Comitiva internacional visita estaleiro da TKMS em Itajaí e reforça potencial exportador das fragatas Tamandaré

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Fragatas classe Tamandaré em construção

Agenda reuniu 22 embaixadores e autoridades para discutir inovação, indústria naval e cooperação estratégica na Base Industrial de Defesa

A cidade de Itajaí (SC) recebeu nesta quarta-feira (29), sob coordenação do Ministério da Defesa (MD) e participação da Marinha do Brasil (MB), uma comitiva internacional formada por 22 representantes diplomáticos, além de autoridades ligadas ao setor industrial estratégico, em programação voltada ao fortalecimento da Base Industrial de Defesa (BID), com foco em cooperação internacional, inovação tecnológica e construção naval.

A comitiva reuniu embaixadores dos seguintes países: Argélia, Argentina, Bélgica, Botsuana, Cabo Verde, Canadá, Coreia do Sul, El Salvador, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Guatemala, Guiana, Indonésia, Malásia, México, Panamá, Peru, Tailândia, Turquia, Uruguai e Vietnã.

Representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) participaram da visita ao estaleiro ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS), em Itajaí, onde é desenvolvido o Programa Fragatas Classe “Tamandaré”, da MB.

O evento também equalizou o nível de conhecimento dessas nações amigas sobre a BID brasileira, especificamente no setor naval, com a verificação de possíveis demandas de exportação. Nesse ínterim, a participação da Secretaria de Produtos de Defesa (SEPROD) foi fundamental para a promoção comercial de produtos de defesa produzidos no Brasil.

A Embaixadora da Eslováquia, Katarina Tomková, afirmou que o encontro se revestiu de grande importância, pela possibilidade de vivenciar o projeto inovador brasileiro das Fragatas Classe “Tamandaré”.

Isso demonstra que existe espaço para uma parceria internacional com transferência de tecnologia. Estamos trabalhando para estreitar os laços entre nossas indústrias de defesa e identificamos novas oportunidades, pois vimos na prática que essa parceria pode funcionar”, avaliou.

O Embaixador de Cabo Verde, José Pedro D’Oliveira, ressalta que o Brasil e seus países amigos estão se equipando em consonância.

O que vimos aqui são equipamentos que vão proporcionar a paz em direção ao desenvolvimento, sobretudo no Atlântico Sul”, pontuou o diplomata.

Soberania pelo mar

A presença da MB na agenda evidenciou a convergência entre os esforços de defesa e o desenvolvimento tecnológico e industrial do País em temas ligados à soberania, à economia do mar e à modernização de meios navais.

O Diretor de Gestão de Programas da Marinha (DGePM), Vice-Almirante Marcelo da Silva Gomes, afirma que a Força tem muito orgulho de comprovar que esse é um programa de construção naval que acompanha o que foi planejado.

É uma oportunidade de mostrar para as nações amigas a capacidade que o Brasil tem, não só de construir para uso próprio, mas também para exportação a outros países que tenham interesse em ter as Fragatas Classe “Tamandaré” no seu inventário de meios”, adiantou.

Segundo o Comandante do 5º Distrito Naval, Vice-Almirante José Achilles Abreu Jorge Teixeira, a importância da visita se dá não somente para a MB, mas para o País como um todo, porque “demonstra a capacidade de trabalho e aplicação de tecnologia de ponta, dando transparência à seriedade com a qual conduziu-se o projeto.”

O encontro reforçou, portanto, o papel de Santa Catarina — especialmente de Itajaí — como polo relevante para a indústria naval, em um contexto em que a cooperação internacional tem se mostrado cada vez mais indispensável para expandir capacidades, fomentar inovação e impulsionar projetos com reflexos para a consolidação do Poder Marítimo nacional e da segurança da Amazônia Azul.

A escolha da cidade para sediar a agenda também refletiu a relevância do município e da região para o setor marítimo-industrial. Com tradição ligada à economia do mar, infraestrutura portuária e atividades que contribuem para o fortalecimento da mentalidade marítima, a cidade vem se consolidando como um ambiente favorável para iniciativas relacionadas à indústria naval.

