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Comandante da Marinha diz que Brasil está ‘vulnerável’

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SÃO PAULO – No momento em que os preços do petróleo disparam no mundo, o Brasil descobre novas e valiosas reservas em sua costa e a Nigéria se vê obrigada a fechar seu principal campo petrolífero após ataques de grupos rebeldes, o comandante da Marinha, almirante Julio de Moura Neto, adverte que o Brasil precisa aumentar a segurança em suas bacias. “Estamos vulneráveis”, diz em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo. “É impossível, com os meios que temos hoje, estarmos presentes onde precisamos.”

O almirante defendeu a duplicação da frota de navios-patrulha, passando dos atuais 27 para 54. Segundo ele, a Marinha também está empenhada na construção de submarinos e no prosseguimento de seu programa nuclear, outras de suas prioridades. “Pode dizer que o País está vulnerável, porque não tem a quantidade de meios suficientes para se fazer presente em toda a área de responsabilidade, principalmente nas proximidades de todos os campos de petróleo”, afirmou ele, depois de tentar minimizar a preocupação com a reativação da quarta frota norte-americana, para patrulhar as águas do Atlântico. Mas avisou que o Brasil não aceitará, “em hipótese alguma”, interferência em assuntos internos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Houve mudança no plano de reequipamento da Marinha para poder proteger os novos campos de petróleo?

Tenho defendido a importância de a Marinha ter seus navios e estar equipada para tomar conta das nossas águas jurisdicionais que têm petróleo, gás, muita pesca, uma quantidade enorme de interesses, além do tráfico marítimo. Essas descobertas na camada pré-sal só reforçam a necessidade de a Marinha ter navios em número suficiente para se fazer presente.

Quais as prioridades?

A prioridade nº 1 são os submarinos; a segunda, a construção de navios-patrulha para podermos estar junto às plataformas de petróleo, cumprindo a missão constitucional da Marinha. Precisamos continuar a construção dos submarinos convencionais e chegar à do submarino de propulsão nuclear. São armas de grande persuasão e o poder naval necessita delas. A Marinha considera de fundamental importância continuar construindo submarinos convencionais para não perder toda a qualificação que nós obtivemos na construção dos submarinos convencionais no Brasil.

Os recursos prometidos estão assegurados?

Os R$ 130milhões (para o programa nuclear) que o presidente prometeu estão inseridos no orçamento da Marinha, que é de R$ 1,976 bilhão, este ano. Houve um contingenciamento de R$ 400 milhões e temos muitas esperanças de que tudo será liberado a curto prazo. Mas estamos querendo ainda uma verba extra-orçamentária de R$ 330 milhões para outras necessidades da Força. Queremos ter de volta o que estava previsto na lei orçamentária, R$ 2,177 bilhões, e foi retirado por causa da perda da CPMF. Com esse total esperamos cumprir exatamente o que planejamos.

E o dinheiro dos royalties?

Temos R$ 3,2 bilhões (atrasados a receber). São recursos que têm sido contingenciados. Este ano, a previsão de arrecadação é de R$ 1,7 bilhão e, desse total, cerca de R$ 1 bilhão já está no Orçamento. Se uma parte desse dinheiro fosse liberada, dava para construir todos os navios que nós precisamos. Queremos 27 navios-patrulha. E queremos mais R$ 100 milhões para iniciar o programa e, durante os anos seguintes, precisamos continuar recebendo o mesmo valor. Cada navio custa R$ 80 milhões. Eles vão atender não só às bacias do Rio de Janeiro, mas de Vitória, Campos, Santos, Sergipe, entre outras. Mas estamos certos de que, a exemplo do que houve no ano passado, teremos todo o dinheiro contingenciado liberado.

Quando esses navios podem ser adquiridos?

Em julho vamos abrir um processo licitatório para a construção de quatro navios-patrulha de 500 toneladas. Já é o primeiro passo para chegar ao número que necessitamos. Precisamos desses navios para estarmos permanentemente junto às plataformas de petróleo, que estão cada vez mais distantes. Todos serão construídos aqui e a média de tempo para um navio-patrulha ficar pronto é de dois anos e meio.

