Pentágono estuda recorrer a Japão e Coreia do Sul para projetos e construção de navios de guerra
Hyundai Heavy Industries (HHI) em Ulsan, Coreia do Sul
O Pentágono passou a avaliar a possibilidade de usar projetos estrangeiros e até realizar parte da construção de futuros navios de guerra da Marinha dos Estados Unidos em estaleiros aliados, com foco no Japão e Coreia do Sul, em uma guinada que reflete a pressão crescente sobre a base industrial naval americana. Segundo o USNI News, a proposta consta no orçamento de 2027 em um estudo de US$ 1,85 bilhão, voltado a ampliar a capacidade de construção para futuros navios das categorias de fragatas e de grandes combatentes de superfície.
De acordo com a documentação orçamentária do Departamento de Guerra, os recursos seriam usados para investigar “um espectro completo de opções de aquisição” capaz de atrair mais capacidade para os estaleiros domésticos e colocar mais navios na frota, incluindo estudos sobre a capacidade de empresas aliadas de construção naval de produzir navios ou componentes. O texto oficial acrescenta que o financiamento será dividido em dois esforços separados, voltados, respectivamente, aos futuros inventários de fragatas e de cruzadores/destroieres.
A discussão ocorre no contexto do orçamento naval para o ano fiscal de 2027, apresentado pela Marinha como parte da iniciativa “Golden Fleet”, que solicita US$ 65,8 bilhões em verbas para a construção naval, destinadas ao comprimento de 18 navios de combate e 16 auxiliares. Embora o comunicado oficial da Marinha não detalhe o Japão e Coreia do Sul, ele confirma a ambição de acelerar a renovação da frota e ampliar o volume de meios encomendados.
Na prática, a pressão por alternativas decorre da lentidão dos estaleiros americanos. Em fala reproduzida pelo USNI News, o diretor do Office of Management and Budget, Russ Vought, resumiu o tom da administração ao afirmar: “precisamos de mais navios e precisamos deles agora”; se os meios não puderem ser obtidos das fontes tradicionais, com custo e prazo adequados, disse ele, Washington os buscará “em outros estaleiros”. O então secretário da Marinha, John Phelan, também afirmou que, se a alternativa avançar, os candidatos mais naturais tendem a ser “as Coreias e os Japões do mundo”, justamente pela capacidade de produzir rapidamente.
A reportagem do USNI informa que o Pentágono orientou a Marinha a focar especificamente em estaleiros e projetos japoneses e sul-coreanos. Já o South China Morning Post, ao repercutir a iniciativa, citou como exemplos os cascos das fragatas Mogami, do Japão, e Daegu, da Coreia do Sul, ambos vistos como opções maduras para complementar linhas de produção sobrecarregadas nos Estados Unidos.
Mesmo assim, a proposta ainda está longe de ser automática. A legislação federal restringe a construção de navios de guerra para a Marinha dos EUA a estaleiros americanos, salvo se houver dispensa presidencial por motivo de segurança nacional, e qualquer avanço exigirá apoio do Congresso durante o processo orçamentário e de autorização. A própria USNI destaca que a ideia já enfrenta resistência da indústria doméstica, que argumenta que os EUA ainda têm capacidade de construir seus próprios navios se houver investimento estável e direção política clara.
Historicamente, o debate toca em uma fronteira sensível. O South China Morning Post descreveu a eventual compra como a primeira de um grande combatente de superfície a um parceiro estrangeiro desde a Segunda Guerra Mundial. O USNI, porém, faz uma distinção mais precisa: os EUA adquiriram pequenas fragatas canadenses durante a guerra, mas o último caso de compra de um grande combatente de superfície de um construtor estrangeiro ocorreu no fim do século XIX, quando a Marinha americana comprou dois cruzadores construídos no Reino Unido.■

Rapaz…eles já tentaram fazer isso e deu muito errado. Os caras querem fazer de fragatas leves destroieres pesados. A tonelagem não bate, amigo.
É cilada Bino.
E como fica o Buy American Act (BAA)? Esta lei obriga o governo federal dos EUA a priorizar a compra de itens nacionais, especialmente produtos da indústria bélica…
Pelo BAA, para um produto ser considerado “americano”, a fabricação deve ocorrer nos EUA e pelo menos 65% do custo de seus componentes deve ser de origem nacional.
Tá certo 👍
”Quem não dá assistência, abre concorrência”
Os estaleiros dos EUA depois da Pandemia , parece que deu uma “travada”, tanto de pessoal, como financeiramente e os técnicos/Engenheiros vem reclamando dos salários baixos, o aço tá caro.
Tá tudo caro 🥴
Veio Guerra, depois veio mais Guerra.
