Reflexões sobre a Geopolítica Brasileira
Kleber Luciano de Assis
Almirante de Esquadra, Refº
Minhas reflexões partem do excelente artigo, publicado, em 07 de abril deste ano, no veículo PODER NAVAL (alexgalante@naval.com.br), cujo autor, que eu desconheço, depreende-se do extrato de seu currículo que, serviu à Marinha do Brasil, embarcado na Fragata Niterói, e cujo o tema abordado, geopolítica, chamou a minha atenção, por estar em moda nos noticiários dos dias atuais.
Logo, no início, o autor apresenta uma empolgante e feliz afirmação de ter o Brasil uma das mais consistentes tradições geopolíticas do Hemisfério Sul. Durante o século XX, foram estabelecidas as bases do pensamento estratégico nacional, centrado, no território, na integração continental e na projeção regional. Era a “escola geopolítica brasileira”, diz ele, fortemente vinculada ao pensamento militar e à formação de políticas de Estado. Em seguida, acrescenta o autor, uma grande verdade temática e sua consequente visão prospectiva: “o problema é que essa escola nunca foi concluída e o século XXI não vai esperar, que isso aconteça”.
Ao tecer comentários sobre a evolução do pensamento geopolítico brasileiro, conclui que, no cenário contemporâneo, tal pensamento caracteriza-se pela ausência de visão estratégica convergente composta por três paradoxos, que permanecem abertos: dependência versus autonomia estratégica; vocação continental versus projeção marítima e de potência regional versus ator global e termina essa análise introdutória, de forma brilhante, ao afirmar que, assim, sendo, “o Brasil oscila entre ambições e limitações estruturais”.
Ao abordar a geopolítica contemporânea, deixa transparecer que a nossa concepção de geopolítica não incorpora dimensões, valores, requisitos e características, elementos resultantes da interação entre território, economia e tecnologia, dentre outros. Sendo, assim, digo eu, encontra-se desatualizada.
Prosseguindo em suas considerações, o articulista induz o leitor a se perguntar : De que adianta ter posição estratégica, no Atlântico Sul; território continental integrado, vastos recursos naturais e reconhecida capacidade de articulação diplomática, se não sabemos traduzir esses fatores de força na madre de nosso poder nacional?
Tentarei, de maneira simples, ajudar o nobre jornalista, na difícil tarefa de explicar aos leitores, as razões de tais desencontros, na falta dos seguintes ingredientes:
- Definição do problema a resolver;
- Foco no problema a resolver;
- Planejamento de longo prazo, submetidos à aprovação do Poder Legislativo (ou por iniciativa deste) composto de planejamentos de curto prazo, que por terem duração menor, permitam o controle de metas intermediárias, de tal forma que, a qualquer momento, saibamos o que queremos, onde estamos e que direção tomar, se necessitarmos de mudar de rumo. Em planejamentos de Estado, que ultrapassem à duração de um período governamental, esses deveriam permanecer ativos e com prioridade sobre qualquer outro, que venha a disputar recursos, no novo governo. A abrangência de controle, de competência do Congresso, deve evitar a existência de Planejamentos de Estado, cujas metas intermediárias não tenham sido atendidas, transformando-se em verdadeira “panaceia”, por falta de direcionamento e incapacidade de se adaptar a um ambiente de negócios altamente complexo.
- Políticas de Estado não podem ser subservientes às políticas de governo.
Fixar-me-ei nos quatro ingredientes acima, para não tornar essas reflexões exaustivas ao extremo.
Entre ambições e limitações estruturais, o planejador desperta mergulhado na máxima: “quando não sabemos onde queremos chegar, qualquer rumo serve”. As ambições deixam de ser visões e tornam-se sonhos e as dificuldades orçamentárias, na maioria das vezes, transformam-se em muros intransponíveis, por agredirem o requisito da exequibilidade. O problema existe, mas, não é resolvido, dentro de uma moldura de tempo aceitável. Ao não ser resolvido, adota-se uma solução paliativa, que, da mesma forma, consome recursos, pela falta de coragem de focar na solução, e, à luz do tempo perdido, permanecemos no mesmo lugar.
