U-505: a captura do submarino alemão que entregou à Marinha dos EUA os segredos da guerra no Atlântico

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U-505

O submarino U-505 capturad. Foto colorizada

Dois dias antes do desembarque na Normandia, nove marinheiros norte-americanos abordaram um U-boat abandonado, ainda navegando em círculos e prestes a afundar. A operação recuperou máquinas Enigma, livros de códigos, cartas e equipamentos secretos — e precisou permanecer escondida da Alemanha até o fim da guerra na Europa

Em 4 de junho de 1944, a cerca de 240 quilômetros da costa da então África Ocidental Espanhola, uma pequena embarcação da Marinha dos Estados Unidos aproximou-se de um submarino alemão que navegava sem controle pelo Atlântico. O U-505 estava parcialmente inundado, com o leme travado, os motores ainda funcionando e possíveis cargas de demolição armadas no interior.

O submarino descrevia círculos a uma velocidade estimada entre cinco e seis nós. Não havia como saber se ainda existiam alemães escondidos abaixo do convés, se o casco afundaria subitamente ou se uma bomba destruiria a embarcação assim que os norte-americanos entrassem.

Mesmo assim, o tenente Albert L. David e outros oito homens do contratorpedeiro de escolta USS Pillsbury saltaram a bordo e desceram pela escotilha da torre de comando.

A ação resultou na primeira captura, em combate e no alto-mar, de um navio de guerra inimigo pela Marinha dos Estados Unidos desde 1815. Também colocou nas mãos dos Aliados um submarino praticamente intacto, equipamentos acústicos, torpedos, documentos navais e material criptográfico alemão.

Um submarino marcado pelo azar

O U-505 era um submarino oceânico do Tipo IXC, projetado para realizar patrulhas de longa duração. Construído em Hamburgo e incorporado à Kriegsmarine em agosto de 1941, realizou 12 patrulhas de guerra e afundou oito navios mercantes.

Sua trajetória, entretanto, foi marcada por danos, falhas técnicas, retornos antecipados e suspeitas de sabotagem nos estaleiros franceses. Em novembro de 1942, o submarino sofreu danos extremamente graves num ataque aéreo no Caribe, mas sua tripulação conseguiu mantê-lo flutuando e conduzi-lo de volta à base de Lorient.

O episódio mais traumático ocorreu em 24 de outubro de 1943. Enquanto o U-505 enfrentava um prolongado ataque de cargas de profundidade a leste dos Açores, seu comandante, o capitão-tenente Peter Zschech, suicidou-se com um tiro na sala de controle, diante de parte da tripulação. O imediato Paul Meyer assumiu o comando, escapou dos perseguidores e levou o submarino de volta à França.

A história oficial da Marinha dos Estados Unidos descreve o U-505 como o único U-boat conhecido no qual o comandante se suicidou durante uma ação de combate submersa. O episódio, associado aos sucessivos problemas da embarcação, contribuiu para sua reputação de submarino azarado.

O comando foi posteriormente entregue ao experiente Harald Lange, que partiu de Lorient em março de 1944 para aquela que seria a última patrulha do U-505.

O plano de Daniel Gallery

O submarino alemão U-505 jaz próximo ao porta-aviões de escolta USS Guadalcanal (CVE-60) em 4 de junho de 1944, após equipes de salvamento da Marinha dos EUA impedirem seu naufrágio e instalarem um cabo de reboque

A captura não ocorreu por improviso. O capitão Daniel V. Gallery, comandante do porta-aviões de escolta USS Guadalcanal, acreditava que seria possível tomar um U-boat antes que a tripulação conseguisse afundá-lo.

A ideia era extremamente arriscada. Os comandantes alemães recebiam instruções para destruir documentos, máquinas criptográficas e o próprio submarino caso a captura se tornasse iminente. Além disso, a tentativa de preservar a embarcação poderia expor marinheiros a explosões e, principalmente, revelar aos alemães que seus sistemas de comunicação haviam caído nas mãos do inimigo.

