Marinha dos EUA planeja descomissionar dois porta-aviões, sete submarinos nucleares e os primeiros Arleigh Burke até 2031

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USS Dwight D. Eisenhower CVN-69

Plano de construção naval de maio de 2026 prevê baixa de unidades históricas como USS Nimitz, USS Dwight D. Eisenhower e três dos quatro submarinos SSGN da classe Ohio

A Marinha dos Estados Unidos pretende retirar de serviço, nos próximos cinco anos fiscais, uma série de navios de grande valor estratégico, incluindo dois porta-aviões nucleares da classe Nimitz, três dos quatro submarinos de mísseis guiados da classe Ohio, quatro submarinos balísticos nucleares e os primeiros contratorpedeiros da classe Arleigh Burke.

A previsão consta do novo U.S. Navy Shipbuilding Plan — May 2026, documento anual encaminhado ao Congresso e que detalha, além das novas construções, a lista de navios planejados para inativação, desmantelamento ou reciclagem no período FY2027-FY2031. Segundo o plano, a tabela de inativações identifica o destino previsto para cada unidade, sua idade no ano de retirada e sua vida útil estimada. A Marinha afirma que não prevê lacunas de capacidade de combate com a remoção dessas embarcações, mas ressalva que a condição material e a contribuição operacional de cada navio serão avaliadas antes da decisão final de inativação.

A baixa mais simbólica ocorrerá no ano fiscal de 2027, quando a US Navy pretende desativar e desmantelar o USS Nimitz (CVN-68), navio líder da classe Nimitz e um dos porta-aviões mais emblemáticos da história naval norte-americana. O Nimitz terá 52 anos de serviço no momento da retirada, superando sua vida útil estimada de 50 anos.

Também em 2027, a Marinha planeja reciclar o USS Ohio (SSGN-726), convertido de submarino balístico para submarino de mísseis guiados, e o USS Henry M. Jackson (SSBN-730), submarino nuclear de mísseis balísticos da classe Ohio. O Ohio terá 45 anos de serviço, enquanto o Henry M. Jackson chegará aos 43 anos. No mesmo ano, está prevista a reciclagem do submarino de ataque USS Boise (SSN-764), que permaneceu por mais de uma década fora de operação à espera de uma revisão de grande porte.

USS Gettysburg (CG-64)

A lista de 2027 inclui ainda quatro cruzadores de mísseis guiados da classe Ticonderoga — USS Princeton (CG-59), USS Robert Smalls (CG-62), USS Gettysburg (CG-64) e USS Chosin (CG-65) — todos destinados a servir como Logistics Support Assets (LSA), isto é, fontes de peças e equipamentos para apoio à frota. Também estão na relação o submarino de ataque USS Annapolis (SSN-760) e os navios logísticos USNS John Lenthall (T-AO-189) e USNS Catawba (T-ATF-168).

Em 2028, a Marinha planeja reciclar o USS Florida (SSGN-728) e o USS Alabama (SSBN-731). O Florida, outro submarino de mísseis guiados derivado da classe Ohio, terá 45 anos; o Alabama, submarino de mísseis balísticos, terá 43 anos. A lista também inclui os submarinos de ataque USS Scranton (SSN-756) e USS Asheville (SSN-758), ambos com 37 anos, além do cruzador USS Cape St. George (CG-71).

USS Florida (SSGN 728)

No ano fiscal de 2029, será a vez do USS Michigan (SSGN-727), terceiro SSGN da classe Ohio previsto para reciclagem, aos 47 anos. Com isso, a Marinha caminharia para retirar três de seus quatro submarinos de mísseis guiados da classe Ohio no intervalo de apenas três anos fiscais. Também em 2029 estão listados o submarino de ataque USS Albany (SSN-753), o navio anfíbio USS Comstock (LSD-45), dois navios-tanque da classe Henry J. Kaiser, quatro navios de contramedidas de minas e dois navios de salvamento.

A segunda baixa de grande impacto ocorrerá em 2030, com a reciclagem do porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower (CVN-69), que terá 53 anos de serviço, também acima da vida útil estimada de 50 anos. No mesmo ano, a Marinha pretende retirar de serviço o submarino de mísseis balísticos USS Nevada (SSBN-733), o submarino de ataque USS Jefferson City (SSN-759), o USS Springfield (SSN-761) e o navio anfíbio USS Tortuga (LSD-46).