Em razão dessa postura se repetir em vários setores da administração pública brasileira, como corrigir tais distorções, na tentativa de colocar o Brasil no rumo certo? Como pensar em Defesa Nacional, sem termos de forma clara e atualizado o conceito geopolítico do Brasil versus a América do Sul e do Brasil versus o mundo? Das heranças do passado, víamos a Argentina como principal ameaça ao Brasil e uma empatia especial dos Estados Unidos para conosco. O tempo passou, fatos diplomáticos alteraram a geopolítica da região, a história foi esquecida, interesses político-partidários de manutenção de poder se apresentaram como melhor opção nas negociações comerciais e a vida seguiu em frente, sem estar o Brasil preparado para o século XXI.
As guerras e os conflitos, que nunca deixaram de existir, agora, tornaram-se constantes e formatadas para novos perfis de combate. Pensando sermos mais espertos do que a raposa e no afã de execrar os militares de qualquer influência política, relegou-se a Defesa a um segundo plano. As obtenções de plataformas, por compra de oportunidade, que sempre existiram, outras vaguearam entre empresas diversas, na busca daquela que oferecesse melhores vantagens, em termos de transferência de tecnologia. Esta nem sempre ocorre por se tratar de “caixa preta”, ou diferenças de base industrial ou cláusulas restritivas no contrato. Assim, jogamos fora conhecimento, tecnologia e mão de obra. Na verdade, jogamos dinheiro fora e corremos o risco de que a geração que nos seguirá poderá viver pior, do que nós vivemos. Vemos que o progresso, que alimentava a promessa de um futuro sempre melhor, agora é uma dúvida. Nunca tivemos à nossa disposição tanto conhecimento, tantas tecnologias e tantas ferramentas e não soubemos usá-los, em benefício daqueles que nos substituirão.
Ao finalizar, o corajoso jornalista-marinheiro se arrisca em elencar as dimensões que uma grande teoria geopolítica brasileira deveria englobar. Porém, como essas dimensões citadas, isoladamente, não constituem uma teoria, pergunta quem irá integrá-las e quando? Para responder, usarei uma expressão que a minha mãe usava, quando, mais jovem, eu insistia em não concordar com alguns caminhos escolhidos pelos governantes, para conduzir o Brasil. Dizia ela, “ Estás pregando no deserto! Ninguém, te ouvirá!”. Acrescentaria: exceto umas “velhas guardas”, que como eu, mesmo com a expectativa de um pequeno tempo futuro, que me resta, insisto em querer o melhor para o meu País.
Há mais de oitenta anos, ouço ecoar em meus ouvidos que o Brasil é o País do futuro! Que futuro? Se o futuro é o que vem depois do presente, a sua ocorrência é diretamente proporcional ao esforço dispendido para concretizá-lo, exatamente, como ocorre com a esperança. A esperança baseia-se na concretização de uma meta, pela fé na compensação pela dedicação total à sua realização. Sem essa dedicação estrutural, sem o emprego das modernas técnicas de gestão empresarial e a ausência de liderança interpessoal; a fé é transportada para o espaço do divino e, como milagre, foge ao escopo dessas reflexões.■

São dois artigo, que chegam em boa hora. O momento é do recente Acordo Reino Unido e Brasil, elevam sua relação ao nível estratégico, com foco direto em defesa, segurança, tecnologia e indústria, abrindo um novo ciclo de integração militar e industrial. Na prática, o acordo ativa transferência de tecnologia, exercícios militares conjuntos e expansão da cooperação industrial. Este acordo, segue uma sequência de decisões das compras recentes de navios britânicos, o acordo de coordenação e de exercícios, reforça a Royal Navy no entorno do Atlântico Sul O aprofundamento da cooperação com o Brasil, desperta em primeira mão, a ira… Read more »