Ja tão dizendo que em alguns Países só tem mais alguns dias de Querosene para abastecer as Anvs e o preço das passagens aéreas vão dobrar 👀
Se não tá fácil pra eles, quando dirá pra nós, quero ver aonde vai parar tudo isso 🤔
Mas eles tem impressoras muito boas para imprimir dinheiro
Para a nação que conseguia produzir um navio por semana durante a Segunda Guerra, a situação ficou crítica (para eles).
1,85 bilhão de d´lares para fazer um estudo com este perfil. Alguém explica? “a proposta consta no orçamento de 2027 em um estudo de US$ 1,85 bilhão, voltado a ampliar a capacidade de construção para futuros navios das categorias de fragatas e de grandes combatentes de superfície.”
Tem mais coisa que não entrou na matéria do PN: tem quem diga que não precisa gastar milhões em um estudo cujas descobertas já são conhecidas faz tempo. O orçamento de defesa ianque caiu no rio cheio de piranha, e nem jacaré cascudo nadando de costas tá escapando das mordidas. A lei diz que não pode navio de guerra ianque made in Korea ou Japan e tem que haver caso de segurança nacional embasando a permissão presidencial e o acordo do congresso. Se houver a suspensão dessa lei basilar e prudente, então compre da China, uai! 😎😎😎
A indústria naval deles nessa crise e eles com delírio de grandeza querendo construir um elefante branco de 40.000 toneladas que atira laser e voa como o Yamato do desenho, foi o que eu disse antes.
Opa, não compara meu Yamato espetacular com essa jabiraca não!!!! kkkkkkk
O que vai ter de espião chinês nestes estaleiros japoneses e coreanos… A decadência do império é notado exatamente em coisas assim, incapacidade de manter a máquina funcionando direito.
Pensei o mesmo. Já prenderam dois estudantes chineses voando um drone sobre os estaleiros coreanos, mas devido a falhas na lei coreana contra a espionagem o governo coreano não consegue punir espiões assim, e acabam sendo soltos. O problema da lei é que é uma lei antiga e ao qualificar espiões ele menciona expressamente apenas os norte coreanos, e o partido democrata da Coréia usa essa particularidade para dizer que a Lei contra a espionagem não pode ser usado contra indivíduos de outros nacionalidades frustrando a punição dos espiões chineses. O partido conservador tenta passar uma nova lei sobre o… Read more »
Você acha que a CIA não está ciente disso?
Estuda, ainda?
É só encomendar as fragatas tamandaré que fica tudo bem
Genial: já imaginou uma Tamandaré com VLS Mk-41 (SM-2, 3 e 6, Tomahawk, SeaSparrow), Aegis, canhão de 5″ Mk-45, Odin, RAM, SeaRAM, Phalanx, SEWIP bloco n, SRBOC, Nulka, Nixie, etc, etc? Vai dar certo, sim.
Mas para o que eles querem a Tamandaré não precisa disso tudo. A Tamandaré como é hoje + 16 NSM no lugar dos Mansup ao meu ver vira uma plataforma muito mais interessante e útil que a futura FFX. Pelo menos teriam alguma capacidade ASW. Se trocar os “cogumelos” por um MK41 tático aí sim fica muito superior as FFX.
Se a ^Tamandaré^ não precisa de tanto uma FF(X) também não e dependendo da situação ela será apoiada pelos demais meios do arsenal americano que gradualmente incluirá meios não tripulados aéreos e navais também. . E sem querer colocar água no chopp, ^16 MSN^ é por demais irreal e não a torna mais útil dentro da doutrina americana que tem outros meios para o trabalho pesado não necessitando arriscar uma fragata leve que mesmo armada com 16 ^NSM^ teria pouco para defender-se. . A ^Tamandaré^ é boa para o Brasil e a FF(X) será boa para os EUA comparar os… Read more »
Falar que a FF(X) é boa para os EUA é um exagero, é o que sobrou depois dos EUA não terem conseguido fazer um projeto de fragata pesada direito
Não sabemos sequer se haverá uma FF(X) nos moldes propostos por J. Phelan. Hung Cao é um excêntrico que pode querer mudar tudo de acordo com as vozes em sua cabeça…
Volto a dizer: os EUA não precisam de fragatas, sob nenhum ponto de vista razoável, porque os contratorpedeiros são excelentes. Nem a USCG quis o 11° NSC (cujos materiais básicos e partes já adquiridos estão aguardando ordem de serviço pra primeira FF(X) phelaniana), pra quê a USNavy ia querer aquela coisa? Por quê não fizeram mais LCSs (que, com o mesmo deslocamento da triste Tamandaré, é superior com alguns upgrades), se precisam de números? Por quê não fazem mais NSCs pra USCG, que, de qualquer maneira, já tem presença global em missões de patrulha? Honestamente, acho que estamos repercutindo distrações… Read more »
