NSM missile

Míssil antinavio NSM da Kongsberg

Kuala Lumpur afirma que cumpriu o contrato desde 2018 e ameaça buscar compensação após Oslo revogar licença de exportação do sistema destinado aos novos navios LCS da Marinha malaia

A Malásia reagiu duramente à decisão da Noruega de revogar licenças de exportação ligadas ao fornecimento do míssil antinavio Naval Strike Missile (NSM) e seus lançadores para a Marinha Real da Malásia, em uma medida que ameaça atrasar ainda mais o programa de modernização dos navios de combate litorâneo do país. O primeiro-ministro malaio Anwar Ibrahim afirmou ter transmitido sua “veemente objeção” ao primeiro-ministro norueguês Jonas Gahr Støre durante uma conversa telefônica.

Segundo Anwar, a decisão norueguesa é unilateral e inaceitável. Kuala Lumpur sustenta que cumpriu integralmente suas obrigações contratuais desde 2018, “de forma escrupulosa e fiel”, e acusa Oslo de não agir com o mesmo nível de boa-fé. O governo malaio também alertou que a interrupção poderá afetar a prontidão operacional da Marinha em um momento considerado crítico para o desenvolvimento de novas capacidades navais.

O contrato original foi assinado em abril de 2018, quando a Kongsberg Defence & Aerospace fechou um acordo de €124 milhões com a Marinha Real da Malásia para fornecer mísseis NSM destinados a seis novos Littoral Combat Ships (LCS). Os navios são baseados no projeto Gowind, da Naval Group, e estavam sendo construídos na Boustead Naval Shipyard. Na época, a Kongsberg informou que os mísseis seriam instalados em lançadores de convés e integrados ao sistema de combate SETIS, fornecido pela Naval Group.

A crise ganhou peso adicional porque, segundo autoridades malaias, cerca de 95% do valor do contrato já havia sido pago antes da revogação da licença. O ministro da Defesa da Malásia, Mohamed Khaled Nordin, indicou que o país avalia medidas legais e solicitações de compensação, enquanto busca alternativas para não comprometer a continuidade do programa LCS.

LCS Maharaja Lela, classe Gowind, da Marinha Real da Malásia

A Noruega justificou a decisão com base em considerações de segurança nacional e no endurecimento de seus controles de exportação de tecnologias militares sensíveis. Em resposta à repercussão, autoridades norueguesas afirmaram que a mudança decorre do ambiente de segurança global e europeu, e que Oslo pretende restringir determinados sistemas de defesa a aliados e parceiros mais próximos.

A Kongsberg, fabricante do NSM, declarou que as decisões de licenciamento de exportação cabem exclusivamente ao governo norueguês e que a empresa cumpre todas as normas aplicáveis. A companhia também afirmou valorizar suas parcerias de longo prazo na região, mas não controla a emissão nem a revogação das licenças necessárias à exportação de sistemas de defesa.

O bloqueio atinge um dos programas navais mais problemáticos da Malásia. O projeto LCS, originalmente concebido para seis navios, já enfrentou atrasos, estouros de custo e controvérsias internas. Segundo a Reuters, a entrega do primeiro navio foi adiada de agosto para dezembro de 2026, e o número planejado de unidades foi reduzido para cinco após a reestruturação do programa.

O NSM é um míssil antinavio moderno, de perfil furtivo, desenvolvido para ataques a alvos navais a longa distância. Sua escolha pela Malásia em 2018 foi apresentada pela Kongsberg como confirmação da forte posição internacional do sistema, então já selecionado por Noruega, Polônia, Alemanha e Malásia.

Para Kuala Lumpur, a decisão norueguesa levanta uma questão que vai além do caso específico do NSM. Anwar advertiu que os contratos de defesa devem ser tratados como compromissos solenes e que as reversões unilaterais podem prejudicar a confiança nos fornecedores europeus. A preocupação é que países compradores passem a considerar fornecedores europeus menos previsíveis para programas militares de longo prazo.

