USS Gerald R. Ford inicia retorno aos EUA após histórica missão de 316 dias no mar
O porta-aviões nuclear USS Gerald R. Ford (CVN-78), o mais moderno e maior navio de guerra da Marinha dos Estados Unidos, iniciou sua viagem de retorno para Norfolk após uma histórica missão de 316 dias no mar, uma das mais longas já registradas para um porta-aviões norte-americano no período pós-Guerra do Vietnã.
O grupo de ataque liderado pelo Ford deixou Norfolk em 24 de junho de 2025 com cerca de 4.500 marinheiros e até 75 aeronaves embarcadas. Ao longo da missão, o navio participou de operações em múltiplos teatros, incluindo o Caribe, o Mediterrâneo Oriental e o Mar Vermelho.
Inicialmente destacado para operações no Mediterrâneo e no Atlântico Norte, o USS Gerald R. Ford foi posteriormente deslocado para o Caribe como parte da operação “Southern Spear”, voltada ao aumento da presença militar norte-americana na região e às ações contra o regime venezuelano de Nicolás Maduro.
Meses depois, o porta-aviões foi redirecionado ao Oriente Médio em meio à escalada das tensões com o Irã. O Ford operou tanto no Mediterrâneo Oriental quanto no Mar Vermelho, apoiando operações aéreas durante os ataques conduzidos pelos Estados Unidos contra alvos iranianos no contexto da chamada “Operation Epic Fury”.
Durante a missão, o grupo de ataque foi escoltado por destróieres como o USS Winston S. Churchill (DDG-81) e o USS Bainbridge (DDG-96), além de outros meios de apoio. Nesta semana, o navio cruzou o Estreito de Gibraltar rumo ao Atlântico, iniciando a etapa final da viagem de retorno aos Estados Unidos.
O recorde anterior de maior desdobramento pós-Vietnã para um porta-aviões norte-americano pertencia ao USS Abraham Lincoln, que permaneceu 294 dias no mar em 2020. O Gerald R. Ford ultrapassou essa marca ainda em abril deste ano.
A longa missão também evidenciou os desafios operacionais e humanos associados aos desdobramentos prolongados. Em março, um incêndio em uma área de lavanderia do porta-aviões provocou danos internos e desalojou centenas de marinheiros, obrigando o navio a realizar reparos temporários no Mediterrâneo antes de retornar às operações.
O secretário interino da Marinha dos Estados Unidos, Hung Cao, elogiou recentemente a resistência e dedicação da tripulação ao longo da missão, destacando as operações realizadas em diferentes regiões estratégicas do planeta. Segundo autoridades norte-americanas, o USS Gerald R. Ford deverá chegar a Norfolk até o fim de maio, quando iniciará um extenso período de manutenção e revisão.
Custos elevados, atrasos e problemas técnicos

O USS Gerald R. Ford é o primeiro navio da nova classe de super porta-aviões da Marinha dos EUA e incorpora tecnologias como o sistema eletromagnético de lançamento de aeronaves (EMALS), radares de nova geração e maior capacidade de geração de surtidas aéreas em comparação aos porta-aviões da classe Nimitz.
Apesar de representar um salto tecnológico para a Marinha dos Estados Unidos, o USS Gerald R. Ford também ficou marcado por atrasos e problemas técnicos desde sua construção. O navio custou cerca de US$ 13,3 bilhões apenas em sua construção — valor que ultrapassa US$ 37 bilhões quando incluídos a pesquisa e o desenvolvimento da classe Ford —, tornando-se o porta-aviões mais caro da história.
Entre os principais desafios enfrentados estiveram falhas no sistema eletromagnético de lançamento de aeronaves (EMALS), problemas no Advanced Arresting Gear (AAG) e longos atrasos na certificação dos elevadores eletromagnéticos de armamentos (Advanced Weapons Elevators), essenciais para o transporte de munições entre os conveses do navio. Relatórios do Pentágono chegaram a apontar baixa confiabilidade inicial dos sistemas, levando anos de correções, testes e modificações até que o porta-aviões atingisse a plena capacidade operacional.