Hoje vem se desenhando um novo cenário global, vejo a otan sendo abandonada pelos EUA e vice-versa, dessa forma cabe ao pais agir de forma pragmática, aproveitar possíveis oportunidades de obtenção de tecnologias e principalmente de doutrinas militares condizentes com a realidade da guerra hoje, sem ficar se apegando a paixões ideológicas, de forma pragmática vejo que nossa base de equipamentos e doutrinas são quase que em sua totalidade ocidentais, buscamos na Europa a maioria dos principais equipamentos que temos, sejam embarcações, tanques e até aeronaves (helicópteros) toda via a escalda de tensões fazem surgir novos atores, hoje a Coreia… Read more »
Concordo que já deveríamos ter nos aproximado de novos players que estão à surgir, participando e contribuindo com as novas tecnologias que esses estão a desenvolver para sair do julgo proibitivo das grandes nações que se mantém como fabricantes e vendedores dos melhores produtos disponíveis no mercado. Verdade seja dita até então são realmente os melhores fabricantes, porém novos participantes estão entrando nesse jogo o que tira a certeza de que só eles podem se assim o desejarem negociar algum artigo e para quem eles o desejarem faze-lo. A Turquia, a Índia a Coreia do Sul entraram firmes nesse jogo.… Read more »
Atualmente o mundo esta focado no Irã, todo mundo esta dependendo dos desdobramentos no Oriente médio, possivelmente em seguida a Guerra irá para o Indo-Pacifico, nesse caso em Taiwan, Todo mundo apostou as fichas que logo depois da Guerra a Ucrânia , em 2027 a China vai invadir Taiwan, se calhar não apostaram em 2026, os EUA capturarem o Maduro e atacarem o Irã, talvez em 2027 a China vá invadir ou não Taiwan… O Brasil sempre sentado no seu muro explendido, vendo as outras nações se rearmarem, somos um país 100% pacifico, mas com alguns problemas de segurança pública…… Read more »
No caso do caça Gripen, não temos a autonomia necessária para fazer nada, pois a tecnologia é da Suécia, não nos foi repassado toda ela(Tecnologia embarcada), os armamentos são de países europeus e o motor é americano (F414)
A tecnologia embarcada do Gripen E/F foi desenvolvimento conjunto e o software também
Tecnologia made in Israel
Pedro, Te informo que a parceria entre a AEL Sistemas e a FAB para o desenvolvimento do sistema WAD e outros componentes do Gripen envolveu forte transferência de tecnologia e a exigência de valorização da engenharia local, engenheiro brasileiro.
AEL e uma empresa da Elbit de Israel, proxima
Ok, mas o Brasil já tinha desenvolvimento próprio disso com a AEL antes do programa Gripen, uma vez que desenvolveu aviônicos para os F-5M, A-1M, A4BR e Super Tucanos.
“interesses político-partidários de manutenção de poder”…como o próprio autor citou, depois da redemocratização do Brasil. Não tivemos um projeto de nação e infelizmente somente projetos eleitoreiros… Veja o resultado, são escândalos bilionários em sequencias
Atualmente o setor de serviços no Brasil é o maior componente do PIB, representando cerca de 70% da economia. Em resumo, enquanto serviços garantem o volume do PIB, o agronegócio e a as commodities impulsionam o crescimento econômico e a entrada de divisas. Onde está o programa de reindustializacao, sem incentivo, sem a presença forte do Estado, quem vai investir se a política do Estado flertar com grupos bilionários rentistas? O que pensar, o que discutir? Se a industria de tecnologia, de engenharia de pesquisa voltada para a indústria que atenda as Forças Armadas e os interesses da nossa soberania… Read more »
Acorda…sair dessa narrativa neoliberal. Primeiro nunca tivemos governos neoliberal…nao esqueça que o atual governo representa quase 20 anos de governo…e são os principais culpados dessa atual situação de desânimo da nação.
Sei, saudações do Milei para vc Rsrsrs
Milei e presidente da Argentina…e se vc quer comparar, veja a situação antes e atual deles…
O projeto FX2 ficou estagnado nos dois governos FHC e no governo Lula.. foi a Dilma que destravou o orçamento e o projeto
Não..
FHC lanlou o FX que destinava US$ 700 milhoes para a compra de um número indeterminado de caças, seu apoio logistico e armas, para substituir os MIrage III de Anápolis.
O programa foi cancelado e relançado como Fx2, que previa a compras de 36 aviões. participação da Embraer na montagem dos aviẽos, ToT, aquisição de armamento e apoio logístico.
