China pode encerrar produção do destróier Type 052D após cerca de 40 navios
Type 052D
Relatos de fontes abertas indicam que as últimas unidades estariam em testes de mar e que os estaleiros chineses poderão começar a migrar para dois novos projetos de destróieres no fim de 2026. Pequim, porém, ainda não confirmou oficialmente o encerramento da série
A Marinha do Exército de Libertação Popular da China (PLA Navy) poderá estar se preparando para encerrar uma das mais importantes séries de navios de guerra de sua história recente. Informações divulgadas por um perfil especializado no acompanhamento das Forças Armadas chinesas afirmam que Pequim não planeja encomendar novos destróieres Type 052D, enquanto as unidades de números 37 a 40 estariam realizando testes de mar.
Segundo o relato, as linhas de produção seriam progressivamente transferidas, a partir do fim de 2026, para dois novos projetos de destróieres ainda não identificados publicamente. A informação, contudo, não foi confirmada pelo Ministério da Defesa da China, pela Marinha chinesa nem pelos estaleiros Jiangnan e Dalian, responsáveis pela construção da classe.
Caso confirmada, a decisão representaria o fim de um ciclo industrial iniciado em 2012, quando o primeiro Type 052D foi lançado ao mar. O navio inaugural, Kunming, entrou em serviço em março de 2014 e marcou uma transformação na capacidade de defesa aérea, ataque antinavio e comando de forças-tarefa da Marinha chinesa.
Ao menos 35 navios já foram incorporados

O número exato de Type 052D construídos ou em diferentes etapas de testes permanece difícil de determinar, devido à ausência de uma lista oficial completa divulgada por Pequim.
Em junho de 2026, o jornal estatal China Daily informou que a Marinha chinesa havia incorporado 35 destróieres Type 052D. A unidade mais recente publicamente apresentada naquele momento era o Tongchuan, numeral 177, destinado à Frota do Mar do Sul.
A diferença entre os 35 navios oficialmente reconhecidos e os 40 mencionados pelo novo relato seria explicada pelas unidades ainda em testes, instalação de equipamentos ou preparação para entrega. Em programas navais chineses, pode transcorrer um período significativo entre o lançamento, o início das provas de mar e a divulgação pública da entrada em serviço.
Uma análise da Naval News sobre a construção naval chinesa em 2025 estimou que a produção total da família já se aproximava de 40 unidades. Segundo a publicação, os estaleiros de Dalian e Jiangnan continuavam equipando um novo lote da versão modificada, informalmente designada Type 052DM por observadores ocidentais.
Dalian teria produzido seis navios desse padrão, enquanto Jiangnan teria construído seis ou sete, totalizando até 13 unidades no lote mais recente. Sete ou oito delas teriam sido incorporadas antes do fim de 2025.

Relatos sobre encerramento ainda são contraditórios
As informações disponíveis em fontes abertas não permitem afirmar definitivamente que o quadragésimo navio será o último Type 052D.
Uma avaliação publicada em maio de 2026 pela revista Proceedings, do U.S. Naval Institute, afirmou que a produção estava se aproximando de 40 unidades, mas estimou que outros dez navios ainda poderiam ser construídos. O estudo também identificou a incorporação de oito unidades da versão mais recente em 2025 e de outra no início de 2026.
Outra estimativa publicada em junho apontou 35 navios já entregues e oito adicionais em construção, o que elevaria a frota potencial a 43 unidades. Essa contagem também não possui confirmação oficial e pode incluir navios em diferentes fases de fabricação, lançamento e testes.
Assim, a alegação de que os navios 37 a 40 formariam o lote final deve ser tratada como uma informação preliminar. Ela poderá refletir o encerramento de um contrato ou lote específico, sem necessariamente excluir uma encomenda posterior, uma versão adicional ou uma evolução da mesma plataforma.
Type 052D tornou-se a espinha dorsal da escolta chinesa

Conhecido pela OTAN como classe Luyang III, o Type 052D ocupa uma posição intermediária entre os antigos destróieres Type 052C e os maiores Type 055.
O navio possui deslocamento próximo de 7.500 toneladas nas versões iniciais e de quase 8.000 toneladas nos exemplares mais recentes. Seu sistema de lançamento vertical universal possui 64 células, distribuídas entre a proa e a região central do casco.