O USS Gerald R. Ford teve sua quilha batida em 2009 e foi batizado em 2013. Levou quatro anos até que fosse comissionado no verão de 2017, durante o primeiro ano do primeiro mandato de Donald Trump. Sua primeira missão de combate só ocorreu em 2023.■


Só na primeira foto tem mais poder de combate do que em toda FAB. Nós somos pequenos! Triste!
Mais não valeu de nada contra os barquinhos e a boa tática do IRAN
Aham…
E os F-14 derrubaram os caças dos Estados Unidos.
Cada uma viu…
Ele está certo, mais uma Guerra perdida para a conta dos USA. Não derrubaram o governo, não destruíram o programa nuclear iraniano e nem conseguiram por o país de joelhos, mas que este comeu o pão que Satanás amassou, ah sim, comeu.
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Trump perdeu, os USA perderam e os iranianos saíram fortalecidos moralmente, pois continuaram de pé, perseguindo seu sonho assassino e genocida de varrer Israel do mapa com nukes. Bom, segue a vida.
A guerra acabou?
E porque precisamos ter maior poder de combate do que eles?
Não é ter maior poder de combate que eles. É constatar o quão pequena é nossa capacidade, mesmo sendo um país tão grande e com tanta riqueza de recursos naturais, agrícolas, minerais, etc. Um único porta-aviões (dos mais de 10 que os EUA tem) possui mais caças que toda a FAB!! Isso não te preocupa?? A mim, sim!
Não me preocupa em nada pois eu sei das necessidades e capacidades de cada país.
EUA (assim como China) é uma potência global com grande influência econômica que age como “polícia” do mundo, para o bem ou para o mal. São grandes, poderosos e pagam o preço por isso, problema deles.
Já o Brasil não precisa desses delírios militaristas e patriotadas de album de figurinhas. Somos pequenos mas temos que saber cobrar o preço certo.
Pensamentos iguais ao seu que nos fizeram passar por péssimas situações no passado. Não importa se só queremos a paz, se não temos uma ameaça no horizonte. Um dia ela vai aparecer, como apareceu algumas vezes no passado, e vamos ter que reinventar a roda para conseguirmos sair da enrascada. Enquanto isso vidas Brasileiras vão morrer porque não tivemos a visão básica de nos prepararmos para o pior. Não se trata de um desespero alarmista. Mas sim de adquirir capacidades no mínimo básicas, literalmente uma base de onde se possa expandir rapidamente em caso de necessidade. Mas nem isso temos.… Read more »
Meu caro, não temos que nos igualar aos EUA, China, etc. Precisamos ter Forças Armadas condizentes com o tamanho de nossa economia, de nosso território, fronteiras e mar sob nossa responsabilidade. E para alcançar isso, precisamos aumentar e melhorar muito o que temos hoje.
Triste porque? Não somos imperialistas. Não temos inimigos. Somos um país de paz e pela paz. A nossa guerra é contra a fome no Brasil e no mundo. Paz e amor!
Eu não falei que estou triste. Já o resto do seu comentário quero interpretar que é uma ironia.
Poder de combate à que custo? Poder de combate por quanto tempo? Poder de combate capaz do que realmente ? No golfo, aparentemente não fez diferença se tivesse ido ou não. Evitou ataques nas bases americanas do golfo? Impediu a destruição da infra estrutura dos aliados dos EUA no golfo? Mudou o regime do Irã?, impediu a alta alucinada do petróleo? Desimpediu Ormuz ?. Nem como instrumento de intimidação, funcionou. Por outro lado apresentou inumeros problemas operacionais que o obrigaram a se refugiar no litoral croata, muito distante do TO a que se destinava. Do ponto de vista estratégico é… Read more »
E o pior de tudo. Todos esse bilhões gastos, navios nucleares entulhados de aeronaves caríssimas, dotados das mais altas tecnologias em pontaria, armamentos, coleta de inteligência, sendo provavelmente o grupo de navios mais letal do Mundo dentro das Forças Armadas mais letais do Mundo, infelizmente não conseguiram evitar que você postasse isso.