Com o poder naval de que dispõe, o Brasil tem condições de proteger seus campos de petróleo?

Mesmo para o caso da Bacia de Campos, que é mais próxima do litoral, nossos navios-patrulha não são suficientes. À medida que formos para bacias cada vez mais distantes, precisaremos de ter mais navios. É impossível com os meios que temos hoje estarmos presentes onde precisamos.

E o pessoal da Marinha está treinado para proteger as plataformas de petróleo?

Temos feito os treinamentos, inclusive de proteção às plataformas, de comum acordo com a Petrobrás. São exercícios de várias formas, de retomada e resgate de plataforma, usando tropas de fuzileiros navais ou mergulhadores de combate.

Os Estados Unidos, justamente agora que o Brasil está descobrindo seguidas reservas de petróleo, anunciaram o retorno da quarta frota. Há temor de reativação dessa quarta frota?

A quarta frota está sendo reativada para cumprir uma missão que eles já fazem, por meio da segunda frota, que consideravam que estava sobrecarregada. Os dois países têm um relacionamento absolutamente correto no plano diplomático. As Marinhas se respeitam. Portanto, não há preocupação maior.

Mas vamos admitir que eles dêem palpite aqui, que andem por aqui.

Na política externa, o Brasil defende a autodeterminação dos povos, não-intervenção em assuntos internos e a busca pacífica da solução de controvérsias. Assim como defendemos isso, queremos ser tratados dessa forma. Que os outros países do mundo respeitem exatamente esses mesmos princípios. Os Estados Unidos têm dado todas as garantias de que respeitarão todas as figuras jurídicas, criadas na Lei do Mar, por meio da Convenção das Nações Unidas para o Direito do Mar. E isso envolve as zonas econômicas exclusivas, onde os Estados costeiros têm direito exclusivo de explorar os recursos vivos e não-vivos do mar, do solo e do subsolo. E os EUA têm manifestado, permanentemente, o respeito a essa convenção.

Mas o País aceitará interferência?

Em hipótese alguma. Assim como propalamos a não-intervenção nos assuntos internos, a autodeterminação dos povos e a busca da solução pacífica de controvérsias, exigimos ser tratados assim.

87 COMMENTS

  1. É, a casa caiu… agora já era! Só nos resta rezar, porque nem mesmo em 20 anos vamos conseguir construir um Poder Naval com credibilidade.

  2. Com a construção de um submarino nuclear tupiniquim estaremos mais seguros, não é ?
    Há muito tempo deveriamos ter mais navios patrulhas, ao invés disso, nosso Almirantado prefere priorizar grandes investimentos imaginando um ataque de uma grande potência militar, mas totalmente vulnerável a um ataque de um simples navio pirata.
    O cobertor é curto meu caro.
    Deveriamos aprender a lição que os americanos tomaram no dia 11 de setembro…

  3. O poder naval não se faz do dia para a noite. Foram décadas de descaso com as FF.AA., com isso temos carrências em praticamente todos os setores.
    O Alte. Moura Neto deixou bem claro em sua entrevista quais são as prioridades da MB. É necessário que se trabalhe com realismo, dentro dos orçamentos que serão disponibilizados nos próximos anos.
    Nesse interim, está sendo apresentado ao MD as reais necessidades para que se possa cumprir minimamente o que está determinado na CF/88, como função da MB.
    Muitos aqui irão criticá-lo, mas quem vive o dia-a-dia, principalmente embarcado sabe que precisamos investir em todos os setores da Marinha. Se pergutarem a qualquer um dos oficiais superiores da força, qual seria a esquadra ideal, a resposta será praticamente unânime: “2 Nae, 30 escoltas, 10 SSK, 5 SSN, 30 Navios-patrulha oceânicos,…”
    Contudo, não podemos no momento formarmos uma esquadra assim. Isso levará décadas. Não esperem ver esses números supramencionados no dia 7 de setembro próximo. O que a MB está apresentando é uma proposta realista. Foram levantados quais meios precisamos, quais as quantidades mínimas necessárias e qual o prazo (dentro do orçamento) para a prontificação dessas unidades. Assim, não esperem no dia 07.09 algo muito diferente dos números abaixo:

