IMAGENS: Marinha do Brasil em exercícios conjuntos com o porta-aviões USS Nimitz
Submarino Humaitá, fragata Defensora e destróier USS Gridley navegaram ao lado do porta-aviões nuclear durante treinamento bilateral da Southern Seas 2026
A Marinha do Brasil e a Marinha dos Estados Unidos realizaram, entre 11 e 14 de maio, um exercício marítimo bilateral no Atlântico, envolvendo meios navais dos dois países, em formação, com o porta-aviões nuclear USS Nimitz (CVN-68), capitânia do Nimitz Carrier Strike Group.
A formação reuniu o submarino brasileiro Humaitá (S-41), da classe Scorpène/Riachuelo, a fragata Defensora (F-41), da classe Niterói, e o destróier de mísseis guiados USS Gridley (DDG-101), da classe Arleigh Burke, navegando ao lado do USS Nimitz. O registro foi divulgado pelo serviço de imagens militares dos EUA, que informou que a atividade ocorreu no âmbito da operação Southern Seas 2026.
Segundo a descrição oficial da U.S. Navy, a Southern Seas 2026 busca aumentar capacidades, melhorar a interoperabilidade e fortalecer parcerias marítimas com países da região por meio de intercâmbios e cooperação conjunta, multinacional e interagências.
A presença do Humaitá no exercício teve especial relevância operacional. Incorporado à Marinha do Brasil como parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos, o submarino convencional da classe Scorpène representa uma das capacidades mais modernas da Esquadra brasileira.
A fragata Defensora, veterana da classe Niterói, integrou o componente de superfície brasileiro no exercício. Do lado norte-americano, o USS Gridley atuou como escolta do porta-aviões. O destróier da classe Arleigh Burke é equipado com o sistema de combate Aegis e capacidade multimissão, incluindo defesa aérea, guerra antissubmarino, ataque a alvos de superfície e escolta de grupos de ataque.
A passagem do USS Nimitz pelo Atlântico Sul faz parte do desdobramento Southern Seas 2026, conduzido pela U.S. Naval Forces Southern Command/U.S. 4th Fleet.
A operação também tem valor simbólico. O USS Nimitz, comissionado em 1975, é o porta-aviões nuclear mais antigo ainda em serviço na Marinha dos EUA e se aproxima do fim de sua vida operacional. Sua presença no Atlântico Sul ocorre em um momento de transição da frota norte-americana, que avança com os porta-aviões da classe Gerald R. Ford e prepara a retirada gradual dos porta-aviões classe Nimitz mais antigos.■





Pô, já que mandamos apenas um navio de superfície, poderia ter sido a Tamandaré.
A Tamandaré está longe de ser considerada plenamente operativa. A tripulação e o navio precisam passar por várias etapas de prontificação e certificação até estarem aptos para participar de exercícios e comissões.
A ^Tamandaré^ foi incorporada um mês atrás então nem mesmo foi entregue ao Setor Operativo, mas o ^Humaita^ este sim está no ponto para exercícios mais desafiadores.
Prezado Dalton, a recente incorporação marcou a “entrega” ao Setor Operativo… o desafio agora é passar pelas diversas fases de verificação do nível de adestramento para a ascensão à fase III, a qual é o marco necessário para operar com os demais meios da Esquadra… cordial abraço.
XO antes de passar para o Setor Operativo não fica subordinado a Diretoria Geral de Material da Marinha para justamente passar pelas diversas fases.?…Ao menos era assim antes.
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Abraços
Prezado Dalton, a fase em que o navio fica no Setor do Material é limitada à aceitação dos equipamentos e sistemas… isto feito, passa para o Setor Operativo, o qual é responsável pelo adestramento… cordial abraço.
Então acho que posso deduzir que cada caso é um caso pois a ^Barroso^ entre outras unidades levou um ano até ser aceita pelo Setor Operativo após a incorporação conforme o ^NGB^ e a ^Tamandare^ já está com o Setor Operativo em que pese necessitar de mais testes para estar devidamente certificada.
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Grato e abraços
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A Tamandare esta no estado da Arte, é o navio mais moderno do hemisfério sul… Misseis , Sensores, Torpedos, Radares, Tudo de ultima geração…
E para se operar isso tudo é preciso uma tripulação devidamente adestrada.
Não acho que ^mais moderno do hemisfério sul^ seja significativo, mas e aqueles navios Aegis da Austrália não contam?