Em relação às Forças Armadas, viu-se a consolidação de parcerias estratégicas e a interoperabilidade com marinhas estrangeiras, além da demonstração da eficiência do novo Programa de Fragatas da MB. Já para a sociedade catarinense, ficou clara a valorização do desenvolvimento regional para manutenção de empregos diretos e indiretos de alta qualificação técnica.

A dimensão estratégica da Base Industrial de Defesa

No contexto da visita, a MB destacou a relevância da BID para a autonomia estratégica do País, a prontidão operativa e para o desenvolvimento de soluções nacionais voltadas ao setor marítimo. A agenda também permitiu apresentar como a indústria nacional pode contribuir para projetos dessa natureza, com sustentabilidade logística e robustecimento das capacidades relacionadas ao Poder Naval.

Na avaliação de participantes do encontro, o fortalecimento da BID está diretamente relacionado à capacidade do País de desenvolver soluções próprias, reduzir dependências críticas e ampliar sua inserção em projetos internacionais.

Outro tema discutido foi a relação entre defesa e desenvolvimento, que tem ganhado espaço em fóruns internacionais e em iniciativas voltadas à inovação estratégica. Nesse contexto, a diplomacia de defesa, especialmente a diplomacia naval, é apontada como instrumento para construir confiança e ampliar a cooperação entre países em áreas sensíveis.

FONTE: Agência Marinha de Notícias


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Thrash Metal

“Projeto inovador” Ai forçou

Last edited 1 mês atrás by Thrash Metal
Gabriel BR

Pra o nosso contexto, a construção naval modular é uma novidade.

Vitor Botafogo

Não é. A Industria de O&G ja o pratica faz tempo. Para navio militar pode ser, mas isso pelo fato de construirmos pouco.

Gabriel BR

Então o senhor acabou de confirmar o que eu disse.

Gabriel BR

Penso que o ideal seria que conseguíssemos esticar um pouco mais o índice de nacionalização neste segundo lote. Quanto mais autonomia tivermos para manutenir estes navios com repostos nacionalizados melhor.

Cássio Figueiredo

Fantástico seria se sonhássemos que os porta misseis das futuras unidades pudessem disparar os AV-TM 1000, iche falei demais…kkkkk..AV-TM 300, seria fantástico……

Nilo

Me faz lembrar as visitas ao projeto dos sub classe Riachuelo, não deu em nada, a MB não faz nada diferente do que faz estas marinhas, cópia de projetos de sucesso com mão de obra nacional, sem contar que tem países neste grupo com dificuldades de bancar uma aquisição desta, e quem iria bancar o financiamento para esses países? Nós, os alemães?

Gabriel BR

Poderíamos prestar suporte logístico, de manutenção e modernização para nossos vizinhos a partir do Estaleiro. Uma espécie de oficina autorizada do TKMS. Ou ainda exportar peças e repostos a partir dos nossos fornecedores locais, criando uma sinergia com estaleiros da América Latina.

Jagderband#44

Penso que o custo brasil, principalmente depois da reforma tributária, vai afastar eventuais clientes.

Gabriel BR

Eu acho o contrario

Jagderband#44

O IVA vai ser, salvo engano, o maior do mundo.

YUFERFLLO

Esse papo de custo Brasil é bem estranho, porque quase toda empresa internacional coloca suas empresas aqui e muitas vezes tem mais lucro no Brasil do que na empresa matriz, não me parece que cola muito não esse papo de custo Brasil

Jagderband#44

Cite um exemplo então. Eu até entendo teu ponto de vista, apesar dele ser linear. Veja bem, um navio de guerra não é um big mac ou VW Polo, produzidos aos milhares. Vamos fazer um exercício de comparação: onde você acha que seria mais barato construir uma fragata: China, Rússia, Coréia do Sul ou Brasil?

fewoz

Comentário contraditório. Não sou grande apoiador do atual governo (muito menos do anterior), mas a reforma tributária é das melhores coisas que aconteceu ao país. Talvez não seja perfeita (poderia até ser mais simples), mas é um grande avanço se comparada com a loucura do sistema tributário atual.