    Substituição do Nae São Paulo em 2020;
    Construção de 8 escoltas até 2025;
    Término do programa MODSUB em 2017;
    Construção de 3 SSK até 2025;
    Construção de 1 SSN até 2028;
    Construção de 5 navios-patrulha oceânicos;
    Construção de 1 navio de transporte de 9.000t.

    Isso além das compras de oportunidade:

    2 NDD até 2014, para substituição dos vestutos navios Classe Ceará;
    1 Navio-Tanque, para substituição do Marajó;
    6 Navios caça-minas, para substituir os 6 varredores da Classe Aratu;
    entre outros.

    Sei que irão reclamar, principalmente de apenas 1 SSN. Gostaria de lembrar aos senhores que primeiro é necessário construir uma unidade. Testá-lo, adequa-lo aos requisitos estabelecidos no projeto, e só então construir uma flotilha. Todas as nações fazem isso. Inclusive aquela que temos hoje como a maior potência do mundo. Primeiro construiu o Nautilus, testou exaustivamente e depois construiu sua primeira classe de SSN. Essa é a idéia da MB.

    Quanto as aeronaves, a intenção é modernizar os A-4 na EMBRAER. Li algumas colocações aqui sobre a aquisição dos helis SEAHAWK, muitas informações desencontradas, reclamando que seriam unidades usadas e que o número seria muito reduzido. Quanto a esses meios, tratam-se de unidades novas de fábrica, mais precisamente o modelo MH-60R Strikehawk (mesmo modelo da USN), capaz de realizar missões ASW e ASuW. Serão equipados com sonar (o mesmo utilizado na versão SH-60F da USN) que serão retirados dos Sea King. Quanto a possibilidade dos mesmo lançarem o míssil AM-39 Exocet, o fabricante, quando consultado, informou que poderia homologar tal armamento à aeronave, mas, devido aos custos envolvidos, a MB deveria adquirir um número XX de helicópteros. Quanto a reclamação sobre o número adquirido, é necessário saber que a previsão da MB será a compra de 3 lotes (4+4+4) até 2020, totalizando 12 aeronaves.
    Se essas previsões irão ou não se realizar, vai depender da liberação das verbas necessárias. Devemos aguardar o 07.09 para confirmarmos…

  4. é de rolar de rir a preocupação com a 4ª frota. gostaria de perguntar sobre os Sukoi venezuelanos e seus misseis anti navio com alcance de 120 km. No mais, parece que os tais 50 patrulhas, viraram uma encomenda inicial de “4” a serem licitados em julho, mais “27” se não tiver contingenciamento. orçamento total de R$ 1,9 bi? isso mal dá pra uma fragata FREMM por ano. Pelo menos ele indicou que o esforço será em subs convencionais avançados no médio prazo.

  5. Se for isso é ridículo um pais com as riquezas que temos no nosso mar seria no mínimo descaso por parte das autoridades e desse governo!!!!

  6. Ótimo que se tenha um plano realista para ser anunciado em 7 de setembro, e que ele estabeleça prioridades (03 submarinos e 54 patrulheiros).Antecipando o plano, o LM já delineou em seu post o que podemos esperar nesta data.Mas fico com uma preocupação: é um plano de longo prazo para a reconstrução do nosso poder naval. E neste tempo, até 2025, como faremos para nos equiparar em poder de dissuasão com marinhas sul-americanas como as venezuela e chilena e, ao que tudo indica, a colombiana e peruana? Oito escoltas são muito pouco para um país do tamanho do nosso.

