Chile e Japão avaliam transferência de contratorpedeiros para a Armada chilena
Destróieres classe Murasame da JMSDF
Classes Murasame, Takanami e Akizuki aparecem entre as alternativas, mas ainda não há definição sobre quantidade, preço ou cronograma
Chile e Japão estariam avaliando a possível transferência de contratorpedeiros (destróieres) da Força Marítima de Autodefesa do Japão (JMSDF) para a Armada chilena. As conversações envolveriam navios das classes Murasame, Takanami e Akizuki, segundo informações divulgadas pelo portal especializado Defensa.com.
A classe Murasame seria considerada a alternativa básica apresentada por Tóquio, enquanto a Akizuki representaria a opção de maior capacidade. A Takanami ocuparia uma posição intermediária. Entretanto, até a publicação desta matéria, os governos dos dois países não haviam anunciado oficialmente um acordo, nem informado quantos navios poderiam ser transferidos.
Também não foram divulgados valores, possíveis unidades selecionadas ou prazos. Dessa forma, a iniciativa deve ser tratada como uma avaliação preliminar, sujeita a negociações políticas, inspeções técnicas e autorizações de exportação.
Cooperação em defesa ganha impulso
A possibilidade surge em meio ao rápido aprofundamento das relações militares entre Chile e Japão. Em agosto de 2025, os dois países assinaram um memorando sobre cooperação e intercâmbio em defesa, abrangendo visitas institucionais, capacitação, políticas de defesa e tecnologia militar. O entendimento foi confirmado pelo Ministério da Defesa japonês.
Em janeiro de 2026, o Chile abriu oficialmente uma Agregadoria de Defesa em Tóquio, chefiada pelo capitão de mar e guerra Cristóbal Rodríguez, da Armada. Segundo a Subsecretaria de Defesa chilena, o escritório foi criado para ampliar a cooperação bilateral em segurança e defesa.
Esses canais institucionais facilitaram contatos entre autoridades, intercâmbios acadêmicos e discussões sobre equipamentos. Em abril, representantes da Armada chilena também participaram da exposição marítima Sea Japan 2026.
Solução de transição para a esquadra chilena
A Armada do Chile mantém oito grandes combatentes de superfície: a fragata Type 22 Almirante Williams, três Type 23, duas fragatas da classe M e duas da classe Adelaide. A composição é apresentada pela própria instituição em sua página dedicada à Esquadra Nacional.
Todos esses navios foram adquiridos de segunda mão, provenientes do Reino Unido, Países Baixos e Austrália. Embora tenham passado por modernizações, parte das plataformas aproxima-se do final de sua vida operacional.
O planejamento chileno prevê substituir progressivamente as oito fragatas por navios construídos no país, dentro do Plano Nacional Contínuo de Construção Naval. A construção da primeira fragata nacional é projetada para a próxima década, mas sua incorporação e a formação de uma nova esquadra deverão exigir vários anos.
Nesse cenário, os contratorpedeiros japoneses poderiam atuar como uma solução intermediária, evitando a redução do número de escoltas enquanto o programa nacional avança. A intenção não seria necessariamente substituir toda a esquadra com unidades japonesas, mas preservar sua disponibilidade operacional durante o período de transição.
Três classes com capacidades distintas

Os navios considerados possuem dimensões semelhantes, mas diferem em idade, sensores e capacidade de defesa aérea.
A classe Murasame tem 4.550 toneladas de deslocamento padrão, 151 metros de comprimento, velocidade máxima de 30 nós e tripulação de aproximadamente 165 a 170 militares. Seu armamento inclui canhão de 76 mm, sistemas de lançamento vertical, mísseis antinavio, torpedos, dois sistemas Phalanx e um helicóptero antissubmarino. A Força Marítima japonesa mantém nove unidades da classe.
A classe Takanami conserva o mesmo comprimento e velocidade, mas alcança 4.650 toneladas de deslocamento padrão e emprega cerca de 175 tripulantes. Possui canhão de 127 mm, lançador vertical, mísseis antinavio, torpedos e helicóptero embarcado. Cinco navios aparecem na relação oficial japonesa.

Mais recente e sofisticada, a classe Akizuki desloca 5.050 toneladas em condição padrão, mede 151 metros e opera com aproximadamente 200 militares. Seus quatro navios foram projetados com maior ênfase em defesa aérea e comando e controle, além de contarem com lançadores verticais, canhão de 127 mm, torpedos e helicóptero. As especificações constam no portal da Força Marítima de Autodefesa.
