares no seu arsenal. O que aconteceu todos sabemos.

lucio

Vamos todos juntos abir um estaleiro no Estados Unidos ao invés de ficarmosp aqui passivos.

GeneralSofá

Aposto um balão, que 5 segundos depois que o Trump sair da presidência, a US Navy cancela esses Battleship Trump

curisco

colocaram o ‘tenente escovinha’ e o recruta zero para tocar o projeto

Fernando Vieira

Eu acho que o Dentinho é o chefe de engenharia.

Camargoer.

Demitiram o Estado Maior das forças armadas e promoveram o Gen.Dureza diretamente para 4 estrelas, pulando uma etapa na sua carreira

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Last edited 1 mês atrás by Camargoer.
Fernando Vieira

Sempre fui muito fã do Recruta Zero.

curisco

Todo mundo aqui entregou as idades!

Dalton

Tenho a décadas um pequeno modelo de jeep com “Zero” no volante ao lado dele o sargento Tainha e atrás o “Otto”…made in china…não tão legal quanto o original feito nos EUA na mesma escala mas muito mais barato 🙂

curisco

trumpão certamente faria isso se o dureza fizer tudo que for mandado

Helio Eduardo

Temo que o amigo vá perder a aposta, será em menos de 5 segundos, será a própria definição de “instantâneo”.

Marcelo Andrade

E os PAs da Classe Gerard Ford? Não estão contemplados nesse orçamento?

Fernando Vieira

Já tem três encomendados, no orçamento de 2028 pode ser que encomendem mais um, vai depender do calendário de baixas dos Classe Nimitz.

Dalton

NAes são encomendados com um grande espaçamento entre os anos fiscais não há como encomendar 3 no orçamento de 2028.
.
Por enquanto se está substituindo na base do 1 para 1 o ^Ford^ substituiu o ^Enterprise^ o ^John Kennedy^ substituirá o ^Nimitz^ o novo ^Enterprise^ ocupará o lugar do ^Eisenhower^ e o ^ Doris Miler^ o ^Carl Vinson^ não foi iniciada a construção do quinto.

Fernando Vieira

Acho que me expressei mal, o que quis dizer é que já existem três encomendados, não sei em que anos fiscais eles foram encomendados, e que talvez em 2028 encomendem mais um a depender das baixas dos Nimitz. Não que eles encomendariam 3 em um mesmo ano. Haja verba.

Dalton

Os 3 estão em construção Fernando e não “encomendados” incluindo o “John Kennedy” que recentemente passou pelos primeiros testes de mar mas não está completo. Os outros 2 “Enterprise” e “Doris Miler” estão em um gigantesco dique seco com o “Enterprise” na parte dianteira e uma porção menor do “Doris Miler” na parte de trás, então quando o “Enterprise” for lançado ainda este ano haverá espaço para continuar a construção do Miler. . O quinto da classe que tudo indica será mesmo chamado “Wllliam (Bill) Clinton” deverá ser “encomendado” em 2029 ou 2030. . As baixas dos classe Nimitz são… Read more »

Fernando Vieira

Uma curiosidade, esses dias estava assistindo aquele canal do Smithsonian que tem na Pluto TV e passava um documentário sobre o Ford. Mostrou os testes da catapulta e tudo o mais.
No final eles falavam que o Kennedy já estava em construção e deveria estar operacional em 2024.
Não é só no Brasil que programas atrasam.

Dalton

Você “não sabe da missa a metade” Fernando e eu só sei porque
uma das minhas obsessões é acompanhar a US Navy o que nem é tão difícil graças a transparência e riqueza de informações.
.
O “Kennedy” é apenas a “ponta do iceberg” se é que você me entende 🙂

Fernando Vieira

Que bom que a Marinha Americana é transparente. Ao menos o contribuinte americano consegue saber como seus impostos são gastos. Por isso eu sempre penso que a Marinha Chinesa tem problemas parecidos, mas transparência não é forte dos chineses. Viva a democracia. O que eu vi foi o problema do sistema sanitário do Ford e que vai vir no Kennedy. Imagino também que por eles terem ficado anos sem um rival, a situação amoleceu. Não precisavam ampliar a frota de PA e nem de grandes combatentes de superfície porque simplesmente ninguém tinha. Aí puderam relaxar um pouco. E a China… Read more »

Marcelo Andrade

A China vendo isso e rindo…….Manda pra cá que construimos algumas coisas pra vcs! kkkkkk

JuggerBR

E cobramos mais barato… Em troca de escondermos algumas coisinhas neles…

Bode Krasniy

Com esses recursos a China provavelmente construiria uns 200 meios navais semelhantes em 1/5 do tempo…

Dalton

Impossível ^SSBNs^ e ^SSNs^ por exemplo são caros até para os chineses mesmo sendo mais baratos que os construídos para os EUA não são tão mais baratos assim.

