USS Idaho é incorporado à Marinha dos EUA como o 26º submarino da classe Virginia

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USS Idaho (SSN-799)

USS Idaho (SSN-799)

A Marinha dos Estados Unidos incorporou oficialmente o USS Idaho (SSN-799), o 26º submarino nuclear de ataque da classe Virginia, em cerimônia realizada em 25 de abril na Naval Submarine Base New London, em Groton, Connecticut. A entrada em serviço do navio marca mais um passo na expansão da força submarina norte-americana em um momento de crescente foco na guerra sob o mar.

Batizado em março de 2024, o Idaho é o oitavo submarino do Bloco IV da classe Virginia e foi construído no âmbito da parceria industrial entre a General Dynamics Electric Boat e a HII-Newport News Shipbuilding. Segundo a Marinha, trata-se também do 14º submarino da classe entregue pela Electric Boat dentro desse arranjo de produção compartilhada.

A nova unidade leva o nome do estado de Idaho e é o quinto navio da Marinha dos EUA a receber essa designação. O mais recente havia sido o encouraçado USS Idaho (BB-42), incorporado em 1919 e veterano da campanha do Pacífico na Segunda Guerra Mundial.

Com cerca de 7.800 toneladas, 115 m de comprimento e 10,4 m de boca, o SSN-799 integra a espinha dorsal da força de submarinos de ataque da US Navy. A classe Virginia foi projetada para missões múltiplas, incluindo guerra antissubmarino, vigilância, ataque a alvos em terra e apoio a operações especiais, além de contar com um reator que dispensa reabastecimento ao longo da vida útil planejada do navio.

Para a Marinha dos EUA, a incorporação do Idaho reforça a aposta em meios submarinos como elemento central da chamada “Fleet of the Future”. Em um cenário de competição naval crescente, especialmente no Indo-Pacífico, cada nova unidade da classe Virginia amplia a capacidade de projeção discreta de poder e de coleta de informações em áreas contestadas.■


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25 Comentários
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Burgos

Para onde for um Navio da USN um Classe Virginia já esteve ou está lá (área de conflito)

Dalton

Mas…foi um ^Los Angeles^ que afundou a fragata iraniana mês passado 😀

Burgos

Alguém tem que fazer o trabalho sujo 😏
Não esquenta: Se foi um Lós Angeles ou um Virgínia o importante é executar 👍

Dalton

Verdade, mas não dá para esquecer os ^Los Angeles^ que tem sido até mais atuantes.
.
Só para dar uma ideia, no Pacífico há 13 deles,10 Virginias e 3 Seawolf e enquanto há 16 Virginias no Atlântico isto se deve ao fato que são construídos na costa leste e depois de comissionados 2 anos são necessários para a devida certificação para missão.

Hamom

Este submarino deve fazer parte da leva de 19 novos submarinos planejados pela US Navy…A força submarina parece estar sendo priorizada.

Ao mesmo tempo, devido aos vários problemas do projeto, surgem questionamentos (não sei se são boatos) sobre a continuidade dos ‘Classe Gerald Ford’.

Last edited 1 mês atrás by Hamom
Dalton

O ^Ted Stevens^ um ^Arleigh Burke III^ que será comissionado no próximo mês faz parte de mais de 20 que estão em construção ou autorizados. . Os ^SSBNs^ são prioridade, mas os submarinos táticos SSNs e SSGNs terão os números ainda mais reduzidos nos próximos anos devido a vários ^Los Angeles^ – recentemente foi confirmado que o USS Boise será inativado – e dos 4 ^SSGNs^ que darão baixa até 2030 e um número menor de ^Virginias^ incorporados. . Não ajuda também o plano de vender 2 ^Virginias Block IV^ para a Austrália até 2035. . Então irá levar um… Read more »

Hamom

Obrigado pelas informações.

