VÍDEO: Fragatas Tamandaré e União chegando ao porto de Santos (SP)
Imagens aéreas de Emerson Leal registram a passagem das duas escoltas pelo canal de navegação santista, com cerca de uma hora de intervalo, durante a concentração de meios da Esquadra brasileira
Imagens captadas por drone mostram a chegada das fragatas Tamandaré (F200) e União (F45) ao Porto de Santos, no litoral de São Paulo, na sexta-feira, 17 de julho. Os dois navios da Marinha do Brasil ingressaram no canal de navegação com aproximadamente uma hora de intervalo, em deslocamento para participar da Operação ADEREX 2026.
O registro aéreo de Emerson Leal oferece uma visão privilegiada da passagem das embarcações pelo complexo portuário. Primeiro navio de sua classe e mais nova escolta incorporada à Esquadra, a Tamandaré contrasta visualmente com a União, veterana representante da classe Niterói.
ADEREX reúne meios da Esquadra em Santos
A ADEREX é o principal exercício militar periódico da Marinha do Brasil voltado à elevação e à manutenção da prontidão operacional de navios, aeronaves e tropas de Fuzileiros Navais. As atividades permitem treinar procedimentos que precisam ser executados de maneira coordenada em situações de crise ou conflito.
Durante a operação, as tripulações podem realizar exercícios de manobra tática, comunicações, defesa aérea, guerra antissubmarino, combate de superfície, controle de avarias e proteção de unidades de maior valor militar.
Além das fragatas Tamandaré e União, a concentração naval em Santos incluiu o Navio-Aeródromo Multipropósito Atlântico (A140), a Fragata Defensora (F41), o Navio-Patrulha Oceânico Apa (P121) e o submarino Tikuna (S34). O Atlântico, capitânia da Esquadra, foi aberto à visitação pública no Complexo Naval do Porto de Santos em 19 de julho.
Uma das primeiras comissões da Fragata Tamandaré
A presença da F200 na ADEREX ocorre menos de três meses depois de sua incorporação oficial à Esquadra. A cerimônia de Mostra de Armamento foi realizada em 24 de abril de 2026, na Base Naval do Rio de Janeiro, marcando a transferência do navio para o setor operativo da Marinha.
A Tamandaré é a primeira de quatro fragatas contratadas no âmbito do Programa Fragatas Classe Tamandaré. Construída em Itajaí, Santa Catarina, a embarcação representa o início da renovação do núcleo da força de superfície brasileira.
União representa a geração anterior de escoltas
A Fragata União, indicativo visual F45, pertence à classe Niterói e possui um extenso histórico de operações nacionais e internacionais. O navio já integrou, entre outras missões, a Força-Tarefa Marítima da missão das Nações Unidas no Líbano e participou de exercícios com marinhas estrangeiras.
A navegação conjunta, embora realizada com intervalo entre as chegadas, reuniu simbolicamente duas gerações da Esquadra: a União, integrante de uma classe incorporada a partir da década de 1970, e a Tamandaré, concebida para assumir progressivamente as missões dos navios mais antigos.■

niteroi quase não balança, enquanto a tamandare parece balançar um pouco mais….
Isso q o mar está calmo, calmissimo. Será que houve algum erro de projeto, ala Inhauma?
Muita gente nos canais de vídeo está comentando a mesma coisa. É uma característica bem nítida desde os tempos de teste de mar.
Navio com pequena relação comprimento-boca é assim mesmo🚣… A MeKo A-100 Corvette/light Frigate original (antes de alterarem as informações no site da TKMS) era alguns metros mais estreita🤔. Espero que ninguém seja atirado por sobre a amurada da asa da ponte numa rolagem dura mais forte.😳
O navio está leve, com pouco armamento e combustível.
Acho que isso não e justificativa. o navio deveria ser estavel em todos os regimes de configuração. ta parecendo erro de projeto, culpa da MB inves de compara logo uma Meko A 200, inventou de fazer esse desenho um trambolho entre a A 100 e a A 200.
As meko a200 da Argélia deveriam ter sido o modelo adotado por aqui. Mas……
…mas tem hidrojato.
Prezado Sergio, é possível fazer manobra de tanques, transferindo água para manter o navio trimado… mas, a medida em que o combustível for consumido, isso não vai mais surtir efeito significativo… por isso temos um limite de segurança para que seja realizado reabastecimento no mar… cordial abraço…
Prezado, o meu ponto e que , o navio deveria ser estavel não importa se ele esta com pouco ou muito combustivel , ele deveria ser capaz de manter o equilibrio sem precisar recorer a truques para conseguir isso.
Bem, se o calado varia conforme a quantidade de líquido a bordo, que é o peso preponderante, não sei como manter a estabilidade em quaisquer circunstâncias sem manobrar como explicado… talvez conceitos da física e da mecânica dos fluidos possam explicar… cordial abraço…
Ate onde eu sei o combustivel e retirado de tanques diferentes as mesmas quantidades pára manter estabilidade agora se os navios de vcs eles seca um tanque para depois secar outro ai eu ja não sei.