Acredito que, pelo perfil de atuação da MB no Atlântico Sul e Amazônia, os navios mais adequados seriam os focados em uma operação de baixa intensidade, como as Tamandarés, T31 e PPA. Fremm é tentadora, mas seria como também pensar em coisas como F100, T45, Andrea Doria e Forbin. Complexos e caros para atuar numa região de baixa agressão. A MB agora está tomando conhecimento de um novo tipo de emprego, com a Tamandaré podendo exercer patrulhas regulares como um OPV especializado, usando botes zodiac e drones. A PPA é mais adequada nisso que a T31, que tb foi pensada… Read more »
Ainda acho que para uma marinha que terá submarino de propulsão nuclear não ficaria ruim ter um combatentes de superfície ou escolta mais capaz que uma modesta fragata como a Tamandaré e não fosse pelo limitado orçamento algo como o antigo ^PROSUPER^ teria seguido adiante.
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Acredito que a marinha queira um equilíbrio de meios, seja escoltas,mais capazes, patrulha, logísticos, anfíbios etc, a marinha francesa sem os ^SSBBs^ já foi mencionada inclusive por pessoal da nossa marinha como um modelo anos atrás e acho que continua válido mas como o dinheiro é curto compromissos terão que ser feitos.
Temos uma operativa já, não temos? A primeira entregue.
Deixando a semantica um pouco de lado sobre o que ^operativa^ significa de fato um navio incorporado menos de 30 dias atrás não está nem perto de estar minimamente certificado.
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O equivalente atual na US Navy é o USS Harvey Barnum Jr (DDG 124) igualmente incorporado em abril último cujo primeiro desdobramento ao exterior ocorrerá em 2028 mesmo para exercícios ^intermediários^ meses serão necessários.
Nossa fragata perto de um Arleigh Burke é fiotinho e perto do Nimitz é um barquinho de papel. Diferença absurda. E concordo com o Fernandão em que poderiam ter enviado a Tamandaré ao menos pra sair na foto.rs
Kkkkkk tive a mesma impressão “Maverick ” rss
O Nimitz mesmo um idoso é imponente !
Belas fotos 👏🏻👏🏻👏🏻
Fotos parecem ser montadas
A defensora nossa parece que vai desmontar no mar em contraste ao porta aviões de mesma idade que demonstra estar bem mais inteiro, atualizado e apto para as missões dos dias de hoje.
Os NAes da US Navy recebem tamanha atenção e investimentos que são relevantes até o fim e o USS Nimitz ao completar 50 anos estava em um desdobramento que durou 9 meses encerrado em dezembro último.
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Aproveitando o gancho, para quem não reparou ainda a ^Defensora^ é a única Niterói sem o lançador de foguetes A/S BoRoc , retirado quando do último ^PMG^ e inoperante nas demais unidades da classe.
Ola Dalton Creio que também é preciso incluir a robustez da estrutura de um porta-aviões. É um navio demanda maior resistẽncia aos tremendos esforços envovidos na operação de lançamento e pouso de aviões e de estabilidade dos reatores. Tudo no Nimitz precisa ser superdimensionado. Isso tem que refletir de alguma maneira no aspecto geral do navio após 50 anos. Durante a II Guerra, os EUA produziam os Liberty Ship.. era um projeto padronizado e simplificado. Até o número e tipo de parafusos eram padronizados e minimizados. Erama navos frágeis porque também eram alvos preferenciais dos submarinos alemães. Caso o navio… Read more »
Veja Camargo que se o ^Nimitz^ não tivesse passado pela modernização de meia vida antes de completar 25 anos de vida toda a ^robustez^de nada adiantaria pois os reatores nucleares precisavam ^reabastecimento^. . Além da modernização de meia vida que custa bilhões todo NAe obrigatoriamente passa por 4 períodos de manutenção em dique seco e pelo menos 8 períodos atracado. . Todo este investimento garante que um NAe permaneça relevante até o fim, ainda mais havendo atualização das aeronaves o Nimitz foi um dos primeiros a operar o ^E-2D^ . . Acredito que ^robustez^ é proporcional ao que se espera… Read more »
Estamos a falar de coisas diferentes.., falto da espessura das chapas das peças estuturais, do arranjo e do desenho das quilhas e longarindas.. etc. Aliás, a estrutura do reator precisa sustentar o sistemas de dezenas ou centenas de anos após encerrar sua vida útila.