Prezado Pedro, a leitura de Why Nations Fail traz esclarecimentos para esta triste realidade… e os clássicos Casa Grande e Senzala, Raízes do Brasil e Formação do Brasil Contemporâneo… cordial abraço…
“Existe, efetivamente, um governo, um poder, uma autoridade nacional. O Chefe é o Chefe da Nação. Mas não é o Chefe da Nação apenas no sentido jurídico e simbólico. É o Chefe popular da Nação. A sua autoridade não é apenas a autoridade legal ou regulamentar do antigo Chefe de Estado. A sua autoridade se exerce pela sua influência, pelo seu prestígio e a sua responsabilidde de chefe. Somente um Estado de Chefe pode ser um Estado Nacional: unificar o Estado é unificar a Nação. Foi o que se deu no Brasil. A inflação de prestígios locais ou regionais, ou… Read more »
“Políticas de Estado não podem ser subservientes às políticas de governo.”
Acho que reflete claramente pelo fato como os 2 últimos governos misturaram ideologia ao proprio gosto e tiraram o brasil da zona de neutralidade apenas porque sim para impressionar o cercadinho de correligionarios.
Brasil vai ser engolido pela doutrina Donroe, seja por burrice, corrupção ou por preguiça.
Enquanto isso a Índia deixou o brasil comendo poeira e já é a 4 ou 5 maior economia e crescendo sem parar.
“Brasil vai ser engolido pela doutrina Donroe, seja por burrice, corrupção ou por preguiça.”.
Apostaria mais no quesito burrice, porque preguiça de inovar em certos setores já há…
O artigo não esclareceu sobre a geopolítica e os pontos sensíveis da nação. A primeira questão que interfere na insegurança do Brasil é a falta de unidade identitária onde a população que é dividida entre abastados e miseráveis. A segunda é o alinhamento histórico e subserviente dos militares e políticos brasileiros aos EUA quando o imperialismo pressiona contra a nossa autonomia e multi lateralismo. Terceiro: Nossos.pontos frágeis: A falta de estratégia de defesa da Amazonia e a necessidade de criação do tratado do Atlântico Sul pois os EUA não respeitam soberania e podem fazer embargos à quem os ponham em… Read more »
“Enquanto isso a Índia deixou o brasil comendo poeira e já é a 4 ou 5 maior economia e crescendo sem parar”.
E olhe que em algumas coisas eles são bem piores do que nós…
India tem mais pessoas pobres do que o brasil tem de brasileiros.
Mas eles souberem se especializar, criar ótimas faculdades de TI do mundo e viraram meio que um ponto onde todas as grandes empresas americanas tem grandes escritórios para exportar para o mundo todo. o back office de TI mundial.
Isso que eles sempre mantiveram simultaneas relações com EUA, Russia e China(rival histórico).
Enquanto isso brasil focado no divisionismo politico interno, sexismo, corrupção e flutuando aos sabores da politica mundial.
Um bando de funcionario publico descutindo, projeção estrategica, e o dinheiro do comtribuinte indo de ralo em corrupção e os nossos militares aprisionado em salarios irrisorios politica estrategica ta de brincadeira o irmão do norte não perdoa….
E Camões se contorcendo ao extremo….
Se nao se preparou na época de tempos de paz nao vai ser agora em tempos de guerra que vai ser feito alguma coisa.
Vai continuar tudo como antes no quartel de Abrantes.
Em terra de pirata todo mundo quer ficar rico logo e vazar pra Miami com a família e deixar o império
americano resolver seus problemas financeiros com toda riqueza do Brasil.
Brasil é aquele dono de casa ou comércio, que só toma atitude depois que tem seu patrimônio arrombado, seus filhos espancados, sua mulher, mãe e sogra feitas de marmita de malandro… Aí depois da Zoeira é que eles vão pensar em botar seguro e sistemas de segurança, isso se não pôr câmeras e sensores de marcas vagabundas. Infelizmente esse país é uma piada militar, vejo países asiáticos e africanos comprando aeronaves como M346 Master-FA(Nigéria…) ou aeronaves FA-50 Fighting Eagle( Senegal/Filipinas…) e nós ficamos como aquelas Maria Shopping Center, que só olha a vitrine e para comprar algumas peças é o… Read more »
“Venezuela comprou equipamentos militares usando petróleo, adquirindo MBTs, aeronaves e blindados”, e o que adiantou???? População na extrema pobreza e a elite do estado milionária gastando sua grana em Miami.
