Austrália opta por submarinos nucleares usados dos EUA no AUKUS para reduzir custos e simplificar operação

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USS Virginia (SSN 774), 2003

USS Virginia (SSN 774), em 2003

A Austrália decidiu comprar apenas submarinos nucleares usados da classe Virginia, dos Estados Unidos, como parte do acordo AUKUS, abandonando o plano anterior de adquirir ao menos uma unidade nova. A mudança foi defendida pelo ministro da Defesa australiano, Richard Marles, como uma forma de reduzir custos e simplificar a transição da Marinha Real Australiana para a operação de submarinos de propulsão nuclear.

O plano original previa a compra de dois submarinos usados e de um novo da classe Virginia. Agora, Camberra pretende adquirir três unidades “em serviço” da Marinha dos Estados Unidos. Segundo Marles, a decisão coloca “um prêmio na simplicidade” e permitirá economias significativas, embora não altere de forma fundamental o custo total do programa AUKUS, estimado em pelo menos 370 bilhões de dólares australianos ao longo de várias décadas.

“Estamos tentando encontrar todas as opções custo-efetivas enquanto avançamos por esse caminho”, afirmou Marles à margem do Shangri-La Dialogue, em Singapura. Segundo ele, a escolha representa uma contribuição financeira útil ao custo global do programa, mas o principal objetivo é reduzir a complexidade.

A lógica do governo australiano é evitar que suas tripulações precisem operar dois modelos diferentes de submarinos norte-americanos antes da entrada em serviço do futuro SSN-AUKUS, classe que será desenvolvida em parceria com Reino Unido e Estados Unidos e construída também na Austrália. Com três submarinos usados da mesma geração operacional, treinamento, manutenção, logística e doutrina tenderiam a se padronizar.

A primeira unidade da classe Virginia deverá chegar à Austrália em 2032, com as demais sendo entregues a intervalos de aproximadamente quatro anos. O primeiro submarino construído na Austrália no padrão SSN-AUKUS só deverá estar pronto para operação por volta de 2042.

Marles afirmou que o cronograma do AUKUS continua sendo considerado alcançável por Canberra. “Buscar simplicidade está no centro da razão pela qual seguimos esse caminho”, disse o ministro.

Até a chegada dos submarinos nucleares, a Austrália continuará dependendo de sua atual frota de submarinos convencionais da classe Collins, com cerca de 30 anos de uso. As seis unidades construídas em Adelaide terão sua vida útil estendida por aproximadamente mais uma década para evitar uma lacuna de capacidade.

O programa AUKUS é considerado o maior e mais ambicioso projeto de defesa da história australiana. Além da compra inicial de submarinos norte-americanos, o acordo prevê a construção de uma futura frota de submarinos nucleares de ataque SSN-AUKUS, baseada em projeto britânico e com tecnologia norte-americana.

Apesar da mudança para submarinos usados, o programa continua enfrentando um desafio central: a capacidade industrial dos Estados Unidos. Os estaleiros norte-americanos produzem atualmente entre 1,1 e 1,2 submarinos da classe Virginia por ano, abaixo da meta anual de 2,33 unidades considerada necessária para atender simultaneamente às demandas da Marinha dos EUA e ao compromisso com a Austrália.

Marles, porém, afirmou ter confiança de que a produção norte-americana atingirá os níveis necessários. Segundo ele, cerca de 200 trabalhadores australianos já estão em Pearl Harbor, no Havaí, contribuindo para a manutenção e preparação de submarinos Virginia da Marinha dos EUA. Esse esforço faz parte da estratégia para aumentar os dias de mar da frota norte-americana e, ao mesmo tempo, capacitar mão de obra australiana para operar e sustentar submarinos nucleares.

A decisão foi anunciada após reuniões de Marles com seus homólogos dos Estados Unidos e do Reino Unido, Pete Hegseth e John Healey. O encontro também reforçou a dimensão tecnológica do AUKUS, incluindo iniciativas voltadas a sistemas submarinos não tripulados e proteção de infraestrutura crítica no fundo do mar.

