AF-1 em São Pedro de Aldeia

 

Um detalhe de uma imagem aérea feita pela Marinha dos EUA em 12 de setembro de 2022 chama a atenção ao mostrar uma fileira de aeronaves militares armazenadas ao ar livre na área da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, no Rio de Janeiro, principal centro da Aviação Naval brasileira.

Na imagem, é possível identificar um conjunto de jatos de ataque AF-1 Skyhawk, alinhados lado a lado, além de duas fuselagens de helicópteros Super Puma desativadas. A cena sintetiza diferentes fases da história recente da Aviação Naval da Marinha do Brasil: de um lado, os caças adquiridos para operar a bordo de navios-aeródromo; de outro, os helicópteros que marcaram décadas de operação embarcada.

Os AF-1 Skyhawk, designação brasileira dos A-4KU e TA-4KU adquiridos do Kuwait, foram incorporados à Marinha do Brasil no fim da década de 1990. A compra representou um marco histórico: o retorno da operação de aeronaves de asa fixa pela Aviação Naval.

Esses caças passaram a compor o 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque, o Esquadrão VF-1, sediado em São Pedro da Aldeia. Sua chegada estava diretamente ligada ao esforço da Marinha para operar uma aviação embarcada de asa fixa, primeiro com o NAeL Minas Gerais e depois com o Navio-Aeródromo São Paulo.

Helicópteros do USMC voando em São Pedro de Aldeia, em 2012. No canto inferior direito os AF-1 da Aviação Naval armazenados

Durante sua trajetória, o AF-1 tornou-se símbolo da ambição brasileira de manter uma capacidade aeronaval de maior complexidade, baseada em operações a bordo de navio-aeródromo. A operação desse tipo de aeronave exigia infraestrutura, doutrina, manutenção especializada e formação de pilotos navais, características pouco comuns na América do Sul.

A imagem ilustra os desafios enfrentados por esse segmento. Parte da frota original não seguiu para modernização ou permaneceu em condição de armazenamento, servindo como fonte de peças, reserva estrutural ou material destinado ao descarte, à preservação ou à eventual exposição. Alguns dos aviões da foto de 2022 já viraram monumentos em bases da Marinha.

Jatos AF-1 Skyhawk a bordo do NAe São Paulo, em 2002

A Marinha modernizou parte dos AF-1, dando origem às versões AF-1B e AF-1C, com novos aviônicos, sistemas de navegação e comunicação, além de melhorias estruturais. Ainda assim, a retirada do serviço do porta-aviões São Paulo reduziu drasticamente o papel original desses caças, que passaram a operar apenas a partir de bases terrestres.

O próximo desafio será encontrar um tipo de aeronave que possa substituir os AF-1 para manter o Esquadrão VF-1 em operação.■

Os AF-1 modernizados continuam apoiando as operações da Esquadra voando a partir de terra


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Ricardo Pinto

Olha “armazenar” não é largar ao ar livre sob influencia da maresia, sereno outros agentes do tempo… Estão largados mesmo.

MC Silva

Já eram obsoletos quando foram adquiridos, há c. de trinta anos…

Salomon

Tudo bem que não eram a melhor coisa, bem longe disso. Mas poderiam ter sido tratados com mais profissionalismo e capacidade. Foram 20+3. Reformava uma parte, talvez uns 10, deixava o resto como fonte de peças. Teríamos alguma coisa. Mas ficou uma coisa estranha, nebulosa, ainda entraram os Traders e aquele acidente até hoje não explicado, ou pelo menos com conclusões não divulgadas totalmente. O São Paulo então…

Marcelo silva

Isso aconteceu. Foram usados até o limite viável do custo operacional. Chega um momento que não compensa mais manter e se torna inservível.

Angus

“Armazenar” fica por conta da informação da reportagem.

Pelas fotos é possível perceber que foram retiradas todas peças e partes que poderiam ou foram usados.

O que sobrou foi colocado em uma área como se sucata fosse.

Não sei se é possível vender como sucata ou se desfazer.

Santamariense

Já foram…hoje não tem mais nenhum naquele local.

Jalin

Quem já esteve na briosa sabe a onça que era de aeronaves a zempz anos…kkkk

Santamariense

Estavam largados .. hoje não tem mais nenhum naquele local, nem AF-1 e nem Super Puma. Alguns viraram monumentos e outros viraram panela.

Marcos

Entulhados, isso sim!
Daqui a pouco vem uma notícia de:
“A MB lançou projeto de revitalização…”

José Joaquim da Silva Santos

A maior fraude que já teve na MB: essa navio-sucata e esses aviões-sucata, assim como o ‘ressurgimento’ da aviação naval. Um verdadeiro escárnio com os recursos da defesa.