Do ponto de vista regional, a interrupção pode afetar o equilíbrio de capacidades no Sudeste Asiático. A Marinha malaia busca modernizar sua força de superfície em um ambiente marcado por disputas no Mar do Sul da China, aumento da presença naval chinesa e necessidade de proteção de rotas marítimas. Sem o NSM, os novos LCS poderão entrar em serviço, inicialmente, sem seu principal sistema de ataque superfície-superfície, reduzindo sua capacidade ofensiva até que uma solução alternativa seja encontrada.

A crise também expõe uma tensão crescente no mercado global de defesa: países exportadores, diante de um cenário internacional mais instável, endurecem controles sobre tecnologias sensíveis; compradores, por sua vez, exigem previsibilidade contratual e segurança de fornecimento.■


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Nilo

A Malásia tem conflitos territoriais com China, Filipinas e Indonésia, fica aí a lição a um governo brasileiro, um Estado brasileiro, que descuida das Forças Armadas priorizando diplomacia.

Fábio CDC

Imagine a seguinte situação: . O Brasil tem mísseis similares e é procurado pela Malásia para vender, digamos, umas 50 unidades… A Malásia tem problemas com a China e a China, que é um gigantesco comprador de produtos brasileiros, telefona para o Brasil e diz: . -Se você vender mísseis para a Malásia, eu vou deixar de complar alguns bilhões de seus plodutos, de suas comodities! Portanto, esqueça essa venda agola! . O que o Senhor faria? Perderia bilhões em exportações da noite para o dia ou preferiria ganhar uns centavos com a venda desses mísseis para a Malásia? .… Read more »

Hamom

O rei (Sultão) da Malásia esteve recentemente em Moscou para assistir o desfile do “Dia da Vitória” (09/05) ao lado de Putin, que o recepcionou muito bem.

Some-se a isto o interesse do sultão no SU-57.
Parece provável que isto desagradou “alguém”, que pressionou a Noruega à cancelar o contrato…

Last edited 21 dias atrás by Hamom
Marcelo

Bateu o medo da Malásia entregar 1 unidade do míssil para os russos fazer a autópsia dele (engenharia reversa do míssil ).

M.@.K

Acho que o Nilo se referenciava a uma questão de autonomia militar estratégica, em não depender tanto de fornecedores estrangeiros, como o ocorrido com a Malásia.

Nilo

Correto. O comércio norueguês é fortemente voltado para a Europa, sendo a União Europeia e o Reino Unido seus principais parceiros. O Ministério das Relações Exteriores da Noruega justificou o bloqueio citando um maior rigor nas regras de controle de exportações devido a mudanças no cenário de segurança global e europeu.
Podem se dar ao luxo ante um emergente e dependente, aí são soberanos rsrsr

Fábio CDC

Sim, exatamente, eu entendi o que ele disse e o Vosso comentário está completamente correto. Ocorre que, de qualquer forma, os chineses tem bronca com a Malásia e NÃO desejam vê-los minimanente armados, independente de qual seja a fonte de armamento, Européia ou Brasileira, e fosse Brasileira, como o Senhor Nilo muito corretamente observou, os chineses impediriam da mesma forma.

Jean

Mas existem tantos fabricantes de SSM que é só receber o $ de volta com multa e escolher. Se for europeu, Exocet Block III, Otomat / Teseo, RBS-15 MK-IV, a Turquia já tem seu SSM bem avançado também (está opção provavelmente a mais independente), além da Coreia do Sul (basicamente um Harpoon), enfim algum país vai poder fornecer, talvez o grupo Edge, hehe.

O NSM é provavelmente o mais compacto deles, mas acho que num navio é fácil reajustar o espaço das baias.

rui mendes

Achas mesmo que foi a China que impediu???
Quem impediu, foram as imagens do Sultão em Moscovo e compras de SU-57.

