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Type 143A, “Gepard”

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As garras afiadas das Fast Attack Craft (Schnellboot em alemão) da classe “Gepard”, da Deutsche Marine, podem ser vistas nas fotos. Será que o ministro Nelson Jobim quando falou sobre 50 navios-patrulha para a MB proteger nossas áreas petrolíferas, pensou em navios parecidos com esses? 😉

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46 COMMENTS

  1. Isso é uma patrulha ameaçadora. Vejam os reparos. Comparem com a Barroso, muito maior. Lamentável. Nessas horas senhores, sejamos realistas, a MB é uma marinha pequena e ultrapassada. e o Jobim fala em patrulhas com canhoes de 40 mm…….. Acho que ele está pensando ainda na 2ª grande guerra…..

  2. apenas 390 toneladas, são mais leves que as canhoneiras que o Jobim quer. Armamento? Exocet, sistema RAM com 21 reparos, Chaft, canhao de 76 mm, etc etc etc……. Mauro, veja isso meu amigo!!!! Lembra das suecas de nossa conversa??? Olha isso!!!!!

  3. Isso é demais para a cabeça do Jobim. Ele não tem formação militar e não conhece o assunto por estar mal assessorado também. Dá uma de entendido, de que é do ramo, mas é mais um trapalhão no Ministério da Defesa. Um pouco melhor que o seu antecessor, é claro, pois aquele era um raro exemplo de múmia viva, mas igualmente ineficiente.

  4. claro que não. vai lançar missil anti navio em traineiras de madeira? atirar com canhão maior que 40 mm para depois aturar protestos da “comunidade” chorando pelos “excelentes rapazes trabalhadores”. cenários totalmnte diferentes.

  5. Olha então é melhor mudar a atribuição e nome da MB para Guarda Costeira Nacional. É mais compatível. Esses barcos ai são multi missão e no cenario sul americano seriam mortíferos. qual preço.?

  6. Muito interessantes os Gepard, mas para as necessidades dos anos 70 da Alemanha, ou mesmo para Chile e Argentina, lá entre as ilhas do Canal de Beagle. Por aqui, não consigo imaginar serem melhores que bons NaPaOc com hangar e mísseis SSM.

    Na marinha alemã, os Gepard estão sendo substituídos por Corvetas bem menos rápidas, mas com hangar, convôo etc.

    Agora, instalar SSM nos NaPas de 500 t também já ajudaria a aumentar a flexibilidade do uso deles, e o poder de dissuasão.

  7. Ai é que está a questão Nunão. Porque 50 canhoneiras/ Pra guarda costeira, presumo. Ai sou a favor. MB com 50 canhoneiras pra apreender pesqueiro iegal, navio de pesquisa ilegal dar uns tiros de advertencia por ai. É esse o “grande” avanço? Não entendo. Alias pra que importar projeto de patrulha, pagando royalties aos comedores de alho? Nós temos tecnologia pra fabricar canhoneira. Não precisa ser frances nao.

  8. É ruim, hein! hahahahahahahaha
    rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs

    O Nj pensar em Gepard? Nem em sonhos e digo mais:
    Dentro da MB só se pensa em NaPa com 40mm e olhe lá!
    Misseis? RAM: Exocet? Fala sério!

    Como diria um CMG: Pra que isso tudo num NaPa?

    É amigos, em alguns momentos não dá para ter esperança.Não com umas cabeças pensantes como essas dentro da MB.

  9. Disseram que esse patrulha Gepard é pequeno,ultrapassado,pouco veloz,etc,mas creio que seja bem superior à maioria(senão todas) das escoltas/patrulha da MB,tanto na questão ofensiva quanto defensiva.

  10. Aqui esta como protegeremos as plataformas de petroleo…

    Monitor “PARNAÍBA” volta ao mar após 62 anos

    Construído no Arsenal de Marinha da Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro, o Monitor Parnaíba completou, no dia 06 de novembro de 2007, 70 anos de bons serviços prestados à Marinha do Brasil. Projetado exclusivamente por brasileiros, marcando a retomada da construção naval no século XX, foi o quinto navio a ostentar este nome e teve sua quilha batida em 11 de junho de 1936 e, a 06 de novembro de 1937, já armado e praticamente pronto, foi efetuada a sua cerimônia de batismo; mesma data em que foi incorporado à Armada brasileira. Sua madrinha foi a Sra. Darcy Sarmanho Vargas, esposa do então Presidente da República Getúlio Dornelles Vargas, que também se encontrava presente naquela ocasião.

