Aviação embarcada chinesa ganha maturidade e desafia domínio histórico dos EUA em porta-aviões

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Fujian CV-18 (1)

Fujian CV-18

Segundo artigo do IISS, a aviação embarcada da China entrou em uma nova fase de expansão e sofisticação, com avanços acelerados em navios-aeródromo, alas aéreas, treinamento de pilotos e integração de aeronaves tripuladas e não tripuladas. A evolução do programa reflete a prioridade atribuída pela liderança chinesa à modernização naval e ao papel dos porta-aviões como instrumento de prestígio, poder militar e projeção estratégica.

Desde que Xi Jinping assumiu a liderança do Partido Comunista Chinês e da Comissão Militar Central, em novembro de 2012, a Marinha do Exército de Libertação Popular — PLA Navy ou PLAN — passou de uma força recém-ingressa no clube dos operadores de porta-aviões para uma marinha com três navios comissionados e planos de expansão adicional.

O primeiro porta-aviões chinês, Liaoning, foi incorporado dois meses antes da ascensão de Xi. Desde então, a China comissionou mais dois porta-aviões e segue com novos projetos planejados. A aviação embarcada tornou-se uma área de alta visibilidade dentro da modernização militar chinesa, ganhando importância crescente dentro da PLAN.

Esse foco levou inclusive à transferência de unidades de aviação baseadas em terra da Marinha para a Força Aérea do Exército de Libertação Popular, liberando a PLAN para concentrar esforços no desenvolvimento de capacidades embarcadas. A prioridade aparece no aumento de novas unidades de aviação naval e na evolução do currículo de treinamento para operações em porta-aviões.

Liaoning Cv-16

Fujian amplia ambição da ala aérea chinesa

A evolução mais visível está na composição das alas aéreas embarcadas. Historicamente, a ala aérea de um porta-aviões dos Estados Unidos formava o principal pacote de ataque de um grupo de batalha. A China, por sua vez, por limitações de alcance, reabastecimento aéreo embarcado e comando e controle, dividia essa função entre aeronaves embarcadas e navios de superfície do grupo-tarefa.

Esse quadro começa a mudar com a modernização da ala aérea chinesa. O porta-aviões Fujian reúne a maior ala aérea embarcada já operada pela PLAN e incorpora um conjunto de capacidades cada vez mais próximo do modelo norte-americano.

A composição inclui aeronaves de combate de baixa observabilidade, caças multifuncionais assistidos por catapulta, aeronaves de guerra eletrônica, plataformas de alerta aéreo antecipado e controle, além de helicópteros de guerra antissubmarino. Esses meios formam o que o texto descreve como os “cinco essenciais” para porta-aviões, aproximando a PLAN da estrutura típica de uma ala aérea embarcada moderna.

A China também começou a testar o veículo aéreo de combate não tripulado GJ-21 para operações embarcadas, indicando a possibilidade de um papel de combate futuro para plataformas não tripuladas a bordo de porta-aviões. A tendência acompanha debates semelhantes nos Estados Unidos, onde o MQ-25 Stingray vem sendo testado como aeronave não tripulada de reabastecimento aéreo.

Convoo do Fujian CV-18

Drones e operações distribuídas

O avanço chinês ocorre em um momento em que a guerra naval passa por transformação. O conceito norte-americano de Distributed Maritime Operations prevê navios operando a maiores distâncias uns dos outros, com sensores e armas distribuídos entre embarcações e aeronaves para dificultar a detecção e o engajamento por adversários.

Ironicamente, esse conceito pode aproximar a prática norte-americana da chinesa. Se a ala aérea dos porta-aviões dos EUA deixar de ser o pacote de ataque dominante do grupo de batalha e passar a operar de forma mais distribuída, isso se aproximaria da forma como a China historicamente dividiu responsabilidades entre aeronaves embarcadas e navios de superfície.

Treinamento acelera, mas experiência ainda é limitada

Shandong (CV-17)

A China também vem expandindo rapidamente a formação de pilotos embarcados. A PLAN Carrier Aviation Test and Training Base, criada em 2013, provavelmente supervisiona todo o treinamento de pilotos de porta-aviões. Essa base teria contribuído para melhorar as capacidades de operação noturna, uma das áreas mais difíceis da aviação embarcada.