USS Arleigh Burke DDG-51

O plano também marca o início da aposentadoria dos primeiros destróieres da classe Arleigh Burke. Em 2030, estão previstos para inativação o USS Russell (DDG-59) e o USS Fitzgerald (DDG-62), ambos com 35 anos. No ano seguinte, a lista inclui o próprio USS Arleigh Burke (DDG-51), navio líder da classe, além do USS Barry (DDG-52) e do USS Stethem (DDG-63). Esses navios seriam mantidos como ativos de apoio logístico, com retirada de equipamentos e peças para sustentar outras unidades da frota.

Em 2031, a Marinha também planeja reciclar o submarino de mísseis balísticos USS Tennessee (SSBN-734), aos 42 anos, e o submarino de ataque USS Connecticut (SSN-22), da classe Seawolf, aos 32 anos. O caso do Connecticut chama atenção porque o navio estará um ano abaixo da vida útil estimada de 33 anos, segundo a tabela do plano. A unidade sofreu, em 2021, uma colisão com um monte submarino não cartografado no Mar do Sul da China, episódio que resultou em danos relevantes e afastamento prolongado.

USS Connecticut (SSN-22)

O documento esclarece que as inativações previstas para FY2028-FY2031 serão revisadas anualmente como parte das propostas orçamentárias. Também define os diferentes destinos: navios da U.S. Navy são descomissionados e removidos do serviço ativo; navios USNS são colocados fora de serviço; unidades mantidas como LSA servem temporariamente para retirada de equipamentos; navios não nucleares destinados a desmantelamento seguem para empresas comerciais; e submarinos designados para reciclagem são desmontados em estaleiros públicos.

A retirada simultânea de unidades tão relevantes ocorre em meio a uma ambiciosa tentativa de expansão da frota norte-americana. O mesmo plano reconhece que a Marinha opera atualmente 291 navios de força de batalha, abaixo da exigência legal de 355, e afirma que os problemas de construção naval dos EUA são estruturais, ligados à forma como a força compra, planeja e gerencia riscos em seus programas.

A contradição aparente entre descomissionar navios históricos e expandir a frota reflete a dificuldade da US Navy em equilibrar idade, custo de manutenção, prontidão e renovação tecnológica. Porta-aviões e submarinos nucleares podem permanecer em serviço por décadas, mas sua manutenção torna-se cada vez mais complexa e cara à medida que se aproximam ou ultrapassam a vida útil planejada.

No caso dos Ohio, a aposentadoria gradual acompanha a transição para os novos submarinos balísticos da classe Columbia, concebidos para substituir os SSBN da classe Ohio na perna marítima da tríade nuclear dos Estados Unidos. Já a retirada dos SSGN reduz, pelo menos temporariamente, uma capacidade importante de ataque convencional de longo alcance por mísseis de cruzeiro lançados de submarinos.

A baixa dos primeiros Arleigh Burke também tem forte simbolismo. A classe tornou-se a espinha dorsal da esquadra de superfície norte-americana desde os anos 1990 e continuará em produção e modernização, mas a aposentadoria das unidades iniciais indica que a US Navy começa a enfrentar o ciclo de envelhecimento de sua principal classe de combatentes de superfície.

Se confirmadas, as retiradas entre 2027 e 2031 encerrarão carreiras históricas e abrirão uma fase de transição delicada. A Marinha dos EUA pretende substituir navios antigos por submarinos Columbia e Virginia, novos anfíbios, fragatas, meios não tripulados e até futuros grandes combatentes de superfície. O risco está no intervalo entre a baixa de plataformas comprovadas e a entrega, dentro do prazo, de uma nova geração de meios navais ainda em construção ou desenvolvimento.