Está enganado caro Alex, há necessidade para cerca de 50 ^pequenos combatentes^ dos quais quase metade serão ^LCSs^ , fragatas com outro nome alguns otimizados para ^guerra de minas^ e outro tipo de navio sem a necessidade de ser tão veloz mas igualmente simples com características próprias. . Todos os ^50^ dos quais apenas uma fração estará sempre em um ^TO^ pouparao e/ou suplementação os ^cts^ com mais eficiência que um ^grande cutter^ com tripulações da marinha melhor treinadas para combate operando melhor armamento etc. . E se o número de grandes ^cutters^foi abreviado há um modelo intermediário quase tão… Read more »
Sim, posso estar enganado, mestre Dalton: talvez se precise de 50 SSCs, não pra liberar LSCs pra missões mais importantes mas pra aumentar os nós de comando e controle sobre a futura frota não tripulada, sobre a qual pouco sabemos além de matérias esparsas. Essa frota não tripulada pode inclusive vir a ser comandada por IA, dispensando supervisão humana. Como sabemos, Hegseth afirmou que onde a frota tripulada não for suficiente, a IA vai se fazer presente (e como senão na forma de frota autônoma não apenas auxiliar/suplementar mas de combate?…). Igualmente, sabemos que a visão de Karp/Thiel pela Palantir… Read more »
Em termos práticos, os EUA meteram os pés pelas mãos. Pararam de subsídiar sua indústria naval e elas não tem mais cacife. E a própria lei proíbe de importar. Então estão f*didos.
Foi a consolidação da indústria naval militar ianque que estrangulou a capacidade de produzir em massa. Essa consolidação favoreceu oligopólios e monopolios, abateu a concorrência e, ao passo em que espoliava ao comprador único com produtos cada vez mais complexos e caros (a revolução nos assuntos militares é função do interesse do complexo industrial militar, todo ele colonizado por ex-militares) criou as grandes fortunas associadas. Não é falta de subsídio – 1,5 trilhões de dólares o provam – mas o resultado previsível de uma alteração do capitalismo central (não só o ianque…): a época da produção industrial massiva passou e… Read more »
Não que importe muito e enquanto escrevo a China está lançando outro melhor , mas vou escrever assim mesmo: o futuro USS Patrick Gallagher o último Arleigh Burke IIA deixou o estaleiro ontem para os testes de mar iniciais com previsão de entrega em agosto.
Eu li Patrick Stewart, aí já viajei achando que seria uma nova NCC-1701 Enterprise…
Coreia do Sul e Japao são lideres na industria naval há décadas. Existe um motivo para os EUA nao terem contratado navios de guerra deles antes: são países que podem pular para o lado da China no futuro. É ilusão considerar q existe algum alinhamento automático cultural, ideologico ou moral entre EUA, Coreia do Sul e Japão. O Japão inclusive levou duas bombas atomicas dos EUA. A Coreia do Sul é muito proxima culturalmente da China, sao duas civilizações com laços umbilicais há uns 5.000 anos. Americanos tiveram uma lição histórica recente: o porque dos ultimos 7 presidentes americanos não… Read more »
Se vc tivesse a mínima noção da relação entre coreanos do sul e japoneses com a China, vc não teria nem cogitado de zoação isso…..
O contorcionismo pra falr mal dos EUA é impressionante.
O mundo não gira, capota. Um país que todos aqui elogiam, pela sua tecnologia militar autóctone, a Turquia, está prestes a colapsar financeiramente. Está por um fio. Aí chega um outro país, muito maior, com uma economia muito mais sólida, e oferece “parceria estratégica” na defesa. Em diversas áreas militares: drones, caças, mísseis, blindados, etc . O que vai acontecer ? A Taurus está prestes a comprar uma das principais indústrias turcas de metralhadoras pesadas e outros armamentos. A Embraer, louca de vontade de botar a mão na Baykar. E tudo financiado pelo BNDES. Do jeito que a Turquia está,… Read more »
A Lira turca não vale nada !
O real foi a moeda que mais se valorizou com a crise do golfo e o estreito de Ormuz paralisado.
Mérito da Petrobras, do pré sal, da margem oriental do Amz, dos biocombustíveis e da energia eólica e solar em abundância.
O mundo não gira, capota .
Isso é verdade, é faz tempo que a economia da Turquia está estagnada(como o Japão), e se for com financiamento do BNDES melhor ainda porque fica muito mais fácil essas ações se concretizarem(claro talvez aconteça uma aquisição parcial)
Se a Taurus conseguir fechar o negócio, o Nuls já disse que não fechará as 4 fábricas da empresa turca lá. Só enviará os engenheiros turcos para a fábrica da Taurus no Br, e ensinarão aos engenheiros da Taurus, como se fabrica as metralhadoras pesadas que desenvolveram durante décadas …. simples assim.