Embora o ministro tenha destacado a economia e a simplicidade operacional, a mudança deverá reacender o debate político na Austrália. Críticos do AUKUS argumentam que o país está assumindo custos elevados para atender principalmente aos interesses estratégicos dos Estados Unidos no Indo-Pacífico. Defensores do programa afirmam que a propulsão nuclear é essencial para dar à Austrália capacidade de operar a longas distâncias, com maior discrição e permanência submersa, diante da crescente competição naval com a China.

Marles procurou relativizar o peso financeiro do AUKUS, afirmando que o custo do programa corresponde a cerca de 0,15% do PIB australiano ao longo de sua vigência. Para o governo, o investimento é necessário para garantir uma força submarina capaz de operar em profundidade no Indo-Pacífico e contribuir para a dissuasão regional.

A opção por submarinos usados da classe Virginia representa, portanto, uma mudança pragmática no caminho australiano para a propulsão nuclear. Ao reduzir a variedade de plataformas no período de transição, Camberra busca diminuir riscos de treinamento, manutenção e integração, ao mesmo tempo em que tenta preservar o cronograma de uma das apostas estratégicas mais importantes da aliança AUKUS.■


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Marcos

E assim cai por terra, ou por mar, a alegação de ser a força submarina mais moderna do Hemisfério Sul…

Carlos Campos

Ué pq? quem é mais forte que eles no hemisfério sul?

Marcos

A MB se auto intitula a maior/mais poderosa!

Santamariense

Com a entrada em serviço dos 3 Virginia na marinha australiana, mesmo com o ainda incerto e não sabido subnuc brasileiro também entrando em serviço, eles estarão melhores que nós.

Jadson S. Cabral

Se entrarem

Carlos Campos

Faz muito muito tempo que a MB podia usar esse título.

Jadson S. Cabral

É que isso aí não vai pra frente

Sergio

E quem é mais que a Austrália no hemisfério sul? Forca submarina ou não?

Parceiro, tu conhece a história militar e a capacidade dessa gente?

Thrash Metal

0,15% do PIB a mais em investimento nas Forças Armadas Brasileiras daria por volta de 3,6 bilhões de dólares por ano.
O gasto atual é de cerca de 1,1% do PIB, com esses 3,6 bilhões de dólares passaria para 1,25%

Isso a longo prazo, 15 anos de investimento por exemplo, consegue modernizar o EB, FAB e Marinha tranquilamente

Alex Barreto Cypriano

O GF acabou de cortar/contingenciar/bloquear vários bilhões dos gastos discricionários da Defesa. Aqui: https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/05/30/governo-detalha-bloqueio-no-orcamento-ministerios-da-defesa-cidades-e-educacao-lideram-cortes.ghtml Austeridade do arcabouço fiscal vale pra todo mundo, inclusive militar. Os tais calculados 3,6 bi de dólares (18 bilhões de Reais, que ainda é a nossa moeda oficial) a mais por quinze anos não modernizaria nada pelo simples motivo de que fomos obrigados ao atraso por aquela entidade chamada capitalismo e sua divisão internacional do trabalho. Sobra ilusão até pros ianques, que acham que enterrar dinheiro no seu CIM vai parea-los com a produtividade chinesa: falam já em reconstruir a US Navy! Fim de linha pra… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Alex Barreto Cypriano
Joao

A culpa é do capitalismo?????
Hahahahaahhaahahahahhahah

Alex Barreto Cypriano

Pode acreditar que é. O capitalismo existe na guerra e na paz, na saúde e na doença, na ascensão e na queda. E ele não depende de povo ou nação nenhuma pra existir – ele faz com esses o que ele quer de acordo com sua própria cegueira e compulsão fetichista. Só não entende esse horror quem vive dando gargalhada de deboche, como hiena ao redor dos moribundos.

Fábio Mayer

O capitalismo existe até na China… e lá, austeridade e arcabouço fiscal são bem mais sérios que os das terras tupiniquins, onde se gasta bastante para comprar votos! Ops!.. lembrei que na China não tem eleições… nem votos, para comprar e isso facilita bastante a vida dos governantes deles, que podem exigir a jornada de trabalho que quiserem, dos seus cidadãos. Mas não adianta culpar o capitalismo por ser capitalista. Arcabouço fiscal, austeridade fiscal, estabilidade fiscal são capitalismo em essência, porque ele depende de inflação baixa, consumo, renda e produtividade, coisas que o socialismo não consegue oferecer. Não conseguiu nem… Read more »