Lista de Inativação de Navios da U.S. Navy — 2027 a 2031
Ano de inativação Classe / Tipo Navio Destino Idade
2027
2027 Porta-aviões nuclear USS Nimitz (CVN-68) Desmantelamento 52
2027 Cruzador de mísseis guiados USS Princeton (CG-59) Peças sobressalentes 38
2027 Cruzador de mísseis guiados USS Robert Smalls (CG-62) Peças sobressalentes 38
2027 Cruzador de mísseis guiados USS Gettysburg (CG-64) Peças sobressalentes 36
2027 Cruzador de mísseis guiados USS Chosin (CG-65) Peças sobressalentes 36
2027 Submarino nuclear de ataque USS Annapolis (SSN-760) Reciclagem 35
2027 Submarino nuclear de ataque USS Boise (SSN-764) Reciclagem 35
2027 Submarino nuclear de mísseis guiados USS Ohio (SSGN-726) Reciclagem 45
2027 Submarino nuclear de mísseis balísticos USS Henry M. Jackson (SSBN-730) Reciclagem 43
2027 Navio logístico USNS John Lenthall (T-AO-189) Desmantelamento 40
2027 Navio logístico USNS Catawba (T-ATF-168) Desmantelamento 48
2028
2028 Cruzador de mísseis guiados USS Cape St. George (CG-71) Peças sobressalentes 35
2028 Submarino nuclear de ataque USS Scranton (SSN-756) Reciclagem 37
2028 Submarino nuclear de ataque USS Asheville (SSN-758) Reciclagem 37
2028 Submarino nuclear de mísseis guiados USS Florida (SSGN-728) Reciclagem 45
2028 Submarino nuclear de mísseis balísticos USS Alabama (SSBN-731) Reciclagem 43
2029
2029 Submarino nuclear de ataque USS Albany (SSN-753) Reciclagem 39
2029 Submarino nuclear de mísseis guiados USS Michigan (SSGN-727) Reciclagem 47
2029 Navio anfíbio USS Comstock (LSD-45) Peças sobressalentes 39
2029 Navio logístico USNS Joshua Humphreys (T-AO-188) Desmantelamento 42
2029 Navio logístico USNS Tippecanoe (T-AO-199) Peças sobressalentes 36
2029 Navio de contramedidas de minas USS Patriot (MCM-7) Desmantelamento 38
2029 Navio de contramedidas de minas USS Pioneer (MCM-9) Desmantelamento 37
2029 Navio de contramedidas de minas USS Warrior (MCM-10) Desmantelamento 36
2029 Navio de contramedidas de minas USS Chief (MCM-14) Desmantelamento 35
2029 Navio de salvamento USNS Grasp (T-ARS-51) Desmantelamento 43
2029 Navio de salvamento USNS Salvor (T-ARS-52) Desmantelamento 43
2030
2030 Porta-aviões nuclear USS Dwight D. Eisenhower (CVN-69) Reciclagem 53
2030 Contratorpedeiro de mísseis guiados USS Russell (DDG-59) Peças sobressalentes 35
2030 Contratorpedeiro de mísseis guiados USS Fitzgerald (DDG-62) Peças sobressalentes 35
2030 Submarino nuclear de ataque USS Jefferson City (SSN-759) Reciclagem 38
2030 Submarino nuclear de ataque USS Springfield (SSN-761) Reciclagem 37
2030 Submarino nuclear de mísseis balísticos USS Nevada (SSBN-733) Reciclagem 44
2030 Navio anfíbio USS Tortuga (LSD-46) Peças sobressalentes 40
2030 Navio logístico USNS Henry J. Kaiser (T-AO-187) Desmantelamento 43
2031
2031 Contratorpedeiro de mísseis guiados USS Arleigh Burke (DDG-51) Peças sobressalentes 40
2031 Contratorpedeiro de mísseis guiados USS Barry (DDG-52) Peças sobressalentes 38
2031 Contratorpedeiro de mísseis guiados USS Stethem (DDG-63) Peças sobressalentes 36
2031 Navio anfíbio USS Gunston Hall (LSD-44) Peças sobressalentes 41
2031 Submarino nuclear de ataque USS Connecticut (SSN-22) Reciclagem 32
2031 Submarino nuclear de mísseis balísticos USS Tennessee (SSBN-734) Reciclagem 42
2031 Navio anfíbio USS Rushmore (LSD-47) Peças sobressalentes 40
2031 Navio de comando anfíbio USS Mount Whitney (LCC-20) Desmantelamento 60
2031 Navio logístico USNS Kanawha (T-AO-196) Peças sobressalentes 39
2031 Navio logístico USNS Guam (HST-1) Desmantelamento 20
2031 Navio logístico USNS Leroy Grumman (T-AO-195) Desmantelamento 42
Total de navios listados 47 unidades

Fonte: U.S. Navy Shipbuilding Plan — May 2026. Observação: “Spare Parts” indica navios destinados ao aproveitamento de peças; “Recycle” refere-se principalmente ao processo aplicável a navios nucleares; “Dismantle” indica desmantelamento convencional.