Gallery, no entanto, preparou seus homens. Depois de retornar de uma patrulha em abril de 1944, determinou que os navios sob seu comando elaborassem planos para abordar, controlar e rebocar um submarino. Equipes começaram a treinar procedimentos de salvamento, desativação de cargas e recolhimento de documentos.

O Grupo-Tarefa 22.3 era formado pelo Guadalcanal e por cinco contratorpedeiros de escolta: USS Chatelain, USS Flaherty, USS Jenks, USS Pillsbury e USS Pope. O conjunto partiu de Norfolk em 15 de maio para procurar submarinos alemães na região das ilhas de Cabo Verde.

O contato no fundo do Atlântico

Lançador de granadas antissubmarino Hedgehog

Depois de semanas sem localizar o alvo, Gallery decidiu interromper a busca e seguir para Casablanca, onde seus navios precisavam reabastecer. Poucos minutos depois, às 11h10 de 4 de junho, o operador de sonar do Chatelain detectou um contato submarino a curta distância.

O primeiro ataque com projéteis Hedgehog — pequenas bombas lançadas à frente do navio e detonadas por contato — não atingiu o alvo. Aeronaves do Guadalcanal passaram a marcar a posição do submarino para orientar os escoltas. O Chatelain então lançou uma sequência de cargas de profundidade.

As explosões causaram danos no U-505 e convenceram Harald Lange de que o casco estava seriamente comprometido. O comandante ordenou que o submarino emergisse e fosse abandonado.

Quando o U-boat apareceu a cerca de 500 a 700 metros dos navios norte-americanos, canhões dos escoltas e metralhadoras das aeronaves abriram fogo contra a torre de comando. Lange foi ferido e os tripulantes começaram a lançar-se ao mar.

O tiroteio durou pouco. Um marinheiro alemão, Gottfried Fischer, morreu; os outros 58 tripulantes foram resgatados e feitos prisioneiros.

O afundamento que não funcionou

Antes de deixar o U-505, os alemães tentaram cumprir o procedimento de autodestruição. Válvulas foram abertas para permitir a entrada de água e cargas temporizadas deveriam destruir sistemas essenciais.

A retirada, porém, ocorreu com tamanha rapidez que o processo não foi concluído corretamente. Os motores permaneceram ligados, o leme ficou travado para boreste e o submarino começou a navegar em círculos.

Às 11h38, o Pillsbury lançou sua baleeira motorizada com o grupo de abordagem. O U-505 continuava avançando e girando, obrigando os marinheiros a interceptar sua trajetória antes de saltar para o convés.

Albert David foi seguido pela equipe formada por Chester Mocarski, Wayne Pickels, Arthur Knispel, George Jacobson, Zenon Lukosius, William Riendeau, Stanley Wdowiak e Gordon Hohne. Ao contrário de versões que mencionam apenas oito homens, o grupo inicial era composto por nove integrantes, incluindo David.

Dentro do submarino inimigo

Equipe de abordagem do U-505

Ao descer pela escotilha, David não sabia se encontraria resistência armada. O interior estava escuro, inclinado e sendo invadido pela água. Cabos, tubulações e equipamentos danificados dificultavam a passagem pelos compartimentos estreitos.

Os marinheiros descobriram rapidamente que o submarino estava vazio. Iniciaram então uma corrida contra o tempo para impedir o afundamento.

Zenon Lukosius encontrou a entrada de água pelo chamado sea strainer, parte do sistema de captação de água do mar, localizou a tampa removida pelos alemães e fechou a abertura. Outros integrantes desligaram fios das cargas de demolição, fecharam válvulas e procuraram interromper os motores.

Compartimento de torpedos de vante do U-505 logo após a captura

Enquanto parte do grupo trabalhava para salvar a embarcação, outros homens arrombavam armários, cofres e compartimentos, retirando cartas náuticas, publicações confidenciais, livros de sinais e equipamentos de comunicação.

