China aprimora navios Type 903A com sistema que dobra velocidade do reabastecimento no mar
Type 903A
Nova configuração com duplo acoplamento de combustível amplia eficiência logística e flexibilidade operacional da Marinha do Exército de Libertação Popular
Imagens recentes indicam que a mais nova leva de navios de reabastecimento da classe Type 903A, operados pela Marinha chinesa (PLA Navy(, incorpora uma melhoria significativa em relação às versões anteriores: a duplicação dos acoplamentos de combustível em cada estação de reabastecimento no mar.
A modificação permite que dois mangotes sejam conectados simultaneamente durante as operações de abastecimento (underway replenishment), dobrando efetivamente a velocidade de transferência de combustível entre o navio-tanque e as unidades apoiadas.
Ganho de eficiência e versatilidade
Além do aumento na taxa de abastecimento, o novo sistema também possibilita a transferência simultânea de diferentes tipos de combustível, como querosene de aviação e diesel naval. Essa capacidade representa um avanço relevante para operações de grupos-tarefa, especialmente em cenários de alta intensidade, onde a rapidez logística é crítica.
Nas versões anteriores dos navios Type 903 e nos primeiros lotes do próprio Type 903A, cada estação contava com apenas um ponto de acoplamento, limitando a velocidade e a flexibilidade das operações de reabastecimento.
Comparação entre gerações
Imagens comparativas mostram claramente a diferença entre as configurações: enquanto os navios mais recentes apresentam dois pontos de conexão por estação, os modelos anteriores operavam com apenas um, exigindo maior tempo para completar o abastecimento completo de uma embarcação.
Impacto operacional
A atualização reforça a capacidade da Marinha chinesa de sustentar operações prolongadas no mar, especialmente em áreas distantes do território nacional. Navios de reabastecimento são elementos-chave para projeção de poder naval, permitindo que grupos de combate operem por mais tempo sem necessidade de retorno a portos.■
VIA: ACuriousPLAFan





Não sei avaliar se os chineses são de fato eficientes em combate naval, mas com certeza são guerreiros mestres no combate a ferrugem!
Navios impecáveis…
Não são ruins, ao que parece. Mas parece que eles tem o mesmo problema dos russos: o pós-venda.
Por “navios impecáveis” me referi a ausência de ferrugem…
Mas que casos vc conhece de “problemas com o pós-venda” dos navios chineses?
Sei que o Paquistão tem vários navios chineses, mas ao que saiba a marinha deles está satisfeita…
O problema da China, assim como de vários países fabricantes de navios de guerra e a estacala de clientes, não tem muitos países comprando navios de grande zero bala porte por aí!
O ditado confuncionista diz que não é a erva daninha que mata a semente boa, mas sim o relaxo do agricultor. Isso deve se aplicar a cultura de manutenção.
Posso falar? Baita navio, assim como o Type 901. Umas 3 unidades da Type 903A, junto com dezenas da classe Karakurt, seriam uma força poderosa na MB.
Impressionante a rápida modernização e inovação da frota chinesa.
Uma boa oportunidade para adicionar a nossa força um navio moderno, já que aqui tais navios são inexistentes, temos um mas é o mesmo que não ter. O navio não pode nem se deslocar para a Europa devido a regras regulatórias de segurança. Ao invés de aproveitarmos que temos uma relação econômica e diplomática com os Chineses, nossos militares não tem a coragem de tomar uma decisão em prol da esquadra, para não desagradar terceiros… E que nem venham com essa falácia de que não tem grana ou que não é compatível com nossa doutrina naval, é mais cagaço mesmo.… Read more »
A marinha não é dona do dinheiro não se trata de falta de coragem em desagradar quem quer que seja. . A marinha gostaria de um orçamento maior e como qualquer outra tem uma lista de meios considerados necessários, mas tem que conformar-se com o que é aprovado e assim precisa priorizar e ter um NT para ir até a Europa não é prioridade aliás há um certo exagero pois os futuros tem que ter casco duplo, mas os antigos ainda podem aportar. . E dentro do orçamento tem que caber não apenas a compra, mas também a logística para… Read more »
O Senado aprovou em outubro de 2025 um projeto que destina R\( 5 bilhões anuais às Forças Armadas durante seis anos (totalizando R\) 30 bilhões). Esses recursos, destinados a equipamentos e tecnologias estratégicas, ficam fora do limite de gastos do arcabouço fiscal, visando modernizar Exército, Marinha e Força. Já estamos entrando no quinto mês do ano e até o momento não foi liberado os recursos pertinente ao exercício 2026, isso não é um bom sinal. Enquanto isso a lógica e a execução de recursos com características do chamado “orçamento secreto” continuam em 2026, apesar da proibição original pelo STF. As… Read more »
“A marinha não é dona do dinheiro não se trata de falta de coragem em desagradar quem quer que seja”. Você acha que a China, que vem há muito tempo tentando emplacar vendas militares aqui, não haveria de oferecer algum tipo de vantagens e prazos para a MB para fechar algum negócio conosco? Certamente! Os Chineses utilizam seu Banco de Exportação e Importação da China (China EximBank) para fomentar a exportação de equipamentos militares e produtos de tecnologia avançada. Eles oferecem créditos ao comprador (Buyer’s Credit), permitindo que países estrangeiros financiem a compra de armamentos chineses. A NORINCO (armas terrestres), AVIC… Read more »
Pode oferecer o que for com o menor preço e as maiores vantagens, mas se não cabe no orçamento, não será adquirido.
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E se nem os EUA estão se dando ao luxo de aposentar navios com 40 anos ou até mais a nossa marinha é que não irá descartar o ^Almirante Gastão Motta^ de 35 anos apesar de achar que ele não vá durar tanto quanto o ^Marajo^ durou e caso não saiba como eu .de cabeça ,talvez assuste se pesquisar.
Pelo o que ouvi falar, a marinha pensa na conveniência de ter navios de apoio logístico devido a pouca demanda de operações externas tão longe do território, eles pensam em nesses casos, alugar navios de apoio logísticos!
Essa questão de combustível vai se tornar complexa. Como as novas regras para combustível da IMO, demandará infraestrutura e disponibilidade de combustíveis que hoje não existem nos portos, GNL, Methanol, Etanol….. A padronização do combustível de novos meios poderá limitar sua atuação regional e limitar as vendas de segunda mão. A necessidade de meios de abastecimento devem se tornar maior.
Recentemente, surgiram notícias de que a China está construindo em Guangzhou um navio de reabastecimento multifuncional ainda maior do que o atual 903A, capaz de sustentar um reabastecimento por cerca de três meses. Suponho que estejam começando a se preparar para a navegação global de grupos de batalha de porta-aviões. Além disso, a partir da construção desse navio de reabastecimento, pode-se deduzir que a China não pretende estabelecer bases em todo o mundo, como os Estados Unidos, mas sim utilizar diretamente sua capacidade industrial extraordinária para realizar navegações globais a partir do litoral. Acho que a principal razão para isso… Read more »