Bode Krasniy

Com certeza são bem mais baratos que os dos EUA.

O complexo industrial-militar da China é para defesa nacional, não lucro corporativo.

A capacidade industrial geral dos EUA é ridícula pero da chinesa, ou seja, os chineses fabricam qualquer coisa mais barato (as vezes muito mais) e menos tempo.

Burgos

“A necessidade faz o Monge”
O Laranjão pensava de cima para baixo, parece que a mentalidade mudou 😏
Como um certo costureiro já falecido falava: “As vezes calçar as sandálias da Humildade não custa nada” 😏

Last edited 1 mês atrás by Burgos
Palpiteiro

Para quem iria reduzir o déficit anual em 1 trilhão, não está indo bem.

Helio Eduardo

Permita-me discordar. Trump não sabe o que é humildade. Acho, em relação a isso, o mesmo que dizia em relação ao Biden e sua senilidade: o “cara” pode estar ruim, mas ele está no topo da mais sofisticada e profissional cadeia político-militar da atualidade, e que está nessa posição faz algumas décadas.
Deve ter muita gente que pensa estrategicamente, para além do X, cuidando para que o rumo não se desvie demasiado.

NEMOrevoltado

O estaleiro Rio grande vai estar disponível.

Trabalho e dinheiro sempre são bem vindos.

Heli

Pra quem sempre construiu bons navios como as OHP, Ticonderoga e os Arleigh Burke, essas fragatas baseadas nos cutter e essa classe de battleship Epstein são uma piada de mau gosto.

Dalton

Não é piada ainda mais se os chineses estão construindo um tipo até maior de ^battleship^. . Com o ^Arleigh Burke III^ chegou-se ao limite e mesmo o ^Zumwalt^ maior tem limitações assim como os chineses perceberam as dos seus ^Type 55^ que já são maiores que um ^Burke III^. . O ^DDG(X)^ teria tamanho intermediário entre um Zumwalt e um Burke e permitiria um bom número ser construído mas pelo visto eles também teriam limitações quanto a a novas tecnologias e armas. . A US Navy tinha e continua tendo necessidade de cerca de 50 ^pequenos combatentes de superfície^… Read more »

Fernando Vieira

O que os chineses estão construindo desse porte?

Dalton

Muito maior, segundo li no Naval News pouco tempo atrás há rumores que está sendo chamado de ^Type XXX^ a ser lançado em 2027 para conclusão possivelmente até 2030.

Nico88

Com mais esse aumento de gastos, a economia americana vai acabar quebrando. Eles estão super endividados. Esses investimentos são feitos com cortes em investimentos sociais. A população em grande parte já vive no limite. Isso não vai acabar bem. Essa ânsia de superar a China por meios militares não dará certo. Se tem uma coisa que eles deveriam investir é no aumento da competitividade da economia americana. A China por exemplo teve U$$ 1 trilhão de dólares de superávit comercial no ano passado. Como você vai competir com um colosso desse?

Camargoer.

Nico (acima da Lei), O problema nada tem a ver com a dívida em si, mas na “qualidade da dívida”. Por exemplo, quando a dívida pública é contraída para abrir crédito para financiar o setor produtivo ou para financiar exportações, para financiar a safra, para ampliar a infrastrutura como saneamento básico, rede de saúde, sistemas de transporte ou comunicação e até para financiar o crédito estudantil, irá resultar em aumento da produtvidade e da produção a curtou e médio prazos. Isso signitica que a própria dívida gera riqueza para o seu restate Por outro lado, quando a dívida publica é… Read more »

Pedro

Antes disso acontece mais da metade do mundo (incluído nos), já estaria quebrado…n

Adriano Madureira

Ninguém quer ou tem navio para enviar para o estreito de Hormuz…

Nem os ingleses, que vivem pendurados nas bolas do Uncle Sam.

O negócio na Royal Navy está tão humilhante que recentemente enviaram o RFA Tideforce para interceptar dois tankers da frota fantasma russa, mas não se aproximaram ao ver que os mesmos eram escoltados pelo Admiral Grigorovich.

Portanto não puderam fazer nem um ato de pirataria contra os petroleiros russos.

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Last edited 1 mês atrás by Adriano Madureira
Equilibrium

Navio de desembarque deveria se chamar Epstein Class

Almeida

Esse dinheiro todo só pra deppis levar um pau de um país que nem marinha tem kkkkkk

ASantana

“Quem acha que entende do assunto, discute equipamentos. Quem entende, discute logistica.”

C. J. Perth