Unidades da Armada Argentina realizam exercício com o porta-aviões USS Nimitz
O destróier ARA La Argentina (DD 11), da classe Almirante Brown da Marinha Argentina, navega ao lado do porta-aviões USS Nimitz (CVN 68), da classe Nimitz da Marinha dos EUA, durante um encontro marítimo bilateral no Oceano Atlântico, em 29 de abril de 2026
Interação naval integra a operação Southern Seas 2026 e reforça interoperabilidade entre forças aliadas
A Armada Argentina e a Marinha dos Estados Unidos realizaram recentemente um exercício conjunto no Oceano Atlântico, como parte das atividades da operação multinacional Southern Seas 2026, voltada ao fortalecimento da cooperação marítima na região.
A interação envolveu unidades de superfície de ambos os países, incluindo o porta-aviões USS Nimitz (CVN-68) e o destróier USS Gridley (DDG-101), que operaram ao lado de navios da Armada Argentina, como o destróier ARA La Argentina, a corveta ARA Rosales e o patrulheiro oceânico ARA Bartolomé Cordero.
O exercício teve como objetivo principal aumentar a interoperabilidade entre as forças navais, promovendo a integração em operações conjuntas, a troca de experiências e a padronização de procedimentos. As atividades incluíram navegação coordenada, comunicações táticas e integração entre diferentes tipos de plataformas navais.
A iniciativa faz parte da atuação da U.S. 4th Fleet, responsável pela área de operações no Atlântico Sul e Caribe, que busca ampliar a cooperação com países parceiros por meio de exercícios combinados e intercâmbios operacionais.
O desdobramento do grupo de ataque liderado pelo USS Nimitz integra a operação Southern Seas 2026, que tem como propósito fortalecer relações com marinhas da América Latina e aprimorar a capacidade de atuação conjunta em cenários multinacionais.
Segundo a Marinha dos EUA, a iniciativa também visa ampliar a cooperação interagências e desenvolver capacidades para responder a desafios marítimos contemporâneos, incluindo segurança regional, vigilância e operações combinadas.
Parceria estratégica
A Argentina mantém histórico de cooperação naval com os Estados Unidos e outros países aliados, participando regularmente de exercícios combinados com o objetivo de desenvolver doutrina comum e aprimorar suas capacidades operacionais.
A realização do exercício no Atlântico reforça o papel da diplomacia naval como instrumento de aproximação entre países e consolidação de parcerias estratégicas, especialmente em um cenário de crescente importância das rotas marítimas e da segurança no domínio marítimo.■


FOTOS: U.S. Navy





Esse é exercício para tirar foto de navio. Treinamento assimétrico
Ainda bem que é somente um palpite…
Grande oportunidade de operar com navios mais avançados e há uma série de situações que podem ser simuladas, apesar do ^Nimitz^ estar com apenas parte das aeronaves regularmente embarcadas e apenas um ^Arleigh Burke^ como escolta.
Esta música pode servir de trilha sonora para esta “navegação estilo última valsa” do Nimitz –> The Last Waltz
Claro, o pateta Javier Milei não perdeu a oportunidade de tomar umas fotos no convés de voo do Nimitz. Não deve ter nem passado perto daquela reliquia do ARA La Argentina…
Vc critica tudo e todos. Se cuide
EDITADO:
COMENTARISTA BLOQUEADO.
Dos menos patetas das Américas.
…o que não irá acontecer quando passar pelo Brasil, pois o pai dos burros pode não mais sair de lá…kkk
EDITADO:
COMENTARISTA BLOQUEADO.
Oportunidade impar para a marinha da Argentina se adestrar.
Contudo, se a situação da marinha brasileira já não é boa, o que dizer da Armada da Argentina?, com meios muito antigos e nada no horizonte para pelo menos sonhar.
o verbo “adestrar” se encaixa bem na situação, já que o mandatário deles parece que tem o hábito de conversar com o seu falecido cãozinho kkk
OFF: Iran diz que atacou uma “fragata” americano no estreito. Alguma lavanderia pegando fogo na frota americana?
Bem, os americanos não operam Fragatas há anos, talvez tenham torpedeado alguma no fundo do oceano e destruído alguns corais?
Vocês são demais. O porta aviões “atingido” que sofreu incêndio a bordo já foi mais que fotografado em todos os ângulos no retorno do teatro de operações. Nenhum dano externo.
Se o incêndio tivesse sido causado pelo impacto de fogo inimigo, danos externos seriam claros e difíceis de ocultar.
Excelente exercício! Caso a ‘US Navy’ precise treinar uma retirada, os navios argentinos serão de muita utilidade servindo de alvos
Claro que o Milei foi lá fazer um babão nos americanos, né? O típico patriota da pátria alheia.
O cara é um fanboy mesmo.
Claramente a Marinha argentina Está Totalmente Sucateada, Sem Projeção De Submarino$; & & Com Escoltas Defasadas Tecnologicamente, & Sem Orçamento Nescessário Para Renovar Meios.
E não foi por culpa do Milei e sim dos antecessores que aqui muitos admiram!!
Para que renovar meios? Olha os vizinhos, chile, brasil, uruguai.
E o Brasil é diferente?