Relatórios do Pillsbury registram que o material foi transportado em uma baleeira até o Guadalcanal. Às 13h18, David finalmente conseguiu cortar a força que mantinha o submarino em movimento.

Cabine do comandante do U-505

O tesouro criptográfico

Máquina de criptografia Enigma

Entre os materiais retirados do U-505 estavam máquinas Enigma, documentos com configurações vigentes, livros de códigos, tabelas meteorológicas, cartas com as quadrículas utilizadas pela Marinha alemã e instruções para transmissões abreviadas.

Relatos posteriores calculam que foram recolhidas centenas de quilos de documentos e equipamentos. O valor não estava apenas nas máquinas — cujo princípio de funcionamento já era conhecido pelos Aliados —, mas nas configurações, tabelas e procedimentos usados naquele momento pela Kriegsmarine.

Aqui é necessária uma ressalva histórica: a captura do U-505 não representou a primeira quebra da Enigma nem entregou, sozinha, a chave de todas as comunicações alemãs. Matemáticos poloneses já haviam decifrado versões da máquina antes da guerra, e britânicos e norte-americanos liam grande parte do tráfego naval alemão desde anos anteriores.

Em 1944, contudo, ainda ocorriam atrasos e interrupções. A Marinha alemã utilizava diferentes redes, chaves diárias e sistemas adicionais para ocultar posições. Um dos documentos recuperados no U-505, o livro de endereçamento das quadrículas navais, ajudou a preencher uma lacuna importante na conversão das posições codificadas dos submarinos.

Segundo uma publicação histórica da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, a recuperação desse documento permitiu eliminar o problema restante na leitura das localizações transmitidas pela Marinha alemã. Portanto, o material não “quebrou a Enigma” do zero, mas tornou a inteligência aliada mais rápida, precisa e confiável durante a fase final da Batalha do Atlântico.

O risco de uma vitória tornar-se desastre

A captura ocorreu dois dias antes do desembarque aliado na Normandia. Para a inteligência naval, a proximidade do Dia D agravava o risco: se Berlim descobrisse que um submarino, suas máquinas e seus documentos haviam sido capturados, poderia modificar imediatamente os códigos e os procedimentos de comunicação.

A Marinha dos Estados Unidos precisava convencer os alemães de que o U-505 havia afundado com toda a tripulação.

O submarino foi mantido flutuando por grupos de salvamento enviados pelo Guadalcanal. Durante o reboque, os norte-americanos aproveitaram o movimento das hélices para fazer os motores elétricos funcionarem como geradores, recarregando as baterias e fornecendo energia às bombas e aos compressores.

Depois de uma longa e difícil travessia, o U-505 chegou secretamente a Bermuda. Ali foi pintado para parecer um submarino norte-americano e recebeu o nome fictício de USS Nemo, enquanto engenheiros e oficiais de inteligência examinavam sua estrutura, sensores, torpedos e equipamentos.

Os prisioneiros que oficialmente estavam mortos

A manutenção do segredo exigiu medidas excepcionais contra os 58 tripulantes capturados. Inicialmente levados a Bermuda, eles foram depois enviados para o Camp Ruston, uma instalação para prisioneiros de guerra na zona rural da Louisiana.

Os homens foram separados dos demais prisioneiros alemães. Suas cartas foram confiscadas e eles não tiveram autorização para informar as famílias ou o Comitê Internacional da Cruz Vermelha de que estavam vivos.

O próprio museu que conserva o U-505 reconhece que essas medidas contrariavam as disposições da Convenção de Genebra de 1929 sobre o tratamento de prisioneiros. O almirante Ernest King, comandante em chefe da Frota dos Estados Unidos e chefe de Operações Navais, autorizou o isolamento por considerar essencial impedir qualquer vazamento.

