Marinha dos EUA apresenta plano para chegar a 450 embarcações até o início da década de 2030
Impressão artística do battleship classe Trump
Documento de construção naval de maio de 2026 propõe nova “Golden Fleet”, com navios tripulados, meios auxiliares e sistemas não tripulados integrados à força naval
A Marinha dos Estados Unidos apresentou seu novo Shipbuilding Plan, documento de planejamento de construção naval de longo prazo que estabelece uma mudança de escala na recomposição da frota norte-americana. O plano, divulgado em maio de 2026, propõe colocar a US Navy no caminho para atingir um inventário total superior a 450 embarcações no início da década de 2030, somando navios de combate, navios auxiliares e plataformas não tripuladas.
O documento é apresentado como a base da chamada “Golden Fleet”, descrita pelo secretário interino da Marinha, Hung Cao, como a sucessora moderna da “Great White Fleet” de Theodore Roosevelt. A iniciativa pretende restaurar a posição dos Estados Unidos como potência marítima, com três eixos principais: mudar a forma de aquisição e gestão de programas, ampliar a dominância marítima e revitalizar a base industrial naval norte-americana.
Segundo o plano, a Marinha opera atualmente 291 navios de força de batalha, abaixo da exigência legal de 355. O documento reconhece que, apesar de o orçamento de construção naval ter dobrado nas últimas duas décadas, a frota não cresceu em relação ao nível de 2003. A própria US Navy atribui o problema não apenas à indústria, mas também à forma como compra, planeja e gerencia riscos nos programas navais.
A proposta do orçamento PB27 representa uma aceleração significativa. Apenas no ano fiscal de 2027, o plano solicita recursos para 34 navios tripulados e cinco plataformas não tripuladas. Ao longo do período FY27-FY31, o documento prevê 122 navios e 63 plataformas não tripuladas, dentro de uma estratégia de frota baseada em combinação “high-low”: grandes combatentes de alto valor, navios menores de custo mais baixo, sistemas autônomos e meios logísticos.
Pela primeira vez, a Marinha passa a apresentar no plano de 30 anos uma visão combinada que inclui navios de força de batalha, navios auxiliares e embarcações não tripuladas. A contagem das plataformas autônomas, no entanto, é limitada aos Medium Unmanned Surface Vessels (MUSV) que atendem a requisitos operacionais aprovados, possuem estratégia de aquisição definida e contam com financiamento previsto.
De acordo com a tabela central do documento, a frota total passaria de 395 embarcações em FY27 para 450 em FY31. Nesse período, os navios de força de batalha subiriam de 288 para 299, os navios auxiliares permaneceriam na faixa de 66 a 69 unidades e os meios não tripulados cresceriam de 39 para 83.
O plano de construção de navios de combate prevê 75 unidades entre FY27 e FY31, com investimento total de US$ 305,7 bilhões. Entre os principais itens estão cinco submarinos balísticos da classe Columbia, dez submarinos de ataque da classe Virginia, sete destróieres Arleigh Burke, quatro fragatas, cinco LPDs San Antonio, duas LHAs America, 23 Medium Landing Ships, sete navios-tanque John Lewis, além de três novos “battleships” BBG(X), uma das propostas mais chamativas do documento.
A inclusão do BBG(X) marca uma ruptura conceitual. O plano apresenta o futuro “battleship” como um grande combatente de superfície de propulsão nuclear, voltado a fogos de longo alcance, comando e controle resiliente, grande capacidade energética e espaço para futuras armas, incluindo mísseis hipersônicos, lasers de alta potência e módulos avançados de lançamento vertical. O documento enfatiza que o BBG(X) não substituiria os destróieres, mas atuaria no topo da combinação “high-low” da força de superfície. O BBG(X) será movido por um reator nuclear.