Relatos do PLA Daily indicam aumento expressivo na cobertura de treinamento de aviação embarcada desde a incorporação do Liaoning. Entre outubro de 2025, um mês antes da comissão do Fujian, e o momento atual, foram publicados mais de 20 textos sobre treinamento de aviação da PLAN, em comparação com nove após a entrada em serviço do Liaoning.

Um ponto relevante é a transição de operações noturnas para operações “24 horas por dia”. Em 2015, os relatos chineses ainda destacavam a dificuldade inicial do treinamento noturno em condições de combate real. Em 2017, a PLAN ainda enfrentava desafios em decolagens e pousos noturnos. Apenas em 2020 a força realizou sua primeira missão noturna de reabastecimento aéreo.

Hoje, exercícios publicados com frequência já incluem operações dia-noite em condições de combate, sinalizando avanço importante na maturidade operacional.

Guerra antissubmarino e prontidão conjunta

A guerra antissubmarino também aparece com destaque. O termo “caça aos tubarões negros” tem sido usado pelo PLA Daily em referência a operações ASW.

Outro avanço recente é o treinamento de combate entre academias, envolvendo a PLA Naval Aviation University e a Dalian Naval Academy. Essa integração, relatada por fontes chinesas pela primeira vez no ano passado, inclui elementos como reabastecimento vertical, treinamento em voo de helicópteros e colaboração entre múltiplas aeronaves em operações de busca e salvamento.

A iniciativa sugere uma tentativa de espalhar conhecimento de aviação embarcada por toda a força, reduzir a dependência de poucos pilotos pioneiros e formar instrutores e alunos capazes de atuar em diferentes estabelecimentos.

Formação de pilotos muda de perfil

A formação dos pilotos embarcados chineses também passou por mudanças. Os primeiros quadros de pilotos de porta-aviões não eram jovens recém-formados, mas aviadores experientes selecionados em unidades de linha de frente da Marinha e da Força Aérea por habilidade e desempenho.

Agora, relatos indicam que o treinamento inicial de pilotos embarcados é conduzido por uma unidade da Naval Aviation University, sugerindo que novos pilotos já recebem formação para operações embarcadas antes mesmo de receber oficialmente suas asas.

O percurso chinês envolve estudo técnico e teórico na universidade, seguido por treinamento em terra e, depois, treinamento embarcado. Em uma terceira fase, os cadetes são atribuídos a unidades de aviação embarcada e passam a executar conceitos de treinamento mais variados, como operações em condições meteorológicas difíceis. Após dois a três anos de instrução técnica e tática básica na aeronave principal de combate, tornam-se elegíveis para receber suas asas.

O processo difere do modelo norte-americano, mas há semelhanças históricas. Pilotos da US Navy também passavam por treinamento embarcado antes de receber suas asas; desde 2025, porém, passaram a realizar esse treinamento nos Fleet Replacement Squadrons após o comissionamento como oficiais e após a obtenção das asas.

Recrutamento enfrenta obstáculos

A PLAN enfrenta restrições demográficas e de recrutamento. Enquanto a US Navy aceita pilotos entre 19 e 32 anos, a China impõe faixas mais rígidas: candidatos vindos do ensino médio devem ser solteiros e ter entre 17 e 20 anos; graduados de academias não podem exceder 24 anos.

Essas limitações dificultam o aumento do número de candidatos para a aviação naval. Ao mesmo tempo, a competição com a aviação civil por pilotos tecnicamente capacitados aumenta o desafio de atrair e reter talentos.

A formação em academias militares chinesas oferece, porém, certa flexibilidade aos alunos em relação à escolha de áreas de estudo, diferentemente das universidades públicas, onde o exame Gaokao determina as opções disponíveis. A Naval Aviation University exige pontuação de 503 em 700, colocando-a em uma faixa educacional intermediária-alta, ao lado da Naval Engineering University.

Além da formação técnica, os cadetes passam também por educação partidária. A maioria dos militares do PLA deixa as academias com essa etapa concluída e como membros do Partido Comunista Chinês. Candidatos considerados inadequados por razões políticas, ideológicas ou disciplinares podem ser devolvidos às suas instituições ou cidades de origem e obrigados a reembolsar os custos de treinamento.

Pilotos ainda têm trajetória limitada no comando

 

Apesar do avanço da aviação embarcada, a carreira dos pilotos navais chineses ainda parece menos influente do que a de seus equivalentes norte-americanos. Na US Navy, aviadores navais podem chegar a quatro estrelas e ocupar cargos como Chefe de Operações Navais ou comandantes de comandos combatentes.

