USS Higgins (DDG 76)

USS Higgins (DDG 76)

Navio da Marinha dos EUA sofreu falha crítica em sistemas elétricos; não há registro de feridos

O destróier lança-mísseis USS Higgins (DDG-76), da Marinha dos Estados Unidos, sofreu um incêndio significativo em seus compartimentos de máquinas no início desta semana, enquanto operava na área de responsabilidade do Comando Indo-Pacífico (INDOPACOM).

Segundo informações divulgadas por autoridades americanas à CBS News, o incidente comprometeu os sistemas elétricos e de propulsão da embarcação, deixando o navio temporariamente sem capacidade de manobra.

O fogo teria ficado restrito a um único equipamento e foi rapidamente controlado pela tripulação, sem se alastrar para outras áreas do navio.

Sem vítimas, mas com impacto operacional

De acordo com autoridades citadas pela imprensa, não houve registro de feridos entre os tripulantes.

Apesar disso, o incidente evidenciou a vulnerabilidade de sistemas críticos, já que a perda simultânea de energia e propulsão representa uma das situações mais graves para um navio de guerra em operação.

Informações posteriores indicam que o problema pode ter sido causado por uma falha elétrica — classificada pela Marinha como uma “avaria de máquinas” — ainda sob investigação.

Navio estratégico no Indo-Pacífico

O USS Higgins é um destróier da classe Arleigh Burke, considerado um dos pilares da presença naval avançada dos Estados Unidos na Ásia. A embarcação está baseada em Yokosuka, no Japão, e integra a 7ª Frota, responsável por operações em uma das regiões mais estratégicas do mundo.

Esses navios desempenham funções essenciais, incluindo defesa aérea, guerra antissubmarino e operações de projeção de poder, sendo frequentemente empregados em áreas de tensão como o Mar do Sul da China e o estreito de Taiwan.

Até o momento, o Pentágono não divulgou detalhes sobre a extensão dos danos nem o tempo necessário para reparos. A localização exata do navio no momento do incidente também não foi oficialmente confirmada.■


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olavo22

Toda essa região dá muito incêndio em navio. Bom levar um extintor a mais. Quem tem 2 tem 1 e quem tem 1 não tem nenhum!

Dalton

Sempre há a possibilidade de sabotagem para tirar o navio da área de conflito como já sugerido dias atrás aqui…se é que não foi míssil ou aquele solitário ^Kilo^ iraniano.
.
E falando em sabotagem para os que sugeriram algo assim para o pequeno incêndio a bordo do ^Eisenhower^ dias atrás completou os testes de mar para dentro de 6 meses estar devidamente certificado para ir a guerra.
.
Nem sabotagem direito sabem fazer 😀

Franz A. Neeracher

Viu que tb houve um incêndio com o DDG 1000 no estaleiro??

Dalton

Sim Franz aparentemente se está dando uma atenção maior mesmo a pequenos incêndios no passado as vezes – não sei você – ficava sabendo sobre um incêndio tempos depois de ocorrido alguns sites nem mencionavam.

Last edited 1 mês atrás by daltonl
Hamom

O que chama a atenção não é tanto os “pequenos incêndios” em si, mas a frequência em que estão ocorrendo. Este é o 4º incêndio este ano, será obra de algum poltergeist? E este não foi tão insignificante assim… … “…um oficial do Departamento de Defesa disse à CNN que a falha nos sistemas de energia e propulsão do USS Higgins “durou várias horas”. O capitão da Marinha dos EUA aposentado, Carl Schuster, analisou a situação, afirmando que, para um navio de guerra, isso significa ficar impossibilitado de manobrar por várias horas e, com seus sistemas de radar e defesa… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Hamom
Dalton

Os navios baseados no Japão normalmente são mais exigidos não a toa os 2 DDGs que colidiram com navios mercantes dentro de curto espaço um do outro estavam na época baseados no Japão e o que foi apurado entre outros foi falta de descanso/treinamento. . Para quem como eu acompanha notícias literalmente a décadas não soa estranho e o comentário do ^capitao aposentado^ deve ser compreendido como uma possibilidade ele não estava lá e não ficou sabendo com exatidão o que ocorreu e outros relatos que encontrei diminuíram o dano. . Seja como for não há meios de comparar com… Read more »

Burgos

O USS Higgins foi comissionado em 1999, a AB flight II já começaram a pagar o preço pelos seus vários desdobramentos/pouca manutenção efetuada e falta de revitalização/modernização de seus equipamentos.
Nada é eterno, um dia chega a hora 👀
Se com pouco mais de 27 anos de uso já tá incomodando quando dirá daqui a 25/30 anos 😏

Dalton

Burgos permita discordar os navios baseados no Japão independente de serem mais exigidos estão entre os mais novos ou modernizados o ^Higgins^ teve o ^Aegis^ atualizado poucos anos atrás antes de ser baseado no Japão.
.
O ^Higgins^ sendo um dos 7 da versão II ao contrário da maioria da versão I não foi selecionado ou ainda não anunciada extensão de vida para até 40 anos então por enquanto sua baixa deverá ocorrer com 35 anos e deverá ser mantido relevante até lá.