Rafael Oliveira

Se somar o que foi gasto com Nae São Paulo, AF-1 e Traders e respectivas tripulações o prejuízo aos cofres públicos fica na casa dos bilhões de reais. Provavelmente seria suficiente para mais 4 Tamandarés, mas preferiram brincar de Top Gun.

Dalton

Não necessariamente pois ao invés do NAe e dos aviões – muito tentadores para deixar de lado na época – outras aquisições teriam sido feitas no fim da década de 1990 e se teria que pagar para manter.
.
O erro é olhar para o passado com os olhos do presente, pois na época fez todo sentido substituir o ^Minas^ por um NAe que serviria de ponte até um novo estar em fase adiantada de construção por volta de 2015 .

Mateus

Deveriam mesmo era ter comprado o USS Independence ( CV-62 ) dos Estados Unidos ao invés de comprar o FS Foch que já tava em péssimas condições, era só mandar um cara desenrolado pra casa Branca que os americanos vendiam

Last edited 1 mês atrás by Mateus
Dalton

Aparentemente houve uma conversa entre as marinhas americana e brasileira, que nem alcançou grande público tanto que uma vez perguntei em um blog americano sobre isso e não sabiam e/ou acharam improvável . Na real a marinha brasileira não teria meios de operar um ^Super Carrier^ mesmo degradado a duas catapultas, sabe-se lá onde seria docado para manutenção, que investimento teria que ser feito em infraestrutura para no fim operar com 12 A-4s desde que os 18 em condições de vôo fossem modernizados. . Outra pérola que soube é que além do ^Independence^ teria sido ofertado 2 ^Spruance^ 4 ^Oliver… Read more »

José Gregório

Eu tb soube disso, mas infelizmente a velha ladainha impera: é caro, não temos recursos, manutenção cara, muito investimento e etc…Se o mundo fosse assim ninguém comprava Ferrari, Lambo, McLaren…é caro de manter, diriam…

Dalton

Além de ser ^caro^ o grau de percepção de ameaça é baixa, diferente de alguns de nossos vizinhos que tem disputas de fronteiras ou países que fazem parte de Alianças e tem obrigações uns com os outros então fica difícil justificar um investimento maior em forças armadas em detrimento de programas sociais por exemplo.
.

Jabulani Teimoso

“Acredito que o melhor programa social é um emprego”.
Ronald Reagan, ex presidente dos EUA.

Marcelo Freitas

Lá também tem bolsa família.
Não si engane com palavras lançadas ao vento.

Abymael

era só mandar um cara desenrolado pra casa Branca que os americanos vendiam
Só.
Que fácil.
Por que ninguém pensou nisso na época?

Leandro Costa

Mateus, na época em que se comentava que estávamos de olho no Kitty Hawk, a verdade é que este, além de maior que o São Paulo, estava em pior estado. Fora que gente da USN me disse que não tinham ‘costume’ de vender porta-aviões. De fato, já o fizeram no passado, mas apenas para antigos CVL’s, salvo engano. Nenhum ‘super carrier’ foi passado para Marinhas amigas.

Rafael Oliveira

Mas no final dos anos 90 o que sugeria que teríamos condições de construir um NAe em 2015 e ter um destacamento aéreo moderno para ele?
Nem o FX-1 estava andando direito e acabou sendo cancelado na década seguinte. A Barroso coitada demorou 14 anos para ficar pronta.
Foi uma coletânea de erros em especial a insistência em consertar o NAe SP durante mais de dez anos em que ele ficou moribundo.

Dalton

A ^Barroso^ em 1999 ainda não havia virado um ^escandalo^ , talvez a ^ficha tenha caído ^ uns poucos anos após a compra do ^Foch^ mas até então parecia promissor manter o NAe por 15 anos , modernizar os 18 A-4s que vieram em condições de vôo e contar com a França para construção de um novo.
.
Fez sentido para mim mesmo que por pouco tempo e para muitos que não comentam mais aqui houve até algum debate sensato que envolveu pessoal da marinha.

José Joaquim da Silva Santos

Exatamente isso de sonho de Top Gun, na época li uma revista que tinha a entrevista com um dos aviadores que foram pros EUA fazer o curso, e o cara disse que entrou de carro lá ouvindo aquela música chata do filme… Aff. Tá lá, é só conferir quem tiver.

Palpiteiro

Cadê o TCU?

Marcelo Freitas

Você tem razão.
O TCU não viu a fraude do banco máster.
O presidente do banco central :Roberto campos neto (indicado de bolsonaro) também não viu a fraude do banco máster (maior fraude da história.).
Mais o leão( imposto de renda) você cai na malha fina por causa de 1 real não declarado.

fabio

Exatamente! Bom dia!
O TCU , a presidência dessenorgao está ligada diretamente ao Poder executivo, daí, ovque se esperar de uma situação dessas , cumplicidade e vistas grossas nas sequências de gastos abusivos
O dia em que o TCU for constituído como órgão independente, aí sim, teremos um órgão regulador desses abusos

Abymael

Pelo amor de Deus, pesquise antes de falar esse tipo de bobagem!
Verifique de onde vem os componentes dos Tribunais de Contas, seja da União ou dos Estados, e tire as suas próprias conclusões…
Leia os arts. 70-75 da Constituição Federal, meu amigo.