Jagderband#44

Fewoz, meu comentário não teve cunho político. Agora, salvo engano o IVA será o maior ou segundo maior do mundo. Tudo bem, houve um avanço, mas a sanha arrecadatória do nosso estado (3 poderes) se mostrou muito forte nessa reforma tributária.

Tutu

Você está partindo do pressuposto errado. O IVA não eleva a carga tributária. Muito pelo contrário, provavelmente pela tributação em cadeia pagamos bem mais que os 27% do IVA. Ele vai expor o absurdo tributário desse país. Pelo menos agora sabemos quanto pagamos de imposto, hoje isso é impossível.

Jagderband#44

Eu não disse que o IVA vai elevar a carga tributária, até porque, pagamos em média 40 a 50% de impostos em tudo o que consumimos.
Eu só acho que o IVA é muito, mas muito alto.

Nilo

A vida é de ilusão e o brasileiro confunde desejo com realidade.
Os principais países da A.SUL com capacidade de comprar tem projetos nacionais de desenvolvimento de suas indústrias navais, com mão de obra nacional, Chile, Colômbia e Peru. Deixarão de tratar direto com a matriz para usar um subsidiária em um projeto de contrução no Brasil que não lhes beneficiária? Achar que alemães vão beneficiar a indústria Brasileira em prol da indústria de quem está comprando e achar que quem comprar fará o mesmo é desculpa, risível.

Last edited 1 mês atrás by Nilo
Ouvinte

De fato há uma oportunidade. Talvez não com estes países que você citou uma vez que estes países possuem histórico de produção local. Os estaleiros da TKMS na Alemanha estão tomados com a produção de submarinos e agora com um grande desafio para produção das Meko A200. Estão investindo em expansão mas ainda não estão aptos a novas grandes encomendas.
A pergunta é outra: Vale o Brasil financiar estas exportações com nível de nacionalização tão baixo? Esta resposta é financeira.

Elias

Argentina não está como possível comprador, mas sim para bisbilhotar,

Robson Rocha

Importante ver o GF fazendo a sua parte, isto é, não apenas apoiando mas fomentando exportações da Base Industrial de Defesa (BID).

José Joaquim da Silva Santos

Isso aí é um pastel de vento tamanho família, já vimos muito disso… os discursos são tão lindos que quase nos levam às lágrimas.

Vitor Botafogo

Exato. As NAPA 500 que iriamos exportar para africa…

Burgos

Se conseguir vender mais umas 3 ou 4 dessa classe já tá bom com as nossas 4 para ser assinado o contrato com o estaleiro fica melhor ainda 👍⚓️
Tem emprego no estaleiro pelos próximos 10 a 12 anos ou mais.

EduardoSP

Se conseguir vender 3 ou 4, porque a TKMS produziria esses navios aqui ao invés de na Alemanha?
Da mesma forma quando a Airbus vende o H125 os fabrica na Europa e não aqui.

Gabriel BR

podemos exportar navios de patrulha oceânica com financiamento via BNDES, igual aos Colombianos.

Paulo

Do jeito que a banda está tocando, com o Trump retirando tropas da UE e deixando os europeus, literalmente à ver navios, a UE vai ter de se virar nos 30, e produzir na marra os próprios meios de defesa. Aí a capacidade instalada deles vai estar no talo. Se há linhas de produção de fragatas, submarinos, Helis, caças, blindados, etc, em outro lugar, os clientes que se socorriam dos europeus, tenderão à vir pra cá, já que encontrariam os meios com tecnologia que já conhecem de lá. Me parece uma oportunidade de ocasião. A presença de gente do BNDES… Read more »

Mauricio R.