Bernardo

Os chineses não costumam esperar 95% do pagamento pra barrar nada. Fazem tudo muito antes. A tese da China é menos provável que a tese da Rússia. A Noruega barrar venda de qualquer coisa e depois justificar como “equipamento sensível” etc pra quem se aproxima mais de Rússia é uma tese muito viável. A Noruega tem “dinheiro infinito”, não é um emergente que depende da China. Ela tem quase o PIB do Brasil só de fundo soberano numa população de 5 milhão de nego. E o fundo é muito difuso pra ser atingido pela China também. Isso descontando o PIB… Read more »

Skyhawk

Seu raciocínio está correto. 

Mas os chinas dariam graças a Deus se os malaios comprassem os Mansups perna curta. Ainda eles continuariam desdentados.

Last edited 21 dias atrás by Skyhawk
Skyhawk

Os NCM tem alcance de 300km enquanto os nossos só 70km.

Diego

quer comparar mísseis stilingue brazuka que n chega nem a dar cócegas a um tomahawk? vá dormir! Brasil só tem míssel de natal kkkkkkk

Carlos Campos

De onde a China ia tirar tantos grãos para sustentar sua criação de aves e porcos? ela ia reclamar, o Brasil ia parar no lote já pago, e a China que se contente.

Bernardo

SE o Brasil tivesse condições de negociar e visão de Estado. Mas qualquer sanção aqui, seja da China, países árabes, Europa etc, ao agro todo mundo corre pra abrir as pernas. Ao invés de se segurar e deixar eles se fu de inflação e lidarem com a crise interna e ver se consegue algo mais proveitoso ou mostrar força. Esse tipo de coisa não é visto como um ativo estratégico, funciona assim: o Brasil é um cara sempre na iminência de se afogar. Quando acontece uma crise é a equivalência de quando o cara começa a engolir água, bater os… Read more »

Mauricio R.

E os navios Valemax da Vale, impedidos de atracar em portos chineses?
Só foi permitida a atracação, após um acordo envolvendo a COSCO, transportadora logística chinesa.

ln(0)

No caso da China com o Brasil, acho q a China não tem muito o que falar, pois ela depende de nossas commodities. Se ela pudesse deixar de comprar de nós, ela já teria feito para não ficar refém de um único país.
Ao invés disso, ela poderia impedir a venda de produtos industrializados, isso sim poderia forçar uma mudança nessa hipotética venda.

Alexandre Costa

Demonstração típica do porquê devemos investir em independência tecnológica.

deadeye

Porém a solução para a maioria aqui, é importar tudo para não “reinventar a pedra”

Palpiteiro

A questão aqui onde os juros estão a 14% e os custos e prazos de desenvolvimento e produção são o dobro tem sido importar 4 a desenvolver e produzir 1 com o risco de não ter nada.

Skyhawk

É só ver o caso dos gripados, que só pelos juros e atrasos já diminuiu o total de aeronaves, ou daria pra adicionar mais aeronaves no final.

Esteves

São os mesmos 36. O problema é a compensação financeira (multa em forma de juros) prevista no contrato e devida pelo atraso no cronograma.

Só de juros pagamos 2 ou mais aeronaves.

Contrato mal feito e pessimamente gerenciado. Parceiros de negócios não estabelecem multas financeiras em contratos.

Bernardo

Se for ver por esse lado, parceiros também não fazem o que o Brasil fez: receber o dinheiro do empréstimo e não usar nem o dinheiro que recebeu pra pagar as parcelas do “parceiro”, como combinado.
Tirou o consignado pra fazer reforma e gastou com chucheiro

Marcelo

A Coréia do sul comprou o míssil meteor e agora que recebeu os mísseis disse que vai produzir mísseis similares (engenharia reversa) para não depender do produto estrangeiro.
O jogo é pesado e não é para amadores !!!

Mauricio R.