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Emmanuel

A MB olhando para essa lista e pensando: “chegou o meu momento”.
Não deixem ela ver, pelo amor de Deus.

Nilo

A MB não não tem que olhar lista de dispensa de equipamento naval americano, mas sim cumprir com os cronogramas dos seus projetos existentes, ajudar a fomentar a construção naval nacional.
Navios americanos são feitos para um orçamento da Marinha americana.

joseá da silva

Parabéns pela tua lucidez!

Rafael Lopes

Esses navios da usnavy não devem ter nem o tutano mais

Rafael

Há quem diga que o USS Forrestal foi oferecido para o Brasil no fim dos anos 90…Não sei se é verdade.

Leo

Foi o Independence CV 62 tem matéria nesse blog sobre isso

Guizmo

Isso, daí o Chile adquire 1 ou 2 AB, passa a ter sistema AEGIS com a família de misseis SM e ficamos admirados. Somos a 10a economia do mundo, quase 8mil km de litoral. Nada fora do normal retrofitar um navio para aprender a operar o sistema, e construir dentro de casa uma classe similar. Mas beleza, sentem o dedo no dislike

Dalton

Fora o que será retirado até fim de setembro quando termina o Ano Fiscal de 2026 😉

Ozawa

Conte-nos mais sobre …

Dalton

Ozawa caso a marinha brasileira esteja interessada o submarino Newport News e o Navio Tanque Big Horn foram retirados recentemente como parte das baixas do Ano Fiscal 2026 😀
.
Até setembro serão retirados o LCS Forth Worth que estava sendo usado apenas para ^testes^ mas é novo ainda o LSD Germantown e mais 2 Navios Tanque olha a oportunidade aí já que os ^Wave^ não virão !
.
Haverá outras baixas, mas não dá ^ Força de Batalha^ restrita a NAes, combatentes de superfície, submarinos, navios anfíbios e navios auxiliares que operam diretamente com a Frota.

Franz A. Neeracher

Não esquecendo o USS Georgia, SSBN 729 que será inativado em julho……

Dalton

Não mencionei Franz porque a marinha brasileira está interessada em SSN talvez um leasing como a Índia fez antes de receber o ^Alvaro Alberto^ para ir ^praticando^…
.
Pessoal é só outra outra brincadeira, idoso também pode 😃

Marco Antônio

12.05.26 – Terça-feira – btarde, mestre Dalton, esses navios tanques que serão retirados, está fora da realidade da MB, além de terem sido muito usados, tem uma capacidade muito maior que as nossas necessidades; acredito que bom para a MB, seriam os navios tanques da Marinha Alemã, menor trancarem além de mais novos. Saudações (vovozao)

Marco Antônio

Tancagem

Dalton

Foi apenas uma brincadeira Marco, por conta de um hilário comentário anterior de que a marinha brasileira não deveria ter acesso a esta lista de baixas.
.
Os ^NTs^ foram extremamente usados diferente de um de mesmo tipo que o Chile adquiriu que encontrava-se na reserva então pensando friamente se foi bom para o Chile poderia ter sido bom para nós também.
.
Mas independente de tudo isso no orçamento no momento não cabe ^NT^ nem novo nem usado daí manter o nosso modesto ^Almirante Gastão Motta^ mais algum tempo.
.
Abraços

joseá da silva

Aqui lê-se a síntese da mentalidade prevalente e limitada auriverde (que a MB deve incorporar tudo que se deu baixa noutras marinhas).
Requisitos observados nos projetos estrangeiros não são os mesmos que a MB tem estabelecido.
Se uma pessoa querida tua servisse num navio cuja vida útil projetada já expirou, ficarias tranquilo?
Lembrem-se dos episódios do NAe SP!
Brasil tem construir seus meios navais, por conta própria e seguindo seus requisitos.

Dalton

Foi apenas uma brincadeira José e pensei que tivesse sido clara mas como o Marco também acreditou no que escrevi tomarei mais cuidado de agora em diante.
.
Não há absolutamente nada na lista que sirva e quanto ao ^SP^ se a intenção era cobrir um ^gap^ entre a saída do ^Minas^ e a entrada de um novo que conforme noticiado seria construído aqui com ^ajuda francesa^ por que não?
.
Infelizmente foi outro plano que não deu certo como muitos outros que estão imortalizado em revistas antigas que guardo.
.
Abraços

Rsantos

The Empire is falling down.