Na outra ponta da estrutura, a nova fragata é descrita como o elemento de baixo custo relativo da frota de superfície. Sua função será aliviar os destróieres Arleigh Burke de missões que não exigem um grande combatente multimissão, como escolta de comboios, guerra antissubmarino, guerra de superfície, defesa do território, interdição marítima, combate ao narcotráfico e controle de sistemas não tripulados.
A área submarina é tratada como prioridade estratégica. O plano prevê US$ 124,9 bilhões em construção de submarinos ao longo do FYDP, sendo US$ 62 bilhões para a classe Columbia e US$ 62,9 bilhões para a classe Virginia. A meta industrial declarada é atingir a produção de pelo menos um Columbia e dois Virginias por ano até FY31, ritmo considerado essencial para manter a dissuasão nuclear marítima e a superioridade submarina dos EUA.
O segmento de porta-aviões também permanece central. O plano antecipa a aquisição do CVN 82 de FY30 para FY29 e prevê recursos de aquisição antecipada para os futuros CVN 82 e CVN 83, enquanto os porta-aviões CVN 80 e CVN 81 seguem em construção. O documento reafirma que os porta-aviões continuam sendo o principal instrumento de projeção de poder naval norte-americano.
Na força anfíbia, o plano prevê US$ 29,3 bilhões entre FY27 e FY31 para adquirir cinco LPDs, duas LHAs e 23 Medium Landing Ships. A justificativa é sustentar os requisitos de presença do conjunto Amphibious Ready Group/Marine Expeditionary Unit (ARG/MEU) e apoiar operações litorâneas distribuídas do Corpo de Fuzileiros Navais.
Outro eixo importante é a força logística. O plano inclui sete navios-tanque T-AO, sete navios de transporte estratégico, dois navios-hospital, cinco navios T-AGOS SURTASS, um novo T-AOL de apoio logístico e navios auxiliares adicionais. A intenção é ampliar a capacidade de sustentar operações distribuídas em ambientes contestados.
Os sistemas não tripulados deixam de ser tratados como experimentais e passam a integrar o núcleo da força futura. Para os MUSV, o plano prevê US$ 171 milhões em FY27 para três embarcações e US$ 3,11 bilhões no FYDP para 47 unidades. Para os XLUUV, veículos submarinos extragrandes não tripulados, são previstos US$ 135,8 milhões em FY27 para dois veículos e US$ 1,13 bilhão ao longo do período para 16 unidades. O documento afirma que esses meios permitirão massa de precisão a menor custo, sensores distribuídos, designação de alvos e emprego de força atribuível a plataformas de menor risco.
A Marinha também propõe uma reestruturação profunda da base industrial. O plano prevê ampliar a participação da construção distribuída: hoje, cerca de 10% do trabalho de construção naval ocorre fora dos grandes estaleiros tradicionais; a meta é chegar a 50%. Para isso, novos cascos deverão priorizar projetos modulares e digitais, permitindo que múltiplos estaleiros e fornecedores participem da produção.
A modernização industrial inclui ainda o uso de inteligência artificial. O documento cita o sistema ShipOS, lançado em dezembro de 2025, como ferramenta para integrar dados de produção, fornecedores, materiais, mão de obra e cronogramas. Segundo o plano, os testes iniciais reduziram o planejamento de cronogramas de submarinos de 160 horas manuais para menos de 10 minutos e cortaram análises de materiais de semanas para menos de uma hora.
O pacote industrial inclui investimentos de US$ 6,2 bilhões no FYDP para a base de submarinos, US$ 6,7 bilhões para a base de navios de superfície, US$ 7,2 bilhões para produtividade em estaleiros nucleares e US$ 13,7 bilhões para o programa de modernização dos quatro estaleiros públicos da Marinha, o Shipyard Infrastructure Optimization Program (SIOP).
O documento também reconhece falhas recorrentes dos programas navais norte-americanos, como requisitos excessivamente prescritivos, mudanças durante a execução, atrasos, rework e estimativas de custo e cronograma otimistas. A nova abordagem pretende impor maior disciplina de requisitos, ciclos iterativos de desenvolvimento, arquitetura aberta, engenharia digital e maior responsabilização de executivos de aquisição por portfólios completos.
