Embraer, TKMS e Ministério da Defesa do Brasil assinam MoU para avaliar ampliação do Programa Fragatas Classe Tamandaré 1
  • O primeiro navio do Programa Fragatas Classe Tamandaré inicia operações na Força Naval Brasileira.
  • O programa é composto por um total de quatro navios, impulsiona a indústria local e gera aproximadamente 23 mil empregos.
  • Memorando de Entendimento abre caminho para mais quatro navios.

Rio de Janeiro, 24 de abril de 2026 – A fragata Tamandaré (F200), construída no estaleiro da TKMS em Itajaí (SC) em menos de quatro anos, foi oficialmente incorporada à Esquadra Brasileira em uma cerimônia realizada pela Marinha do Brasil, marcando o início de seu serviço operacional. Este é o primeiro navio do Programa Fragatas Classe Tamandaré (PFCT), o projeto naval mais moderno e inovador já desenvolvido no Brasil.

O PFCT é liderado pela Marinha do Brasil, gerenciado pela EMGEPRON (Empresa Gerencial de Projetos Navais) e executado pela Águas Azuis, sociedade de propósito específico formada por TKMS, Embraer e Atech. A cerimônia contou com a presença do CEO da TKMS, Oliver Burkhard, de outros representantes de alto nível da TKMS e das empresas participantes, bem como da Marinha do Brasil e do governo, incluindo o Almirante Marcos Sampaio Olsen, Comandante da Marinha.

“Somos parceiros da Marinha do Brasil desde a década de 1980, quando desenvolvemos conjuntamente os bem-sucedidos submarinos da classe Tupi. A incorporação da fragata Tamandaré representa agora um novo marco nessa trajetória, e a TKMS está pronta para dar continuidade a ela com um segundo lote de quatro navios adicionais. A assinatura de um Memorando de Entendimento nesse sentido é um forte sinal da profunda confiança entre nós e o Brasil”, disse Oliver Burkhard, CEO da TKMS. “O projeto demonstra como a cooperação internacional estruturada pode ampliar capacidades estratégicas ao mesmo tempo em que fortalece a base industrial local.”

As fragatas da Classe Tamandaré são baseadas na plataforma MEKO A-100, desenvolvida pela TKMS e reconhecida por sua modularidade, flexibilidade operacional e capacidade de adaptação a diferentes cenários de missão. Equipado com sistemas de combate, sensores e armamentos de última geração, o F200 estabelece um novo padrão tecnológico e operacional para a Marinha do Brasil. Com sua entrega, o Brasil passa a integrar um grupo de 18 marinhas em todo o mundo que operam navios de superfície fornecidos pela TKMS. Além da F200, outras três fragatas serão entregues à Marinha do Brasil até 2029.

Paulo Alvarenga, CEO da TKMS Brasil: “O Programa Fragatas Classe Tamandaré é um exemplo concreto de transferência de tecnologia, fortalecimento da base industrial de defesa e geração de valor para o país. Temos orgulho de contribuir para o aumento das capacidades operacionais da Marinha do Brasil.”

Além de seu impacto estratégico na defesa, o PFCT desempenha um papel significativo no desenvolvimento econômico e tecnológico do Brasil. O programa envolve aproximadamente 1.000 empresas brasileiras ao longo de sua cadeia de suprimentos. Atualmente, cerca de 2.000 profissionais estão diretamente envolvidos na construção dos navios. O efeito multiplicador do projeto é estimado em aproximadamente 6.000 empregos indiretos e 15.000 empregos induzidos, totalizando cerca de 23.000 postos de trabalho.■


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TeoB

Tomara que saia o segundo lote mesmo! e que venha com um upgrade de armamentos… pelo menos 16 a 20 vls e 8 mansup.

Dom Lazier

Agora podemos ter esperança de upgrades, já que pelo menos no Canhão vai ter um upgrade.

RSmith

Caro colega Lazier, qual vai ser esse up do canhão? e da onde sai essa informação. Obrigado

Dom Lazier

Caiafa diz ter fontes confiaveis que o canhão vai vir com munição inteligente, e detalhe ele revelou isso antes do Lula confirmar o segundo lote.