Luís Henrique

O sr. não leu a matéria anterior? Apenas focando nos combatentes: 1) Serão aposentados cerca de 5 Cruzadores Ticonderoga e 5 Destroyers AB Flight I Serão recebidos cerca de 3 Battleships classe Trump (muito maiores e melhor armados que os Ticonderoga) e 7 Destroyers AB Flight III (muito mais poderosos e modernos que os Flight I), além de 2 Fragatas Constellation e 4 Fragatas FFX 2) os 2 navios aeródromos da Classe Nimitz serão substituídos por 2 navios aeródromos da Classe Ford (bem mais novos e modernos); 3) Serão aposentados 8 SSN, 3 SSGN e 4 SSBN mas serão recebidos… Read more »

Adriano Madureira

Serão recebidos cerca de 3 Battleships classe Trump (muito maiores e melhor armados que os Ticonderoga)” 

Se “serão” recebidos, eu duvido muito disso, especialmente se o megalomaníaco, ego maníaco e narcisista do salão Oval não for reeleito.

Próximo presidente certamente será um democrata, e eles irão entrar falando em medidas de austeridade, e austeridade casa com corte de gastos, especialmente na área militar.

Luís Henrique

Acho que o sr. não acompanha muito política.
Quem estava gastando muito mal e a rodo, era justamente os democratas, quem entrou com medidas fortes de austeridade e corte de gastos foi justamente o governo Trump.

Foi justamente isso que possibilitou o aumento dos gastos militares, uma redução drástica de gastos considerados desnecessários e o recebimento de muito dinheiro das tarifas, estão “bancando” um aumento expressivo nos investimentos militares.

Wellington S.

Dúvido que a Marinha Americana vai ter cortes de gastos.
A China só aumentam as belonaves .

Hamom

Em compensação os porta-aviões CVN-79; CVN-80 e CVN-81 estarão “saindo do forno” nos próximos 5 ou 6 anos.

Submarinos tb tem muitas aquisições já aprovadas.
Fragatas Classe FF(X), cerca de 60 planejadas…

É uma marinha muito grande, para ser mantida o seu ciclo de desativação e renovação está sempre acontecendo, embora agora tenha acelerado bastante. Deve ser o estimulo chinês…

Natalino Barcelos

essa quantidade de navios dando baixa e maior que muita esquadra de alguns paises

Peter nine nine

Mais poder de combate que qualquer marinha, excecionando talvez a chinesa. Dois PAs nucleares, subs nucleares, Ticonderogas e ABs… Shiiiit.

Ricardo

Dá pra dizer olhando a idade dos equipamentos e pela sua vida útil que o dever foi cumprido e foram usados até o osso.
Agora nesses tempos de orçamento apertado, as coisas deve ficar um pouco mais dificeis para os americanos. O governo provavelmente terá que alocar recursos de outras esferas da sociedade para atender o desejo dos militares

Comenteiro

Já está fazendo isso. A sorte deles é que o povo americano é pacífico e nem curte protestar como os franceses, por exemplo.

Salomon

Que grande oportunidade para o Brasil!

Não fazer nada.

Marcelo Andrade

Poxa o Sub Alabama do filme “Maré Vermelha” !!! rsrs

Fábio Mayer

Não se pode comparar a USNavy com a Marinha Chinesa neste processo, ao menos por enquanto, porque a força asiática é praticamente nova, não deve haver nenhum navio chinês militar de primeira linha, com idade superior a 25 anos. Os 3 porta-aviões chineses em operação foram lançados há poucos anos e existem linhas de produção ativas que vêm aumentando o tamanho da força naval daquele país.

Uma comparação dessa natureza, de substituição de meios, só terá algum sentido dentro de uns 20 anos.

Hercules Ripka

Um Destroyer Arleih Burke, com o sistema AEGIS , radares e mísseis avançados seria ótimo para a combalida e pobre Marinha do Brasil!

Sergio Ricardo Amarante

A Marinha do Brasil so sAb comprar sucata olhaa o destino do sao paulo muito gasto e depois nem para reciclar deu viro coral e casa de sardinha kkkkk