  7. Prezado LM, a construção de 8 escoltas, 3 SSK até 2025, MODSUB e patrulhas vai drenar todo o orçamento se não houver aporte por parte do tesouro nacional. Não vejo SSN antes de 2030/2035 com a injeção de apenas 100/120 milhoes por ano no projeto dele. Por isso é o curto prazo que preocupa. Melhor priorizar em subs, patrulhas e escoltas tipo o type 23 da RN de segunda mão, ou 22 mais novos que o do lote anterior recebido. Simplesmente não há dinheiro para esses projetos e aquisições. E o Brasil parece-me está com síndrome de potencia, só serve se for fabricado aqui. Então navios ótimos como os classe 23 da RN são desconsiderados por serem de 2ª mão. Interessante que esse tipo compoe metade da RN, mas pra nós não serve. Tem mais poder antiaereo que nossas Niteroi, mas o Chile “investe mal” ao adquiri-las. Moral da estória o comando da marinha diz que estamos vulneráveis. O Chile, um pais com 1/10 de nosso tamanho, economia e importancia, está ao menos razoavelmente bem protegido, considerando seu minusculo território. Em uma crise isso é o que importa.

  8. Prezado Douglas, segundo o que foi passado à MB pelo MD, o investimento para construção do SSN estaria garantido independente dos demais investimentos. É esperar para ver.
    Com relação as Type 23, eu concordo com você. Estive algumas vezes a bordo desses magníficos navios e, em minha opinião pessoal, seria ótimo poder servir a bordo de um desses.
    Todos os escoltas atuais da MB (com exceção da Barroso), serão desencorporados até 2025. Acredito, e isso é uma opnião minha, que somente 8 escoltas é um número muito reduzido e que deverão ser incorporandos navios obtidos através das chamadas “compras de oportunidade”, quem sabe umas type 23!!??

  9. com os valores apresentados pelo proprio comandante da Marinha, dá pra vislumbrar que pra construir 8 escoltas, já fica apertado. Ou serão do tipo da Inhaúma, um reparo exocet, capacidade AA praticamente nula, etc.´Espero que o proximo presidente triplique o orçamento militar. e ainda assim será ínfimo, se comparado ao que se gasta com ONG’s de apadrinhados, bolsa voto, e outros gastos governamentais populistas.

  10. uma fragata nova hoje custa mais de US 500 milhoes, isso é mais da metade do orçamento anual da marinha!!!!!! se vc considerar que o grosso vai pra conservaçaõ, manutenção, não dá pra encomendar muita coisa não.

  11. Sem embargo das afirmações do Chefe Naval no que respeite o famigerado contigenciamento de despesas, mas a administração dos recursos existentes não apontam para as prioridades ditas urgentes, sim, porque canalizar os parcos recursos, na ótica abordada para navios-patrulha e submarinos, contraditam com a aquisição de um navio-aeródromo cuja utilidade real têm sido exaustivamente debatida neste blog. Acredito que a(s) prioridade(s) devessem apontar para escoltas mais robustas que meros navios-patrulha de 500 ton, pois, a contar com alguma ação efetivamente beligerante, tais belonaves não darão conta de pender a balança do combate ao nosso lado, convenhamos… Navios-patrulha têm o condão de realizar patrulhas regulares, atuar em cenários assimétricos de pouca poder letal…, e, parece-me, não traduzem o poder necessário a uma Marinha de Guerra de um país de mais de 8.000 km de costa, daí dizer que se são prioridades tais navios, estamos canalizando recursos, já existentes, em aquisições maiores e sucateadas, o que seria uma contradição. Se é que entendi, e me fiz entender.

  12. Também penso que o número de escoltas é pequeno e se a prioridade for navios patrulha, como eu entendi da leitura da entrevista com Alte. Moura Neto, podemos dizer que a MB será, em verdade, no futuro uma grande guarda costeira?