Rodrigo

Enquanto n parar com esta m… de Lulla vs Bolsonaro não sairemos do lugar.

O que ambos merecem é a lata de lixo da história.

Santamariense

Exato!!

Augusto Cesar

Comentário mais sensato!!!!

Wellington S.

Os caças e o Nae São Paulo eram operacionais se tivesse uma guerra eles estariam de prontidão.

Rafael Oliveira

Só por uns anos. O NAe SP mal conseguia sair da baía de Guanabara depois de uns anos .

E os caças com bombas burras seriam praticamente inúteis nos anos 2000. Nem um míssil antinavio a MB comprou para ele .

Esse “poderio” da MB era inferior ao da Argentina na década de 1980. Gastamos bilhões para ter uma capacidade inferior a da Argentina 30/40 anos atrás.

Jabulani Teimoso

Sim, prontidão pra serem derrubados e afundar. Kkkk

Alex Barreto Cypriano

Que exagero: os Skyhawk e o NAe, juntos custaram 82 milhões de dólares: 70 milhões pelos caças em 1.998 (digamos uns 80 milhões de Reais) e 12 milhões pelo ex Foch em 2.000 (uns 24 milhões de Reais). Somou 104 milhões de Reais. Jogue a inflação acumulada desde 1998 em cima, uns 500%, e teremos 624 milhões de Reais. Duplique ou triplique esse valor, pelo custo das atualizações, combustível, formação de pilotos e mecânicos, munições, etc, e ainda assim não chega ao custo de uma única Tamandaré. Cada Tamandaré saiu por 2,5 bilhões de Reais, sem acrescentar o déficit de… Read more »

Henrique A

Mesmo que não fosse possível comprar uma fragata moderna com o dinheiro gasto nessas aquisições esse dinheiro ainda poderia ter feito muita diferença, por exemplo esse valor seria mais que suficiente para renovar todos os DNs.

Rafael Oliveira

As tripulações alocadas no NAe por décadas recebendo soldo e depois indo para a reserva não entraram na sua conta. As tentativas te conserto do NAe também custaram uma fábula. Até para afundar aquela joça a MB gastou 37 milhões de reais. Modernização do A-4 pela Embraer: US$ 106 milhões. Modernização dos Traders pela March: US$ 167 milhões e nenhum avião ficou pronto. Esses são os valores iniciais. Não sei se a MB não teve que pagar multas por descumprimento. Ponha as.viagens e diárias para fiscalização do contrato nos EUA. Coloque alguns milhões para formar cada piloto na USN. Aí… Read more »

Salomon

Ou há mais coisas,,,os Traders por exemplo, são inexplicáveis..de onde vieram, para onde foram..

Gilberto

Então… como é possível, após tantos anos, não ter sido divulgada qualquer informação sobre isso…
E não digo nem comunicado oficial da MB, mas sim uma simples informação de alguém que tomou conhecimento sobre o destino desses Traders.

MMerlin

Segundo o portal da transparência, o valor de compra das células e modernização somado ao custo de manter o GFRA-Trader (Grupo de Fiscalização e Recebimento das Aeronaves C-1A Trader), que ficou na sede da Elbit (San Antônio, Texas) durante toda execução do contrato, girou na casa dos R$ 191 milhões. É muito, mas muito dinheiro. Salvo engano, apenas 4 celulas seriam atualizadas. As outra 4 ficariam como fonte de pecas de reposição. É preciso levar em consideração que as aeronaves não passariam por uma modernização normal. Seriam praticamente reconstruidas, uma vez que haviam sido construídas na década de 50. Mas… Read more »

MMerlin

Correção. O valor gasto com a equipe de fiscalização do contrato não está incluindo no valor que mencionei, um vez que estão diluídos no orçamento na MB.

Mas é fácil, somando custos soldo no exterior, indenizações e auxílios, com diárias, deslocamento e auxílio administrativo, durante boa parte da vigência (pouco mais de 11 anos) ter alcançado pelo menos uns 20% do valor do contrato.

Last edited 1 mês atrás by MMerlin
Gilberto

Grato

TeoB

Seria suficiente para 4 FREM! e eu ainda acho que caberia um processo de responsabilidade para apurar essa questão do NAE e toda sua ala…

GOES

Dá um fim logo nas últimas células dessa velharia e tampa esse caixão de uma vez.

Mateus

É tipo falar pros EUA desativar o B-52 que foi criado na década de 50 e até hoje opera

Augusto Cesar

Certo, quantos misseis de cruzeiro esses jatos podem disparar?

umcara

Museu

Fabio

Cuidado com dinheiro público no Brasil não é muito levado a sério! Os Mi 35 , F5 Jordânia, porta aviões SP, As forças amadas administra mal o seu orçamento.