Na China, a trajetória é mais restrita. Apesar da longa história da aviação naval da PLAN, apenas um piloto chegou ao posto de comandante da Marinha no nível de liderança de Região Militar ou Comando de Teatro. Até o momento, nenhum piloto naval comandou uma Região Militar ou Comando de Teatro.

O sistema de graus da PLA é central para a organização militar chinesa e pesa até mais do que o sistema de patentes. Ele define a posição de unidades e comandantes na hierarquia organizacional. Normalmente, o grau mais alto alcançado por pilotos da PLAN é o de Vice-Líder de Comando de Teatro, categoria que inclui postos como vice-comandante de Comando de Teatro, vice-comandante da Marinha e comandante de Marinha de Comando de Teatro.

Há relatos de que um atual vice-comandante da Marinha, piloto de formação, estaria sendo considerado para o cargo máximo após a remoção do comandante anterior, mas essa informação permanece não confirmada.

“Piloto-capitão” e comando de porta-aviões

Uma das trajetórias mais emblemáticas é a do primeiro piloto a pousar um J-15 em um porta-aviões. Antes de ser selecionado como piloto embarcado, ele comandava uma esquadrilha de aviação naval. Depois do treinamento, serviu como vice-comandante da Carrier Aviation Test and Training Base por volta de 2013 e, posteriormente, como comandante em 2015.

Em 2019, foi promovido a vice-comandante da aviação naval de um Comando de Teatro e, em 2021, tornou-se comandante do grupo-tarefa do porta-aviões Shandong, tornando-se o primeiro piloto embarcado a comandar uma formação desse tipo.

A China também criou uma “classe piloto-capitão”, programa voltado a formar uma nova categoria de comandantes de porta-aviões por meio da requalificação de pilotos como oficiais de guerra de superfície. Esses militares poderão ocupar funções em navios e formações navais, incluindo chefe de Estado-Maior, vice-comandante e comandante de fragatas, destróieres, esquadrões e flotilhas.

Até agora, porém, os comandantes conhecidos de porta-aviões chineses vieram da guerra de superfície, e não da aviação. Isso contrasta com a US Navy, onde porta-aviões são normalmente comandados por aviadores navais ou oficiais de voo naval.

A estrutura de comando chinesa ainda apresenta zonas de incerteza. Indícios sugerem que, assim como na Marinha dos EUA, o comandante do grupo-tarefa de porta-aviões supera hierarquicamente o comandante do navio e o comandante da ala aérea. Os comandantes de porta-aviões costumam estar no grau de Líder de Divisão, mas o grau exato dos comandantes de ala aérea permanece incerto. Também não está claro como funciona, nesse contexto, o processo decisório por comitê, com comissários políticos e múltiplos vice-comandantes.

Próxima década será decisiva

A próxima década deverá ser determinante para a aviação embarcada chinesa. De acordo com relatos atribuídos ao Departamento de Guerra dos Estados Unidos, a PLAN planeja comissionar mais nove porta-aviões até 2035 e estaria trabalhando em seu primeiro porta-aviões de propulsão nuclear, conhecido como Type 004.

Se esse plano avançar, a China poderá se consolidar como uma das principais operadoras de porta-aviões do mundo. Ainda assim, a PLAN enfrenta obstáculos importantes: recrutamento, formação de pilotos, experiência institucional limitada e necessidade de desenvolver rapidamente uma cultura operacional complexa.

A China procura contornar parte dessas limitações reduzindo requisitos de entrada e ampliando a base de treinamento, inclusive com a formação de pilotos mulheres. Mas o desafio central permanece: construir em poucas décadas uma experiência de aviação embarcada que outras marinhas acumularam ao longo de gerações.

A trajetória recente indica que a aviação embarcada chinesa está de fato “decolando”. O Fujian, a expansão da ala aérea, o avanço do treinamento noturno, a integração entre academias e os testes com plataformas não tripuladas apontam para uma PLAN cada vez mais ambiciosa. O ritmo é acelerado, mas a maturidade operacional ainda será medida pela capacidade de transformar navios, aeronaves e pilotos em grupos aeronaval plenamente integrados, sustentáveis e eficazes em combate.■

Os porta-aviões chineses Liaoning e Shandong operando juntos pela primeira vez, em 30 de outubro de 2024



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JuggerBR

Eles estão crescendo de maneira tão acelerada que cada PA é bem diferente do anterior, tem PA com casco russo e PA totalmente projetado na China. Com catapulta a vapor e eletromagnética.
Acredito que neste momento ainda não estão prontos para uma guerra, falta experiência, mas o ritmo de evolução é absurdo.