Dinheiro jogado fora!
Não tersiverge . Conteste o que afirmei. Em que o PA Gerald Ford foi decisivo para o desfecho do conflito do golfo ?
Dê numeros. Dê fatos. Em que ele foi decisivo pra alguma coisa, além de pegar fogo por quase 40 horas no mar ? Vamos, me conteste. Evitou algo? Evitou ataques ? Impediu alguma ação relevante do Irã ,? Apresente fatos. Não retorica .
Pô cara. Se não é óbvio, vai ter que aguardar até mais tarde para eu ter tempo de te apresentar. Mas basicamente você tem a melhor marreta do Mundo. Sempre que precisar marretar alguma coisa você vai ter extremo sucesso. O problema é que o serviço é tirar um parafuso de uma armação de madeira delicada e que você não quer quebrar. Eis o problema. E você não sabe se aeronaves do Grupo aéreo do Ford evitaram ataques, não sabe quantos alvos atingiram, não sabe quantas surtidas foram produzidas, quanto de SEAD fizeram, etc. Sem esses dados, ninguém consegue sequer… Read more »
ele é daqueles q só tá aqui pra falar mal do que não entende
Tersiverge? Não seria tergiverse??
A marinha iraniana acabou…. no máximo, suas lanchas dão uma pentelhada litorânea. Não tem capacidade de controle de área marítima ou negação do uso do mar… A força aérea acabou… se voa no Irã bombardeando o que for necessário quando quiser… Evitar ataque 100%, só no supertrunfo… A força americana continuou realizando ações por tempo indeterminado… Os aliados americanos continuam com suas infraestruturas, com alguns danos, já sanados… O regime iraniano está por um triz… precisando dar muito e negociar muito… alta alucinada do petróleo??????? kkkkkkkkk Hormuz está muito mais nas mãos americanas e de aliados, do que do Irã….… Read more »
Não basta ter o recurso, tem de saber usar.
Uma chave philips serve para apertar/desapertar parafusos philips. Se tentar usar para cortar um fio de cobre não vai dar certo.
⅞Triste porque? Não somos imperialistas. Não temos inimigos. Somos um país de paz e pela paz. A nossa guerra é contra a fome no Brasil e no mundo. Paz e amor!
Nossa que comovente! Fale isso para quem coordena o sistema em Brasília ou para os líderes do pcc cv etc.
É mesmo? Se são tão poderosos assim por que não docaram na costa do Iran? Que praticamente nem força aérea tem, aliás, não chegaram nem perto. A guerra real vai muito além de imagens.
Nem uma linha sobre os desafios hidráulicos e motins a bordo? Incêndio na lavanderia? Retirada do PA para manutenção de emergência? Falta de comida?
Falando sério, você acha mesmo que 4.500 pessoas ficaram sem comida durante semanas lá no meio do mar?
Ou você acredita em toda fotografia e vídeo boboca que vê no tik-tok e instagram?
Você provavelmente acredita em toda fotografia e vídeo boboca que vê no tik-tok e instagram quando é dengrindo China, Rússia, Irã, etc. Então por que ele não poderia acreditar também?
Ao que parece, o importante para você é ter o “direito” de acreditar na mentira mais conveniente…
Você precisa aprender a interpretar texto. Assim você pára de inventar o que eu penso e digo.
Vc é naturalizado brasileiro ?
hahaahahahahahahahahahaha
Se fosse tudo isso não teria permanecido quase um ano longe de casa com poucas entradas em portos estrangeiros.
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Talvez um dia vejamos um NAe de outra nação rivalizar com os desafios enfrentados pelo ^Ford^.