Brunox

Pois é, e tem gente que ainda acha que dar autonomia para eles ficarem gastando, sem prestar contas, é uma boa ideia. Quando tem essa opção normalmente gastam mal. Os veículos capados comprados de empresas estrangeiras invés de sequer tentar apoiar a produção nacional, fora os projetos engavetados pelas empresas nacionais, pois não viram muita seriedade nas forças armadas de que o investimento, mesmo produzindo algo decente, seria sequer levado em consideração em futuras aquisições, fora as cagadas que você mesmo mencionou… Exército autônomo em compras e projetos é sinônimo de bagunça e dinheiro jogado fora. Se deixássemos do jeito… Read more »

Francis

Impressionante a quantidade de especialista em MEM! Sabem tudo de ciclo de vida. Mais ainda de dissuasão. O difícil é querer criticar sem, sequer, conhecer a língua portuguesa. Ideias completas e concisas ficaram no passado. É só ignorar a pontuação, concordância e coerência e a crítica está completa.

Aproveite para conhecer “The Boneyard”, em Tucson, nos EUA. Use o Google Earth.

Last edited 1 mês atrás by Francis
Igor

Se há lobby no setor civil, também há lobby nas forças armadas.

Joao

Pedrinho…
De onde tiraste q não se presta contas?
Rapaz….

Santamariense

Os Mi-35 não foram pedidos por nenhuma das Forças.

José Joaquim da Silva Santos

E agora vem meia dúzia Stinger velho de FMS…

Joao

Os Stinger estao todos atualizados.
Continuam letais e ainda serão operados pelos EUA por um bom tempo até serem substituídos lá no futuro.

Victor Hugo

Armazenar?, armazenados?, acredito que estejam largados, abandonados.

Santamariense

Estavam largados…hoje não tem mais nada lá.

rodrigo frizoni

Além desses tem 1 que virou ponto turístico na orla de São Pedro.

Pablo

Tem um que chegou a poucas semanas em museu em Barra velha, sc.

Edison Brasil

Na verdade em Balneário Piçarras, ele está exposto juntamente com um Super Puma, no pátio do museu oceanográfico da Unovali.

Pablo

Verdade, em Piçarras

Dagor Dagorath

Mato alto, estrutura física precária, sucata de aeronaves ao ar livre.

Olhando assim, ninguém diria que é uma base aérea operacional.

guilherme

Sucata, com o Porta Aviões .

Ozawa

Isso tem nome e sobrenome: IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA !

Depois vão fazer divulgação temática em shopping centers, como no Nova América no Rio deJaneiro, com um mockup de A4 para atrair desavidos … Só se for para pilotar uma aeronave do 1º Esquadrão de Sucata e Ferrugem …

E ninguém preso por isso ! Daí a repetição enfadonha dessas práticas !

E um certo chefe naval no passado recente ainda apoiou uma tentativa de golpe ! Pra quê ? Imagine essa gente “prendendo e arrebentando” novamente ?

Diógenes

Comentário ridículo no final…mostra sua falta de seriedade ao assunto…

Igor

Não é?

Marcos Martinez

Insano demais pensar que cogitaram colocar o país na mão dessa gente de novo, os diversos anos de hiperinflação e desastres econômicos não ensinaram nada pra essa gente, principalmente os saudosistas da terceira idade

Jabulani Teimoso

As forças armadas precisam se livrar dessa doutrina euro estadunidense, viralatista e criar uma doutrina militar brasileira, sul americana. O “Norte Global” quer se livrar de nós e usurpar nossas riquezas, mas a turma do “Deus Pátria e Família” ignora.

Jabulani Teimoso

Quinze vira latas negativaram. Kkkk

Emmanuel

Então…

Renato Alves

ARMAZENADO. …?????? Os caças estão ao ar livre desprovido de qualquer tipo de proteção. Porque não estão em um galpão….É muito descaso

Santamariense

Estavam. Essas imagens são de 2022. Permaneceram muito tempo ali, mas hoje não tem mais nenhum lá.

Jhony Bravo

Estão sendo canibalizados para que outros poucos possam voar… É o que parece…

Dr. Mundico

Já passou da hora de chamar licitação para remoção e desmanche dessa tralha.

Santamariense

Já se foram…

Marcio

As pessoas não lêem o que vc escreveu, vc disse que todos não estão mais lá e continuam a blá….blá…. blá….querendo justificar mau uso e armazenamento. Não adianta, pior cego e aquele fala asneiras

Santamariense

Verdade … Ignoram a informação só para poder lacrar.