Em termos estratégicos, o plano parte da premissa de que os Estados Unidos enfrentam adversários capazes de expandir suas forças navais em escala e velocidade. Por isso, a Marinha afirma que a futura frota deve ser “tailorable, upgradeable and ready today while prepared for tomorrow”, combinando plataformas tripuladas, autônomas, navios de apoio, grande volume de fogos e capacidade de operar de forma distribuída.
Se executado, o Shipbuilding Plan de maio de 2026 representará uma das maiores expansões navais norte-americanas desde a Segunda Guerra Mundial. O desafio, reconhecido pelo próprio documento, será transformar metas ambiciosas em cascos entregues no prazo, dentro do orçamento e com capacidade real de combate — algo que a US Navy admite não ter conseguido fazer de forma consistente nas últimas décadas.■



Essa Golden Fleet de Trump, bem ao gosto dessa geração-patriota-conservadora-cínico-cristã, teria suas embarcações batizadas por uma Golden Shower … Teria porque o papel aceita tudo mas a realidade se impõe: ESSA FROTA NUNCA SAIRÁ DO PAPEL ! As razões são múltiplas e conectadas, mas o principal elo da cadeia é o capitalismo financeiro que corrói o capitalismo industrial, americano especialmente, e com ele a indústria naval, inclusive dos Estados Unidos, quando avaliada em seus próprios índices históricos, há décadas. Especialmente em um ambinete de custos de pesquisa e desenvolvimento crescentes com as tecnolgias disruptivas. Trump, cuja existência se abrevia dia a… Read more »
Entendi nada que no nobre colega tentou transcrever das vozes de sua cabeça
Alberto, talvez você devesse se esforçar mais pra entender o comentário do Ozawa em vez de despreocupadamente esnobar com acinte.
Texto confuso sim meu caro.
Parece confuso porque você não faz idéia dos complexos liames da situação, que passam por mutações do capital, alterações do complexo industrial militar, rebaixamento da política pela economia, práticas de negócio depredatorias e muita desinformação instrumentalizada. Ozawa merece ser compreendido.
Pesado, desejo que você viva muito bem para constatar o que o colega Ozawa preve de forma muito lógica e assertiva.
O nobre colega disse que NADA que o Trump promete se cumpre.
Agora imagina a infraestrutura, o pessoal capacitado e o capital necessários para cumprir as funções logísticas manutenção e abastecimento desse trem todo…
Também acho muito difícil mesmo de acontecer por uma série de motivos.
Porém devemos nos lembrar que nos anos 80, a USN chegou perto de ter uma frota de quase 600 unidades.
Uma época em que os navios exigiam tripulações bem maiores que os atuais, mulheres praticamente não serviam a bordo de navios e a população dos EUA era cerca de um terço menor do que hoje em dia.
Ou seja, impossível não é.
Achei bem modesta a expansão quando se analisa o aumento super expressivo no orçamento militar.
Só no orçamento de 2027 serão U$ 1,5 TRILHÕES em vez de U$ 900 bilhões.
Não seria uma expansão “modesta”.
Muito pelo contrário, de 291 para 450 navios em cerca de 5 a 8 anos, sem falar nas baixas que ocorrerão no mesmo período, é um crescimento gigantesco…..
Dinheiro seria apenas um entre vários entraves….
Sim, me refiro aos números específicos de navios mencionados na matéria, como 2 Destroyers AB por ano, 2 Virginia por ano, 1 Columbia por ano, 4 FFX até 2031, etc.
No caso de atingir 450 navios no início dos anos 30, ai é complicado mesmo, mas também devemos lembrar que quase 100 navios serão não tripulados (drones) e a maior parte de porte médio, navios com custo bem mais baixo que as fragatas e destroyers e que poderão ser construídos em estaleiros civis menores.