Fernando Vieira

Eu gosto muito da ideia do, tem um termo em inglês pra isso, mas como não lembro e para não pagar mico vou escrever em português mesmo: Preparado para ter, mas sem ter no momento. Isso barateia a construção e em tempos de paz nem precisa instalar. Mas caso as coisas esquentem, só plugar os equipamentos. A própria Tamandaré tem isso no caso dos mísseis antinavio: Ela está com quatro, mas se precisar, é só colocar mais quatro. Já está tudo pronto, cabos, suportes, software reconhecendo. Podiam fazer isso no caso dos mísseis antiaéreos que sim ela tem poucos e… Read more »

deadeye

“fitted for but not with”

Fernando Vieira

Thank you

cipinha

No vídeo que o Felipe Sales, do canal Base Militar Vídeo Magazine, postou é possível e ele mesmo comenta que há espaço para troca do sistema de lançamento o que possibilitaria dobra ou até quadruplicar a quantidade de mísseis. Com a fazenda de cogumelos não acho ser possível colocar mais, trocando pelo ExLS, em profundidade ele é praticamente do tamanho do sistema inglês

Leo

Se vc reparar, os retângulos onde a “fazenda de cogumelos” está instalada é bem maior do que a parte que é usada pelos mísseis, aparentemente, caberia até 12 cogumelos onde hoje existe 6.

Fernando Vieira

Mas aí tem que ver o que tem embaixo. Não adianta ter espaço no convés superior se os conveses abaixo foram ocupados com outras coisas.

Uma coisa é o que a Marinha Inglesa fez, que ocupou o espaço dos VLS com uma academia para os marinheiros, mas isso é tranquilo, é só tirar e colocar o VLS. Agora se colocaram algo importante ali…

Last edited 1 mês atrás by Fernando Vieira
Camargoer.

Olá Fernando.

De fato, as FCT possuem espaço para colocar 2 lançadodores, que podem se quadruplos, duplos ou unitários. Então, pode combintar para levar 8 mísseis ou apenas um. No caso do VLS, o navio possui 12 silos, que podem estar vazios ou apenas alguns deles carregados.

Fernando Vieira

Eu sei, mas mesmo com os 12 mísseis carregados nos VLS ainda é pouco. Nem vamos falar de drones, mas imagina um ataque convencional com mísseis e caças. Ela consegue se defender da primeira onda. Depois ela é um pato manco.

Rawicz

Como tudo é muito caro e difícil, deixa vir do jeito que esta. Control C Control V. Garante o que já tem e nao inventa moda

Gabriel BR

exato

Gabriel Moreira

O EB assinou memorando em relação a compra de 98 centauro 2 em 2022 e até agora nada. Só acredito em mais unidades quando contrato estiver assinado.

Adriano Madureira

Você acha que fabricar um Centauro é igual a fabricar um Toyota Corolla amigo?! A aquisição das 96 a 98 unidades do veículo blindado Centauro II-BR pelo Exército Brasileiro segue um cronograma de entrega de longo prazo, com previsões de recebimento entre 2026 e 2033. O recebimento completo de toda a frota está projetado para ocorrer ao longo de aproximadamente 15 anos a partir do início da fase de produção em escala. O Exército Italiano já encomendou mais de 100/150 unidades, evidenciando o uso em larga escala,com contratos adicionais assinados ao longo dos anos, incluindo uma ordem final de 28 unidades… Read more »

Camargoer.

A questão do Centauro é mais de prioridade. o EB está focando no contrato dos Guarani e dos Guaicorus. Deve-se perguntar ao EB sobre estra prioridade. Talvez os Urutus e Cascavéis já estão no limite enquanto que os M109 autopropulsados adquiridos de segunda mão dos EUA estão adequados. Lembro de uma matéria aqui mostrando que alguns desdes veículos tinham oucas dezenas de quílometros rodados. e todos estão passando por uma modernizaçao aqui em S.Carlos na Equitron

Camargoer.

Olá Teo. A FCT pode levar até 8 Mansup ou Exocet. È apanas uma questão de plug-in-play. Isso já está resolvido desde a F200. O navio pode sair do porto sem nenhum míssil anti-navio, com todos os oito, ou com qualquer número entre 0 e 8. Agora, o número de VLS é outro assunto. Cada FCT pode levar até 12 VLS. Não há como saber se todos os 12 silos estão ocupados ou vazios. É comum que os navios só operem com todos os silos completos em momentos de guerra. Eu não sei se as FCT poderão ser modificadas para… Read more »

Alex Barreto Cypriano

Digamos que precisassemos colocar oito MANSup em cada FCT lote 1: quanto tempo pra fazer a ‘plugagem’ e, mais importante, existem mísseis o suficiente no inventário? Mestre Camargoer, tenho que declarar minha insatisfação com o rosário de justificativas frágeis e verdadeiramente enganosas que cercam o PFCT.

Last edited 1 mês atrás by Alex Barreto Cypriano
Camargoer.

Olá Alex.

Pelo que acompanho, as velhas frafatas da MB já possuem estra flexibildaide no número de mísseis anti navio há bastante tempo. Nem é uma justificativa frágil ou robusta. É um fato.

Nada há de enganoso. O navio pode levar lançadores simples, duplos ou quádruplos.

Não sei quanto tempo leva. Suponho ser rápido, mas seria uma apostra.