Dalton

Comprei em uma banca de revistas o modelo do 1012 barato e bem feito quando parecia haver um futuro para ele após ser modernizado, mas acabou em um museu de Santa Catarina poucos anos atrás 😔

Gilson Santos

Armazenados, maneira educada de dizer. SUCATEADOS. Que tristeza as FA do Brasil estão no fundo do Poço.

João Machado

A cara do que as forças armadas brasileiras estão de tornando , sucata, quadro de servidores em estado de desanimo e moral baixa sem perpectiva de melhora, sem condição de ver melhora mesmo no futuro, e povo votando nos mesmos de sempre que fazem o mesmo

Thiago Santos

“O próximo desafio será encontrar um tipo de aeronave que possa substituir os AF-1 para manter o Esquadrão VF-1 em operação.”

Isso é fácil, absolutamente nenhum tipo de aeronave deve substituir os AF-1, o VF-1 tem que ser desativado, não tem o menor cabimento comprar caças quando a MB não tem uma força naval minimamente decente.

Rodrigo Silveira

Assino em baixo. Se nem a FAB que precisa de avião não tem, imagina a MB. Acredito que todo mundo aqui queria ter umas forças armadas pelo menos uns 10% das dos EUA, mas com essa mentalidade do Brasileiro e dinheiro jogado fora… Temos que cair na real VF-1 já era. Aposenta. É triste, mas é a realidade!

SteelWing

Erro é pensar que a Marinha não precisa de aviões e helicópteros. Aviões radar, caça submarinos e capacidade de ataque a navios em alto mar é importante para a defesa Nacional.

José Joaquim da Silva Santos

Mais ainda:numa época em que a aviação tripulada já não tem a mesma dissuasao de outros meios.

Last edited 1 mês atrás by José Joaquim da Silva Santos
Mauricio R.

Não precisa muito, retirem uns 3 C-105 da FAB e dêem pra MB brincar de aviãozinho.
E o glorioso VF-1 passará a ser o VT-1.

Leleco

Já passou da hora do Esquadrão AF-1 receber aeronaves c/ condições mínimas de Interceptação e Ataque. No Mínimo F-18 ou Grippen versão Naval.

Rodrigo Silveira

Cara, se nem a FAB tem o mínimo de caças para cumprir com a missão, você quer caça pra MB? Pra que Meu Deus? Vão fazer patrulha marítima com drone que deveria ser a missão dela e vão pensar em navios para a esquadra e pronto.

Juan

Doa pra museus escola pô. Preferem deixar apodrecer.

Rodrigues Barbosa

Entendo que o projeto para retomar a operação com aeronaves de asa fixa, foi muito viável, até porque seria uma preparação para depois alcançar aviões melhores, mas os problemas do NAeSP frustrou os planos da MB.
E hoje, o poder aéreo brasileiro se resume a meia dúzia de Gripen.

Mendonça

eles não estão armazenados, estão apodrecendo à ceu aberto , a imagem é clara .

Santamariense

Não estão mais!!! Essas imagens são de 4 anos atrás!! Hoje, não tem mais nenhuma dessas aeronaves armazenadas lá.

Antonio Rodrigues

Recordar……. Um fato histórico….. Agora se perderam esta valência….. A marinha do Brasil vai aprender com quem…. Isto é mais grave que esse monte de ferro velho… E atenção não e uma provocação mas uma questão…. O Brasil e a China firmaram um acordo de cooperação de defesa em 2009 para que oficiais da Marinha do Exército de Libertação Popular (PLAN) treinassem a bordo do porta-aviões brasileiro São Paulo (A-12). O intercâmbio focou em compartilhar conhecimentos sobre operações aéreas e gestão de tráfego de aeronaves.Os detalhes desse intercâmbio histórico de “know-how” naval entre o Brasil e a China:O Acordo (2009):… Read more »

Filipe

Essa fixação por porta aviões e caças f** a MB. Invistam em drones que o sucesso é garantido

José Joaquim da Silva Santos

Quanta falta faz um governo de culhão pra encerrar a aviação de asa fixa na MB…!

Wagner Figueiredo

Tem uns F18 largados no deserto de novo..só pegar!!! Rsrs

LUIZ CARLOS - PARÁ DE MINAS - MG

M-346 pra ontem!

João Henrique

Exatamente!!! Uns seis ou oito M346FA pro VF-1 ficaria de bom tamanho.

Marcioandre

Sou um cara leigo no assunto,porém aos mais antigos pergunto?Será que não seria interessante a marinha construir um porta aviões menor e que possa ser mantido pela esquadra e que incorpore as nossas necessidades aqui no atlântico sul?