    Em 09 de março de 1938, o “Parnaíba” foi incorporado à Flotilha de Mato Grosso, assim permanecendo até 19 de abril de 1943, quando foi incorporado à Força Subordinada ao Comando Naval do Leste, com sede em Salvador (BA), a fim de escoltar navios e patrulhar o porto. Durante a II Guerra Mundial, realizou escolta de comboios e proteção a navios de guerra norte-americanos, em um total de 14 navios, além de operações anti-submarino com lançamento de bombas de profundidade. Foi desligado do Comando Naval do Leste em 20 de dezembro de 1944, no porto de Vitória, passando a ficar subordinado diretamente ao Estado-Maior da Armada.

    Em 25 de maio de 1945, após 3.570 milhas navegadas e 24 dias de mar, o Monitor “Parnaíba” foi reincorporado à Flotilha de Mato Grosso, sediada em Ladário (MS), à qual se encontra subordinado até os dias de hoje.

    Em 27 de setembro de 1997 foi assinado, entre a Marinha do Brasil e o Consórcio SCL/PEN, um contrato para realização de obras de modernização do navio e, em 1998 o Monitor “Parnaíba” passou por diversas modificações, dentre as quais se destacam as substituições da propulsão de máquina alternativa à vapor por motores de combustão interna, do sistema de geração e distribuição de energia, do sistema de governo, de 2 canhões de 40mm/60 por 2 canhões de 40mm/70 e a instalação do convés de vôo, permitindo ao Navio operar com aeronave orgânica.

    O “Jaú do Pantanal”, como é conhecido, é hoje o navio de 3º classe com maior poder de fogo, projetado por seu canhão de proa de 76,2mm, seus 2 canhões de 40/70mm e por suas 6 metralhadoras de 20mm.

    Após 62 anos navegando exclusivamente em rios e águas interiores, o “Parnaíba” suspendeu do seu Porto sede, em Ladário, no dia 11 de novembro de 2007, se fazendo ao mar em 05 de dezembro de 2007, para cumprimento da Comissão de Representação Militar – “COREMIL”. O “Caverna Mestra da Armada” participou da Semana da Marinha em Porto Alegre , abrilhantando as Comemorações do Bicentenário de Nascimento do Almirante Tamandaré e mostrando à nossa sociedade um pouco das tradições e costumes de nossa Marinha e a importância de se manter um meio como este em plenas condições de defender nossa fronteira oeste. Realizou, ainda, paradas por necessidade logística, e para Representação junto às sociedades e às Marinhas dos países visitados, nos portos de Assunção (Paraguai), Montevidéu (Uruguai), Rio Grande, Buenos Aires (Argentina), Rosário (Argentina) e Porto Murtinho (Brasil). A pernada Montevidéu – Rio Grande marcou significativamente o reencontro do navio com a água salgada, para isso, passou por um Período de Docagem de Rotina (PDR), com duração de 3 meses, na Base Fluvial de Ladário, onde foram priorizadas as obras de estanqueidade e adaptação do navio para a navegação em mar.

    Em 18 de janeiro de 2008, após 2 meses e 7 dias de Comissão, 50,5 dias de mar e 4183,14 milhas navegadas, retornou, em segurança, ao seu Porto sede – Ladário (MS), no Pantanal Mato-grossense.

  11. Pergunta: Será que o ministro Nelson Jobim quando falou sobre 50 navios-patrulha para a MB proteger nossas áreas petrolíferas, pensou em navios parecidos com esses?

    Resposta: Claro que não. Ele deve ter pensado na hora, naquelas voadeiras que utilizam no pantanal.

  12. Sou um apreciador de barco rápidos e bem armados, mais infelizmente este tipo de belonave não é indicada para a nossa costa. Porque o nosso litoral não é num mar fechado como o Báltico, com águas calmas e pouca profundidade. Nós estamos diante de um oceano, quem mora no litoral sabe que toda a vez que entra uma frente fria, tem ressaca e o mar fica “bravo”. Navios de pequena tonelagem sofrem muito com as condições do mar, o balanço excessivo degrada a tripulação e diminui a perfomance dos sensores e das armas. Além do mais este tipo de barco tem horizonte de radar menor, devido a altura dos mastros.
    Eles funcionam bem na Suécia, onde tem ilhas e fiordes num litoral recortado, não funcionariam bem no nosso que é quase que todo liso. Sem bons locais para se esconder e sair em alta velocidade.
    Para o Brasil, qualquer barco tem que ser acima de 1000 toneladas.

