Marinha do Brasil e SIATT comprovam a maturidade do MANSUP
A Marinha do Brasil realizou com sucesso mais um lançamento do míssil MANSUP, atestando a maturidade e o desempenho do sistema. Realizado em águas territoriais brasileiras, na última quinta-feira (25), o ensaio validou aprimoramentos implementados na integração entre o míssil e seus sistemas de lançamento.
O lançamento integra a campanha de ensaios destinada a confirmar o desempenho do míssil em diferentes condições de emprego.
A indústria nacional, liderada pela SIATT, desenvolve em parceria com a Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha do Brasil o MANSUP, míssil antinavio brasileiro projetado para defender os mares do País. Concebido para atuar em cenários de elevada complexidade, o sistema atende aos requisitos operacionais da Marinha do Brasil e às demandas do ambiente marítimo contemporâneo, contribuindo para o fortalecimento da capacidade de defesa nacional.
“Cada lançamento amplia o domínio tecnológico alcançado e contribui para a consolidação do míssil em sua configuração final de emprego, em consonância com as necessidades da Marinha do Brasil”, afirmou Rogério Salvador, CEO da SIATT.
A operação realizada no Rio de Janeiro envolveu várias unidades da Marinha.
Sobre a SIATT
A SIATT é uma Empresa Brasileira Estratégica de Defesa, responsável pelo MANSUP. Com expertise em armamentos inteligentes, a SIATT trabalha em parceria com as Forças Armadas nacionais contribuindo para a soberania do país.■


Queremos “ibagens”, onde estão as “ibagens” de acerto e explosão?
Nossas FAs precisam contratar o Michael Bay para aprenderem a ter um pouco de efeitos práticos em seus vídeos.
Acredito que neste último lançamento não teve alvo, pois foi um teste de alcance máximo da arma. Se alguém souber algo por favor me corrija.
Prezado Piassarollo, não foi necessário alvo para este lançamento em especial… cordial abraço…
“Os nossos desejos são como crianças pequenas: quanto mais lhes cedemos, mais exigentes se tornam”.
Não tem alvo ele voa até acabar o combustível nesse tipo de teste.
Esse lançamento tinha como único objetivo calcular o alcance máximo efetivo do míssil, não era um exercício do tipo “SINKEX”. No desenvolvimento de um míssil, boa parte dos lançamentos não visam, como objetivo final, o acerto do alvo em si, mas sim obter dados sobre o perfil de voo, comportamento aerodinâmico, navegação e etc.
“A Marinha do Brasil realizou com sucesso mais um lançamento do míssil MANSUP…”
Lançamento. Ninguém afirmou se acertou algo. Desempenho, resultado, informações, análises, relatórios…?
E o negão. Cadê o Mansup ER?
Acertou o alcance.
Nem todos os lançamentos nas etapas de teste visam efetivamente acertar o alvo, grande parte destes consiste no levantamento de dados/perfis de voo, comportamento aerodinâmico, navegação e etc.
Da última vez que filmaram o teste, o míssil errou o alvo e “especialistas” vieram dizer que errou de propósito, para poder ser recuperado.
Não é preciso ser especialista para ver que o míssil passou do lado de.alvo enorme pintado no costado da corveta… Sem atingir. Depois afundaram o navio com os Penguin, se não me fala a memória.
Salve Fábio!! Me ajude aí, pfvor. É uma curiosidade/dúvida real. O ManSup é dotado de algum sistema que pode fazê-lo trocar de alvo durante o voo? Por exemplo, ele foi disparado contra um navio escolta inimigo, mas após o lançamento, um navio container inimigo (lotado de equipamentos e suprimentos) acabou de entrar no seu raio de ação (ainda quee seja o limite máximo de seu alcance). Diante desse alvo de oportunidade estratégica, o ManSup poderia ser redirecionado em pleno voo ? Se sim, aí até acredito que ele “errou de propósito” a corveta alvo do teste; mas se não, então… Read more »
Em teoria poderia.
Sobre o episódio, foi comentado que o missil não tinha a cabeça de guerra,mas sistemas de telemetria e outros equiamentos para medir e informar vários parâmetros do missil, nesse cenário o impacto do missil não resultaria em explosão mas apenas na perda do missil e potencialmente na perda de dados valiosos sobre o seu desempenho.
Salve Wilson Look !
Ok. Entendo que perder o protótipo poderia ser custoso para a empresa e a marinha. Mas os dados de voo não são coletados eletronicamente, via telemetria ?
Enfim, nós aqui conjecturando por conta de uma imagem de explosão que pode ou não ter ocorrido e que – a bem da verdade – pode nem significar tanto no processo de desenvolvimento; pois, até que provem o contrário, o explosivo é “um passageiro” no contexto do funcionamento do míssil. Ou seja, não influencia na guiagem.
Estou fazendo suposições aqui baseado no que conheço, pode ser que a distância entre o missil e a nave lançadora gere um delay na transmissão dos dados o que pode levar a perda dos dados na fase final do voo, outra suposição é os dados serem corrompidos devido a perda abrupta do sinal, tipo quando a internet cai no meio de um download.
E de fato a parte da explosão no contexto do desenvolvimento do MANSUP significa bem pouco, sendo um elemento já dominado por aqui, diferente da parte eletrônica.
Prezado Wilson, o planejamento prevê a cobertura de telemetria durante toda a trajetória para mitigar o risco de perda de dados… cordial abraço…
Prezado BVR, os dados são coletados durante o voo e analisados posteriormente… cordial abraço…
Ok, tudo bem foi uma teste para verificar o alcance, mas custava colocar alguma referência de chegada, nem que fosse um enorme painel de tecido vazado nas cores de um alvo ?
Se este teste foi de alcance, então ao menos 1 dos anteriores foi de acerto no alvo, certo ?
Então por que não publicam imagens do míssil explodindo o alvo ?
E qual alcance afinal?
Você realmente espera que publiquem abertamente o alcance máximo efetivo de um míssil?