Izumo avança em modificação da proa durante modernização para operar caças F-35B
Navio da Força Marítima de Autodefesa do Japão alcança um novo marco em seu processo de adaptação, com trabalhos na proa em fase avançada
O porta-aviões leve JS Izumo, da Força Marítima de Autodefesa do Japão (JMSDF), alcançou um novo marco em seu processo de modernização, com o avanço das obras de modificação do formato da proa relacionadas à sua reforma especial para operar jatos F-35B STOVL. Para marcar a etapa, foi realizada uma fotografia comemorativa que reuniu os profissionais envolvidos no trabalho.
Segundo a informação divulgada, os preparativos seguem de forma constante rumo à conclusão da modernização, considerada uma das mais importantes já realizadas no navio. A alteração no desenho da proa integra o conjunto de adaptações necessárias para ampliar as capacidades operacionais da embarcação.
O programa de modificações do Izumo tem sido acompanhado com atenção por observadores navais e especialistas em defesa, por representar um passo relevante na evolução dos meios navais japoneses. A reforma especial busca adequar o navio a novos requisitos operacionais, em um contexto de transformação das capacidades marítimas do Japão.

Embora o comunicado não detalhe prazos exatos para o término dos trabalhos, a indicação de que os preparativos avançam de forma estável sugere que o cronograma segue dentro do planejado. O registro fotográfico com os envolvidos também evidencia o caráter simbólico da etapa alcançada no estaleiro.
O Izumo é um dos principais navios da esquadra japonesa e sua modernização é vista como parte de um movimento mais amplo de fortalecimento da prontidão marítima do país diante do ambiente estratégico cada vez mais desafiador na região do Indo-Pacífico.■


Já nasce obsoleto desde o projeto.
Comentário típico de especialista de sofá, líder de torcida do eixo comuna!
Mesmo sendo uma adaptação, o Izumo abarrotado de F35 e sendo protegido por um imponente grupo de batalha será um lutador formidável.
E nem é só isso: com a revisão da politica de defesas que o Japão vem fazendo, podemos nos preparar para vermos alguns porta aviões legítimos com seus grupos de batalha hasteando a bandeira imperial japonesa em breve.
“líder de torcida do eixo comuna!”
Nossa, que especialista top! Apenas ao ler o comentário alheio já conseguiu detectar a vertente político-ideológica do mesmo, é um Sábio de inteligência ímpar!
A sabedoria está te perseguindo, mas você é mais rápido.
Comentário típico de advogado de especialista de sofá, líder de torcida do eixo comuna!
Explique o porquê é obsoleto. Se a China ta desesperada atrás de PA tb. Tudo obsoleto então?
Já nasce moderno desde o projeto.
Sr. Luiz Ferreira, desde já, respondo-lhe categoricamente, que o seu raciocinio está totalmente errado.
Não, o projecto não é obsoleto de modo algum (Se estiver interessado, posso até explicar porquê).
Dito isto, estou sinceramente curioso para saber o porquê do seu raciocinio. Talvez pudesse esclarecer-nos.
Meu deus que inveja
Pessoal ;
Esqueçam a ideologia Política/Partidária foquem na matéria e comentem sobre ela.
Daqui a pouco algum Admin entra aí apaga os comentários e deixa um baita “sabão” (sermão) pra geral 👍
A marinha japonesa e impressionante, e de dar inveja para muita marinha mundo afora.
Não se pode imaginar o Japão dissociado da Guerra. Diferente do que apregoa seu aparatos de marketing a guerra faz parte dos episódios mais celebrados do país, logo eles precisam dela novamente. A paz aborrece os japoneses.
dizer que a paz aborece os Japoneses eu acho demais, mas dizer que eles são pacifistas, pra mim é errado, é cair o marketing deles, de bonzinhos, olha a foto do meu nick, eu adoro o Japão, mas não sou iludido e sei bem o que eles querem no fundo
O Japão tem uma cultura fascinante e tem grande mérito nisso, mas sua elite política (que é descendente direta dos políticos que sustentaram o Japão imperial) suspira pelo retorno da política de beligerância de seu país.
Eu desconfio que o Izumo foi pensado para isso desde o princípio, uma vez que projetos adaptados como classe wasp, América e Garibaldi tiveram alguns problemas para adaptação de operações com F-35 devido a temperatura demandada.
Ademais, a indústria oriental vem se mostrando a mais eficiente e rápida, Japão, Coreia do Sul e China entregam e desenvolvem projetos muito rapidamente.
Fica a dica para a marinha brasileira. Tirar o conceito de catobar do horizonte e operar 3 porta aviões “anfíbios” como a classe América, wasp ou Izumo.