Uma eventual transferência ainda dependerá da definição dos equipamentos que permaneceriam a bordo, do fornecimento de munições, da formação das tripulações e da criação de uma cadeia logística no Chile. O Japão flexibilizou suas regras de exportação de material militar em abril de 2026, mas continua exigindo análise individual, controle do usuário final e autorização prévia para qualquer repasse posterior a terceiros, conforme o Ministério das Relações Exteriores japonês.■


Tomara que tenham bala na agulha pra escolher a classe Akizuki sem comprometer a próxima classe produzida localmente ou outros projetos. Desejo todo sucesso ao chilenos, espero que no futuro tenhamos mais parcerias com eles, inclusive que eles possam adquirir material brasileiro, como o MANSUP ER, radares OTH marítimo, e por ai vai.
Duvido que o Japão venda Akizuki agora.
Só se for para entregar daqui uns 10 anos.
O mais provável são 2 ou no máximo 3 Murasame.
A melhor opção são as da classe Akizuki. Comprar navios de quase 30 anos é problemático e não, não são uma boa opção para o Brasil. Precisamos tomar vergonha na cara e reformar nossos estaleiros, além de projetar e construir nossos próprios navios. Pagamos caro pela Tamandaré e pela modernização do estaleiro, que, no fim, sequer será do Brasil.
Como ficou essa questão dos estaleiros?
Bem resumidamente: a Alemanha comprou o estaleiro Águas Azuis para fabricar as Tamandaré, e o Brasil pagou indiretamente pela modernização do estaleiro através do contrato das Tamandaré. Quando os contratos das Tamandaré terminarem, o estaleiro continuará sendo da Alemanha. É isso. A Tamandaré não é a fragata mais cara e mal armada do planeta à toa.
TKMS: 100% do estaleiro.
Águas Azuis (consórcio criado para construir as Tamandaré): TKMS 75% + Embraer/Atech 25%
Quanto a TKMS pagou pelo ex Oceana? Quanto? Quanto foi investido na capacitação do estaleiro para concretizar o negócio?
Jabulaaaani.
Não sei. Porém, para uma fragata do tipo da Tamandaré, que custaria no máximo R$ 300 milhões, custar quase R$ 600 milhões… Barato o estaleiro não foi.
Olá João, eu para te dizer a verdade só acho viável esse negócio de transferência de tecnologia, produção local e todo esse bla bla bla, se o Brasil tiver a intenção real e o compromisso de construir pelo menos 12-15 Fragatas, o mesmo vale para caças, tanques, etc… é inegável que adquirir ToT, produção local etc… capacita nossos engenheiros, gera emprego, todo mundo concorda com isso, entretanto a zona que é o Brasil, a pindaíba que as forças armadas sempre estiveram, não dá para ter esse tipo de luxo em tudo que a gente comprar se “não vamos construir em… Read more »
Olha, eu tenho o mesmo pensamento. Não adianta pagar transferência cara se você vai construir poucas unidades. Eu vivo batendo nos 80% gastos com salários. Porém, você dá a solução e o público só falta rasgar a calcinha, pois não adianta aumentar para 2% do PIB sem resolver o gasto com salários. É inútil isso.
A sorte é que o projeto da Tamandaré ainda foi um sucesso. Diferente do Gripen NG, que dobrou de valor por conta da cotação da moeda no contrato. Hoje, pagamos 2 F-35 por um Gripen.
Realmente a Tamandaré é uma Fragata leve e pouco armada, porém é moderna, possui perfil com RCS reduzido, radar AESA moderno, míssil antiaéreo de médio alcance muito moderno e sensores modernos, além de ter custos de operação menores do que navios maiores e que usam turbinas. E sobre ser a fragata mais cara, isso não procede. Como vimos em contratos recentes existem várias fragatas como as FDI que o valor supera U$ 1 bi a unidade no pacote completo, mesmo sem incluir os mísseis, sem incluir TOT e sem incluir a produção local. No nosso caso, mesmo com TOT, produção… Read more »
Nenhum país na Europa possui navios competitivos em armamentos/valor. O único país europeu que fica fora disso é o UK, com as Type 31. E sim, olhando a quantidade de armamentos e o valor dos navios hoje, a Tamandaré é a fragata mais cara e mal armada. As FDI ainda possuem armamentos, respectivamente. A Tamandaré possui 12 mísseis antiaéreos e 4 mísseis antinavio.