As células podem receber diferentes combinações de mísseis antiaéreos, antinavio, de ataque terrestre e armamentos antissubmarino. O armamento também inclui um canhão naval de 130 mm, sistemas de defesa aproximada e lançadores de contramedidas.
O conjunto de sensores é dominado pelos grandes painéis de radar de varredura eletrônica instalados na superestrutura. A arquitetura permite que o navio acompanhe múltiplos alvos e forneça defesa aérea para grupos de porta-aviões, formações anfíbias, comboios e forças de superfície.
A Marinha chinesa emprega os Type 052D em missões de longa distância, exercícios conjuntos, escoltas no Golfo de Áden e operações com seus porta-aviões. A quantidade produzida permitiu distribuí-los pelas três principais frotas — Mar do Norte, Mar do Leste e Mar do Sul — transformando a classe em um dos pilares da expansão oceânica chinesa.
Versões recentes receberam casco alongado

O projeto passou por sucessivas modificações sem abandonar sua arquitetura básica.
A variante geralmente conhecida como Type 052DL recebeu casco ligeiramente alongado, convés de voo ampliado e hangar adaptado para operar o helicóptero naval Z-20. A mudança aumentou a capacidade de guerra antissubmarino, vigilância marítima e designação de alvos além do horizonte.
As unidades mais recentes, chamadas por observadores de Type 052DM, apresentam novas alterações nos sensores, comunicações, sistemas de comando e equipamentos instalados nos mastros. As designações DL e DM, porém, não são necessariamente empregadas oficialmente pela China.
O China Daily afirmou que o Tongchuan e outros navios recém-construídos possuem casco mais longo, radar aperfeiçoado, maior capacidade de combate e condições para operar helicópteros maiores.
Essa evolução gradual permitiu à indústria chinesa produzir dezenas de navios sem interromper a linha para introduzir uma classe completamente nova. O resultado foi uma combinação entre padronização, ritmo industrial elevado e incorporação progressiva de melhorias.
Dois projetos poderão substituir a série

O relato sobre o possível fim da produção afirma que a Marinha chinesa avançará com dois novos projetos de destróieres, mas não fornece novos dados sobre dimensões, propulsão, armamento ou designações.
Também não está claro se os dois programas corresponderiam a substitutos separados para o Type 052D e o Type 055, a duas variantes de uma mesma plataforma ou a navios destinados a missões diferentes.
Uma possibilidade é que Pequim procure manter a atual divisão entre um destróier produzido em grande escala, com deslocamento intermediário, e um combatente maior destinado ao comando de forças-tarefa e à escolta de porta-aviões. Essa interpretação, porém, permanece especulativa.
A mudança de geração poderá ser motivada pela necessidade de instalar radares maiores, ampliar a produção de energia elétrica, integrar novos mísseis, operar sistemas não tripulados e reforçar a defesa contra armas hipersônicas e ataques de saturação.
A segunda série do Type 055 continua em construção. Em maio de 2026, o U.S. Naval Institute registrava dez unidades incorporadas e quatro em diferentes etapas de produção. A classe também passou a testar o míssil antinavio hipersônico YJ-20, demonstrando a evolução do armamento.

Estaleiros poderão mudar as linhas no fim de 2026
Jiangnan, em Xangai, e Dalian, no nordeste da China, construíram simultaneamente destróieres Type 052D e Type 055, utilizando grandes docas, fabricação modular e extensas áreas de integração.
A eventual passagem para novos projetos no fim de 2026 não significa que os futuros navios aparecerão imediatamente no serviço operacional. Os primeiros cascos ainda precisarão passar por montagem, lançamento, instalação dos sistemas, testes de porto e provas de mar.
A movimentação dos estaleiros poderá oferecer os primeiros sinais concretos da transição. Alterações nas dimensões dos módulos, novas seções de casco, superestruturas diferentes ou mudanças nas áreas de produção costumam ser identificadas por fotografias comerciais de satélite e imagens divulgadas nas redes sociais chinesas.
Foi dessa maneira que observadores acompanharam grande parte da produção do Type 052D, do Type 055, do porta-aviões Fujian e do navio de assalto anfíbio Type 076 antes das confirmações oficiais.
O fim de uma série ou apenas de mais um lote?