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Quanto a falta de comida ela teria afetado outro NAe o USS Abraham Lincoln não o ^Ford^ se é que de fato aconteceu e se o que foi postado foi verdadeiro pois foi desmentido, seja como for o ^Lincoln^ permanece em seu posto.
Se antes não adiantava desenha nem postar vídeo Dalton, hoje com o advento da IA a descrença, mesmo quando é provado o oposto, vai ser maior.
Essa questão da alimentação, do cardápio, nós buscamos, fazemos pesquisa, mostramos referências, apontamos a frequência do mesmo modelo de fake news, e mesmo assim não resolve.
Não foi nada desmentido até agora, a US Navy negou e há congressistas americanos pedindo até investigação oficial.
https://www.usatoday.com/story/news/politics/2026/04/29/fresh-food-iran-war-us-navy-ships/89660748007/
Então espere pela conclusão da investigação que será em cima do ^Lincoln^ e do ^Tripoli^ não do ^Ford^ como comentado.
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Pessoalmente pelo esclarecimento que a US Navy deu acredito que tenha sido ^fake^ e ambos permanecem em seus respectivos postos totalizando mais de 7000 pessoas muita gente para acreditar em umas poucas fotos e sabe-se lá declarações de quem.
Nunca que eu poderia ser marinheiro, só o pensamento de passar 1 ano fora de casa já me causa arrepios.
Eu também. Deixar a esposa em casa sem assistência por um ano. Complicado kkk
É de se questionar manter um meio naval tão caro, tão complexo e tão cheio de problemas operacionais, sendo que, mesmo dotado de imenso poder militar, volta pra sua base, sem ter apresentado uma decisiva vantagem estratégica, capaz de fazer pender a balança da guerra claramente para os EUA. Os problemas do golfo continuam, Ormuz está fechado, ou semi fechado, as bases americanas no golfo semi destruídas, meios logísticos aéreos danificados,, infra estrutura dos aliados dos EUA no golfo atingidos, radares danificados, a teocracia iraniana ainda está de pé, apesar da destruição. A conta é simples. Se não tivesse ido,… Read more »
mi mi mi mi mi
“…foi batizado em 2013. Levou quatro anos até que fosse comissionado no verão de 2017…” … E até hoje, 13 anos depois de seu lançamento, não conseguem operar com o F-35, apesar do mesmo operar normalmente nos Classe Nimitz. E uma das causas para isto, pasmem, seria: “Calor e Estrutura da Pista (Jet Blast Deflectors): O motor F135 do F-35C gera calor extremo (cerca de 1980ºC), que é superior ao que os defletores de jato e o convés do USS Ford podem suportar, correndo o risco de empenar a estrutura. Os defletores e convés dos classe Nimitz, por serem mais antigos… Read more »
Apenas os classe Nimitz da Frota do Pacífico o USS George H W Bush que está no Mar Arábico por exemplo também não pode operar o F-35C. . Não havia e continua não havendo esquadrão de F-35C para a Frota do Atlântico o próximo esquadrão já está reservado para o ^Reagan^. . Então para que adiar ainda mais a estreia do ^Ford^ para instalar todas as melhorias necessárias para operar o F-35C se ainda não há esquadrão para ele ? . Neste período de manutenção vindouro o ^Ford^ receberá o necessário para operar o F-35C e terá um esquadrão disponível… Read more »
“Então para que adiar ainda mais a estreia do ^Ford^ para instalar todas as melhorias necessárias para operar o F-35C se ainda não há esquadrão para ele ?”
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Se os engenheiros que projetaram o Gerald Ford tivessem previsto esta situação, não haveria necessidade de adiar nada.