O Peru comprou algumas fragatas da Coreia do Sul que me parecem razoáveis e bem mais baratas que as nossas Tamandaré, eu tenho certeza que tem muita gente levando dinheiro de lobistas por fora, isso que é complicado, acho que deveria ter uma DGA para fiscalizar e organizar as compras das 3 forças
Sim. O único país que bate de frente em preço com a China no quesito naval é a Coreia do Sul. Para você ter uma ideia, a classe Sejong, de destróier sul-coreano, que possui quase 90 VLS, hoje custa aproximadamente US$ 1,1 bilhão, enquanto as F127 não sairão por menos de € 4–5 bilhões.
Eu vi uma Live do Felipe Salles, Galante, Eduardo e Caiafa domingo que eles falaram que a nossa Marinha ficou um pouco decepcionada com a TKMS, aparentemente eles achavam que o segundo lote iria cair bastante o preço por já ter toda infraestrutura pronta, estaleiro, técnicos e engenheiros todos treinados, etc… e o valor do segundo lote não deverá mudar muito, tecnicamente agora que não tem mais ToT, custos de estaleiro, etc… deveria ser consideravelmente mais barato mas parece que os Alemães não pensam em baixar muito os valores não, eu gosto da Tamandaré, não é uma Fremm Evo, mas… Read more »
Já falei há algum tempo: o que mostraria o sucesso total da Tamandaré seria o valor mais baixo do 2º lote. Porém, me surpreende a alta cúpula da MB não entender que os navios não abaixariam muito de preço. É conhecido que França, Itália e Alemanha não possuem navios competitivos em preço. Se o Brasil tivesse escolhido as Type 31, estaríamos bem servidos.
O Peru comprou apenas 1 Fragata de 3.400 toneladas junto com 1 navio de patrulha oceânico OPV de 2.200 toneladas e 2 navios de desembarque anfíbio de cerca de 1.500 toneladas cada. O Contrato ficou em menos de U$ 500 mi Provavelmente uns U$ 300 mi deve ser da fragata, mas provavelmente o valor não inclui os mísseis e torpedos e também não inclui suporte logístico por x anos. Provavelmente quando for comprar os mísseis o custo da fragata saltará para U$ 400 à U$ 450 mi. Ainda assim, mais barata que a Tamandare, mas nem tanto. Esta Fragata terá… Read more »
Sim, se considerarmos navios russos, chineses e outros, os europeus são mais caros mesmo.
Mas comparando com outros navios europeus maiores e melhor armados, as Tamandare sairam mais baratas, justificando justamente o porte menor e o poder de fogo reduzido.
As FDI são bem armadas, mas a Suécia está pagando mais de U$ 1,1 bi cada e SEM incluir os mísseis. Quando comprarem os mísseis o preço vai saltar para uns U$ 1,4 à U$ 1,5 bi, valor de quase 3 Tamandare.
O Brasil é um estranho caso, nós conseguimos fazer um contrato milionário para a Alemanha transferir sua tecnologia para um estaleiro… ALEMÃO! E o que ganhamos com isso? Um navio super caro e pobremente armado, isso nos leva a crer que nossas escolas militares estão sendo muito incompetentes na formação de nossos oficiais. Pior que nossos oficiais só a diretoria do Corinthians.
Sem esquecer o TOT dos EC-725 da Airbus para a Helibras, que é da Airbus.
Estou torcendo para dar Akizuki! vai ser top vê-las navegando na América do Sul e quem sabe podermos tirar umas fotos delas em alguma visita ao RJ.
Akizuki ia colocar qualquer Marinha da América do Sul no Chinelo, nem as Tamanduás seria páreo para ele.
É bom pq faz o resto dos países da região a se coçarem, especialmente o Brasil.
A Marinha do Chile é a mais poderosa na América do Sul e pelo jeito ainda vai permanecer como tal por um bom tempo!
A Armada chilena é a mais equilibrada, na América do Sul, não a mais poderosa.
Então diga para a gente qual a marinha sul-americana mais forte que ela.
