Babcock conclui manutenção do porta-aviões HMS Queen Elizabeth e devolve navio à prontidão operacional
HMS Queen Elizabeth
A Babcock anunciou a conclusão do programa planejado de manutenção do porta-aviões HMS Queen Elizabeth, devolvendo o navio-capitânia da Royal Navy à prontidão operacional após trabalhos realizados em Rosyth, na Escócia. Segundo a empresa, a intervenção envolveu milhares de horas de engenharia dedicadas à inspeção, manutenção e aperfeiçoamento de sistemas críticos da embarcação, incluindo propulsão, estabilização e outras atividades de reparo e renovação.
O trabalho foi executado por equipes de engenheiros, técnicos e especialistas em projetos no complexo de Rosyth, descrito pela Babcock como uma das maiores instalações britânicas de fabricação e reparo à beira d’água. Para a empresa, a entrega demonstra sua capacidade de sustentar um dos navios de guerra mais complexos já operados pela Marinha Real e de preservar competências industriais consideradas estratégicas para a frota do Reino Unido.
Em declaração divulgada pela companhia, o diretor-geral de Programas Marítimos da Babcock, Phil Craig, afirmou que o programa garante que o navio continue apto a atender às exigências operacionais atuais. Ele acrescentou que, em um momento de “crescente incerteza global”, a disponibilidade e a capacidade dos porta-aviões britânicos se tornam ainda mais importantes.
Com cerca de 65 mil toneladas, os porta-aviões da classe Queen Elizabeth — o HMS Queen Elizabeth e o HMS Prince of Wales — são os maiores e mais complexos navios já operados pela Royal Navy. A Babcock destacou que este foi o quarto dique seco bem-sucedido de um navio da classe em Rosyth em sete anos, reforçando o papel do estaleiro como centro-chave de apoio aos grandes meios de superfície britânicos.
Após a conclusão do período de manutenção, o HMS Queen Elizabeth deverá iniciar provas de mar antes de retomar as atividades de primeira linha.■

Um dia deve ser incorporado na MB
Com a logo dos correios e pintado de amarelo e azul kkkkkk
O navio vai navegando do Amapá até o Rio Grande do Sul carregado de encomendas e cartas, sem parar em nenhum lugar.
Ele vai passando pelas cidades enquanto V-22 Ospreys são lançados em missão para deixar as encomendas no destino nas cidades litorâneas e recolher as novas, uma troca de containers de carga.
O navio é reabastecido no mar mesmo.
Kkkkkkkk boa 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻😆
Pegando o gancho a baixo: “Um dia será incorporado à RN”…