Parece que os 291 navios ou 288 são os considerados Battle Force Ships. Adicionando os navios auxiliares e os navios não-tripulados, eles já possuem ou terão em 2027 395 navios. Total Navy Vesssel Inventory FY27 FY28 FY29 FY30 FY31 288 288 290 293 299 – Battle Force Ships 68 67 66 69 68 – Auxiliary Ships 39 49 59 71 83 – Unmanned Vessels 395 404 415 433 450 – Total Vessel Inventory Então eles vão crescer de 288 navios na Battle Force em 2027 para 299 em 2031. (11 navios a mais) de 68 auxiliares em 2027 para 68… Read more »
Luis, não ficou muito claro no texto, mas os navios auxiliares – os que operam diretamente com as Frotas – já fazem parte dos 291/288.
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Há vários outros ^auxiliares^ como por exemplo os 2 grandes Navios Hospitais os USNSs Confort e Mercy que não fazem parte da ^Battle Forces^.
Mas em sites americanos que estão divulgando isso, já mostram um total de 395 navios em 2027. Não tem como saltar de 288 para 395 de 2026 para 2027.
Então me parece que eles estão mudando o que consideram parte da frota, incluindo navios de apoio que ficavam de fora e também navios não-tripulados que ficavam de fora.
Dentro deste entendimento, o salto será de 395 navios em 2027 para 450 navios em 2031, o que continua sendo uma boa expansão, mas não tão grande como alguns estão entendendo (de 288 para 450).
Luis tem um quadro não reproduzido aqui o ^A1-5^ que mostra o inventário da Força de Batalha ano após ano e o total de 288 no Ano Fiscal 2027 incluindo os navios auxiliares que operam diretamente com as várias frotas.
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Estes ^outros^ auxiliares apesar de importantes são menos significativos do que os tipos mostrados no quadro daí uma certa confusão e continuarão de fora do inventário da Força de Batalha.
EUA não tem mais capacidade naval para incorporar mais de 150 meios, nem a China que está no auge conseguiria fazer isso, não sem sacrificar a economia chinesa, quem dirá os EUA que não tem escala.
Os EUA vão substituir alguns de seus navios grandes por muitos pequenos e drones navais de superfície com VLS vão ser contabilizados
Depende do que estão considerando como “meio”. Por exemplo, a Rússia que tem economia bem menor recebeu cerca de 128 navios nos últimos 5 anos (2022 à 2026). Os russos divulgaram 24 novos navios em 2022, 33 novos navios em 2023 e assim por diante. Mas quando se analisa os navios principais de combate, foram cerca de 12 submarinos, 12 Corvetas, 2 ou 3 Fragatas e meia dúzia de navios de guerra de minas ou patrulha, totalizando cerca de 35 navios. Como chegam em 128 navios? Considerando navios auxiliares, navios de apoio logístico, quebra-gelos, etc. Do mesmo modo, os EUA… Read more »
Prezado Franz, será mais uma oportunidade para verificar a validade da máxima: “a logística é o freio das operações”… cordial abraço…
Não duvido nada, que possa ocorrer o que está ocorrendo na Austrália.
Chamada de RH estrangeiro capacitado….
E vai ter muita gente aceitando, se ocorrer.
Sinceramente, considerando que pretendem aumentar o orçamento militar de U$ 900 bi para U$ 1,5 TRI, já no próximo ano, eu achei até modesta esta expansão.
Acho plenamente viável, considerando o aumento de quase 50% no orçamento militar.