Mas quando se pensa que  o custo de um único SSBN da classe Columbia pode equivaler ao custo de cinco a seis destroyers Arleigh Burke Flight III, e que dos 19 novos subs planejados, somente os 12 novos Columbias equivalem em custos a 60 novos Arleigh Burk III

Fica claro que boa parte dos recursos financeiros, para novos meios navais da US Navy, estão sendo priorizados para a força submarina…

Last edited 1 mês atrás by Hamom
Dalton

Como você bem sabe o ^Columbia^ será parte da tríade nuclear que envolve também a nova geração de ICBMs^ e bombardeiros. . Os 19 novos ^subs^que você mencionou são todos os futuros ^Virginias^ ao menos deduzi pelo seu comentário daí ter feito um paralelo com os futuros ^Arleigh Burkes^ já que ^SSBNs^ servem apenas para dissuasao. . Os 14 ^SSBNs^ atuais capazes de transportar 20 ^SLBMs^ serão substituídos por 12 capazes de transportar 16, mas nada irá mudar na prática já que os novos terão uma disponibilidade maior ao longo da vida útil. . A US Navy necessita de mais… Read more »

Hamom

“A US Navy necessita de mais ^SSNs^ e mesmo ^SSGNs^…” (…) …”só que esta não está em competição direta com a China.”
….
A China tem 9 submarinos de ataque com propulsão nuclear, a US Navy tem uns 48 !
Este é o verdadeiro “chorar de barriga cheia” 🖐️ 🙂 🖐️

Last edited 1 mês atrás by Hamom
Dalton

Se todos os 48 estivessem no Pacífico sim além do mais o número deverá baixar talvez estabilizar em 46 e para isso uns poucos ^Los Angeles^ terão vidas estendidas. . O primeiro o ^Cheyenne^ recentemente teve as obras concluídas que permitirão outros 12 anos, mas uns 3 anos foram necessários de revitalização assim a disponibilidade diminui diante da complexidade da obra, além das manutenções de rotina, treinamento, ajustes em submarinos novos, etc. . Enquanto EUA tenta estabilizar o número para voltar ao patamar de 50 na próxima década e tentar atingir a meta de 66 a China aumentará gradativamente o… Read more »

Abner

Dalton não vejo os ^SSGNs^ sendo substituído por outra classe apenas pra essa função.

Vejo que os Virgínia vão ocupar essa função sem ser exclusivo ^SSGNs^.

Imagino que a quantidade vai passar dos 66, vendo que a classe Los Angeles tem uns 40 ativos +/-.
E a classe Virgínia já está nos +20 e com +/-20 em construção

Dalton

Veja Abner que no fim das contas serão 4 submarinos táticos a menos não haverá 4 Virginias para substitui-los e sim para substituir ou tentar substituir 4 Los Angeles. . E como normalmente cada SSGN embarca cerca de 120 Tomahawks – 154 no papel – será necessário 3 Virginia Block V/VI para cada um dos 4 que estão no fim da vida. . Há apenas 19 Los Angeles no inventário incluindo o USS Boise que depois de quase 10 anos aguardando revitalização será inativado e já foi anunciado que o ^Alexandria^ será inativado em agosto. . Talvez você tenha feito… Read more »

Hamom

“Quem não chora não mama”… rsrs

Profa Elisa geopolitica

Sempre existirão opositores dentro do sistema democrático. Questionamentos sobre custos, necessidade, etc. Nao ha questionamento valido algum sobre tais porta aviões, na epoca do Nimitz também ocorreram uma serie de pequenos problemas,o que era de se esperar, devido a complexidade de tudo. A Marinha americana com certeza não esta preocupada com fofocas e boatos de bobalhoes em sites “especializados”. Vão construir mais, isso sim.

Hamom

Mais Nimitz e menos Gerald Ford! Clamam as vozes do além.

(E Trump, meio homem/meio fantasma, que já manifestou sua apreciação pelas catapultas a vapor e desgosto pelo EMALS, está neste coro fantasma)

Last edited 1 mês atrás by Hamom
Dalton

A produção de ^Nimitz^ foi definidamente encerrada. Se a conclusão for de que um ^Gerald Ford^ é caro demais, custo x benefício não compensa , terão que planejar outro e o que será gasto em projeto será bastante caro.
.
Por enquanto a classe está limitada a 4 unidades o que é interessante é que em uma revista que tenho de mais de 40 anos atrás há uma matéria que aborda justamente se mais do que 4 ^Nimitz^ seriam construídos.