A Terra do Nunca, acaba de se encontrar com Alice no país das maravilhas…

Nilo

Até o caro Burgos sonha, sonhar é bom, mas sem uma indústria naval nacional criativa, inovadora como a Embraer, o Brasil faz o mesmo que todos fazem. Alguns exemplos: – A indústria naval peruana passa por uma modernização significativa centrada no SIMA Perú, com investimentos superiores a US$ 434 milhões e alianças estratégicas com a Hyundai, inclusive o projeto fragata multirole baseada no projeto HDF-3200. -O projeto naval mais ambicioso da Colômbia atualmente é a construção da Plataforma Estratégica de Superfície, que visa criar a fragata mais poderosa e avançada já construída no país e uma das mais modernas da… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Nilo
Burgos

Segundo informações, Governo dos EUA vai retirar 5000 homens baseados na Alemanha dos 15.000 presentes, futuramente ele vai retirar mais 5000 da Itália e 5000 da Espanha também

neto

Pela mesma necessidade da Suécia montar algumas unidades do Gripen no Br além dos brasileiros, para terceiros. Cadencia de entrega e alocação de espaço de construção. Tudo depende da disponibilidade local da alemanha.

Aéreo

Há uns 20 anos atrás quando a Embraer queria vender 12 Mirage-2000 para a FAB no início da novela (digo do programa) FX. A versão que circulava na imprensa especializada (fortemente financiada pela Embraer) era de que o Mirage-2000BR seria fundamental para a Embraer e seria exportado para clientes externos na América Latina e África. A FAB corretamente rejeitou a proposta e pouco tempo depois, discretamente a Dassault anunciou o fim da produção do M-2000. Na época da seleção do Scorpene, a imprensa especializada (fortemente financiada pelo Naval Group e Odebrecht) anunciava que os submarinos poderiam ser exportados para  clientes… Read more »

Dr. Mundico

Evidente que o estaleiro TKMS detem patentes, titularidade de projetos e “direitos autorais” dos navios, mas nada disso se contrapõe a uma parceria que pode ser desenvolvida por aqui, numa espécie de “franquia”.
Assim como a Embraer mantem plantas nos EUA, Portugal e China, esse mesmo sistema de “consórcio industrial” poderia vingar por aqui.
Como todo e qualquer processo industrial, haveriam que ser avaliadas demandas de países, condições de financiamento, transferência de sistemas, etc e tal.
Para quem não lembra, a China começou assim….

Gabriel BR

Exato. outro ponto é que podemos comprar a copropriedade intelectual de várias tecnologias junto aos alemães igual os turcos e coreanos fazem.

EduardoSP

O estaleiro não é brasileiro. É uma filial da TKMS no Brasil. Como são as unidades da GM, VW, BYD e Airbus Helicopters aqui.Só fazem o que se adeque aos planos das matrizes.

TeoB

Os unicos equipamentos que de verdade podemos exportar são projetos bacionais de verdade, A 29, Kc 390 astros, cascavel, até os agrale marrua e por ai vai…
Projetos co.orados de terceiros é bem complicado, dessa forna acgo que se for para investir em meios navais afim de exportar seria um projeto nacional de navios patrulhas até uma 1000 toneladas armados com mansup talvez e uma defesa de pondo baseada na remax
Barato bem armado e possivel de ser comprado por marinhas menores.

Dom Lazier

De acordo com o site TKMS a Meko A-100 padrão carrega 16 Misseis de defesa área, enquanto a Tamandaré carrega 12. informação interessante.

737-800RJ

Isso na A-100 padrão; na Tamandaré deve poder chegar a 24. E caso utilizasse o sistema MK41 ao invés do Sea Ceptor, poderia armazenar 2 ou 4 mísseis por canister. O que nessa configuração de 12 silos que a MB adotou significaria poder disparar 24 ou 48 mísseis CAMM.

Nunes-Neto

Pensei que a 201 estivesse já como canhão e um pouco mais adiantada .

Samuka

202?