  13. a pergunta fundamental é:
    para que servem as FFAA no brasil?
    uma entrevista como a que foi oferecida pelo almirante é o caminho mais correto. ela aponta as necessidades, fla das conting~encias políticas, articula com a sociedade.
    mas nem sempre é assim..

    as pessoas fazem comentários mas se esquecem que o dinheiro para as FFAA é público. se fosse uma coisa séria, duvido que existiria um projeto como esse para o sub nuclear. que foi um dreno de dinheiro público nos anos 80..
    não sou contrário ao sub nuclear, ok?
    ou a série de problemas no período da construção das corvetas classe inhaúma.
    então se vamos colocar bilhões em escoltas (francesas ou nas compras de oportunidade..), temos sim que acabar com essas a´reas cinzentas. pór exemplo, a falta de concorrencia para o fornecimento de certos equipamentos.
    as pessoas reclamam um nível de primeiro mundo para os equipamentos. mas só no brasil que uma compra de 200 milhões de dólares ( a dos helis sh 60)não passa pelo congresso….
    o debate sobre uma marinha azul ou marrom deve passar pelo congresso, ainda que esse seja bem marrom (no mau sentido..).
    vivemos em uma democracia e as FFAA devem satisfações para a sociedade em geral. o ministro da defesa, e os comandantes das FFAA deveriam pressionar o congresso para o fortalecimento dessa pauta de discussão: o reaparelhamento das FFAA e a integração com outros países da américa latina.
    e uma brincadeira para descontrair: acho que o termo “viúvas de fhc e dem” e´impreciso. pois muita gente do dem e fhc, desses governos que vejo tantos defensores por aqui.. estão abrigados no pmdb do “marxista” lula.. ahahaahh. só rindo.
    gente. as FFAA não estão sem equipamenmto em função de um pseudo-marxista que se aboletou no planalto.
    é que não existe um interesse das classes dominantes para fortalecer as FFAA. as mesmas que apoiaram a ditadura militar, encheram as burras de grana.. e agora com lula estão mais felizes ainda..
    e essas falas sobre o bolsa família.. qdo era no tempo da arena, pfl e dem… que tantos defendem por aqui. as pessoas iam votar para receber cestas básicas ou carros com água. isso está acabando… se alguém foi por esses tempos para o interior do brasil, viu a diferença que essa merreca fez para a vida de muita gente.
    num mundo como o que vivemos, vamos colocar esse dinheiro em FFAA ou para as pessoas? fala sério…
    esse quadro que LM postou é bem realista. quero que melhore, sem dúvida. mas se isso acontecer, será a primeira iniciativa governamental desde os anos 70…
    abraços.

  14. essa situação é grave, não é? Acho que até o programa de patrulhas canhoneiras (4 daqui a dois anos, mais 27 sabe lá Deus quando) é tímido. reparem que não há sequer dado sobre escoltas. Esse orçamento médio de R$ 2 bi por ano é pífio.

  15. Eu falei outro dia quando se referia ao navio chileno, que muitos acharam feio, não importa, mas que o Chile menor(bem menor) que o BRASIL tentando fazer algo em defesa própria.
    Agora com tamanha riqueza e sabendo que um dia se pintar uma loucura por recursos naturais(e olha que o ser humano é louco mesmo), esse país não terá como defender-se de outros mais agressivos(o), sabem a quem me refiro..
    O Brasil parece sabe o quê? um gigante rico, mas boboca que apanha de outros..
    Sem pessimismo meu, mas precisamos acordar antes que seja tarde..

  16. Basicamente é isso mesmo, sr. Moyses.
    O ponto é: se houver “uma loucura por recursos naturais” não poderemos nos defender mesmo, e sabem por quê? Porque quem estará à frente dessa campanha serão os EUA e seus aliados, compadres por compromisso, dívida e cobiça. A menos que alguém aqui acha que conseguiríamos detê-los, aí mudo minha opinião..

    Tem mais uma coisa que gostaria de emendar. O Bolsa Família, além de reduzir a desigualdade (vários países vieram ver como funciona, a Índia é um deles), injeta recursos e movimenta a economia, criando um círculo virtuoso. Agora, se simplesmente comprarmos 6 escoltas de 6.000 toneladas à França, onde circulará este dinheiro senão lá? É bom refletir sobre isso. É preciso gerar empregos e tecnologia aqui, isso é independência, isso é caminhar com as próprias pernas.