Com cerca de 40 navios construídos ou em construção, o Type 052D já se tornou uma das classes de destróieres modernos mais numerosas do mundo. Sua produção em série permitiu à China substituir navios antigos e ampliar rapidamente o número de escoltas disponíveis para operações oceânicas.
O encerramento da linha seria coerente com uma transição tecnológica após 14 anos de construção. Ao mesmo tempo, as divergências entre as estimativas indicam que ainda é cedo para estabelecer o tamanho definitivo da classe.
Até que apareçam novas imagens dos estaleiros ou uma declaração oficial chinesa, o cenário mais prudente é considerar que o lote atual do Type 052D se aproxima da conclusão, enquanto a existência de uma encomenda final maior — possivelmente superior a 40 navios — continua em aberto.
Se a mudança para dois novos projetos realmente começar no fim de 2026, ela marcará não apenas o encerramento de uma era, mas o início de uma nova etapa da expansão naval chinesa, agora concentrada em navios de maior capacidade, sensores mais poderosos e integração crescente.■


Um ritmo de produção incrível em 14 anos!
Uma bela nave de combate.
E nos últimos 10 meses o ritmo de construção (ou lançamento) de destroieres na Marinha Chinesa diminuiu significativamente, mas não se trata simples pausa e sim de uma mudança de rumo.
Um novo cruzador de 20.000 toneladas parece estar confirmado nos planos da marinha chinesa ↓

(200 m x 25 m)
Gostaria que a MB comprasse uns 2 desse ai, seria maravilhoso. É caro manter mas vale muito a pena.
Por mais que eu tenha simpatia pelos navios chineses, acredito que o investimento feito no programa “Tamandaré” não justificaria a compra de navios chineses (ou de outros países) nos próximos anos, principalmente considerando o investimento básico necessário para treinamento da tripulação, operação de sensores e armamentos, estabelecimento de uma estrutura logística mínima para manter o navio operando, etc.
Mesmo considerando um preço teoricamente baixo para uma eventual compra, sem grande investimento alto em uma estrutura mínima, o navio não operaria a contento.
Assim, essa aquisição fica para nosso imaginário de entusiastas apenas.
O investimento se justificaria caso sofressemos embargo de equipamentos por parte do Tio San. No passado isso já ocorreu mas estavamos politicamente longe de Pequim.
Esse teu raciocínio não faz sentido nenhum. “Chuto” que a maior parte das importações de produtos americanos sejam destinados a indústria de transformação. Se falarmos de importações ligadas a alta tecnologia, a participação americana deve superar fácil 50%. Destaco que a Embraer, por exemplo, utiliza muitos materiais, componentes, tecnologia americana. Porém, não faz sentido nenhum raciocinar com um embargo americano de equipamentos. Qual seria a motivação? apesar do Brasil não ser um país lá muito confiável, não é inimigo de ninguém no mundo (nem de quem deveria ser). Além do mais, não seriam 2 ou 3 navios de combate que… Read more »
Off: A China está testando um drone submarino q é quase do tamanho de um submarino convencional. Tem 45 metros de comprimento. Possivelmente terá alcance global. O maior drone submarino dos EUA tem 15 metros.
Acabou. Zeraram o jogo.
Paul, o polvo, está de volta?
Difícil, ainda mais quando esse destroyer é extremamente barato. A Tamandaré custou ao Brasil cerca de US$ 550 milhões, enquanto o Type 052 tem um valor aproximado de US$ 650 milhões.
É mais fácil a China parar de construir as fragatas Type 054B do que parar de produzir o Type 052. Sem falar que, com o atual ritmo de construção naval, a China ultrapassa os EUA em número de destroyers em, no máximo, 15 anos.
No máximo, eles vão continuar construindo uma versão aprimorada do Type 052.
Concordo plenamente. Só discordo da quantidade de destróiers, pois a China já conta com uma quantidade de destróiers quase tão grande quanto os EUA, com um total de 62 em serviço na China e 77 nos EUA. Mas detalhe, a China tem cerca de 10 destroiers em construção ou já pedidos, enquanto os EUA entregam um a cada dois anos, com pouca margem de pedidos, fora as aposentadorias, pois muitos destróiers dos EUA já estão próximos de baixa de serviço, ou seja, talvez nos próximos 5 anos eles já ultrapassem.