Em agosto de 1944, a Marinha alemã já havia informado às famílias que o U-505 estava desaparecido e que seus tripulantes deveriam ser considerados mortos. Enquanto parentes realizavam o luto na Alemanha, os marinheiros encontravam-se vivos na Louisiana. Alguns tentaram fazer balões improvisados com a mensagem “U-505 vive”, mas não conseguiram romper o bloqueio de informações. Os últimos prisioneiros somente voltariam à Alemanha em 1947.

Uma história escondida — mas não por anos

A narrativa popular costuma afirmar que a Marinha norte-americana “enterrou a história durante anos”. Na realidade, a captura permaneceu secreta por aproximadamente 11 meses.

Depois da rendição da Alemanha, em maio de 1945, já não havia necessidade de proteger os códigos. Em 16 de maio, a Marinha divulgou publicamente a captura e as operações de salvamento.

O U-505 passou então a visitar cidades norte-americanas como parte da campanha do Sétimo Empréstimo de Guerra, destinada a vender títulos para financiar a continuidade da guerra contra o Japão. Cidadãos que compravam os títulos podiam visitar o submarino que poucos meses antes fora um dos segredos mais protegidos da Marinha.

A única Medalha de Honra da campanha atlântica

Albert David recebeu a Medalha de Honra, a mais alta condecoração militar dos Estados Unidos. A citação oficial destacou que ele entrou no submarino sabendo que a embarcação poderia afundar ou explodir a qualquer momento.

Foi a única Medalha de Honra concedida a um integrante da Marinha dos Estados Unidos por uma ação no teatro do Atlântico durante toda a Segunda Guerra Mundial.

David não viveu para receber pessoalmente a condecoração. Morreu de um ataque cardíaco em setembro de 1945; a medalha foi entregue posteriormente à sua viúva. Arthur Knispel e Stanley Wdowiak, os primeiros homens a segui-lo para o interior do U-505, receberam a Cruz da Marinha. O Grupo-Tarefa 22.3 foi agraciado com a Presidential Unit Citation.

Tenente Albert David

Do Atlântico para Chicago

Depois da guerra, especialistas retiraram do U-505 tudo o que ainda possuía valor militar ou tecnológico. Em 1946, a Marinha pretendia utilizar o casco como alvo de exercícios de tiro e torpedos.

Daniel Gallery, já promovido a almirante e natural de Chicago, iniciou uma campanha para preservar o submarino. Em 1953, ele e Lenox Lohr, presidente do então Museum of Science and Industry, convenceram o governo a entregar a embarcação ao museu.

A Marinha, porém, não pagaria o transporte. O museu, a prefeitura e organizações privadas arrecadaram US$ 250 mil para reparar, rebocar e instalar o U-505.

Em maio de 1954, rebocadores iniciaram uma viagem de aproximadamente 3 mil milhas desde Portsmouth, em New Hampshire, passando por 28 eclusas, pelo rio São Lourenço e pelos Grandes Lagos. O submarino chegou a Chicago em 26 de junho.

Restava atravessar cerca de 240 metros entre a margem do Lago Michigan e o museu. Engenheiros montaram um sistema de trilhos e roletes, e a cidade fechou a Lake Shore Drive durante a noite para permitir a passagem da embarcação. O U-505 foi inaugurado como memorial de guerra e exposição permanente em 25 de setembro de 1954.

Hoje, o submarino permanece preservado no Griffin Museum of Science and Industry, em Chicago. Os visitantes podem entrar em seus compartimentos e observar o espaço estreito no qual nove marinheiros norte-americanos arriscaram a vida para capturar uma das maiores recompensas de inteligência naval da Segunda Guerra Mundial.