Dalton

Os 2 primeiros não possuem catapultas e sim uma ^rampa^ na parte dianteira do convés de vôo enquanto o terceiro recebeu catapultas eletromagneticas, não a vapor, presentes nos NAes classe Nimitz e no francês ^Charles de Gaulle^ na forma de um modelo americano 15 metros mais curta.

Santamariense

Catapulta a vapor eles não operam.

Dalton

Ticondeogas não deveriam mais ser incluídos como parte de um ^CSG^ para a classe Gerald Ford como mostrado no infográfico.
.
O segundo desdobramento do USS Gerald Ford já não contou com nenhum e quando o segundo da classe o ^John Kennedy^ estiver devidamente certificado em 2029 quando muito restará apenas um em vias de ser retirado de serviço.

Leonardo

Sem sombra de dúvidas os chineses estão de parabéns e estão construindo uma força formidável. Mas comparar ou falar que desafiam os EUA… é bem exagerado. Os EUA desdobram grupos de batalha em qualquer lugar do mundo em poucas semanas. Ninguém faz isso. E eles podem fazer isso nos 4 cantos do mundo simultaneamente.

Não tenho qualquer dúvida que os chineses estão em um caminho absurdamente positivo, estão diminuindo a distância todos os dias, mas a meu ver (minha opinião) eles ainda estão à algumas décadas de distância (mas diminuíram essa distância em uns 60%).

André Macedo

A capacidade de águas azuis chinesa ainda está bem atrás mesmo, contudo nenhuma marinha faz frente à americana em sua área de atuação, no caso, o leste asiático. como a marinha chinesa faz atualmente, junto com todo o ecossistema de mísseis SAM e aeronaves.

Matheus

Sem sombra de dúvidas os chineses estão de parabéns e estão construindo uma força formidável. Mas comparar ou falar que desafiam os EUA… é bem exagerado. Os EUA desdobram grupos de batalha em qualquer lugar do mundo em poucas semanas. Ninguém faz isso. E eles podem fazer isso nos 4 cantos do mundo simultaneamente. Eles o fazem por causa da geografia. A China nunca precisaria desdobrar CSG pelos quatro cantos do mundo. Além disso, com 3 porta aviões em serviço e um quarto a distância bem próxima de ser lançado, este provavelmente um CVN, se torna mais do que óbvio… Read more »

GOES

Penso da mesma forma Leonardo! Is americanos ainda estão bem a frente não só em quesitos claros como quantidade de meios, mas acho que o principal é a experiência em combate real vide Irã (se deu certo ou não aí é outra história), mas desdobramentos como esse envolvem logísticas, interoperabilidade e comunicação entre os três meios e muito mais. Quisera eu que nossa MB estivesse um pouco mais adiantada em seus programas e doutrina.
Saudações.

Moriah

A experiência americana vem de décadas de ação em batalha, seja lá onde for. A China precisará de batismo de fogo para assimilar a coisa

Moriah

MB não somente, mas todas as forças. Se nos anos 90, quando o Brasil descobriu o admirável novo mundo da economia com o Real, ali eles deveriam ter feito isso em muitas áreas e doutrinas, sejam políticas e militares. A abertura dos portos às nações amigas deveria ser bem mais ampla. Ali, deveria haver uma mudança de postura do país em termos gerais. O início de uma doutrina, uma política de estado abrangente, com o Brasil ambicionando ser algo além de mais um ator latino-americano sem expressão mundial. A China faz isso porque tem gente, o Brasil, que tem gente… Read more »

Alex Barreto Cypriano

Curioso que meses atrás, CNO Caudle proibiu que o comando de anfíbios (LHA, LHD, LPD e LSD, cujo comando era historicamente dividido meio a meio entre aviadores e oficiais de guerra de superficie) seja feito por aviadores – desde então apenas SWO comandam anfíbios. Também deu um pequeno falatório, que é sempre o sintoma de uma normalização bem sucedida. A justificativa seria técnica: apenas os SWO teriam a formação necessária pra ultrapassar problemas de engenharia ou manutenção e manter os navios disponíveis. Quanto aos CVNs (e ESBs), tudo continua igual (a lei 10 U.S.C. § 8162 continua valendo) mesmo porque… Read more »

Angus

Sem aprofundar muito o assunto, acredito ser natural a comparação com a marinha americana, já que são a referência nesse quesito.

