ATENA avança na Marinha do Brasil com o NPa Mangaratiba e reforça trajetória de inovação da ARES
Sistema de Gerenciamento de Combate nacional amplia capacidades do novo navio-patrulha e evidencia evolução tecnológica da empresa na Base Industrial de Defesa
O lançamento ao mar do Navio-Patrulha Mangaratiba (P-73) marca mais um avanço para a construção naval brasileira e para o fortalecimento das capacidades de patrulha, vigilância e proteção da Amazônia Azul. O projeto também representa um novo capítulo na trajetória do Sistema de Gerenciamento de Combate ATENA, desenvolvido pela ARES Aeroespacial e Defesa, que passa a integrar mais este meio da Marinha do Brasil.
Já consolidado em diferentes plataformas navais, o ATENA reforça sua presença em meios operacionais da Força e sua aderência às demandas contemporâneas do ambiente marítimo. A incorporação ao NPa Mangaratiba ocorre em um contexto de evolução contínua do sistema, orientada à ampliação de desempenho, sustentabilidade e capacidade de resposta.
“O ATENA é resultado de uma trajetória consistente de desenvolvimento tecnológico nacional, construída em estreita conexão com as necessidades operacionais da Marinha. Sua evolução contínua demonstra a capacidade da indústria brasileira de entregar soluções robustas, sustentáveis e alinhadas aos desafios atuais e futuros da Defesa”, afirma Frederico Medella, Diretor Comercial e de Marketing da ARES.
Como parte do plano de modernização e extensão do ciclo de vida do sistema, os Sistemas de Gerenciamento de Combate instalados no NPa Maracanã, nos Navios-Patrulha Oceânicos da Classe Amazonas e na Corveta Barroso tiveram seus consoles multifuncionais atualizados, contribuindo para mitigar a obsolescência e ampliar a eficiência operacional dessas unidades.
No caso do NPa Mangaratiba, o ATENA contará ainda com a integração de um novo sensor optrônico, ampliando as capacidades de monitoramento e consciência situacional do navio. A iniciativa marca a conclusão do projeto de modernização e reforça a estratégia da ARES de manter comunalidade entre seus sistemas, com ganhos relevantes nos aspectos logístico, produtivo, de manutenção e de gestão da obsolescência.
O ATENA nasceu de uma iniciativa da ARES com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos, FINEP, e evoluiu para um produto operacional consolidado na Marinha do Brasil. Essa mesma dinâmica, baseada em investimento em tecnologia, desenvolvimento local, validação operacional e transformação em produto de Defesa, também está presente em outros sistemas da empresa, como o REMAX, o TORC 30 e a nova Estação de Armas com capacidade anti-drone.
A presença da ARES no Rio de Janeiro, próxima à sede da Marinha do Brasil e a importantes estruturas industriais, operacionais e tecnológicas navais, reflete uma trajetória construída a partir de demandas concretas da Força. Parte relevante das capacidades de engenharia da empresa foi desenvolvida nesse contexto, desde os primeiros serviços de manutenção de instrumentos ópticos até projetos de maior complexidade, como o Sistema Lançador de Torpedo, SLT, o Indicador Visual Estabilizado de Rampa de Aproximação, IVERA, a produção de foguetes Chaff em parceria com o Instituto de Pesquisas da Marinha, IPqM, e a participação no processo de nacionalização dos canhões de 40 mm.
Esse histórico contribuiu diretamente para a consolidação de competências em integração de sensores, servocontrole, giroestabilização e sistemas embarcados, que posteriormente credenciaram a ARES como parceira do Exército Brasileiro no desenvolvimento da primeira estação de armas remotamente controlada e giroestabilizada produzida no Brasil.