E como o Gerald Ford e o F-35 tiveram um desenvolvimento quase em paralelo no “linha do tempo”, não dá pra dizer que os “engenheiros não poderiam ter previsto”, falhas do projeto que tiveram que ser corrigidas posteriormente…
O ^Gerald Ford^ trouxe inúmeras tecnologias novas e como o primeiro da classe era natural que apresentasse problemas e ocorresse atrasos, foi comissionado incompleto os elevadores de armas não funcionavam por exemplo, mesmo assim ele era considerado necessário com urgência para formar novos aviadores e manter proficiência dos veteranos…como informado em 2017. . Seria estranho ter toda a infraestrutura para o F-35C que ainda não existia sem os vitais elevadores de armas inoperantes. . Não foi falha do projeto e sim que operar o F-35C ainda carecia de amadurecimento e alguns anos ainda se passariam para que o primeiro o… Read more »
Não concordo, ao não prepara-lo para a futura operação com o F-35…houve falha na engenharia no projeto do ‘GF’ sim. Ainda mais considerando que o ‘Gerald Ford’ teve seu batimento de quilha em 2009. E que já em 2006, aconteceu o primeiro acionamento do motor F135 dentro de uma aeronave F-35A e logo em seguida, ainda em 2006, ocorreu o primeiro voo do F-35A impulsionado pelo F135. Para completar, o primeiro voo do F-35C CF-01 (primeiro protótipo da versão embarcada em porta-aviões’) ocorreu em junho de 2010, mais uma vez utilizando motor Pratt & Whitney F135. Em 2013 o Gerald… Read more »
Em 2017 quando o ^Ford^ foi comissionado incompleto nem todas as necessidades para operar o F-35C eram conhecidas então essa capacidade seria incrementada mais tarde não adiantando incluir uma ou outra apenas o que atrasaria ainda mais a entrega sem mesmo haver no horizonte esquadrões para um NAe da Frota do Atlântico. . O ^Ford^ desde o início foi pensado para operar aeronaves mais avançadas contando para isso com catapultas eletromagneticas. . Só no fim de 2020 o USS Carl Vinson saiu de um período de revitalização capacitado para operar o F-35C e desde então cada NAe da Frota do… Read more »
brilhante conclusão. Teve alguma cagada nessa situação. !!!!
Quase 1 ano fora, porém o troço é quase uma cidade flutuante, então deve ter muito o que fazer nas horas vagas kkk
Eles já tem uma prioridade muito clara nessa próxima manutenção: arrumar o sistema de sanitários e coleta de esgoto do navio. Ninguém merece ficar nessa situação de merda.
Não será prioridade mas obviamente receberá atenção e não é novidade.
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O primeiro a ter este ^sistema de esgoto^ foi o último da classe Nimitz o USS George H W Bush que também foi notícia em sua primeira missão em 2011 e parte do problema persistiu anos depois.
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Lendo relatos de tripulantes de NAes anteriores a estes 2 também não era uma maravilha e foi decidido instalar um sistema similar ao usado em aviões e navios de passageiros mas exige mais manutenção e também consciência da tripulação que nada além de dejetos deve receber descarga, nem sempre respeitado.
Povo lá é acostumado a jogar o papel direto na privada. Tem que “mudar o mindset”.
Papel pelo que já li era o menor dos problemas.
Um monte de jovens com hormônios a flor da pele confinados em um navio? As lojas a bordo certamente vendem preservativos, que depois de usados precisam ir para algum lugar
São mais de 10 meses empurrando água, chegando vai ter um lindo baby esperando pelo bom marujo ou a dona Maria tá de cinco meses.. Kkkkk
Achei que o Irã tinha afundado ele.
E destruiu a estatua da liberdade também
34 caças F 18…domina qualquer país da América do Sul ( só no convés, fora o que tá embaixo) rsrs
Bom vendo os comentários de alguns leitores, me pergunto sobre qual postura em matéria de defesa nosso país deveria ter? Afinal como 95% de nossas exportações cruzam o atlântico sul se dirigindo para os EUA, China, e Europa via canal de Suez, servindo a todas as nações que ficam nesses acessos, e quando olho para nossa marinha, incapaz de prover escolta a nossos mercantes em áreas de crise e nossa força aérea sem capacidade de projeção mínima para situações que necessitem dela no nível de baixa intensidade, e nosso exército que apesar de competente luta para ter o mínimo, vejo… Read more »