  17. Marujo, sobre os escoltas, o REM definiu que as mesmas deverão ser construidas em estaleiros nacionais (Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro e estaleiros privados). Serão projetadas pela MB com apoio técnico de uma empresa internacional. A tendência é pela DCN francesa, e nossos navios teriam um desenho e dimensões comparados as FREMM franco-italianas. Dessa forma, o heicóptero orgânico seria de 10t, ou seja, os seahawks. Isso vem de encontro a intenção de padronização dos meios pretendida pela MB.

    Quanto a substituição do Nae São Paulo, os REM começarão a ser discutidos em 2011. A intenção é obter um navio de dimensões e capacidades semelhantes ao Nae São Paulo. Como disse não foram ainda estabelecidos os REM para este navio, podendo ser desenvolvido um projeto novo pela MB, ou a aquisição de um projeto de um estaleiro internacional ou mesmo uma compra de oportunidade. Isso vai depender dos recursos liberados e do que for estabelecido no REM.

  18. Baseado nos dados transcritos pelo LM, e considerando que os mesmos estão sendo feitos em conjunto e conforme a nossa Política Nacional de Defesa a ser anunciado ambos em 07/09, eu sou levado a concluir que a nossa Marinha praticamente será transformada numa Guarda-Costeira, exceto pelo fato de possuir alguns elementos de marinha oceânica (1 NAe, 8 escoltas, subs convencionais e nuclear). Será lamentável se isso ocorrer. Já estou começando a não querer o tal pronunciamento do 07/09…

  19. Fala-se muito de construir isto, comprar aquilo, não sei quem faz assim, não sei quem faz assado. Esta certo que o assunto e legal como “exercício de imaginação”, mas acho que devemos ser um pouco mais realistas, mais práticos.

    Escuto e leio muito sobre proteger nossos navios de prospecção e extração de petróleo, mas gostaria muito de ver uma conversa menos “vaga”, mais concreta.

    Proteger de quem? Proteger contra o que? Proteger com o que???

    Sinceramente gostaria de ler mais sobre assuntos factíveis.

  20. Daqui a 17 anos, em 2025, teremos 08 escoltas novas, substituindo as 14 atuais, que não sabemos se aguentarão até lá.A MB será então uma Guarda Costeira, com alguns elementos de marinha oceânica, como afirma (com clareza)o Flávio no post acima.Lamentável!

  21. Olá senhores!
    Como o tópico se originou de uma entrevista do Comandante da Força Naval, um representante do executivo, eu vou externar algumas considerações políticas.
    Senhor GustavoB, infelizmente sua observação não procede, pelos seguintes aspectos:
    O programa “Bolsa Família” não contribui para combater a desigualdade social, muito pelo contrario. Explico seus recursos advém do tesouro nacional, como o Governo não cria riquezas, quem sustenta o programa é o contribuinte. Acho que é senso que temos a maior e pior carga tributária do planeta. Não vou falar nada sobre a maior, mas quero falar sobre a pior, pois vou demonstrar como os tributos contribuem para aumentar a desigualdade social. Temos dois tipos de tributos quando a incidência desses: Tributos diretos e indiretos.
    Os tributos diretos cujo principal é o Imposto de Renda que seria a melhor ferramenta de distribuição de renda se fosse progressivo e não fosse por três faixas de descontos, ou seja, uma coisa é pagar 27,5% de R$ 3.000 e outra de R$ 3.000.000 (em números absolutos podem parecer à mesma coisa, mas qual dos dois casos ficou com maior poder de compra após a tributação?). Já os tributos indiretos (ICMS, IPI, etc.) são instrumentos de injustiça por excelência, haja vista que têm suas alíquotas iguais tanto para o rico como para o pobre. Um beneficiado pela “Bolsa Família” pode ser isento dos tributos diretos, mas não escada dos indiretos (basta comprar um pão). Sei que falei muito, porem não podemos nos enganar com propagandas, principalmente quando dizem que outros paises querem conhecer. A Índia não é exemplo, pois como aqui o governo indiano queria uma política populista com o “chapéu” alheio. Porém lá o parlamento funciona e não deixou a idéia ir à frente.
    Fiquei surpreso com as palavras do nosso comandante. Não pelo estado de penúria que se encontra a Força Naval, algo que já conhecido por toda sociedade que não esteja alienada. Realmente o que me surpreendeu foi a lamúria do comandante. Bem como dizem “quem não chora não mama”. Uma fatia considerável do orçamento da Força Naval é consumida com soldos e pensões, antes de pedir suplemento orçamentário o Senhor Ministro da Defesa e o Senhor Comandante da Força Naval deveria discutir com a sociedade, leia-se congresso, como equacionar essa situação. Os investimentos não podem competir com o custeio, uma luta injusta, pois você pode ficar sem um navio para comandar, mas não pode ficar sem soldo para sobreviver. Já que falei sobre impostos repito que já falei antes, teremos uma Força Naval compatível com o que à sociedade estiver disposta a gastar.
    Um abraço.