O Gripen só existe no Brasil, devido a ToT que a União comprou pra Embraer usar. O Guarani e o Guacurus só existem no Brasil, devido a ToT que a União comprou da Iveco na Itália, pra Iveco no Brasil usar. As FCT só existem no Brasil, devido a ToT que a União comprou da TKMS, para aquele estaleiro em SC; entre outros usarem. Os kits de helicópteros da Airbus, antes Eurocopter, no início Aerospatiale só são montados em Itajubá, devido a ToT que a União comprou para a Helibrás, aka “Apertaparafusobrás” usar. E aqui um adendo importante, após 50… Read more »

deadeye

E o seu ponto é?

octavio

Ele está doente ou usou droga vencida? O que no mundo hoje é 100% nacional? Pela lógica dele, a Xiaomi não é chinesa porque usa sensores de câmera da Sony que são japoneses. A Samsung não é coreana porque usa chips fabricados na Tailândia e no Vietnã. E a Apple não é americana porque as telas dos iPhones são da LG e da Samsung, as lentes são do Japão e a montagem final é feita pela Foxconn na China e na Índia. O mundo é globalizado!

Rafael Oliveira

100% nacional nem na França os helicópteros são.
Se você acredita que algum dia alguma empresa fabricará um avião, helicóptero, submarino ou navio de guerra 100% brasileiro, é melhor repensar sua análise do mercado.

Bernardo

Sendo justo, apesar de eu achar esses ToT uma m: existem guaranis em outros lugares (poucos, mas existem). “guaicurus” são só o LMV da IVECO, mas com nome daqui (o que é comum pelo mundo) e foram usados em vários países. inclusive, aposentados já em alguns. quanto a 100% nacionalizado: nem nos EUA, onde é OBRIGATÓRIO POR LEI que o equipamento seja fabricado nos EUA, tudo é 100% fabricado nos EUA. Apesar de ser MUITO restritivo (o mais restritivo do ocidente). Seria economicamente inviável. O Brasil não tem indústria. O Brasil não consegue fabricar um cano de 155mm, amigo. Não… Read more »

Mauricio R.

Independência tecnológica começa com o fim das reservas de mercado, que certas empresas desfrutam no Brasil.
E continua com empresas que concebem, desenvolvem e fazem a tecnologia funcionar, não quem vive de ToT.
Vende quem tem produto, competência, desempenho, prazo e preço.

Hamom

Se negar a vender é um direito,
o problema é vender, receber dinheiro, empatar a vida do comprador durante 8 anos e daí renegar o contrato assinado.

Ruim para o país comprador e pro país vendedor, que perde credibilidade…
Vida longa ao MANSUP!

Last edited 21 dias atrás by Hamom
Luiz Cláudio De Araujo Araujo

Nada justifica a atitude da Noruega! Me surpreende muito, prá mim não passa dê um golpe,espero que fique desse jeito pois é uma ruptura de confiança e boa fé nos contratos com o país nórdica que vive vomitando sua civilização moderna e democrático.

Carlos Campos

Uma pena, se tratando de míssil que até o momento está configurado para ataque a navios, é o melhor do mundo,,,,, agora cabe aos Noruegueses devolverem aos Malaios o dinheiro pago com correção monetária e qualquer outro tipo de perda, visto que o Dólar se desvalorizou perante as outras moedas do mundo……… Malásia agora precisará colocar termos bem pesados em caso de descumprimento de contrato, acredito que eles irão de míssil Francês ou outro Europeu, quem sabe TESEO MK2, seria legal um contrato fora da UE, tipo na Suíça, onde um banco automaticamente ressarce o comprador em caso de quebra… Read more »

Esteves

Surgiram especulações em fóruns e redes de defesa sobre a decisão. Talvez uma relação com o equilíbrio geopolítico no Indo-Pacífico, rivalidade EUA-China ou alinhamentos estratégicos(??).

Nenhuma fonte oficial norueguesa, malaia ou ocidental afirmou que Pequim pressionou para cancelar a venda.

Russos? Trump?

Então…a aplicação e a inteligência (integração) do produto é mais importante X produzir parafusos ou lançadores.

Aqui na rua tem uma fábrica de parafusos.

rui mendes

Sim, sim, foram os Russos que pressionaram e como é lógico, a Noruega aceitou, claro.
Ou então Trump, que taxa tudo que compra da Europa, beneficia tudo que não seja Europeu, e a Noruega como agradecimento por estar a ser prejudicada, aceitou parar a venda, para beneficiar quem a tenta prejudicar.
Ou China, essa entào é ainda melhor, porque ia a Noruega aceder, ao pedido de um país, que fica do outro lado do mundo e não tem nenhuma ligação especial, e que é um concorrente por mercado??