Hoje, em um novo estágio de maturidade industrial e tecnológica, a empresa combina essa base com a experiência acumulada na produção seriada de estações de armas leves, no desenvolvimento de torres de 30 mm e no suporte ao ciclo de vida de sistemas de armas para o Brasil e outros países. Nesse contexto, ganham relevância as soluções com capacidade anti-drone, voltadas a responder a uma das ameaças mais dinâmicas do ambiente operacional contemporâneo.
Mais do que equipar navios, o ATENA representa uma trajetória de inovação aplicada à Defesa, conectando desenvolvimento tecnológico nacional a demandas reais das Forças Armadas e contribuindo para a ampliação das capacidades operacionais brasileiras.
Plataformas que utilizam o ATENA
O Sistema de Gerenciamento de Combate ATENA está atualmente presente nas seguintes plataformas da Marinha do Brasil: NPa Macaé, NPa Macau, NPa Gurupi, NPa Guajará, Fragata Defensora, Navio-Escola Brasil, NPa Maracanã, Navios-Patrulha Oceânicos da Classe Amazonas, Corveta Barroso e, agora, o NPa Mangaratiba.■


Temos tanto potencial… quem sabe um dia não aproveitemos da forma com a qual o nosso país merece.
Isso nunca ocorrerá.
Dentre os paises ex colonia de paises catolicos e língua latina quem conseguiu maior grau de desenvolvimento, se o critério de “desenvolvimento” focar no tamanho absoluto da economia (PIB nominal) e complexidade industrial, o Brasil assume a liderança, embora apresente dentre esses países o maior grau de desigualdade social.
Este congresso nacional é espelho, há os que olham e não se vêem, negar, passar a responsabilidade para o outro e continuar tomando uma dose de Ypê.
Eita filme caro.
Qual dos 3? o cara foi visionário, patrocinou foi logo o filme da esquerda, centro e direta. rs
Vc é o denunciante? Tem a gravação, tem o documento, do financiamento do Vorcaro nos ” três” filmes, D4?
Fundo de pensão bota grana em tudo que não presta.
Com base em análise de especialistas em cinema consultados estimaram que a produção do filme da cavalgadura deva ter custado custar entre R$ 8 milhões e R$ 20 milhões. A produção do Agente Secreto, uma produção com vários elogios entre eles, imagem e som e indicações para Oscar custou R$ 28 milhões, no início falava-se em empréstimo de Vorcaro de uns R$ 36 milhões, depois saltou para R$ 134 milhões. Das duas empresas envolvidas no financiamento do filme a Entre Investimentos recebeu mais de R$ 159 milhões de fundos que estão sob investigação da Polícia Federal, os números não pararam… Read more »
Assisti O Agente Secreto e achei chato demais, não merecia oscar, diferente de “Ainda Estou Aqui!”
E não ganhou rsrs
Eu vi que o cara patrocinou um filme do Temer tb..
Qual foi ? Nosferatu ?
E no fim o Peleleca se torna o maior mecenas do cinema nacional :))))
Questão de gosto. O fato de você achar chato não quer dizer que não seja um filme bom, que a fotografia do filme não seja digna de Oscar
O Agente Secreto. O filme é uma bosta.
Fundos de Pensão. Eu sempre afirmei que 30% dos colchões dos fundos é fraude. Bancos emitem títulos frios e trocam por grana viva dos fundos. Bota 100 em título frio e pega 70 em dinheiro.
Tem que prender prefeito e governador. Todos.
o dia que brasileiro parar de idolatra e defender politico, principalmente os populistas e corruptos, ai o pais melhora…
Toda a vez que a começa a ficar transparente, sempre tem um patriota turvando rsrsrs
Atenção, a Anvisa acaba de proibir a venda de chumbinho!!! kkkkkk
O hardware, ou seja, os componentes da alça EO/IR destas imagens, são de domínio tecnológico da Elbit System. É possível que nem os parafusos que o pessoal da ARES apertou, sejam fabricados no Brasil.
.