O feito não ganhou a guerra sozinho, nem foi responsável pela quebra original da Enigma. Seu significado está na combinação de planejamento, coragem, salvamento naval e segurança de inteligência: os Estados Unidos capturaram um navio inimigo no alto-mar, extraíram seus segredos e conseguiram impedir que a Alemanha descobrisse o que havia perdido até que já fosse tarde demais.■



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16 Comentários
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Antunes 1980

Então é mentira que, em 1939, a recém-criada agência de inteligência britânica MI6 recruta Alan Turing, um aluno da Universidade de Cambridge, para entender códigos nazistas, incluindo o “Enigma”, que criptógrafos acreditavam ser inquebrável. A equipe de Turing, incluindo Joan Clarke, analisa as mensagens de “Enigma”, enquanto ele constrói uma máquina para decifrá-las?

João Fernando

Óbvio. Vi de perto uma enigma em Paris. Pra mim ali foi espionagem pura e simples. E pra encobrir, o tal trabalho num computador.

Dr. Mundico

Não foi espionagem, foi trabalho de pesquisa por tentativa-êrro.
O código da Enigma (e suas derivações) era alterado diariamente. Mesmo que alguém descobrisse o “código de hoje”, amanhã já seria outra derivação aleatória com outra tabulação. Não daria tempo para refazer tudo em 24 horas.

Dr. Mundico

Como dito na matéria, matemáticos poloneses já haviam desvendado o funcionamento da Enigma antes da guerra, entendendo a forma de “articulação” das peças e o provável resultado do seu uso. No entanto, saber como funciona não significa muita coisa se você não tem o código usado, ou seja, a “programação” do sistema. Mal comparando, é como você ter um computador e não possuir o sistema operacional e suas derivações (que podem ser infinitas), ficando com um sistema fechado sem alimentação. A Enigma admitia o uso de códigos que podiam ser (e eram) alterados diariamente, era um sistema estruturado com alimentação… Read more »

Dalton

Turing, que também recebeu o título de Doutor pela Faculdade de Princeton nos EUA, aperfeiçoou o método polonês e desenvolveu uma avançada máquina sem a qual não seria possível decifrar as mensagens codificadas.
.
Para quem ainda não assistiu, vale a pena conferir o filme O jogo da imitação onde é retratado também o triste fim de Turing.

Marcelo Andrade

Filme espetacular, ainda mais com esse grande ator

LucianoSR71

A história da quebra do código da Enigma (que surgiu p/ uso de empresas que temiam que suas comunicações fossem interceptadas e terem seus segredos revelados, só depois a máquina foi adaptada p/ uso militar) envolve muitas coisas: espionagem, ganância, esforço intelectual, falta de visão de autoridades francesas e inglesas da importância que a decodificação teria – comportamento diametralmente oposto às polonesas, golpe de sorte (envio por engano de uma Enigma comercial p/ Polônia), etc. 

LucianoSR71

Sugiro um vídeo que explica bem essa parte pouco conhecida dessa parte fundamental p/ a vitória dos Aliados na 2ª GM: Who Cracked Enigma? The True Story, No B.S. – WW2 Documentary Special

LucianoSR71

Obs.: a senhora que aparece no vídeo é alemã, casada c/ o historiador britânico Spartacus Olsson (um dos fundadores do Canal ‘World War Two’ que tem um vasto material de excelente qualidade) e a jovem é filha deles.

Mesquita Barros

Ótimo vídeo!

LucianoSR71

Esse e o outro canal deles o ‘TimeGhost History’ tem muita coisa interessante.

LucianoSR71

Sunny Beaches, Fascist Leaders, and Nazi Spies – WW2 – Spies & Ties 01:

Cristiano GR

Muito bom saber que o submarino está conservado em Chicago. Gostaria de conhecê-lo pessoalmente.

José

Eu visitei este museu e tirei dezenas de fotos deste submarino

Rodrigo Maçolla

Excelente Matéria, Mais que merecida a Medalha de Honra para o Tenente Albert David,

PY3TO - Rudi'

Saudações a todos… a titulo de curiosidade ….Museu da FURG em Porto Alegre tem um Enigma.