  13. Prezado JL, mas o Jobim foi ao Senado e falou em cinquenta canhoneiras de 400t. Essa é nossa realidade. Lamentável. Sobre mar carpado, por isso a guarda costeira dos Estados Unidos usa navios de vigilância do tamanho de corvetas, apoiados pelas OHC em algumas situações. Eles tem que ter flexibilidade, inclusive em mau tempo. Vc não deixa de ter razão, o pessoal da petrobras que eu conheço, me informa as condições do mar naquele setor, vai ter dias que essas canhoneiras vão sacudir muito, muito.

  14. Bom, as canhoneiras, pela informação trazida até agora, só servirão para vigilância marítima de costa, tipicamente função de guarda costeira. OK, nós temos uma deficiencia neste setor tambem. Agora, vender esse peixe como “avanço” para a marinha de guerra, é fazer propaganda enganosa. Não sõa barcos de guerra, servem apenas para vigilância, diferentemente das patrulhas alemãs ai em cima.

  15. [“Olha, com todo respeito, que o barco impressiona pela quantidade de armamento, tudo bem. Mas convenhamos, …”]

    Mauro, parabéns por sua lucidez.

  16. konner, compara o barquinho ai com o sistema de armas da Barroso, nao me leve a mal mas criticar o patrulha alemao é querer tampar sol com a peneira. Aceito dizer que as canhoneiras do Jobim suprirão parcialmente uma deficiencia de vigilãncia, mas achar que isso é avanço pra MB, é propaganda enganosa. Volto a perguntar: temos tec para fabricar esses patrulhas, porque temos que comprar projeto frances nesta área????? ninguem me respondeu isso.

  17. “Muita calma nessa hora.”

    “Agora comparar com a Barroso não tem nada a ver. Um é patrulha o outro é escolta.”

    “Comparem a dimensão de nosso litoral com o alemão.”

    “Não tem nada a ver as necessidades deles com as nossas.”

    “Além disso não esqueça quando esses barcos foram desenvolvidos e para que.”

    “enfretar a URSS”

    “Só não acho que precisamos de 50 barcos armados até os dentes para patrulha.”

    “Precisamos de bons barcos, com bastante autonomia, de preferencia com um sistema de comunicação eficaz.”

    “Um pequeno hangar a bordo é bem vindo também.”

    “Para nossas necessidades, as patrulhas não servirão apenas contra “inimigos”.”

    “Auxiliarão o tráfego marítimo e apoio aos pescadores e demais barcos…Sei lá…é minha opinião… ” [e minha também – Konner]

    Obs. Konner – Este meio veio em cena para um ” TO ” totalmente diferente de nossas necessidades atuais.
    E se mostrou bem eficiente para o seu proposito, dentro da realidade, e época em que se encontrava.

    Acompanhem e atentem para (no futuro não muito distante) as diferenças dos meios que os substituirão no atual ” TO ” em que eles se encontram.

    Um abraço a todos

  18. Muitas são as dúvidas sobre as mudanças que acontecerão na MB pós 7 de setembro. Por isso, nossos companheiros Poggio e o Galante deveriam entrevistar de novo o Comandante da Marinha ou, quem sabe, o próprio Jobim, para que eles possam constribuir com mais informações sobre a armada (ou a desarmada) que eles estão projetando para o Brasil.Creio ser uma tarefa necessária e nada difícil por causa do prestígio da dupla e de seu Poder Naval.

  19. vou esperar 07.09, não vou entrar na discussão política com o amigo Mauro. Não vale a pena. Vamos ver o que haverá a bordo desses patrulhas. Sobre projetos, um projeto patrulha pode ficar pronto em um ano apenas. Estaleiros civis projetam ótimos cascos de 300/400 tons aqui no Brasil em meses. Eu conheço projetistas desse tipo de barco. Custo? é baixo para navios desse porte. Sobre diferenças de litoral, a que se refere o konner, o projeto frances é adequado? Lembro que o barquinho ai de cima circula tambem no tempestuoso mar do norte. Não é so baltico nao. è obvio que a corveta Barroso não é um patrulha, mas pela informação oficial da propria MB a Barroso terá menos capacidade ofensiva que o barquinho ai de cima. é a marinha que está informando , não sou eu nao. Chegaram a aventar a instalaçaõ de um CiWS block II a bordo da Barroso para AA, mas foi descartado. A Barroso, fora o Exocet, terá uma capacidade equivalente de um cutter da guarda costeira americana. Qual será a missão desse navio? vigilância? OK eu apoio. Agora não tentem colocar a tripulação em um TO hostil de guerra, numa eventual participação em forças da ONU ao redor do mundo. É maldade.