Alex Barreto Cypriano

Se trabalho é insulto, então o brasileiro (precarizado, mormente) é um dos povos mais insultados do mundo, e não comemoro 5:2-40h que não teve origem em política organizada mas em mídia social (o drible ainda se fará evidente). Mas a parcela que influencia e dita modismo é justamente aquela que menos trabalha, daí o seu coletivo gritinho orgasmico ‘sextou!’ e sua fixação em viver de renda através do culto as companhias de administração de investimentos. Austeridade fiscal é formula neoliberal pós 1980 – antes não era assim porque o capitalismo mudou do industrial pro financeirizado. Ainda se produz o lucro… Read more »

Santamariense

O capitalismo tem um monte de defeitos, concordo contigo. Mas, dê-nos uma alternativa a ele.

Alex Barreto Cypriano

Não espere muito do fim do mundo, Santamariense.

Sergio

Exatamente!

André Macedo

Alguém realmente acreditou que o plano era viável no prazo que eles colocaram?

Rubens

Ainda sim será a mais moderna no Hemisfério Sul , a marinha australiana , aqui ainda estaremos sonhando e adianto.

J R

ser o melhor do hemisfério sul é ser o mais rico dos mendigos, embora a Austrália não seja, ela é novo rico que mora na periferia.

Iran

A Marinha Australiana é uma marinha de respeito no que tange meios.
A Brasileira já foi um dia.

Last edited 1 mês atrás by Iran
Sergio

Austrália é uma potência militar, amigo!

Uma extensão feliz e poderosa do império britânico.

Um dos ” Five eyes”.

Soldados excepcionais!

J R

onde foi que escrevi algo diferente disso?

Aéreo

Daqui a pouco a Austrália anuncia que também vai contratar tripulantes dos EUA para reduzirem os custos e riscos do programa AUKUS. 

Irá funcionar assim, o tesouro australiano mensalmente irá enviar ao tesouro norte americano um valor a ser estipulado, que cobre os custos de manutenção dos submarinos e da sua tripulação.

Joao

A Marinha da Austrália já está recrutando estrangeiros em troca de cidadania.
Já há ex-MB lá.

Pedro

Não é na Marinha da Austrália, mas tenho conhecida, que serviu ao meu lado na PMESP que largou tudo aqui e hoje serve na Polícia de Perth

Sergio

Trocar o favelizado e violento estado de São Paulo e a pobre PM Paulista pela Austrália…

Transmita minhas mais sinceras congratulações a essa tua conhecida.

Competência é competência.

Alex Barreto Cypriano

São tão necessários lá como nunca foram aqui. De fato, mesmo sob uniformes e juramentos vige o ubi bene ibi pátria…

Sequim

E há aqueles que adoram falar mal do Brasil o tempo inteiro achando que a Coréia do Sul conseguirá fabricar um submarino nuclear em 15 anos, como anunciado recentemente. Não será surpresa alguma se o projeto subnucl coreano for um Aukus 2.0

Hamom

A Coréia do Sul é mais capacitada do que a Austrália para construir um sub nuclear, tanto sua indústria naval como suas capacidades tecnológicas superam as da Austrália.

Se ambos os países estiverem recebendo o mesmo apoio dos EUA nesta questão, os sul coreanos provavelmente serão mais eficientes…

Last edited 1 mês atrás by Hamom
Undergound

CS desenvolveu seu próprio caça de quinta geração e já começa a trabalhar no de sexta geração. República Democrática Socialista de Banânia do Sul segue tentando incorporar o décimo caça de um programa que começou trinta anos atrás.

Carlos Campos

Eles tem larga experiencia em reatores, enriquecimento de Uranio, agora eles vão fazer uma em miniatura, não duvido nada eles cumprirem esse tempo, além de fazerem um reator que vai passar mais de 10 anos sem ser trocado ou reabstecido, quem sabe um que dure 30 anos como os americanos fazem, enquanto o nosso precisará ser reabstecido a cada 7 anos.