Cotação do dia 28/04/2026
1 BRL Bandeira nacional da República Federativa do Brasil = 9,02 TRY Bandeira nacional da República da Turquia.
Ué?! Cadê o tal do American First?!
O único meio desse projeto se concretizar no cenário atual e sem alterações legais seria se as industrias coreanas e japonesas abrissem filiais nos EUA. E a partir daí: adquirissem estaleiros sucateados ou defasados, os modernizasse, constituíssem joint ventures com empresas americanas, assumissem a construção de meios básicos e de media complexidade, usassem mão de obra americana e só complementassem com mão de obra de seus países de origem em caso de falta de mão de obra qualificada local. E liberassem os grandes estaleiros americanos da produção de navios de baixa e media complexidade para que eles pudessem se dedicar… Read more »
Não vai ser aprovado nunca.
Dinheiro americano para gerar empregos em outros países pode esquecer.
Nenhum congressista vai aprovar um bizarrice dessa.
Eles querem levar a maior quantidade de vagas de trabalho e contratos militares para suas empresas de seus respectivos estados.
O que eu vejo é que o estadunidense médio não quer mais trabalhar no pesado e não quer saber de mais guerras, quem se alista pra uma guerra ou é aquele patriota que não tem noção do que é uma guerra ou gente em situação de pobreza que busca nas FAs uma mudança de vida. Agora dependem de outros países pra fazer um navio.
Mas… não é meio que ^universal^ para quem quer servir nas forças armadas ? Aqui no Brasil não é assim ?
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E não é que ^dependem de outros para fazer^ e sim que se quer aumentar a quantidade mais rapidamente e se possível de forma mais barata mas as principais unidades, continuarão sendo construídas nos EUA.
Eu não sei, como é o fluxo de ex soldados das FAs aqui no BR. Pra onde vão na vida civil. Sabemos do fluxo de ex pilotos das FAs ( tem pilotos nas 3 forças). Acabam na aviação civil, tanto aviões, como Helis, mas os outros… Nos EUA, é bastante comum veteranos das guerras do tio Sam, entrarem nas corporações policiais, municipais e federais, e fazerem carreira lá. Dá pra ver isto até nas séries policiais dos EUA no streaming. Acho que a dinâmica aqui é diferente. Pra polícia civil, se o cara quer ser delegado(a), tem de ser bacharel… Read more »
O que o ^teimoso^ inferiu foi quanto ao início de uma carreira já conheci atendente de bar e livraria que aos 18 anos serviram o exército já com intenção de fazer o curso de cabo até conversei longamente com um deles que tinha o sgto Max Wolf como um ídolo.
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Nos EUA a procura pelas forças armadas Continua alta , dias atrás li que a guerra com o Iran não alterou essa procura o problema é que muitos não passam nos exames mesmo o padrão tendo sido reduzido.
Até onde posso observar, a maioria dos novos recrutas norte americanos são filhos de imigrantes, ou imigrantes legalizados latino americanos que querem uma vida melhor, aprendendo nas FAs alguma coisa que lhes dê melhores chances. A maioria deles vai procurar emprego depois nas forças policiais, FBI, segurança privada,etc, e caso tenham qualificação, na aviação civil.
O pentagono deveria recorrer ao Brasil, aos nossos estaleiros, para a construção dos seus navios, Temos um estaleiro para a construção de submarinos, em Itaguai no RJ, Temos um estaleiro para a construção de Fragatas em Itajai no RS, Temos um potencial enorme, capital humanos, engenheiros navais, somos o País ideal para a construção naval norte americana.
Mais que Japão e Coréia do Sul que inclusive já utilizam sistemas americanos ? Acho que não.
É preciso dar-se conta da magnitude trágica do problema, lá e cá: a elite política está condenada a apenas prometer restaurar aquilo que a elite econômica demoliu no processo de escape da crise do capitalismo industrial do pós guerra, escape que convencionamos chamar neoliberalismo e financeirização. A construção naval militar ianque é muito superior a nossa, os EUA têm recursos humanos maiores que os nossos e não temos nada a oferecer além de commodities críticas ou capitulação colonial. Isso pra nem falar na diferença essencial nos padrões de engenharia mecânica baseada em diferentes sistemas de medida. Observe a marca do… Read more »
O senhor laranja está fazendo tudo ao contrário do que prometeu na campanha.
Chamar ele de mentiroso seria elogio, ele está muito além disso.
Realmente os states estão mais perdidos que cego em tiroteio… Realmente de novo, fazer na América já está fora de cogitação, pq só com mão de obra de imigrantes em busca de um visto permanente para que os estaleiros dos states voltem a ter gente e, mais, antes precisaria qualificar todo mundo. Construir navios da USN no exterior pode abrir um precedente para a USAF comprar aeronaves feitas fora do CONUS, como o KC390, por exemplo.