  20. O debate tá interessante, concordo que Barroso e participação com forças da ONU em TOs distantes não combinam (afinal, é uma corveta, ou fragata leve como queiram, com autonomia menor que as fragatas atuais e mesmo mais antigas.
    Só não entendi uma coisa: em que os Gepard são melhores em capacidade ofensiva que a Barroso? Tudo bem, fazem até 40 nós, mas têm 4 MM38, comparados a 4 MM40, Canhão de 3 polegadas comparado a 4,5 polegadas.
    Capacidade defensiva (anti-aérea, anti-míssil), aí sim, o RAM faz uma bruta diferença.

  21. Nunão, se vc pode sobreviver em TO hostil pois tem muita velocidade e capacidade AA, então vc poderá lançar seus Exocet com maior possibilidade de acerto. A Barroso seria engolida em qualquer TO de guerra. Não teria possibilidade de engajar dentro do raio dos Exocet MM 40, pois seria engajada antes e nao poderia se defender.

  22. Mauro, não entendo algumas opções da MB. Gastamos US 200 mi nos seahawks, será que com 1/4 disso nao poderiamos equipar a Barroso com reparos avançados????

  23. Bom pessoal, vamos objetivar. A questão da patrulha ta mais ou menos equacionada. As P 400 virão com o canhao de 40mm de acordo com informação do proprio estaleiro (no meu almoço hoje, pesquisei o assunto). Acho que deveríamos deslocar as 4 Inhauma como patrulheiras de longo curso, bastando para tal a alteração de sua proa mergulhona que as capacite navegar melhor em mar carpado. teriam a mesma utilidade da classe Hamilton da US Coast Guard.
    Bom alguem tem noticia da possivel futura fragata brasileira?

  24. sobre a 22, conversei com um almirante e a que foi aposentada, nao volta nunca mais. só nao mandaram pro ferro velho, pois pode servir como reposição de peças para as outras 3.
    O aviao, creio seja melhor adotarmos um projeto só para FAB em substituição aos F5 A1 e M2000 e MB substiuindo os A4 (que nunca voaram meu Deus). Talvez o Rafale, com todos os seus problemas. Com o pé no chão, nao vejo outra opção agora. F35 é um sonho, mas não dá. Vcs sabiam que a embraer foi sondada para entrar como integradora no projeto F35? Quando consultou o governo, disseram que faltou apoio. ai a embraer caiu fora. Acho que iria produzir empenagens.

  25. Bem armada a patrulha alemã.

    Mas perto disso aqui: http://www.kockums.se/surfacevessels/visby.html
    é mais um alvo ambulante.

    Mas tudo bem, perto do futuro sueco e das bem armadas alemãs nossos planejados P400 (ou lanchões revisados como disse um forista acima) serão equivalentes àquela jangada do naufrago, (com vantagem para a jangada que vinha com o !!!WILSON!!! amarrado como navegador)

    Pois é, a india vais gastar US$ 312 milhões por cada destroyer novo, a suecia pode gastar U$ 200 milhas por cada Visby, enquanto isso aqui os caras teimam em comprar velharias “de oportunidade” por preços que se assemelham aos equipamentos novos mencionados e ainda defendem 50 “patrulhas” classe monitor…

    Em defesa não existe bom e barato.

  26. Dá vontade de “dar com o gato morto até o gato MIAR” no Jobim e na sua turma!
    Nem precisava ser o Visby o “grosso” da patrulha!
    Poderiam adquirir uns 10 para acompanhar o grosso da patrulha costeira (25-30 barcos), que seria exercido por esse aqui: http://www.kockums.se/surfacevessels/landsort.html, que além de patrulha é minador/caça mina.
    Mandem o endereço do Kockums pro Min Def, quem sabe eles “se inspiram” e desistem dos lanchões…

  27. Galera,
    sabe o que acho engraçado nesse blog? Todo mundo malha o Jobin e o Lula. Não os estou defendendo, mas gostaria apenas de lembrá-los que o problema vem de muito mais longe: só um exemplo, a barroso levou 14 anos pra ficar quase pronta. Foi de antes dessa turma. Essa turma só passou a ser janela agora. Antes era pedra. Faziam o que muitos fazem aqui: só criticam.
    Penso que devemos ter os pés no chão, pois 07/09/2008 está quase chegando e não teremos grandes mudanças. Pode até ser que eu esteja errado, tomara até que eu esteja errado mesmo, mas penso que nessa data teremos um cronograma de reuniões e mais reuniões. Nisso essa galera é boa. kkkkk.
    Em relação às forças armadas, penso que o problema é muito, mas muito maior mesmo do que pensamos. Não o resolveremos de imediato nem se tivermos o orçamento do Tio Sam. Como não o temos, tem de ser devagar mesmo e da maneira que pudermos. Não adianta arrotarmos filet e comermos ovo no dia a dia.
    Um abraço a todos. Quero deixar claro que não estou malhando ninguém. É apenas uma visão um pouco mais crítica, pois aprendo muito com os senhores nesse blog.