No papel ficou bonito de ver, agora vamo ver se consegue pelo menos por a metade do projeto pra frente 🥴
Enquanto a China produz aviões 5G em fábricas automatizadas, a um custo não especificado, mas certamente muito menor que uma fábrica americana, e num tempo infinitamente menor, nos navios a coisa parece ainda pior, já que nem a capacidade de produção local os americanos conseguem ter, estão terceirizando para outros países, o que gera riscos de espionagem e sabotagem de maneira incontrolável. Fora os custos e prazos…
Será que dá tempo? Ou colapsam antes disto? Se outro Trump ou pior que ele, assumir, não acho que a economia deles tanka isso. O petrodolar é o que está segurando o último fio de esperança dos americanos e, pelos rumos que o Mundo está tomando, graças ao laranjão que intensificou essas movimentações, o dólar já vem sendo aos poucos substituído. Se outro kamikaze assumir, geral larga mão de vez.
Sua ideologia nao permite você enxergar muito longe. A economia americana nunca esteve tão forte. Veja as 20 maiores empresas do mundo ha 20 anos atrás e veja quais sao as 20 agora. O mundo inteiro CORRE para colocar dinheiro lá: empresas sólidas, ambiente jurídico seguro, resultados fortes… e vocês vem falar de …China???? Vão continuar hegemônicos até o dia em que as fronteiras entre os países acabarem, daqui uns 300 anos.
Se valor de empresa significasse, não teriamos empresas chinesas produzindo muito mais que os EUA com a mesma qualidade e alguns produtos superiores, só que a empresa custa menos
Amigos, com todas as mazelas e limitações impostas a marinha americana ainda estamos falando da maior marinha do mundo. A quantidade, variedade e diversificacao dos seus meios colocam qualquer nação, mesmo a China, há anos de distância. Lembrando que ter uma Marinha forte e pronta a responder aos diversos graus de ameaça vao muito além de ter navios e aeronaves caras e sofisticadas. A expertise operacional não é adquirida em um curto espaço de tempo, requer anos de formação, exercícios e atuação em combates nos mais diversos Teatros de Operações.
Mazelas e limitações? É sério isso? Dá um problema num vaso sanitário de um porta aviões e aí vocês concluem que é o fim da Marinha americana? Aparece um atraso de 1 ou 2 anos na entrega de uma dessas belonaves e vocês vem com esse papinho de a Marinha Americana acabou? China?????
Mazelas (problemas no processo aquisitivo, nas pesquisas e desenvolvimento, nos custos que se elevam, nos cortes de unidades nos programas, nos sistemas e equipamentos imperfeitos ou mal maturados, nos programas cancelados, na alteração do cenário de ameaça, etc) e limitações (o gargalo produtivo de um complexo industrial consolidado em estresse) que têm tirado o sono de muita gente responsável lá. É um conjunto muito grande de problemas interligados, sistêmicos, que ultrapassam em muito o folclore escatológico ou atraso de entrega. Por falar em atraso de entrega, este é significativo: o futuro CVN-81 (USS Doris Miller) teve sua entrega postergada pra… Read more »
A China tem uma marinha bem mais diversificada que a americana
Para operar globalmente não há vantagem em maior diversificação penso eu.
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NAes, combatentes de superfície acima de 1000 toneladas, submarinos, navios anfíbios e navios auxiliares sejam logísticos ou de apoio.
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A China está seguindo este mesmo caminho aumentando gradativamente os números em que pese os EUA terem acesso a grande número de bases estrangeiras que permitem maior permanência no mar de suas unidades.
EFEITO CHINA
Estou seguro de que o colega Ozawa está correto. Seu texto nada tem de confuso e embora contenha toques de ironia, tem muitos fatos baseados numa atenta observação do comportamento de Trump e seus patrocinadores bilionários e extremistas, tentando a todo custo manter em expansão sua paquidérmica indústria bélica. A questão é que muita gente tem preguiça de ler, raciocinar, interpretar e enxergar além do horizonte visível (do tipo que nem lêem e dizem: vou esperar virar um filme…). Os EUA com seu comportamento predatório e desesperado, por estarem aos poucos perdendo progressivamente a vantagem remanescente do acordo de Brexton,… Read more »