Alex Barreto Cypriano

Aproveito sua pergunta pra uma extrapolação: por quê um navio aeródromo tem que ter ala aérea tripulada com aeronaves de alto desempenho? Um Nae ‘diferentão’ de drones one way (um enxame operando em rede com drones guias ou pastores) pode complicar a vida de qualquer frota. Como teria que ser esse NAe? Teria ele que ter hangar pra drone ou oficina de impressão 3D e de montagem de drone? Teria que ter catapulta hidráulica, a vapor ou eletromagnética ou simples racks tipo besta pra lançamento?…

João Henrique

O problema principal de um porta-aviões menor, é que ele usará aviões de decolagem curta e pouso vertical (STOVL), e nesse caso o único atualmente é o F-35B. Que os EUA dificilmente venderia para o Brasil.

Last edited 1 mês atrás by João Henrique
Alex Barreto Cypriano

Meio off-topic, porque digressão derredor Skyhawks e NAes: As últimas matérias trouxeram cruzadores porta-helicopteros, sovietico e francês, pra ASW. Tinha italiano, também. A grande missão do NAeL Minas Gerais era ASW com helicópteros (teve aquela picuinha entre FAB e MB sobre asa fixa e, uma vez superada, os Skyhawk operavam precariamente no convoo exíguo do A-11). Os ianques, durante a IIGM, pra ASW tinham seus CVEs e, depois da Guerra, seus CVSs, mas operando asas fixas e, depois de meados dos 50, rotativas. Os porta helicópteros ianques, convertidos (CVHA) ou puro sangue (LPH, LHA, LHD), estavam mais destinados ao assalto… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Alex Barreto Cypriano
Jabulani Teimoso

Eu não entendo uma coisa, a Argentina operava os Super Étendard num porta aviões da mesma classe do Minas Gerais e os AF 1 não conseguiam?

Dalton

Durante a Guerra das Falkland os ^SE^ operaram a partir de base terrestre só após o conflito melhorias foram incorporadas no NAe que permitiram o embarque deles.
.
Mesmo assim logo após isso o NAe ^25 de Maio^ deixou de navegar e passou a ser um ^enfeite^ na base por mais de uma década.
.
Os A-4s adquiridos do Kuwait eram de última versão mais pesados que os argentinos e exigiriam modificações no ^Minas^ para operar de forma eficiente, mas, a compra do ^Sao Paulo^ inviabilizou maior investimento no ^Minas^ de qualquer forma.
,

Jabulani Teimoso

Antes tivessem feito essas modificações no Minas, o SP só foi sofrimento, 2 ou 3 tripulantes morreram em incidentes.

Paulo souza

A compra do porta aviões São Paulo foi um erro histórico da Marinha. O Foch francês estava em colapso. As reformas foram infrutíferas devido o alto custo de manutenção e reparos. Marinha não dispunha orçamento nem para dar um passeio na baia da Guanabara. Até pra se desfazer da embarcação foi um problema. Ninguém queria um navio poluente em seus portos. Conclusão: foi afundado em água brasileiras, mesmo assim sob protestos de ambientalistas. A Marinha não precisa de embarcações imensas. Numa guerra moderna utilizam agora lanchas rápidas e drones. Navios grande tornam- se alvos fáceis e óbvios. O que diga… Read more »

Cosmo

Análise perfeita.

Mario Vianna

As forças armadas estão moribunda, retrato dos últimos governos. E se esse moço aí continuar, o último que sair apaga a luz….

Marcius Wanderley

Depositado nao. No cemitério. Tudo tralha

José Gregório

Gastaram centenas de milhões em modernização inútil , taí um bom uso do dinheiro público. O substituto tinha que ser o F-18, mas….é aquele velho mantra: é caro de manter, custa caro a hora de vôo, a eletrônica é muito cara, os motores consomem muito… Enquanto o Chile, ao que tudo indica, vai de F-35.

Márcio

Infelizmente as forças armadas brasileiras já têm o investimento deveriam pois os políticos só pensam em comer o dinheiro público, para isso mudar vai ser difícil

Adriano Madureira

Não, ter caça pode até ter, mas Porta-Aviões não vejo necessidade alguma….

Para quê?1 Para projetar poder aqui na América do Sul?!

Podem até querer, mas que comprem escoltas e navios auxiliares primeiro antes de pensar em adquirir uma NAe…



Jacques Douglas

Os aviões Douglas Skyhawk e os helicópteros Super Puma foram sucateados? Pelo que eu sei, alguns foram doados para museus, como o PAMA, o MUSAL e outros. Portanto, não foram desmontados nem sucateados.