  28. Mauro, com o aumento do convôo, na minha opinião não cabe mais nada lá não, muito menos um lançador de Aspide. Até que na popa das Inhaúma caberia, mas creio que a questão espaço, nesse caso das Inhaúma (ou mesmo na Barroso se não houvesse o convôo aumentado) seria o de menos. O problema é o peso: o lançador pesa mais de 8 toneladas carregado. Fora a necessidade de ao menos mais um diretor de tiro, para que sua instalação se justificasse (um só diretor de tiro, e ainda por cima instalado na outra ponta do navio, não bastaria).

    Tanto na Inhaúma quanto na Barroso, a possibilidade de um lançador de mísseis a meu ver está restrito a tipos leves, como Tetral, Sadral e por aí vai, e mísseis “fire and forget”, que não dependam da instalação mas teria que ser muito bem estudada a sua instalação. O próprio lançador de RAM, se ficasse no lugar do Trinity, sobre o hangar, poderia ser uma boa, mas certamente ele é bem pesado, e instalado tão alto, sem que isso fosse algo planejado desde o início, eu não sei não.

    Cara, até um par de Simbad, com dois mistral cada, desde que com câmeras termais acopladas (para não depender só da alça Sasab EOS-400), já ajudariam. O ideal era que, desde o início, a classe tivesse reservado um espaço entre a superestrutura e o canhão Mk8 (nesse caso seria melhor um canhão mais leve), para VLS, ou então numa das laterais do hangar, como a classe M holandesa. Mas para um navio que já é uma versão ampliada das Inhaúma, talvez isso seria espichar demais, ao menos no caso do VLS de vante.

    Enfim, elocubrações minhas, comparando a Barroso com outros navios. Não sou engenheiro pra arriscar mais palpite.

  29. correção de quem escreve correndo: “mísseis “fire and forget”, que não dependam da instalação de mais um radar de direção de tiro para guiar – tipo Mistral, por exemplo, ou coisa que o valha, como é o caso do RAM”

  30. Nunão todos os aspectos levantados por vc, procedem. Por isso, já que vamos incorporar 50 patrulhas canhoneiras, natural seria se as Inhaúma sofressem uma reforma na proa e e fossem designadas para patrulha de longo curso, com uma pequena capacidade secundária de apoiar a esquadra. Os cutters classe Hamilton da US Coast Guard (3.000t) chegaram a ser equipados com lançadores harpoon, já retirados. Hoje esses navios fazem patrulha de longo curso das águas norte americanas, complementando o patrulhamento costeiro. Seria a melhor forma de darmos utilidade às Inhaúma. Querer transforma-las em “escolta de fragata” ao meu ver é perda de tempo e dinheiro.

  31. E a Barroso, deveria servir de teste para uma nova classe, um pouco mais pesada e melhor armada, que pudesse ser fabricada aqui mesmo a um custo mais baixo, complementando a futura frota de fragatas. (alguem sabe qual será nossa escolha, ou vamos voltar a absorver classes inglesas usadas?)

  32. Pessoal sobre a compra de 50 unidades do cougar EC 725, a propria marinha francesa preteriu esse modelo em favor do NH 90, adquirido em numero 5 vezes maior……… dá a impressão que estão nos empurrando equipamento de 2ª linha. Novo, operacional, mas de 2ª linha.

  33. O EC 725 é um helicóptero biturbina médio da classe de 11 toneladas, com performance garantida pela já experiente família Super-Puma/Cougar, que conta com mais de 550 unidades fabricadas e um total de horas de vôo acima de 2.300.000.

    O EC 725 possui excelente reserva de potência, sendo um helicóptero rápido com grande alcance de capacidades. Tem grande volume para carga e acomodações permitindo diversificado lay-out de transporte de tropas para até 29 combatentes, além dos 2 pilotos.

    Desenvolvido pela Eurocopter com avançadas tecnologias, inclui projeto modular dos conjuntos mecânicos, o uso intensivo de materiais compostos, agrega o estado-da-arte em aviônicos, incluindo LCD Multi-funções, Sistema de Monitoramento do Veículo e Sistema de Controle Automático de Vôo – AFCS.

    O EC 725 também incorpora a nova geração de turbinas TURBOMECA Makila 2A, motorização esta que proporciona elevado desempenho e máxima segurança, graças a sua total redundância com duplo canal no sistema FADEC – Full Authority Digital Engine Control.

    Equipamento de 2ª linha !?!?

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