Correto, as transferências são realizadas a partir de tanques diferentes, a fim de preservar a estabilidade… apenas acrescento que essas transferências ocorrem para um tanque de serviço, cuja posição é central em relação ao comprimento longitudinal… a partir desse tanque é direcionado o óleo para consumo… cordial abraço…
Ele tem calado máximo de 4,00 m.
Ué, mas não dá. Se você fazer o navio ser pesado a ponto de ficar estável sem combustível, se você encher o tanque ele afunda. O que eles fazem é exatamente o que o meu xará, com conhecimento infinitamente superior que o meu, disse.
Não sei a FCT, mas normalmente os navios possuem lastro, quando navegam leves possuem tanques de lastro. Mas tenho certeza que ninguém ali tava navegando fora dos limites de segurança.
Isso passa mais por centro de gravidade e geometria do casco do que pelo peso amigo.
Concordo, Sérgio: todo navio com pequena relação comprimento/boca acaba sendo muito sensível (tem uma resposta muito rápida) aa rolagem pois tem grande braço de momento restaurador, que é a distância (horizontal) entre os vetores (verticais) peso e empuxo quando o navio adquire um ângulo de banda pela ação de onda. ?pub-status=live Um navio com o mesmo deslocamento que o anterior mas de maior relação comprimento/boca é menos sensível a rolagem. Isso é geometria, não depende da carga. E, por curiosidade, podemos grosseiramente estimar quantas toneladas de combustível uma Tamandaré deve carregar a partir de informações públicas como autonomia, potência da… Read more »
Já havia notado isso, inclusive comentado, por isso acho que o segundo vai ter retrofit…
Não tem solução, é característica intrínseca do design adotado.
Duas gerações, sim, mas não consecutivas: entre elas tem as Inhaúma (as mini-Niterois… 😂 Corvetas só no nome)e a solitária pequena notável (a Barroso, não a Carmen Miranda).
Resta torcer para o segundo lote da Tamandaré sair do papel . O ideal seriam 12 escoltas novas, quem sabe a longo prazo com uma versão maior .
O ideal seriam meko 200. Maiores e que balançam menos.
Está tão ruim a situação da marinha que, ao invés de colocar os quatro Mansups, como era planejado, só colocaram dois. Enquanto isso, em outras marinhas já virou lei ter pelo menos oito mísseis superfície-superfície
Ela pode levar oito. Se todos estiverem com seus lançadores guardados em um armazém no Mocanguê ou no AMRJ eu não vou reclamar. Se precisar, um dia no porto e eles são instalados e pronto.
Tem q ver com o inimigo se ele esperará a marinha brasileira. E isso é recorrente, a marinha brasileira colocar apenas 2 mísseis, vide toda foto que vejo a Type-22 Rademaker sempre estão com apenas dois mísseis. Na guerra da lagosta já vimos essa história e parece que a marinha não aprendeu.
Nenhuma marinha arma completamente um navio para missão de rotina, adestramento, visita a um porto dentro do próprio território ou mesmo de um país vizinho, ainda mais quando o grau de percepção de ameaça é baixo daí a ^Rademaker^ ter sido armada com 2 ^exocet^ ao invés de 4 assim como tem fotos de Arleigh Burkes I/II com menos ^Harpoons^. . Na ^Guerra da Lagosta^ a marinha fez o que pôde com o pouco que tinha, não se trata de não ter aprendido e sim que o orçamento continua inadequado o grau de percepção de ameaça continua baixo e uns… Read more »
Pensando na situação geopolítica global atual: Que marinha seria capaz ou iria querer aparecer para atacar o Brasil num prazo de uma semana? Sim, a marinha americana, a francesa, a italiana, todas seriam capazes de fazer isso. Mas por que elas fariam?
Se estivéssemos em uma crise com outro país, iminência de guerra, aí elas teriam que levar mais mísseis. Nem estariam fazendo exercício em Santos, estariam posicionadas para a zona de conflito provável.
A própria guerra da lagosta que você citou, a Marinha teve dias para preparar seus navios. Fez o que dava. Deu certo.
No vídeo, parece que a Niterói tem uma kombi no hangar….
Creio que seja o sistema do drone Skyegla (acho que se escreve assim).
ScanEagle
Kombi? Não, não…os H225M não operam nas Niterói.
Ficaram escondidas no Concais, enquanto o Atlântico atraiu a atenção do público ao lado do “local” Guajará.
Quando que a Marinha vai mandar a Tamandaré aqui para Vitória-ES? Estamos todos ansiosos.
Bonita cara e mal armada
é bonita e armada
Caraca, ao inves de falarem da imagem falam que um navio balança mais que outro, se é erro de projeto, etc, tá f…….!!!