Adriano Madureira

Antes de pensar em adquirir brinquedos que podem chegar a custar 5-6 Bilhões de Euros, deveríamos pensar em meios de dissuasão em grande quantidade… Não temos grana para adquirir uma NAE, muito menos uma Ala aérea embarcada completa. Vejo países como Filipinas, um pouco maior que o estado do Rio Grande do Sul se armando para a defesa de seu território, para possíveis incursões hostis Deveríamos ser pé no chão e admitir a realidade, e como os filipinos, jogar com as cartas que eles tem e podem comprar. A Marinha das Filipinas, apesar das ameaças, não possui nem opera nenhum… Read more »

Renan

Não se tem um país soberano sem investir em dissuadir 50 Rafale M f4 para decolar do continente mesmo, e realizar treinamentos com porta aviões em visita ao Brasil. Com muito armamento antinavio 12 kc390 modificado para a Patrulha Marítima e Alerta Aéreo Antecipado (AEW&C). 6 kc 390 reabastecedor 2 kc 390 busca e salvamento 1 Airbus A330 MRTT Fazendo uma estimativa realista de aquisição, armamentos, peças de reposição, treinamento, simuladores e suporte logístico inicial (o que normalmente representa 30% a 80% do valor da aeronave), o programa ficaria aproximadamente assim: Item Quantidade Custo unitário estimado Total Rafale M F4… Read more »

Renan

Para área naval superfície a capacidade de dissuadir é cara mas é crucial 12 Fremm italianas 6 usadas e 6 novas da nova versão 48 Tamandaré 6 navios reabastecedor 100 navios de patrulha oceânica CV 03 projeto engepron Considerando os preços internacionais mais recentes para navios de guerra e assumindo que as FREMM usadas recebam modernização e que as Tamandaré sejam construídas em série no Brasil, o custo seria aproximadamente: Item Quantidade Custo unitário estimado Total FREMM usadas (modernizadas) 6 US$ 450–650 milhões US$ 2,7–3,9 bilhões FREMM EVO novas 6 US$ 850–950 milhões US$ 5,1–5,7 bilhões Fragatas Tamandaré 48 US$… Read more »

Renan

Força de superfície 24 riachelos 6 Álvaro Alberto 2 navios de resgate Utilizando valores aproximados de programas navais recentes e considerando 3 recargas completas de armamentos para toda a frota: Submarinos Item Quantidade Custo unitário estimado Total Submarino classe Riachuelo (S-BR) 24 US$ 650–850 milhões US$ 15,6–20,4 bilhões Submarino nuclear Álvaro Alberto 6 US$ 2,5–4 bilhões US$ 15–24 bilhões Navio de resgate submarino 2 US$ 150–300 milhões US$ 0,3–0,6 bilhão Total das plataformas US$ 30,9–45 bilhões Armamentos (3 recargas completas) Premissas 24 Riachuelo 18 torpedos pesados por carga 12 mísseis antinavio/subsuperfície por carga 6 Álvaro Alberto 30 torpedos pesados por… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Renan
Renan

Então para o Brasil dizer não a qualquer um custa Força patrulha aérea naval 25 bilhões de dólares Força naval superfície 102 bilhões de dólares Força submarina 69 bilhões de dólares Da 196 bilhões de dólares para ter soberania Isso é 10% do PIB 2,3 trilhões de dólares O problema não é falta de dinheiro é apenas uma decisão política. Um decreto para comprar e pagar tudo em 10 anos seria 1% do PIB por 10 anos e teríamos condições de dizer não. Isso é fácil em tempos de paz, em tempos de guerra se tiver 1 trilhão de dólares… Read more »

Renan

Faltou incluir os helicópteros na conta Para estimar os helicópteros necessários, vou considerar a frota: 12 FREMM (6 usadas + 6 novas) 48 Tamandaré 100 Navios-Patrulha Oceânicos CV03 6 Navios Reabastecedores 24 Riachuelo 6 Álvaro Alberto 2 Navios de Resgate de Submarinos Embarque típico por navio FREMM Cada fragata FREMM opera normalmente: 1 helicóptero médio ASW/ASuW 12 navios × 1 = 12 helicópteros Tamandaré Projetadas para operar: 1 helicóptero médio 48 navios × 1 = 48 helicópteros Navios Reabastecedores Normalmente: 2 helicópteros utilitários 6 × 2 = 12 helicópteros Navios de Patrulha Oceânica CV03 Nem todos precisariam ter aeronave permanente.… Read more »

Renan

Fecha a conta em 210 bilhões de dólares perfeitamente possível de se pagar em 10 anos em compra gov a gov.
Produzir o maximo no Brasil com excessão das Fremm que tem que vir para ontem

Essa conta pode ficar mais barata pois a produção em escala diminui os custos mas não tem como estimar isso.

Uns 20% acredito

Last edited 1 mês atrás by Renan
Dalton

Renan você incluiu na conta o soldo dos milhares de tripulantes necessários o que seria gasto na formação deles, a infraestrutura maior que seria necessária como um número maior de diques secos, o combustível para movimentar tantos meios anualmente, a quantidade de armas , etc ?

Renan

A estimativa de custeio e pessoal é de 15 bilhões de dólares ano. O restante está previsto no texto.
O ministério da defesa teria que ter 2,5% do PIB para por tudo isso em 10 anos e manter as demais forças como estão hoje.