Podem ultrapassar em quantidade, mas a doutrina americana é muito superior, fora a tecnologia 15 anos a frente em sistemas cruciais que poucos tem acesso na própria us navy. A projeção de força dos EUA continuará incomparável nos próximos 120 anos. Os EUA ja sabiam do potencial chinês há pelo menos 30 anos, vide o livro ‘ A Questão Chinesa’ , de Henry Kissinger. Nao é novidade para eles. Paremos com torcida ideologica, por favor.
A única pessoa ideológica aqui é você. Os EUA já perderam 49 aeronaves no Irã. Achar que a tecnologia chinesa é uma merda é ignorar totalmente a superioridade numérica chinesa. Ainda mais quando a quantidade de VLS faz total diferença na guerra naval. Isso é suicídio.
e perderam também uma quantidade de homens desde o começo das hostilidades com o Irã… Mas não assumem publicamente. Mas na reunião do secretário de Guerra para pedir mais verbas, ele levou muita porrada e teve que ouvir muita verdade na cara. Pete Hegseth, compareceu ao Comitê de Orçamento do Senado americano para solicitar uma verba emergencial de 67 bilhões de dólares (cerca de R$ 340 bilhões). Hegseth informou ao Comitê de Apropriações e Orçamento que o conflito com o Irã já consumiu US$ 37,5 bilhões dos cofres públicos. o número oficial de soldados norte-americanos mortos na guerra contra o… Read more »
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Estudos técnicos e estratégicos indicam que já não é tão superior como pensas. Já está próximo do empate se já não empatou.
“120 anos”? Empolgou de vez. Vamos aguardar 5 e voltar ao tema.
Para sua informação, depois da Segunda Guerra Mundial, os EUA só ganharam guerras contra Granada (1983), Panamá (1989-1990) e Iraque (1991). Assim mesmo, na Guerra do Golfo, foi uma coalizão de quase 30 países contra o Iraque de Saddam Hussein sozinho.
A escala diminui o preço! Eles construiram 40 fragatas, diluiram os custos….
Quando você não tem o governo taxando o navio que o próprio governo vai comprar, também ajuda kkkkk.
Que chato isso, né 🥴?!
(40 Destróieres operando)
Somente desta subclasse 52D, se adicionar os destroyers type 052 + 052B + 052C + os type 055 a China já passou de 60 Destroyers.
Tem ainda cerca de 50 Fragatas e 50 Corvetas.
Aproximadamente uns 160 navios de combate de superfície.
em tonelagem, parece que ultrapassou os EUA recentemente…
Não, isso falta muito ainda. A US Navy tem 4,6 milhões de toneladas na frota de combate ativa e a da China é estimada entre 2,5 mi e 3 milhões de toneladas. Em termos de células VLS a Us Navy ainda mantém grande vantagem com cerca de 9.000 à 9.900 células contra cerca de 4.800 células VLS da marinha chinesa. Isso porque a grande maioria dos navios americanos possuem 96 células VLS, enquanto a China possui os Type 055 com 112 células, porém os 052D com 64 células, as fragatas com 32 células e as corvetas com 0 células. São… Read more »
Opa, obrigado por informar!
Mas também temos que considerar que os VLS chineses também tem mais profundidade que os VLS americanos, ou seja podem levar mísseis maiores, e que muito do número de VLS dos EUA irá cair em médio prazo
E as últimas versões dos grandes combatentes de superfície chineses já estão recebendo mísseis hipersônicos YJ-20 nesses VLS. A USN ainda não tem nada em operação equivalente ao YJ-20.
Mas tem uma grande ressalva aqui: O VLS chinês Maior e mais largo não é usado em todos os navios. O VLS universal de maior porte é exclusivo dos Destroyers chineses. Ele tem 850 mm de diâmetro contra 640 mm do MK-41 americano. Ele tem uma versão de 9 metros de profundidade contra 7,7m do Strike Length americano, porém também tem uma versão menor com 7 metros de profundidade. A versão maior de 9M só é usada de forma maciça nos Type 055. Todas as 112 células usam este VLS com células de 9m. Já os Destroyers Type 052D usam… Read more »
Possivelmente os novos destróieres serão construídos em torno de um projeto que dê suporte as novas armas de energia, como laser, microondas e talvez railgun?