Pois é, foi-se o tempo imperial onde a Armada Brasileira era isoladamente a mais poderosa do continente.
Há muita desinformação e exagero sobre a marinha imperial, plantada por monarquistas e foi assunto debatido já aqui no ^PN^ algumas vezes nestas duas décadas que participo. . Sim conheço a estória do Secretário dos EUA que teria dito que toda a marinha dos EUA não seria páreo para um ou outro navio da nossa marinha adquirido do exterior, um exagero, seja como for as forças armadas dos EUA no período pós guerra civil chegaram a um patamar muito baixo é um período que particularmente me interessa então sei. . Em revistas antigas que tenho há uma descrição melhor do… Read more »
A Marinha Brasileira é mais poderosa , temos 80.000 marinheiros!
(modo ironico viu)
Essas classe ”Akizuki” foram oferecidos ao Brasil em um passado recente ,certo ? mas MB nao quer ,nao quis ou é ”coisa d+ para a america do sul ” , ou simplesmente nao agradou o lobista de plantão , fazer o que … Acho que o Chile quer 4/5 navios para a próxima década visando substituir as classe M e as OHP .. se vao ser novos ou usados veremos mais que os navios japoneses junto as FREMMs sao de longe as melhores opções de navios no mercado de ”’novos” , ctz sao .. Tamandaré esta 1 degrau abaixo ,..… Read more »
Diria que as Tamandarés estão, na configuração atual, a uns 2 ou 3 degraus abaixo das FREEMs… Isso sendo bonzinho. É praticamente um ótimo navio de patrulha armado versus. um ótimo navio de guerra strito sensu. É como comparar um Guarani armado ou o Jaguar EBRM com um Leopard 2A6
Conforme matéria aqui no ^PN^ de 2019 o Brasil de forma superficial estudou a compra de navios de segunda mão de algumas marinhas como a japonesa, mesmo assim o alvo foi a classe Murasame não Akizuki.
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Até onde sei o Japão nada ofereceu ,o estudo da marinha brasileira visava compreender o que havia no mercado de segunda mão que talvez fosse negociável.
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O próprio ^Murasame^ na época tinha ^apenas^ 23 anos então caso o Japão por algum motivo quisesse dar baixa precocemente a estes navios estes estariam dentro do limite de idade considerado ideal pela marinha brasileira.
O Japão costumava operar seus navios de combate por 25 à 30 anos antes da aposentadoria. Mais recentemente o Japão mudou isso e está usando mais de 30 anos e até mais de 38 anos, devido ao poder naval da China.
Os Destroyers classe Akizuki possuem entre 12 e 14 anos de uso.
Provavelmente próximo dos anos 30 o Japão deverá realizar uma modernização nestes navios para continuarem na frota por outros 15 ou 20 anos.
Lá para 2040 podemos pensar em Akizukis disponíveis para venda.
Sendo um pais estreito, a marinha deve conseguir proteger a maioria de suas cidades. Além de ser o mar o modal logístico mais confiável.
O Gnomo Argentino não deve ter curtido essa notícia!
E se bobear, do jeito que ele está latindo para os ingleses, bem capaz dos ingleses oferecerem algo para os chilenos
Vou mostrar um padrão, vocês fazem o que quiserem com essa informação. 2008–2014: Peru e Chile disputam em Haia a delimitação da fronteira marítima. Nesse período, surgem notícias sobre Stryker e AAV-7 para o Chile. Nenhum dos dois é comprado 2013–2018: Bolívia leva o Chile a Haia para tentar reconhecer uma obrigação chilena de negociar uma saída soberana ao Pacífico. Durante o processo, surgem F-16 adicionais e AH-1W Super Cobra para o Chile. Também não se concretizam. 2025-2026: o Peru acelera seu rearmamento e avança na renovação de sua aviação de combate. Pouco depois, aparece o rumor de F-35 para… Read more »
Seria um salto gigantesco para a armada Chilena se conseguisse essas 5 da classe Akizuki, são navios relativamente novos (entre 12 e 15 anos de operação) e muito bem armados.
Quem sabe isso forçaria a MB construir umas 4 Meko300 (sonho rsrr).
Isso forçaria a MB encontrar espaço orçamentário em eu orçamento ou no da união para compensar. A lei de responsabilidade fiscal prevê a indicação da compensação.