Nunes-Neto

comentei sobre a “Jerônimo F201”,aparece na última foto,A F202 vai para a água agora em junho ou julho e a jerônimo começa os testes de mar no segundo semestre, na verdade as armas são as últimas coisas a serem instaladas, deve ter muito detalhe interno sendo feito, mas acredito que trabalham em equipes por áreas específicas e de forma simultânea. Mas vamos lá eu pensava que a F201 já estaria com o mastro completo , o canhão etc… a F202 no estágio que vimos na foto mesmo, nos galpões laterais algumas estruturas da F203.

Nunes-Neto

Mas podem ter diminuído a velocidade, porque até um dia desses faltava grana para terminar a quarta, pode ser que a grana ainda não pingou na conta da engepron.

Adriano Madureira

“A comitiva reuniu embaixadores dos seguintes países: Argélia, Argentina, Bélgica, Botsuana, Cabo Verde, Canadá, Coreia do Sul, El Salvador, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Guatemala, Guiana, Indonésia, Malásia, México, Panamá, Peru, Tailândia, Turquia, Uruguai e Vietnã”. Nessa comitiva eu botaria fé em muitos, alguns nem tanto como: Argentina, El Salvador, Equador, Panamá… desses países da região,o primeiro está bem dizer quase insolvente, mas um que está na lista e boto fé, são os uruguaios… O país atualmente é considerado um dos mais estáveis economicamente e politicamente na América Latina, frequentemente descrito como um “porto seguro” na região. O país mantém o maior… Read more »

Rafael Oliveira

Uruguai mendiga navios usados mundo afora e Guiana ainda é muito pobre. E, em especial, não têm necessidade de se armarem por causa dos vizinhos. A Argentina investe muito mais em Defesa do que eles, não tem nem comparação. Só ver as últimas compras da Argentina do Milei e as do Uruguai. A Argentina é o Corinthians endividado e o Uruguai é o Juventus da Mooca. Quem tem condições de contratar um jogador caro? De qualquer forma, não acho que o Brasil exportará fragatas por falta de competitividade e porque a TKMS não tem interesse em exportar por meio do… Read more »

Vitor Botafogo

Quem vai querer comprar uma embarcação que custa 20-30% mais que construída na Europa e que o propio TKMS pode fabricar por lá?

Um navio mercante custa a metade do preço na China em comparação com o Brasil. Na Europa, em estaleiros como Romenia, Turquia ou Polonia, chegam custar 30% a menos que aqui. Se o recheio é praticamente todo Europeu, que vantagem temos ?

Tutu

Agora vamos separar.

Pq uma Tamandaré custa 30% a mais no Brasil e um Guarani custa menos da metade de um pátria 6×6?

A resposta está na nacionalização, temos que aumentar o conteúdo nacional desses navios. Só assim vamos ter uma esquadra que caiba no nosso bolso.

Mauricio R.

Sem escala de produção, o conteúdo nacional não agrega nada.
Além do que, quem comprar irá desejar esse conteúdo?

Marcelo

Em pleno 2026 com essa historinha pra boi dormir.

Desc jr

Olharam e ficaram na dúvida….
Corveta?
Fragata???
Hahahah…desculpem a piada

Leonardo

Fragueta

Equilibrium

Tem país que chama navio dessa tonelagem de Destroyer…. Vide Argentina.

Alex Barreto Cypriano

Da matéria, um trecho se referindo indiretamente ao keynesianismo militar como indutor de desenvolvimento: “Outro tema discutido foi a relação entre defesa e desenvolvimento, que tem ganhado espaço em fóruns internacionais e em iniciativas voltadas à inovação estratégica.” Do Michael Hudson, um trecho desmistificando a virtude econômica do keynesianismo militar (como pratica que desvia recursos orçamentários essenciais aos gastos sociais para o CIM) “Keynesian militarism has become a burden on the economy instead of a way of increasing industrial production and prosperity as was claimed back in the 1960s.” Aqui: https://michael-hudson.com/2026/05/the-return-of-guns-and-butter-as-war-spending-surges/ Se a TKMS exportar uma Tamandaré do tkEBS pra… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Alex Barreto Cypriano