Adriano Madureira

Acho que agora Kuala-Lumpur sabe que não é bom confiar em parceiros comerciais, principalmente em alguns europeus cheirosos… Alguns aprenderam com seus erros! Algum tempo atrás a Turquia adquiriu a licença para produzir sua própria versão do obus sul-coreano K-9 Thunder, renomeada para T-155 Fırtına.  O design utilizava a mesma estrutura,o chassi e o sistema de armas da Coreia do Sul, enquanto a Turquia desenvolveu localmente a torre e a eletrônica. Originalmente, o K9 Thunder (e os primeiros protótipos do tanque turco Altay) utilizava motores diesel e sistemas de transmissão fabricados pela empresa alemã MTU. Por ter uma política rígida… Read more »

rui mendes

A Europa não é, nem de longe, nem de perto, a campeã de recusas de vendas militares, mesmo depois de receber parte do dinheiro, não é, mas é a que mais criticas gera, porque será??

Paulo

Pra quem duvidava das restrições sobre venda de materiais sensíveis de defesa, o caso é ilustrativo. Misseis anti navio estão dentro da categoria. Seria o caso do mansup er, que se enquadraria como substituto do missil negado aos malaios. Sim, a venda poderia sofrer restrições, se fosse vendida pela SIATT, mas nada impede que a SIATT repasse os misseis para a EDGE dos EAU, e este os revenda para a Malásia. TJs da turbomachine também poderiam sofrer restrição, mas a empresa de sj campos também tem um acordo de fornecimento para a EDGE group. Comércio triangular serve pra isto. Driblar… Read more »

Mauricio R.

“…mas nada impede que a SIATT repasse os misseis para a EDGE dos EAU, e…”

Sem a anuência do governo brasileiro e da MB?
Talvez, quem sabe.
Agora contrariar interesses franceses ante uma hipotética venda de MM-40 BLK-3, ai eu queria ver.
Até pq o autodiretor  do Mansup é “francês” de São Bernardo do Campo, fabricada pela Omnisys, filial tupiniquim da Thales.
 

Paulo

A Omnisys fabrica um monte de coisas, inclusive sob licença do IP da marinha, como é o caso do MAGE defensor MK3 que equipa as FCT, e o NDM Bahia. Também fabrica o MK4 para os Sbr e o futuro SNBr, e o MK5 que equiparâ o futuro avião de vigilância naval da FAB. Também fabrica o radar de acompanhamento de trajetória do MTC 300 e o futuro MBT 100, este, sob licença do IP do EB. Este sistema do Mansup é da Omnisys mesmo ou é também uma licença de algum instituto de pesquisas dos fardados? Se não for,… Read more »

octavio

Sério, ou eu estou ficando louco ou as redes sociais enlouqueceram grande parte da população brasileira. O pessoal lê uma notícia de um país cortando a venda para o outro — mesmo com a compra já tendo sido paga — e o povo quer que o Brasil pare de fabricar os seus próprios produtos, dizendo que são ‘lixos imprestáveis’, e passe a comprar os ‘excelentes’ de fora, que podem ter sua venda suspensa a qualquer momento. Dizem: nada no Brasil é 100% nacional. Mas o que no mundo é 100% nacional? Dizem que o Brasil só ‘aperta parafuso’. Se você… Read more »

Adriano Madureira

E falando em misseis: Multinacional de armas dos Emirados aumentará produção no Brasil. Edge Group, sócio de empresas no país, fará câmeras corporais e ampliará produção de mísseis no interior paulista. O Edge Group ampliará a produção de equipamentos de segurança e armamentos no Brasil em 2027, disse o CFO (chefe da área financeira) global da empresa, Rodrigo Torres.  A empresa tem sede em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. No Brasil, tem 51% da Condor, que produz armas não letais em Nova Iguaçu (RJ). E 50% da SIATT, que produz mísseis em São José dos Campos (SP). Os sócios… Read more »