Contudo, acredito que ainda vão levar bons anos para uma equiparação, principalmente devido a maior quantidade de porta-aviões, maior esperiência em operações embarcadas, capacidade de manter grupo de batalha em todos oceanos ao mesmo tempo e principalmente experiência de combate americana.

Sem dúvida a distância diminuiu muito, mas ainda vai demorar alguns anos para serem equivalentes.

Santamariense

Exato. O crescimento e aprimoramento tecnológico e operacional dos chineses é espantoso, realmente. Mas, pegando a parte do título: “…desafia domínio histórico dos EUA em porta-aviões”…isso ainda é bastante longe da realidade. A experiência dos EUA com operações embarcadas é de quase um século, incluindo várias guerras, com perdas, conquistas, vitórias e derrotas que moldaram e formaram uma bagagem e uma experiência nesse campo que não possui paralelo no mundo. Os chineses vão igualar ou até passar os EUA nesse quesito? Pode ser, mas vai demorar muito.

Cristiano ciclope

A questão e que a china não quer manter porta-aviões em todos os oceanos, eles só querem o pacífico!

Adriano Madureira

A PLAN enfrenta restrições demográficas e de recrutamento. Enquanto a US Navy aceita pilotos entre 19 e 32 anos, a China impõe faixas mais rígidas: candidatos vindos do ensino médio devem ser solteiros e ter entre 17 e 20 anos; graduados de academias não podem exceder 24 anos“.

Uma força naval de meios novos, estão prezando pela qualidade e pela segurança, afinal são milhões de dólares do governo chinês e disponibilizar aeronaves como J-35,J-15 entre outras aeronaves modernas, é algo de responsabilidade.

Moriah

A China é uma nação de jovens e 32 anos já podem ser considerados veteranos em algumas áreas. Até mesmo na sociedade, a busca pela manutenção da juventude é evidente.

José Gregório

Muito bem, parabéns!!!!

Santamariense

Será que o novo porta-aviões chinês vai ter 4 catapultas eletromagnéticas, assim como os classe Gerald Ford? O Fujian tem 3.

Moriah

Você fica vendo um vídeo como esse e pensando: como em 20 anos, os caras saltaram de um nível tão mediano para uma potência global (de jure, por ora) em um nível sem precedentes. E não digo isso apenas em armas de guerra. Nem é preciso citar em outras áreas. Aqui você vê que quando há determinação, o ser humano vai lá e faz. Velocidade é o que move esses caras e andam tão rápido que eles mesmos nem conseguem assimilar a coisa. Vendo os detalhes, parece que há décadas eles operam dessa forma e mal tem 10 anos…

Adriano Madureira

Essa sim é uma foto para se rasgar de inveja!

É, quem sabe um dia cheguemos lá e um futuro Bisneto meu possa ser agraciado com tal imagem, só que aqui na MB…

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Adriano Madureira

“Será que o novo porta-aviões chinês vai ter 4 catapultas eletromagnéticas, assim como os classe Gerald Ford? O Fujian tem 3.”

Falando em catapulta eletromagnética, vocês já viram a nova invenção Chinesa?

A China divulgou primeiro vídeo de sistema de drones móveis lançados de caminhão.(CLO).
 A China apresentou recentemente a existência de um sistema móvel de catapulta eletromagnética (EMALS, na sigla em inglês) montado em um caminhão, lançando um veículo aéreo não tripulado (VANT), marcando um novo passo em seus esforços para desenvolver capacidades flexíveis de combate terrestre e marítimo.

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Hamom

Faltou citar o J-35 como provável parte da aviação embarcada do Liaoning.

 “A CCTV e comentaristas militares de renome apontaram que o J-35 foi oficialmente incorporado ao porta-aviões Liaoning e participou do treinamento de combate completo no Pacífico Ocidental em maio de 2026, não está apenas em fase de testes.”
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Last edited 2 meses atrás by Hamom