Problema do Brasil não e falta de dinheiro e sim falta de gestão…Estado inchado, ineficiente, com castas que ganham milhões …
“e o que adiantou???? População na extrema pobreza e a elite do estado milionária gastando sua grana em Miami”. É Pedro, mas isso não muda o fato que usaram sua commodities para adquirir os armamentos… Imagine nós que temos mais riquezas minerais do que eles, poderíamos fazer para usar na defesa… A Áustria adquiriu 12 aeronaves Leonardo M-346FA Master com um custo total aproximado de 1,5 bilhão de euros (cerca de USD1,7 bilhão de dólares),poderíamos muito bem adquirir seis aeronaves ou mais para aposentarem os geriátricos A4 SkyHawk da MB. As Filipinas assinou um contrato de US$ 700 milhões com a sul-coreana… Read more »
Pedro, Esta história repetida desde os anos 80 que tudo é um problema de gestão já foi superada. Ainda há quem afirme com convicçao que baste ter um bom gerente em uma prefeitura para que tudo sera resolvido. Ainda que existem criminosos que comentam crimes dentro do Estado, mas isso acontece em todas as organizações. O caso do desfalta na Americanas é apenas um deles. Também é verdade que existem problemas de privilégios, como acontecia com os juízes bandidos que eram aposentados com saláro integral, algo que era imoral e também era ilegal, mas dependia de um questionamento no STF.… Read more »
“Brasil é aquele dono de casa ou comércio”
Não. No máximo o gerente, ou o caseiro.
Quando chega a ordem do patrão ou do dono, abre a porta de frente e se mete nos fundos para não ver nada…
Resumindo:
Um país falido, FFAA sucateada e um povo desunido é um “prato cheio” para o inimigo!
O Brasil avançou na saúde porque houve decisão política clara, estrutura nacional integrada, descentralização, desburocratização e financiamento contínuo. Apesar disso, centenas de cidades ainda não fazem parte do SUS – AME, UPH e Hospital Público distantes. O Brasil ficou para trás em tecnologia, defesa e segurança porque faltam determinação, valentia, continuidade, coordenação, incentivo ao risco e pressão externa estratégica como ocorre na Turquia, OM, Coréia, Austrália. A educação (e a base científica) são pouco competitivas com baixo desempenho em matemática e ciências, quase nenhuma conexão entre universidades e empresas – aonde estão as escolas para Itaguaí e Itajai? Quantos técnicos… Read more »
Os brasileiros acostumaram com a corrupção e o populismo. Já os Brasilianos cansaram e muitos desistiram ou estão indo embora .
Caro Alm.Kleber, Ninguém com juízo escreveria um artigo descrevendo a solução dos nossos problemas. Considero ousado e necessário colocar alguns pontos para discussão. Um país deve antes de tudo buscar o bem-estar de sua população, caso contrário a população buscará outro país (seja pela imigração ou pela revolução). Gostaria então de dar alguns passos para trás para contextualizarmos nosso presente. Após anos de colonização portuguesa e regime escravocrata, o Brasi se torna a Capital do império portuguẽs sem ter passado por uma revolução burgusesa, que só ocorreu tardiamente em 1930. Com uma canetada, o Brasil se torna um gigante continental… Read more »
O que sabemos produzir? Vamos se ater a parte naval que este site se dedica. Sabemos fazer Riachuelo então que se faça 16 deles. Sabemos fazer Tamandaré então que se faça 50 destas Sabemos fazer NPO ( qual uma Tamandaré pelada? Ou as Amazonas ? Ou mesmo o projeto nacional que seria no lugar da Tamandaré mas sem tantas armas?) não importa o necessário é mostrar bandeira. Que se faça 100 unidades. Sabemos fazer o submarino nuclear? O problema é dinheiro ? Que se faça o investimento de 20.bilhoes de dólares mas faça o navegar. Coloquei isso na planilha veja… Read more »