Alex Barreto Cypriano

Não temos mísseis pra equipar duas fragatas com quatro ASM em cada uma e duvido muito que venhamos a ter em quantidade suficiente pra equipar os dois lotes. Hoje, a guerra vem sem aviso, quando se vê o inimigo já está ao largo e a reação se faz com o que estiver disponível. Não há tempo de customizar nada. O Irã provou a urgência: seu planejamento favorecendo a descentralização de comando e a produção e distribuição de recursos assimétricos neutralizou a vantagem da produção de alvos por IA. E o caso do Irã é irrepetivel pela geografia (não temos estreitos)… Read more »

Luís Henrique

Que eu saiba a Fragata possui 2 lançadores Duplos.
Então o máximo de mísseis são 4.
Para colocar 8 tem que remover os 2 lançadores duplos e instalar 2 lançadores quádruplos.

Isso pode até ser rápido para fazer, mas não é só colocar os mísseis.
Tem que comprar os lançadores ou vão usar lançadores velhos retirados de fragatas antigas?

Fernando Vieira

Não, tem espaço para colocar mais dois lançadores duplos ao lado dos dois que já estão instalados nela.

Luís Henrique

Ah sim, tem também essa possibilidade. Mas tem que comprar os lançadores e instalar. Novamente, deve dar para fazer rápido, mas não é só colocar os 8 mísseis. Um trabalho precisa ser feito e tem custos e por algum motivo a MB não pensou nisso. Como o Brasil vive me paz o meio deve ser pensado mais como dissuasão e doutrina do que cenário real de guerra. O padrão ocidental de 8 mísseis antinavio já esta completamente desfasado. Os israelenses em corvetas leves colocam 16 mísseis antinavio. Os russos nas novas Gorshkov estão colocando 32 mísseis de ataque (antinavio, de… Read more »

Camargoer.

O Mansup foi projetado para usar o mesmo lançados do exocet. Então, é possóvel aproveitar os lançadores das fragatas que deram baixa ou dos mísseis estocados.

Rodrigo

So comemoro depois de contrato assinado. Memorando ate eu assino

ecosta

Os MANSUP já são o ER ?

Maverik

Provavelmente o MANSUP de 70 km, o MANSUP -ER ainda vai começar os testes.

deadeye

A previsão é que seja o ER, e que o canhão de 76mm use munição diferente. Os navios dessa batch não devem ficar prontos antes de 2030 no minimo.

Last edited 1 mês atrás by deadeye
RSmith

.. só o primeiro tem previsão de entrega em 2030, o segundo e para ser entregue em 2031, o terceiro em 2032 e o ultimo em 2033… só acredito pq os alemaes estão cumprindo o prometido a risca no primeiro lote… vai que continua nesse ritimo :o)

RSmith

Foi o que vi em um vídeo da marinha no Youtube… essa quatro já vão ser entregues com o Masup-er… quem viver… vera!

Alex Barreto Cypriano

Se vier a existir um MANSup negão, já virá a lume como uma arma ultrapassada: imagine que podem fazer uma JDAM LR atingir alvos após está voar ou planar por 300 milhas náuticas… Mais barato, mais poder explosivo, maior alcance.

Maverik

I have a dream, 8 Tamandarés e 4 Meko A300, teríamos uma marinha decente.

deadeye

Talvez na década de 2030 seja possivel…

Tutu

Interessante que a A300 não aparece no site da TKMS. Apenas A100, A200 e A400.

Heli

Seria bom sim. Porém, marinha decente é aquela que faz o potencial inimigo pensar 10X se vale a pena intervir. E, para isso, submarinos convencionais com baterias de lítio ou AIP, assim como submarinos nucleares silenciosos, além de muitos mísseis (como o Irã demonstrou), costeiros ou lançados pelo ar, são a opção mais eficiente.

Fabio Araujo

8 ainda é pouco, mas sem dúvida já nos deixa com uma capacidade de escolta bem melhor!

Carvalho2008

Fazendo-se 1 ao ano…sendo entregue a primeira do 2o lote em 2028, dá tempo viabilizar com que as últimas 2 sejam uma versão alongada da Tamandaré com 5500 ton

RSmith

agradeça que esta saindo um segundo lote … se vier com algum upgrade é um plus! se falar d+ pedir fragatas maiores vai que alguma alma sebosa ouve e pensa “hum fragatas maiores comissão maior… PARA TUDO!!!”… vamos criar uma comissão para estudar o caso, negociar, fazer acordos, dividir com beltrano e citrano… etc. e so decidir mesmo em 2040”

Burgos

Calma gente !!!
É só um memorando de intenções.
Valendo é o contrato/licitação 👍

Rawicz

Ta esquentando hein. Primeiro foi noticias de janeiro, esta semana foi o Lula falando sobre e agora memorando de entendimento. Vamos progredindo. Dinheiro tem… os 30 bi em 6 anos. Agora é arrumar a casa e partir para o segundo lote.