Já é ponto pacífico que a quarta revolução industrial (posto que lembremos o que foram as outras três…) impõe o uso de IA e sistemas letais autônomos (com dispensa massiva de ‘unidades carbono’ pra ‘intimate killing’) ainda mais do que networked warfare com seus satélites, links, fusão de sensores, operações distribuídas, etc. Tá acontecendo agora em todos os ramos militares nos EUA, deve estar acontecendo igualmente na China. Que a China reoriente seu CIM pra plataformas no espírito (de porco) do tempo atual não deve espantar ninguém. Se eu fosse responsável pela Defesa, eu poria a barba de molho porque… Read more »
Bom , ótima escolta e , segundo Japao , Coreia , EUA e Australia .. elas funcionam , ate bem de + acho que principalmente as ”D” com a constante rastreio de alvos aéreos e interferências eletronicas em areas de atuação .. talvez daki a 20 anos estejam disponíveis no mercado de usados se a China nao expandir mais ainda sua frota afim de buscar a simples substituição desses meios ..a MB teve a chance de meios desse tipo e as corvetas Type 054 entre outros meios dentro do Prosuper mas o peso politico ”doutrinário/histórico/ocidental” pesou mais que ter o… Read more »
A MB simplesmente não tinha dinheiro para ir atrás do Prosuper depois que o acordo para FREMM não foi para frente
Sim , e um fato que havia acordo pro FREMM .. 5 unidade + o navio de apoio logístico , esse número poderia ate chegar a 8 unidades ,, mas e um fato , as ”Iver” eram infinitamente mais baratas e tb capazes e os navios chineses também foram ofertados apos o fim do acordo com a Italia e nem envolvia dinheiro ”bruto” ,, seriam financiados pela China mesmo em troca por parte em commodities… seria uma boa , mas…
Essas belonaves Chinesas são muito bem desenhadas. E poder de fogo dessas Escoltas são impressionante. Só de Tipo D eles tem mais navios e mais novos que a Marinha Brasileira. Urgência ou Planejamento a l9ngo prazo.
O Brasil poderia comprar cascos destinados para um futuro contra torpedeiro ou fragata …ganharia tempo deixando para os estaleiros nacionais a continuação da construção do projeto usando esses cascos ….. ganharia tempo nas construções dos navios em em menos tempo.
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O Brasil já desenvolve motores para navios/caminhão e turbinas todos a etanol… os submarinos com turbinas geradoras de energia a etanol para as baterias em vez de usar o diesel …seria interessante.
biodiesel, po exemplo.
Se tratando de China. Devemos ter cautela.
Sua mente travou na década de 90, quando a China exportava bugigangas de 1,99 pirateadas com uso de mão de obra quase escravizada e o Exército de Libertação do Povo era majoritariamente equipado com cópias locais de armamento soviético dos anos 50.
Chama a atenção que até o fim dos anos 70 a China era mais pobre que o Brasil.
“China pode encerrar produção do destróier Type 052D após cerca de 40 navios”
Com umas 04 unidades dessa Type 052D na MB, já me contentaria…
Mas o Brasil e seus militares já são conhecidos por perderem oportunidades a frente deles.
Nem para aproveitar oque um parceiro comercial pode ter a oferecer e usufruir dos laços de parceria econômica, nossos militares sabem tirar vantagem.
Um destroyer (ou fragata, como queiram) como este, se o custo mesmo é US$ 650 milhões para a marinha da China, que agrega muito mais equipamentos, sensores e demais requisitos, poderia sair por um preço bem próximo de uma Tamandaré para o Brasil, que encomendaria 2 ou 3…
Certamente linha de créditos e instituições para financiamento não faltariam. Na China, o financiamento de equipamentos militares e do complexo industrial de defesa é centralizado pelo Estado, sendo operado principalmente por bancos de fomento (bancos de política pública) e pelos quatro maiores bancos comerciais estatais (os “Big Four”). Devido à estratégia nacional de “Fusão Civil-Militar”, essas instituições financeiras fornecem empréstimos para empresas estatais de armamentos e subsidiárias de tecnologia com aplicações de defesa. Bancos de Fomento e Exportação (Policy Banks):Estes bancos não visam apenas o lucro comercial, mas sim o cumprimento das metas estratégicas e militares do Partido Comunista Chinês:… Read more »
Em breve numa prateleira de usados pra marinha do bostil comprar