De fato, a robustez é resultado do projeto. Os esforçoes mecãnicos sobre a estrutura de um porta-aviões são enormers e por isso o projeto da estutura é todo superdimensionado
Entendi Camargo, mas mesmo não tendo tudo o que você descreveu a ^Defensora^ e as demais já que as mencionou em seu comentário – o que me deixou um pouco confuso em razão da inclusão – irão durar mais que o ^Nimitz^. . Óbvio que o ^Nimitz^ é mais resistente a danos do que a ^Defensora^ sua razão de existir explica naturalmente isso então o que sobra é investir na manutenção ao longo das décadas de serviço como o ^ModFrag^ feito nas classe Niterói no início da década de 2000 e a modernização de meia vida do ^Nimitz^. . Meu… Read more »
É impressão minha ou o mastro do Humaitá ja está totalmente inferrujado?
Pode até ser relativamente normal algum tipo de corrosão, mas nunca tinha visto neste estado de visual degradação, nenhum dos subs da classe Tupi ou o filho único de classe exclusiva – Tikuna.
Por que os Scorpenes brasileiros vão só a 300 metros de profundidade, enquanto a versão padrão vai a 350 metros?
Para a MB, autonomia e discrição podem ter sido mais importantes que ganhar 50 m extras de profundidade.
Mas, é possível que os Riachuelo suportem mais do que os 300 m divulgados.
Bem legal essas fotos com esse contraste deixando o mar bem azul.
OFF TOPIC
É impressão minha ou a corveta Barroso tá sendo rebocada frente a entrada da baia da Guanabara?
https://www.marinetraffic.com/pt/ais/home/centerx:-42.983/centery:-23.109/zoom:14
Pelo site citado, agora ela encontra-se atracada na Ilha das Cobras.
Ontem a tarde eu vi ela sendo rebocada.
Olha…a defensora está só o pó da rabiola!! Não sei como está navegando…e o mais preocupante…qual o grau de funcionamento e prontidão dos seus sistemas? Acredito que beirando a zero! Trágico…trágico…
A ^Defensora^ até que está cumprindo o que se espera dela, esteve no Peru e na África até recentemente.
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Em situação pior está a ^Constituição^ e em situação melhor as 3 mais novas que segundo informado continuarão em serviço até 2030 ou pouco mais.
Como muitos aqui, conclusões são tiradas apenas baseando-se em imagens. A “Deusa” está mal pintada e com marcas dos vários dias que “empurrou água”, mas isto não significa, necessariamente, que esteja está caindo aos pedaços! Pintura externa é só o detalhe porque interessa mesmo é a operacionalidade e a disponibilidade de todos os sistemas e equipamentos instalados a bordo. Se o meio detecta, dispara e acerta o alvo, garantindo-se condições dignas para a tripulação, a pintura é secundária. Não deve-se desconsiderar que embora a “Deusa” esteja velhinha, passou por longuíssimos PMG, recebeu peças canibalizadas e sofreu a manutenção que possibilitou… Read more »
Corretíssimo…
Tudo muito bom mas… pergunta : durante os exercícios a a nossa marinha muda as helices de propulsão dos sumarinos e navios???
Não.
Pois é … suspeitei desde o principio como diria chapolim , ou seja estamos dando de bandeja todos os nossos ruidos , todas as cavitações em diversas velocidades , todas as criptografias do link br2 (no caso de exercícios aereos )… pois é caro Daltom espero que vc esteja errado na sua resposta caso contrario em caso de agressão seremos anulados e aniquilados, sem capacidade de defesa do nosso território , ninguem é amigo.
Não existe hélice para treinar com os EUA e outra para as demais situações seja quando nos visitam ou quando os visitamos como o ^Tikuna^ dois anos atrás, os chilenos também enviam seus ^Scorpene^ e eventualmente nossos ^Riachuelo^ também irão. . Os EUA não são nossos inimigos, Cuba e Venezuela não servem como exemplo, mas no caso hipotético de conflito ^esconder^ ruídos ainda mais de uma idosa fragata não fará diferença para bombardeiros, misseis de cruzeiro, etc, acharem seus alvos. . Além do mais como a guerra mostrou a marinha iraniana foi aniquilada, mas não foi suficiente sem invasão terrestre… Read more »
Elas por elas, eles pegaram os sons de uma fragata idosa e nós pegamos os de um porta-aviões e um destróier idoso.
“Ser inimigo dos EUA é perigoso, mas ser amigo é fatal”.
Henry Kissinger.
Já vieram “escutar” nossos subs, eles não dão ponto sem nó.
Bem que os EUA podiam deixar esse portas aviões de presente pra marinha brasileira! Juntamente com os caças…. Kkkkkkkkk
Orgulho de estarem ao lado e junto com os bons!