Luís Henrique

30 bi de Reais
Ou seja, 5 bi de euros
Dividindo para as 3 forças da cerca de 1,67 bi para cada.

Uma Tamandare custa mais de 500 mi de euros.

Então não tem dinheiro para 4, mesmo se a MB destinasse tudo para as Fragatas e ignorasse os submarinos, o nuclear, mísseis, helicópteros, patrulha, fuzileiros navais e dezenas de outros tipos de navios e meios.

Rodrigo

Ano eleitoral prometem tudo e mais um pouco

Alex Barreto Cypriano

Exato. Se deixa enganar quem quiser.

Carlos Campos

olha eu acho que 4 navios do mesmo tamanho em nova leva seria um erro, se não fosse pelo SubNuc poderíamos partir para a A400, colcocar ASTER30 nelas, teremos uma marinha que pode apresentar algum grau de Defesa, mas que não mete medo em ninguém, a não ser que o tenhamos 2 subnuc no mínimo, ou grupos de caças de verdade não A4 antigo pedindo ajuda para parar

Bardini

Muita gente sustenta a péssima ideia de despadronizar os possíveis 8 navios desta classe, mediante um “alongamento” dos próximos 4, para que se gere um maior deslocamento e assim, buscar atender demandas/necessidades que não se se tornariam viáveis com esta abordagem. . Veja bem: o atual projeto é muito bom. O que se faz realmente necessário para os próximos navios, é explorar melhor as capacidades e possibilidades de módulos e sistemas complementares. . Em termos de armamentos, um batch-2 poderia explorar isto, de forma relativamente simples: dobrar o número de módulos do Maritime Lauching Systems e adotar o míssil que… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Bardini
cipinha

Pelo que pesquisei a própria fazenda de cogumelos pode laçar mísseis CAMM ER, problema que ela ocupa um espaço grande quando comparado ao sistema ExLS que poderia entre dobrar e quadruplicar a capacidade de mísseis, podendo inclusive fazer um mix ente CAMM e CAMM ER.
O MPLS do Naval Group é interessante, mas tbm poderia ser o Levent ou GÖKSUR da Turquia que são semelhante ao RAM. Concordo com o 2 Sea Snake na lateral.
Mas na atual conjuntura, só de sair mais 4 Tamandaré já é um milagre

Bardini

É muito mais racional comprar um único módulo do tradicional Mk41 Self Defence, do que dois ou até mais módulos do ExLS. . Fazenda de cogumelos é um apelido. O Maritime Lauching System da MBDA comporta tanto o CAMM quanto o CAMM-ER (Albatroz NG). O que muda é o tamanho da célula que comporta o míssil. . O MLS pode ser configurado em conjuntos de 6 ou 4 células. Com isto, é possível fazer diferentes arranjos. No caso de não ser possível viabilizar a montagem de 4 módulos de 6 mísseis uma “Tamandaré”, talvez seja possível dispor de um arranjo… Read more »

cipinha

Caramba essa foto causa um trem ruim em pessoas perfeccionistas kkkkkkkk

O Mk41 Self Defence é ocupa um espaço maior em baixo do deck do que o ExLS. Quanto ao Maritime Lauching System da MBDA, que sempre vou chamar pelo apelido de fazenda de cogumelos, ocupa mais espaço horizontal carregando bem menos mísseis, tanto que pelas minhas pesquisas da para quadruplicar o numero de mísseis no mesmo espaço

cipinha

É um projeto MEKO, compra como está e depois dá para melhorar, em uma futura modernização

Alex Barreto Cypriano

É, tipo Pimp My Ride. Vai dar certo, só escolher bem a trilha sonora…

Alexandre Galante

Depois é só brincar de lego:

comment image

Adriano Madureira

Off-Topic: A Naval Group está oferecendo três submarinos Scorpene Evolved equipados com silos de mísseis Brahmos para a Marinha Indiana. Num momento em que Nova Deli está a definir a trajetória da sua futura frota de submarinos em torno de unidades de propulsão independentes do ar e submarinos de ataque nuclear, uma proposta francesa está a mudar o panorama, não pela sua natureza, mas pela combinação que apresenta: baterias de iões de lítio, capacidade de ataque vertical dedicada para o BrahMos NG e reutilização de um padrão já comprovado na Índia. Entre o ritmo doutrinário estabelecido pelo Projeto 75I e… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Adriano Madureira
Luís Henrique

Aos 33 segundos vem a frase: parte do novo PAC

Depois aparece o marqueteiro para tentar ganhar voto.

Na realidade o programa foi feito no governo anterior e a engepron foi capitalizada para pagar pelas fragatas.

não tem punição para fake news oficial?