Porta-helicópteros Dixmude chega ao Rio com a Missão Jeanne D’Arc 2026
Grupo naval francês liderado pelo porta-helicópteros anfíbio Dixmude voltou ao Brasil dois anos após a última passagem, trazendo ao Rio uma das principais missões de formação e projeção operacional da Marinha Nacional Francesa
Fotorreportagem de Edson de Lima Lucas
O grupo naval francês Jeanne D’Arc chegou ontem, 22 de abril, ao Rio de Janeiro, onde cumprirá uma escala operacional marcada por exercícios militares com a Marinha do Brasil. A passagem da força-tarefa reforça a cooperação bilateral em defesa e recoloca a capital fluminense na rota de uma das mais importantes missões de formação e projeção operacional da Marine nationale.
Segundo o material divulgado pela Embaixada da França no Brasil, a missão retorna ao Rio após dois anos e traz ao país um agrupamento composto por mais de 800 militares, incluindo 162 oficiais em formação. O grupo é liderado pelo porta-helicópteros de assalto anfíbio Dixmude, navio com capacidade para operar até 16 helicópteros e transportar 80 veículos blindados, além da fragata Aconit e do navio reabastecedor Jacques Stosskopf. Também integram a força helicópteros, drones e viaturas blindadas.
A missão Jeanne D’Arc 2026 tem duração de cinco meses e combina treinamento com desdobramento operacional em diferentes regiões do mundo. Durante a passagem pelo Brasil, estão previstos exercícios combinados no litoral do Rio de Janeiro, com o objetivo de reforçar a cooperação bilateral, ampliar a interoperabilidade entre os participantes e desenvolver técnicas de trabalho em comum entre forças francesas e brasileiras. O material menciona a participação da Marinha do Brasil, da Marinha Francesa e também do Exército Francês nas atividades associadas à escala.
Além do aspecto estritamente militar, a presença do grupo naval no Rio tem valor diplomático e simbólico, ao demonstrar a continuidade do relacionamento estratégico entre Brasil e França no campo marítimo. A missão também serve como vitrine da capacidade expedicionária francesa, reunindo meios navais, aéreos e anfíbios em uma mesma força-tarefa.
Como parte da programação da escala, a representação francesa convidou jornalistas para uma visita ao porta-helicópteros de assalto anfíbio Dixmude, precedida de entrevista com o comandante do grupo naval, prevista para esta quinta-feira, 23 de abril, no Porto do Rio de Janeiro, Armazém 6/7.■
FOTOS: Edson de Lima Lucas








Parece menor q o Atlântico em comprimento. Mas é bruto e imponente.
Navio de assalto anfíbio classe Mistral Dixmude, HMS Ocean, HMS Bulwark e RFA Lyme Bay, escoltados pela fragata de defesa aérea Cassard, fragata antissubmarino classe Georges Leygues La Motte-Picquet, HMS Sutherland e navio-tanque Var classe Durance, na costa do Reino Unido durante o exercício anfíbio Griffin Strike, 2016. [1300×583]

O Ocean perto do Mistral seria como comparar Dwayne Johnson e Kevin Hart…
Vão colocar a Tamandaré para fazer exercicio?
Espero que nao…
Se o Nimitz vira, terá um sub com ele. E assim poderão mapear o som das hélices da nossa tamandare. Deixa ela quieta por enquanto rs
Não há nenhum ^sub^ com o ^Nimitz^ apenas 1 ^Arleig Burke^ e 1 ^NT^ nem mesmo há uma Ala Aérea completa a bordo configurando um NAe que teve sua inativação adiada apenas para servir pelo restante do ano na função de treinamento para aviadores.
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Isso de submarino fazer parte de um ^CSG^ foi definitivamente abandonado 20 anos atrás o que ocorre é submarinos que estejam no caminho do NAe interajam com ele e nem mesmo há um grande número disponível deles para desperdiçar com o ^Nimitz^.
O clima nessa viagem do Nimitz deve ser igual ao da Galactica antes do ataque Cylon.
Mesmo porque, se estivesse sempre “escoltando” e protegendo um CSG, comprometeria sua principal vantagem. que é a furtividade e o elemento surpresa.
De todas as embarcações da US Navy os SSNs precisam ter um fator de disponibilidade altíssimo, uma vez que a demanda é disputada, principalmente para ISR.
Prezados ADMs do site, venho aqui expressar críticas ao número de anúncios que a página contém, está insuportável o número de abas que abrem e a obrigação de assistir anúncios para ler as reportagens. Eu sei que vocês dependem desses anúncios para manter o site mas isso acaba afugentando as pessoas.
Teimoso, estamos ajustando o número de anúncios para que irritem o menos possível nossos leitores. Os anúncios também incomodam os editores.