Felipe Augusto

Nós poderiamos fazer um que durasse 30 anos também, não é falta de conhecimento ou tecnologia que impede, é uma decisão talvez mais política do que técnica. Os nossos reatores serão abastecidos com LEU, os americanos e ingleses, que não precisam de reabastecimento, usam HEU, o mesmo tipo que é usado em armamentos, se já estamos enfrentando resistência internacional usando LEU imagina se tivéssemos decidido usar combustível enriquecido ao nível de artefatos nucleares. A França tem armamentos nucleares e tecnologia avançada, poderia usar HEU em seus submarinos, mas como eles optaram por usar LEU, os submarinos franceses também precisam ser… Read more »

Carlos Campos

Olha, por justamente estarmos enfretando problemas safados, vindo AIEA, melhor seria peitar eles, e fazer o subnuc com HEU, mais econômico, a França poderia dar um pouco HEU no projeto para que o Brasil não tivesse que estocar muito HEU, com acompanhamento dos Argentinos é claro….

Augusto Cesar

Desses 3 países, qual deles qual tem mais experiência em operar e fabricar reatores nucleares? Qual deles tem mais experiência na construção de submarinos? Por fim, qual desses três tem mais uma indústria de defesa mais robusta?

Fábio Mayer

A Coreia do Sul conseguirá antes de 15 anos, porque não têm os governantes brasileiros. E digo mais: arrisca a Coreia do Norte conseguir até antes, com ajuda ou não da China.

sub urbano

Vai murchar ainda mais. Eles não tem cacife para subnucs, é simples assim. Sempre disse isso aqui. E ainda tem patetriotas q comparam com o nosso programa de subnuc autócne. O Brasil tem um reator desenvolvido aqui.

Last edited 1 mês atrás by sub urbano
Verluno

Tem?

Undergound

Ô, se tem!!!
Secretamente não estão trabalhando em um reator de fusão nuclear também.
Temos também foguetes, aeronaves de quinta geração. Coisa de loco!!

sub urbano

O reator está no Labgene. O subnuc terá um igual. Nosso programa é muito melhor q o dos australianos. A compra deles é de prateleira, o nosso é herança de um grande programa cientifico da ditadura militar.

Santamariense

“Eles não tem cacife para subnucs,…”

E o Brasil, tem? Quando entrou em operação o nosso subnuc? Hehehehe…

Compara a marinha australiana e a brasileira…

sub urbano

Nao to comparando meios de superficie… Estamos falando de submarinos nucleares. O programa nuclear brasileiro é muito mais desenvolvido q o Australiano. O subnuc brasileiro é um programa muito mais maduro.

Santamariense

Sim, muito maduro o nosso programa. Só que de tão maduro já está apodrecendo.

“O primeiro submarino construído na Austrália no padrão SSN-AUKUS só deverá estar pronto para operação por volta de 2042.”

Desse prazo eu não duvido. Mas, quanto ao subnuc brasileiro, você apostaria um valor considerável em alguma data para sua entrada em serviço? Será que estará operacional antes do SSN australiano?

Henrique A

É tão maduro que já está caindo de podre… lá se vai 40 anos enquanto o resto da frota definha.

Fábio Mayer

Aquele reator que faz 40 anos que não sai da fábrica por falta de verbas?

ChinEs

serão 8 SSGN Virginia ou serão 5 ?

Dalton

O texto menciona 3 ^SSN^ classe Virginia que deverão ser entregues entre 2032 e 2040 daí para frente gradativamente serão incorporados os construídos na Austrália que não serão cópias do ^Virginia^. . Quanto ao termo ^SSGN^ pode se que os australianos o adotem já que usam ^SSG^ para os seus atuais convencionais o que foge completamente da prática de outras marinhas mas aí é modismo deles. . Já a US Navy por enquanto manterá o ^SSN^ mesmo para os ^Virginias Block V^ e seguintes que tenham a capacidade adicional de 28 ^Tomahawks^ em 4 grandes silos atrás da ^vela^ capazes… Read more »

uai uai

Belas fotos

Alex Barreto Cypriano

Os aussies, entre usar os Collins por 40 anos e pegar uns usados Virginia ianques, vão ficar a ver submarinos. A história ensina que não se entra em barco furado e o barco ianque está um queijo suíço.

