Fragata Tamandaré chega pela primeira vez ao Rio de Janeiro

Acompanhe, ao vivo, a Cerimônia de Mostra de Armamento da Fragata “Tamandaré” (F200), marco relevante no processo de incorporação do navio à Marinha do Brasil.

A Fragata “Tamandaré” é a primeira de uma série de quatro navios construídos no âmbito do Programa Fragatas Classe “Tamandaré” (PFCT), voltado à modernização dos meios de superfície da Esquadra Brasileira.


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16 Comentários
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Moriah

Espero que o primeiro porto a ser visitado seja Santos.

karlbonfim

Bem vinda Tamandaré!

Angus

Como entusiasta fico muito contente com cada avanço do Programa Fragata Classe Tamandaré.

Concordo com algumas críticas pontuais, particularmente em relação a quantidade de mísseis AAe.

Torço para que o contrato das próximas 4 seja efetivamente assinado, superando a fase das tratativas.

Por fim, espero que dessa vez o legado das Tamandaré/Riachuelo não seja perdido e impulsione projetos nacionais de futuras fragatas/submarinos, diferentemente do que aconteceu com os programas Niterói/Tupi (mesmo considerando as Inhaúma/Barroso/Tikuna) e não seja necessário “reinventar a roda novamente” daqui a 20/30 anos.

Mauricio R.

Mas essa é justamente a razão de existir desse modelo, baseado em pífias transferências de tecnologia, reinventar a roda e a reserva de mercado associada, na próxima necessidade de reequipamento das ffaa.

Luís Henrique

Se aprovarem os 2% do PIB para orçamento militar temos uma grande chance de adquirir outras classes no curto prazo e desenvolver Fragatas nacionais no médio e longo prazo.

Caso não seja aprovado, vamos receber no máximo 8 Tamandare e vamos ficar outros 40 anos sem receber nenhuma Fragata.
Em 2060 estaremos de novo fechando uma compra com a Alemanha e pedindo TOT de novo.

Alex Barreto Cypriano

Alguém mais ficou sabendo que a MB contratou um estudo de simulação de interferência superestrutural aerodinâmica pro convôo das Tamandaré? Esse estudo define o envelope operacional do convôo. Já não era pra ter sido feito?

Alex Barreto Cypriano
Mauricio R.

Cumã? Creio que o correto seria de “mostra de falta de armamento e persistência em combate”!

Luís Henrique

Hehehehe

Jabulani Teimoso

Vá até Brasília tentar convencer deputados e senadores que a defesa do Brasil merece mais recursos e que abram mão de parte dos salários ou contribua você pra MB ter navios como os EUA, RU, França, China Japão.

Mauricio R.

Se eu pessoalmente tiver que contribuir, que bom pois vai doer na Embraer.

#delendaestembraer!!!!

Igualzinho como os romanos fizeram em Cartago.

Fernando Vieira

Um dos editores aqui do PN apareceu até na Globo, atrás do comandante da Fragata.

Comte. Nogueira

Dinheiro não é problema. Só o socorro ao Master, via FGC, dava para construir mais 15 Tamandarés e terminar o Álvaro Alberto.
Com o dinheiro destinado ao escritório de advocacia da esposa, dava para pegar mais um Gripen.
E daí por diante…

Fernando Vieira

O FGC não é dinheiro do governo. É dos bancos que mantém lá para justamente caso um deles quebrassem garantirem os investimentos dos menores, hoje até 250 mil Reais. O que o Master fez foi oferecer títulos a taxas muito maiores que os outros bancos sem ter como pagar e confiando no FGC. Uma manobra no mínimo antiética. Mas não mexeu com dinheiro público. Por isso mesmo, por não ser dinheiro público, não veio de impostos, veio dos bancos. Usar esse dinheiro para construir fragatas demandaria mudar a constituição ou algo como uma guerra, pois o governo estaria confiscando recursos.… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Fernando Vieira
Jaori Dittrich

Como não mexeu com dinheiro público. Todos bancos estatais terão que repor o fundo Banco do Brasil: O banco estima um impacto contábil imediato de aproximadamente R$ 5 bilhões decorrente desta antecipação. Caixa Econômica Federal: Por possuir uma das maiores bases de depósitos de poupança e à vista do país, a estimativa para a Caixa também gira em torno de R6 bilhões, compondo, junto ao Banco do Brasil, a maior parte da parcela pública. Se informe melhor 11 a 12 bi a conta é do povo isso dos 32bi iniciais a segunda parcela é mais 20bi pra tapar o buraco.… Read more »

Jaori Dittrich

Em 2025, menos de 10% do orçamento foi aplicado em equipamentos e modernização (11bi) ou seja bem menos que os 20bi que os bancos estatais vão ter que aportar no FGC pra cobrir o rombo. Dinheiro do governo claro. Dos juros e imposto do pagos pelos brasileiros. Ou você acha que cai do céu. Ainda mais com o BC atolado. Ou emite dinheiro ou títulos de dívida pública. Então o dinheiro a aer reposto é sim dinheiro público que poderia ser utilizado pro minha casa minha vida, investir em um findo pra produção de material de defesa. Simples o banco… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Jaori Dittrich