Burgos

Sim Dalton;
Equipamentos elétricos/eletrônicos 👍
Mas a parte de geração de energia/propulsão eixos mancais entre outros do maquinários que levam um certo tempo para abrir e revisar ?!
Que eu saiba navio que tá desdobrando não faz esses tipos de reparos/revisões/manutenção por dispender tempo e dinheiro 👍
Só quando quebra ou tem avaria mesmo 😰

Dalton

Burgos o ^Higgins^ foi colocado em dique seco na costa oeste dos EUA para uma revitalização de 18 meses antes de seguir para o Japão quando também o ^Aegis^ foi atualizado e mesmo isso tendo ocorrido anos atrás ainda está dentro da validade.
.
Este tipo de revitalização e outras podem ser feitas no Japão a medida que os navios servem lá por muitos anos.

Burgos

Aí fica a pergunta:
Em 18 meses ele fez todos os reparos e revitalizações para estender a vida útil do navio ?! 🤷‍♂️
Pode ter certeza que pularam alguma coisa aí, pq tem AB ficando mais de 2 anos parada para esse evento de reparos e atualização, pra vc ver como esses navios “rodam” 👍
Não vai ser diferente pra qualquer um deles daqui pra frente é isso que tá acontecendo (acidentes/avarias/princípio de incêndio).

Dalton

Burgos o ^Higgins^ como escrevi antes não foi incluído em programa de extensão de vida ele passou pelo ^D/SRA^ bastante abrangente quando também foi atualizado o ^Aegis^e só pelo fato de ter sido alocado ao Japão é uma garantia a mais de ter passado na inspeção.
.
Evidente que navios com mais de 20 anos ainda mais quando muito utilizados tendem a ^incomodar^ mais, mas o ^Higgins^ está no bom caminho para aposentar-se aos 35 anos não aos 40 como muitos da versão I e todos os versão IIA e III.

Burgos

Isso se aguentar os 35 anos 😏
Flight II/Flight IIA ou até a III, não importa.
O índice de quebra e de avarias com o passar dos anos vai aumentando.
Muito difícil as últimas 2 Séries aguentarem 35/40 anos na ativa, muito difícil 😰

Alex Barreto Cypriano

Tem coisa errada aí: a propulsão dos DDG-51 é mechanic drive. São dois eixos, caixa de redução e duas turbinas a gás por eixo, cada conjunto numa sala separada longitudinalmente da outra por uma seção estanque. O eixo de boreste conecta com as máquinas na sala #1 e o de bombordo com a #2. Já os 3 SSGTGS (ship service gas turbine generator set), que podem operar em conjunto ou isoladamente (com esquema radial e em anel de distribuição, com redundância que aumenta ainda mais a ‘sobrevivencialidade’ a dano de combate) estão na seção estanque a vante da MMR #1,… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Alex Barreto Cypriano
olavo22

Tenho 3:

1) foi toco (pouco provável).
2) sabotagem (muito provável)
3) falha devido a manutenção/antiguidade (provável)

Dalton

Até falha humana pode contribuir para um incêndio então sem sabermos exatamente como ocorreu pode haver várias outras hipóteses.
.
Resta saber se teremos acesso ou se mesmo haverá interesse em pesquisar daqui a meses a conclusão da investigação.

Hamom

Embora este destroier esteja baseado no Japão, pode estar operando em vasta áreas..
A US Navy não informou onde o navio estava situado no momento do incêndio, será que estava próximo do Golfo de Omã?

Last edited 1 mês atrás by Hamom
Dalton

Até pouco tempo atrás esteve em Diego Garcia então deve estar na região e não é tão comum navios baseados no Japão afastarem – se tanto mas trata-se de uma situação diferenciada.

Dalton

Complementando minha resposta dos 11 Arleigh Burkes baseados no Japão vários já estão na área conforme anunciado.
.
E com o ^Dewey^ em dique seco conforme contrato de manutenção de dezembro passado e um ou outro que saiu recentemente de manutenção e ainda não certificado não sobra muita coisa para escoltar o NAe George Washington que está preparando-se para sua primeira patrulha de 2026 ☹️

Carlos Campos

Ja fez uns anos que USANVY vive enfrentando incendios.