Hamom

Não fui literal, por isto não importa se: “A produção de ^Nimitz^ foi definidamente encerrada”.

Porque em linguagem figurada e resumida, dizer “Mais Nimitz e menos Gerald Ford!”, equivale a dizer: “Mais porta-aviões como os Nimitz e menos como o Gerald Ford”.

E este “como os Nimitz” implica o saudosismo “das vozes do além” (Trump incluído) pela operacionalidade do Nimitz, mais econômica, comprovada e bem menos problemática do que o ‘GF’.

E tampouco citei ou me referi aos planejamentos da US Navy…Como referencia:

Trump anuncia ordem executiva para retorno às catapultas a vapor em porta-aviões dos EUA

Last edited 1 mês atrás by Hamom
Dalton

Como um comentário costuma ser lido por vários então achei melhor esclarecer pois para alguns bastaria reiniciar a classe Nimitz mais fácil do que partir para um novo projeto.
.
Trump pode preferir catapultas a vapor mas não muda o fato de que o futuro é a eletromagnética então não há muito que fazer e uma vantagem do ^Ford^ em relação ao ^Nimitz^ foi reduzir o número de tripulantes.
.
E como Trump não será reeleito em 2028 nem faz sentido ele querer que a manufatura de catapultas a vapor retorne até lá nem seria possível.

Hamom

Por enquanto Trump é o Grande Lider norte-americano, ao lado de seu irmão Kim,
o Grande Líder norte-coreano… 🙂

Last edited 1 mês atrás by Hamom
Jabulani Teimoso

O Brasil se arrastando pra ter o seu subnuc e os EUA desde os anos 1950 tem os seus. As vezes acho que o erro do Brasil é querer ser o país camarada do mundo.

Dalton

A alternativa seria ter virado uma Coréia do Norte para disponibilizar tantos recursos para armas, pois o desempenho econômico não decolou, daí o epiteto ^ país do futuro ^ que literalmente cresci lendo e ouvindo.
.
Além do mais o grau de percepção de ameaças sempre foi baixo enquanto assistia Argentina e Chile em quase uma guerra em 1978 e minha professora de História mostrou-me fotos dos navios na região ou a ^eterna^ pendenga entre Chile e Peru e tive oportunidade de conversar com um militar de cada nação sobre a questão para ficar em apenas 2 exemplos.

Henrique A

O Brasil está com a economia estagnada há uns 40 anos… ffaa precisam de uma economia forte para se modernizar.

Profa Elisa geopolitica

Texto gerado por IA.

sub urbano

Parece q até msm a rica marinha americana está optando por mais “hunter killers” armados com misseis de cruzeiro e reduzindo cada vez mais a proporção dos monstrengos e maravilhosos SSBNs. A Russia foi qm começou a fazer isso, após o colapso soviético. O motivo é o custo. Quanto mais os barcos vão ficando tecnologicos e caros, mais inviável ficam os grandes barcos especializados, elementos essenciais da tríade nuclear. Coisa similar aconteceu na aviação com os caças multifuncionais. No caso da marinha russa ainda existe uma grande proporção de submarinos convencionais, mais baratos, também capazes de levar alguns misseis de… Read more »

Dalton

A marinha americana está vendo o número de ^hunter kiillers^ diminuir e por enquanto há menos entrando e mais saindo, talvez no futuro se veja um aumento nos números. . EUA e Rússia de comum acordo decidiram por uma certa paridade quanto a número de ^SSBNs^ tanto que os primeiros da classe Ohio foram convertidos em ^SSGNs^. . A Rússia não tem condições de manter uma força exclusiva de submarinos nucleares na faixa de mais de 50 unidades ,mas independente disso ela também necessita de submarinos convencionais para uso nos Mares Negro, Báltico e Mediterrâneo e mesmo nas cercanias dos… Read more »