O que a ARES desenvolveu foi a tal da Interface Homem-Máquina (que também usa hardware importado) e a integração com outros sistemas do navio, como no caso do canhão 40mm.
.
Globalização, sabor “soberania”.
Gasolina sabor gasolina. Típico.
Igual a AEL Sistemas, sabor nacional kkkkkkk
Os kits são enviados da matriz para ser montados aqui.
Ninguém transferi tecnologia sensível pra ninguém.
Transferindo tecnologia sensível você está correndo risco de criar um concorrente de mercado consolidado amanhã (futuro).
Transfere. De transferir.
Esteves
Boa tarde,
Como alguém negativa o seu comentário?! Sinal que nem entendem o que vc escreveu – ou concordam em escrever errado – de qq forma, lamentável.
Abs
Bato bastante nesta tecla também Bardini. Peguemos como exemplo o PBIA. Diversas empresas e grupos já tem se beneficiado. É uma boa iniciativa mas com diversas falhas. A primeira é não existem iniciativas reais (reais no sentido prático final de uso) de desenvolvimento de plataformas de IA (como são ChatGPT, Gemini, etc.). O que vemos são diversos projetos se beneficiando mas que consome os serviços estrangeiros já conhecidos e estabelecidos no mercado. Ou seja, as empresas nacionais recebem recursos do Estado para fomentar empresas de fora. A segunda é que, mesmo que existisse intenção dessa iniciativa, não temos a infraestrutura… Read more »
Na minha visão desse setor, quem quer tentar ganhar a vida com desenvolvimentos mais aprofundados em termos de IA no Brasil, vai acabar seguindo o mesmo caminho que a indústria de máquinas e equipamentos adotou, que é ir atrás de um “white lable” para chamar de seu. E a atual política de open source dos chineses mira justamente isso, em sua tentativa de dirimir a dominância dos modelos americanos. . Mas veja bem: nós estamos importando trilho de trem da China para construir ferrovia aqui. Um perfil metálico que é fabricado com minério de ferro que exportamos, por não ser… Read more »
Produzir trilhos de aço é um setor intensivo em capital, dependente de escala, opera com margens apertadas e altamente comoditizado. O fato do Brasil importar trilhos não implica em incapacidade estrutural de desenvolver competências relevantes em IA. Toda indústria moderna depende de cadeias globais. Os EUA dependem de Taiwan para semicondutores, a China depende de litografia holandesa, a Europa depende de energia e matérias-primas externas. Em defesa, integração é uma competência estratégica. Muitas vezes mais importante operacionalmente…o ToT das Tamandaré é exatamente isso: operar…do que possuir cada componente do sistema. O Brasil talvez não consiga competir em fabricação massiva de… Read more »
Se fosse para discutir o tema com o ChatGPT, eu o faria diretamente. Não preciso perder tempo com alguém intermediando o assunto.
Eu não me importo em debater com o teu.
A aplicação é mais importante, no caso de países periféricos, que a produção.
No tempo do CPM, o Brasil vivendo na reserva de mercado, foi obrigado a convergir sistemas de 8 bits para IBM 370 JAC os norte-americanos negavam acesso ao software.
Mas você nem era nascido.
ai vc vai deixar a galerinha da “soberania” chateada c vc kkk
Importa o conhecimento e a aplicação. Depois as encomendas.
Essas tolices sobre o parafuso da Malásia, a tinta da Índia, a parte da Mongólia…raciocínio de criticos de costumes constituídos para escrever tacanhices.
Saber fazer e fazer. Feito, comprar/vender e usar, manter, atualizar e modernizar. O problema do país é a descontinuidade.
O fato do Brasil desenvolver esse tipo de sistema mostra avanço relevante da Base Industrial de Defesa. CMS é uma das áreas mais complexas da engenharia naval militar. O salto tecnológico está menos no casco do navio e mais na integração digital, consciência situacional e comando tático.
Tá certo?
Adoro a opinião dos espones…