Tão querendo tirar o jabá do galante?…rs…só organizar, anúncios são um mal necessário.
vdd, tá muito difícil!!!
Sugiro instalar um bloqueador de anúncios no navegador, diminuirá 90% o problema. Sugiro o UBlock Origin Lite.
OBRIGADO pela dica!!!
“Merchan Neves” não aprovou você…
Parece que a passagem do USS Nimitz (CVN 68) deu medinho em alguém……kkkkkk….até parece que adianta….kkkk
Acho que esse exercício francês já estava agendado. Esses tipos de visitas/exercícios são alinhados meses antes de acontecerem.
Também acho…. kkkkkkkkk
Não faz sentido algum. Esses exercícios são combinados com meses de antecedência, os franceses sabem do Nimitz nas proximidades e os americanos também sabem dos franceses ali. E ambos são OTAN.
Tirar o chapéu de alumínio de vez em quando é bom. Areja o cérebro.
Num forum tão técnico, ler esses comentários nível comentários do UOL é triste. Faça como ja disseram: Retire o chápeu de aluminio, pare de mandar sinais luminosos pra ET com lanterna de celular, saia da terra plana e esqueça essa história de rezar pra pneu, isso não levará vc a lugar nenhum.
Cada comentarista que aparece em. Espera mais 72 horas.
Uma pena não estar aberto à visitação. Visitei o Jeanne d’Arc em ocasião semelhante.
Eu tb, em 1994 acho. Uma pena . hoje está um dia lindo no RJ e é feriado estadual, Dia de São Jorge!!
Possível que estivemos no mesmo grupo então hehehehe
S.Jorge é o santo protetor do Corínthinas
E tem 2 mundial
e o outro “Não! Tem! Mundiaaaal”
Pra ser considerado moralmente um mundial só se for campeão na Toyota Cup ou Mundial da FIFA >= 2005.
Brincadeira. Antigamente era assim, mas se a FIFA reconhece, então esta valendo.
Complicado é quando o STF se mete no assunto (sim, até em futebol vai sua “jurisdição “). Nessa situação, referente a disputa de título entre Sport e Flamengo, ali ja percebi que o Moraes era meio perdido, rs
vocês devem estar falando dessa Jeanne d’Arc não é?
R 97 FS Jeanne d’Arc, pois nos anos 90 sequer existia Mistral.
O próprio.
Sim. Ele estava acompanhado da Fragata Germinal (Classe Floreal acho)
Acho esse navio lindaço! tipo um porta helicópteros Cruzador…
Para mim é assim que deveria ser um classe Makassar, armado com canhões e mísseis antinavio…
Não sei se sabe e talvez interesse mais alguém o nome Jeanne dArc é sinônimo de navio de treinamento na marinha francesa iniciando em 1912 com um cruzador que foi adaptado para a função, substituído por outro cruzador novo na década de 1930 do qual tenho um modelo de metal e finalmente o cruzador que você visitou.
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Com a baixa deste terceiro cruzador o nome e a função foram mantidos vivos na forma de ^Missão Jeanne dArc^.
A história não mente ,na foto postagem ao fundo a linda Fortaleza de Santa Cruz que em 1555/57 , combateu e expulsou os franceses e os Holandês invasores 🇧🇷🇧🇷🇧🇷
Muito caro, a MB não precisa!
Custa caro pra comprar, manter, o dia hora é caríssimo!
Navio muito caro não presta não, eu já fico pensando em qual navio será o sucessor do G40 NDM Bahia, não falo nem do atlântico…
Teria que ser um classe Makassar ou Classe Karel Doorman…
Queria saber quando terá uma missão em conjunto com a França lá na França? 🤔😂
Deixe-me ver: Quando tivermos vergonha na cara e então comprarmos um navio de apoio logístico de casco duplo para atender as normas europeias?
Pois sem isso, certamente não iremos… há não ser que os franceses emprestem um para acompanhar a MB até a França.
Corroboro o que disse o Jabulani Teimoso. Aliás entrei agora justo com essa intenção de sugerir um pouco de razoabilidade. Extrapolou o bom senso. Gosto muito do site, com excelentes matérias mas tá muito difícil ler qualquer artigo com tantos comerciais pululando na tela. Pior ainda é formular um raciocínio para tecer algum comentário. Tem que haver sim, mas com um pouco mais de sensatez sob pena de se tornar impraticável ou irritante demais.
Eu gosto demais da classe Mistral.
em algum momento será preciso pensar no sucessor do A140
Certamente, e deveria ser um outro navio com as características dele.
uma embarcação que embora tenha caráter militar é muito semelhante a um navio mercante, pois ele foi construído dentro dos padrões mercantes para baratear os custos.
E custos é uma palavra que não combina bem com defesa, seja aqui ou no Burundi.