Enquanto no B baronil
Balela, Japão usa os navios até osso.
E o Brasil traz o quê, navios q nao servem pra nada
O Brasil tem que comprar navios nao pode simplesmente construir aqui demora muito. A classe Niterói ja deu o que tinha que dar, precisamos de urgente de pelo menos 8 navios mais novos que a classe Niterói.
Onde você vai encontrar esses navios? 8 escoltas mais novas que as Niteroi dando bobeira por aí? Não tem. Se está com tanta pressa assim, a única saída é encomendar pra China. Em um ano te entregam.
Esses navios japoneses são caros de operar devido, além de outros componentes tecnológicos, as turbinas marine spey já usadas até o osso.
Prefiro as Tamandares, mesmo q sub armadas.
Se o brasil quiser boas sucatas os chineses estão para aposentar as Type53 de 2.300 toneladas. São do tamanho da Barroso e das Inhauma e bem armadas (armamento similar ao das tamandares). Serviriam até como patrulhas pesadas. Os chineses tem aquele precinho e elas foram produzidas nos anos 2000.
E ainda são 8!
A pergunta que fica é: Com a China colocando uma Royal Navy em tonelagem por ano na água, o Japão vai se desfazer dessas escoltas e colocar o que no lugar? Mesmo que eles estejam construindo navios novos, até estes estarem prontos para combate, os japoneses vão mesmo deixar esse buraco?
Ou esses navios vão para o Chile a conta-gotas, a medida que o Japão os vá substituindo? Aí já não vale a pena para os chilenos.
Eles não tem orçamento infinito e atualmente redução de população. Se tiverem problemas com a dívida teriam que usar por muitos anos.
Isso, provavelmente, tem a ver com a intenção do Japão em oferecer a classe Mogami para produção no Chile. Seria um atrativo em comparação com os concorrentes, oferecer 1 ou 2 desses navios.
Interessante que qualquer um dos 3 é claramente superior às nossas Tamandarés, apesar de sua idade. Foi uma pena a MB não ter se esforçado mais um pouquinho e ter baseado as Tamandarés na A200 e não não A100. Pelo menos a diferença não seria tão gritante e poderia ser compensada em parte pela tecnologia e armamento superior. Mas acho que é melhor ter uma corveta disfarçada de fragata que navio nenhum, né? Seguindo nessa linha, já que gastamos tanto dinheiro com elas, não faria sentido nenhum nós comprarmos fragatas usadas no final de sua vida útil. Precisamos de mais… Read more »
A Tamandaré usaria os mesmos armamentos não importando se fossem de 7 mil, 5 mil, ou as 3500 toneladas
Talvez. Mas a quantidade e os sistemas seriam bem superiores.
Depois de todo o investimento nas Tamandaré, pelo menos mais um Lote de 4-6 o Brasil precisa comprar para não rasgar dinheiro, massss se aparecer uma compra de oportunidade de alguma fragata que não seja cara e muito velha, em bom estado e com alguma modernização e reforma antes da entrega, aguentasse uns 20 anos aqui no Brasil, eu acho que nao seria ruim não ter umas 3-4 para compor a esquadra, daria para dar baixa nas Niterói e se aguentar até ter todas Tamandaré operacionais, antes de me xingarem, só seria viável caso continuássemos com outro lote e fosse… Read more »
“Parabéns aos chilenos”, “torço para que venha a classe tal”…..Queria eu que estivéssemos negociando umas Murasames. Se o Chile compra, parabéns. Se o Brasil compra, não podemos manter, que burrice. Só tem vira-lata aqui que preferem as Tamadarés
Esses detroierrs japoneses são um sucesso. As Filipinas querem a indonésia quer, e agora o Chile quem vai levar.
Galera eu assisti uma Live ontem no YouTube do Felipe Salles do Base Militar Vídeo Magazine e eles abordaram algumas coisas que eu não sabia e nem tinha pensado, o Japão mudou sua política esse ano sobre exportações de armamentos, eles sempre tiveram uma política de dissuasão e não exportação, o que significa que produziram poucos navios no Japão e que mesmo sendo muito boas essas Fragatas, o número de motores, radares, peças é muito limitado, diferente de Fragatas Europeias e Americanas que são fabricadas a dezenas, compartilham motores, turbinas, radares, peças, etc… seria um inferno logístico para conseguir peças… Read more »