Last edited 1 mês atrás by Renan
Santamariense

Meu caro, os valores que você colocou não são somente esses. Os custos de operação, além dos pacotes de manutenção que você colocou, incluem ainda o combustível, lubrificantes, tintas, vernizes, antioxidantes, materiais consumíveis, etc, tudo em escala gigantesca para todos esses equipamentos, além da energia elétrica das instalações de guarda, manutenção e operação de todo esse arsenal e um outro número grande de outros gastos que não estão incluídos, como construção, reforma, ampliação e adequação das instalações que receberão esses equipamentos, bem como a manutenção dessas instalações. Enfim, o custo é muito maior do que o projetado por você. Além… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Santamariense
Renan

Está descrito os gastos no texto releia, FAB e EB não é o foco deste forum então foram ignorados. Quem decide se irá fazer ou não, é o povo que elege seus representantes. Se 50 milhões de brasileiros exigir uma força militar condiz com a 10° economia do mundo o governo fará. Se não ela continuará servido de cabide de emprego sem utilidade real. No meu ver exército e FAB não precisa do mesmo orçamento de uma marinha. FAB precisa de metade da marinha Exército precisa de metade da FAB. A explicação desta proporção é a MB tem que ter… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Renan
Santamariense

Não, não estão descritos os gastos com consumíveis, combustíveis, manutenção de estruturas de apoio, etc. Você colocou apenas os custos de manutenção dos meios fornecidos pelos fabricantes. Os pontos que eu coloquei você não previu. FAB e EB não são foco da TUA proposta, mas são parte das 3 Forças, então não é possível fazer esse investimento todo na MB e não investir algo semelhante nas outras duas Forças. Teu entendimento sobre proporcionalidade de custos e investimentos entre as Forças é totalmente equivocado e descabido. E se a MB falhar não teremos com o que nos defender, visto que pelo… Read more »

Santamariense

Teu último parágrafo demonstra que o que você propõe é desproporcional e disfuncional…

Renan

Para o seu ego VBTP-MR Guarani (2.000 unidades) Valor unitário médio: US$ 2 milhões (R$ 11 milhões) Valor total: US$ 4 bilhões (R$ 22 bilhões) Em vez de 2.000 veículos iguais, a frota deveria ser distribuída em versões especializadas. Versão Quantidade Transporte de tropas 1.000 Viatura de combate com torre 30 mm 300 Porta-morteiro 120 mm 150 Posto de comando 120 Ambulância blindada 100 Engenharia 80 Guerra eletrônica 50 Defesa antiaérea SHORAD 100 Reconhecimento 100 Recuperação e manutenção 50 Total 2.000 Isso permitiria equipar cerca de 15 a 18 brigadas mecanizadas completas. Defesa Antiaérea de Longo Alcance Concordo em evitar… Read more »

Renan

Esqueci dos Rafale M

Santamariense

Começou errando na primeira frase. Vê se cresce. quanto ao resto todo do que escreveu, um amontado de achismos, chutes, estimativas e quantidades tiradas da tua cabeça, nada além disso.
Reação e raciocínio infantil, sem embasamento real e prático.

Marcos

Nossa Marinha é composta, basicamente, de monumentos…

Renan

Responda qual força é mais efetiva?
Aquela que usa a maior parte do pessoal para atividade fim.
Ex: se o cara é cozinheiro, motorista, mecânico, jardineiro, faz parte do corpo administrativo e cuida da burocracia não conta.
Só conta aqueles que são militares de carreira e realmente estão voltados para o combate. Em caso de crise serão desdobrados ao cenário de combate.
Então a dúvida fica entre exército e marinha.

Força area é ridículo o número de pessoas versus a capacidade de combate.

Last edited 1 mês atrás by Renan
Renan

Se amanhã o Brasil tivesse de entrar em uma guerra sem convocar reservistas e sem utilizar recrutas recém-incorporados, o “núcleo duro” profissional efetivamente combatente seria algo entre 80 mil e 110 mil militares.
Destes, os verdadeiramente treinados para combate de alta intensidade (infantaria profissional, fuzileiros, forças especiais, pilotos, tripulações de combate naval e blindados) provavelmente somariam algo entre 50 mil e 70 mil militares.
Isso ajuda a entender por que muitos analistas defendem que o Brasil possui um efetivo numericamente grande, mas uma força de combate profissional relativamente pequena

Santamariense

Tu considerou o grande número de pessoal da FAB que cuida do controle do espaço aéreo (DECEA)?

José Gregório

Símbolo do bom uso do dinheiro público pelas FFAA.

Gainete

Tá se acabando é tudo 🔥🔥🔥

Serpente

O dia que sair do bolso do administrador naval o ressarcimento dos cofres públicos acabam essas insanidades…

Gabriel

Para boa parte do oficialato, o São Paulo e os cacas A4 serviram muito bem esses anos todos!!!
Passagens baixas na formatura e recepção de gala no convés !