Dalton

Não havia opção Alex… não uma realista e em último caso aceitar uma diminuição de capacidade que seja temporária.
.
Seja como for mais importante que 3 ^Virginia^ serão os construídos na própria Austrália e ao menos no papel por enquanto os demais benefícios já que o ^AUKUS^ não limita-se apenas aos submarinos embora seja o principal.
.
Pelo menos 10 anos serão necessários para que tenhamos uma real ideia se o acordo estará bem encaminhado ou não.

J R

Pé na bunda da Inglaterra que agora não vai ganhar nada com a compra de submarinos usados.

Dalton

O plano era e continua sendo adquirir 3 dos EUA só que ao invés de 2 usados e 1 novo de fabrica serão 3 usados, mas ainda não se sabe o quanto estarão usados^.
.
A ^Inglaterra^ deverá projetar os submarinos que serão construídos na Austrália e que também serao construídos por ela própria que gradualmente substituirão os da classe Astute.

Glaucus Lima

O que me chamou a atenção foi o prazo para a entrega do AUKUS autralianos. 2042 se tudo der certo!

JBorges

Gosto de ver os comentários e ver que Nelson Rodrigues tinha razão: temos um grande complexo de vira-latas! Uma boa parte dos comentários dos participantes deprecia o Brasil sempre, independente do que fazem. O fato de estarmos desenvolvendo um submarino nuclear é, em si só, uma grande conquista tecnológica, uma aquisição de conhecimento absurda…..mas tudo isso é ignorado! Comprar submarinos usados é mais uma imposição de quem vende do que de quem compra. É o famoso “te satisfaz com isso aí”…. Nossas FFAA precisam, urgentemente, rever coisas como o excesso de pessoal inativo, privilégios indefensáveis….Precisam focar no profissionalismo, no seu… Read more »

Alex Barreto Cypriano

Dizer que desenvolvemos um submarino nuclear por muitas décadas é mais um modo de dizer que não conseguimos terminar o que começamos, as vezes por ninharia como uma turbina a vapor. E o quê você faz com os inativos das FAs? Mata pra não ter que pagar pensão? Existe dissuasão crível ao alcance frente a defasagem tecnológica e econômica na hierarquia de Estados centrais e periféricos? Sic semper: as soluções clichê inaplicáveis vão de par com a crítica clichê sobre ‘complexo de viralata’.

JBorges

O que fazer com os inativos das FFAA? Simples, quem é efetivamente inativo e seus beneficiários (leia-se cônjuges) continuam recebendo…. Filhas ‘solteiras’ (e ainda há MUITAS) corte-se o benefício! O cidadão comum não tem essa regalia. Minha mãe recebe pensão desde o falecimento de meu pai….quando ela falecer (espero que demore), acabou o benefício! Simples. Vida de todos os cidadãos normais. Nós estamos trabalhando agora no desenvolvimento de uma tecnologia aplicada ao uso de um submarino. Isso é um ganho tecnológico e de conhecimento. Se você não consegue entender isso, lamento. Chamar de complexo de vira latas é clichê?! Talvez,… Read more »

Fábio Mayer

Os governantes brasileiros são responsáveis por isso, não os cidadão. O complexo de vira-latas aparece primeiro, sempre que um juiz ganha 10 vezes acima do TETO constitucional e, ao mesmo tempo, não há dinheiro para pagar um programa militar de 40 anos.

GOES

Disse tudo
👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

Helano

mais facil, palmas pro Brasil… ufa ate que em fim…!!!!!

Carvalho2008

Isto aí não vai dar em nada….no máximo , 1 ou 2 subnukes serão arrendados, de forma parecida ao que a Índia fez com a Rússia.

Se a França é o Brasil fossem mais espertos, fariam uma versão do Riachuelo equipado com o pequeno reator AMPS e ofereceria a Austrália….dariam a volta nos americanos e ingleses….

Abymael

Eles cancelaram o acordo com a França e tiveram que indenizar o Naval Group em mais de meio bilhão de euros, para acabar nisso. Trocaram submarinos convencionais novos, que seriam construídos na Austrália (maioria), por isso. Difícil compreender certas decisões, mas quando a política entra no meio, tudo pode acontecer.

J R

o governo australiano a anos fala amém pra tudo o que os EUA ditam, é a opção deles.

Carlos Campos

Política e corrupção, tá mais do que na cara que tudo na Australia, anda, mas anda por meio de corrupção