  22. Agora falando sério!
    Eu não vejo nada de mais na MB virar uma guarda costeira. É melhor uma guarda costeira bem equipada que uma marinha oceânica aos fragalhos.
    Não temos que projetar poder coisa nenhuma! Temos é que cuidar do nosso território e do nosso povo. Os USA se quiserem é que projete poder mundo afora. No máximo temos que colaborar com operações de paz da ONU. Devemos usar o território continental brasileiro como um super porta-aviões e o usarmos para defesa.
    Acho que uma marinha costeira defensiva vem muito a calhar. Alguns subs modernos convencionais bem armados e aviões baseados em terra com capacidade antinavio.
    Este negócio de 1 porta aviões e 1 submarino nuclear é coisa pra inglês ver. Menos de 3 é conta de maluco beleza.
    O Brasil precisa de porta aviões pra que?
    O Brasil precisa de sub nuclear pra que? Para operar dentro do mar territorial brasileiro, com cobertura aérea dada por aviões baseados no solo um sub não precisa ser nuclear.
    Submarinos nucleares são indispensáveis em operações isoladas distantes da área de cobertura defensiva de uma nação, milhares de milhas de distância, operando em mar aberto ou em território inimigo de maneira furtiva.
    Não me consta que o Brasil tenha vocação para xerife do mundo e nem pretensões imperialistas ou coisa que o valha. Não precisamos de subs para navegar sob o polo norte ou operar furtivamente nas águas da China ou de país nenhum.
    Se alguém quiser venha lutar conosco em nossas águas e nas nossas regras. Para isto não precisamos gastar muito. Precisamos ser racionais.
    Precisamos de submarinos para ter uma capacidade de dissuasão e os mesmo não precisão sair em mar aberto, portanto, não precisam ser nucleares.
    O resto é conversa de leigo pra inglês ver.

  23. Correto o Sr. Pedro Rocha. apenas complemento dizendo que o bolsa família, não é oriundo da produção de riqueza e investimento, é apenas mais uma sangria no tesouro nacional (tributos pagos pela classe média e livre iniciativa). Não possui qualquer controle e tem servido como instrumento clientelista. É a versão petista da velha prática nordestina de trocar voto por benesses. continua votando em mim que eu vou garantir o bolsa até sabe lá Deus quando. Patético. Só em 2008 custará 15 bilhoes……..

  24. Deu no jornal: O corte de R$ 8,2 bilhões no Orçamento de 2008 anunciado nesta quarta-feira pelo governo federal principalmente visa a evitar a explosão da inflação em 2009 para que ela fique dentro do centro da meta estipulada de 4,5% anuais.

    Adivinhem onde vão cortar???

    É tudo ilusão meus amigos…não vai ter reforma de A-1, de A-12, construção de escoltas FREMM, compra do FX-2, nem coisa alguma. Não nesta legislatura!!!

  25. Por favor, pelos comentarios do COMANDANTE DA MARINHA, vamos descartar Naes, se tivermos escoltas e uma boa vigilância oceanica já me dou por satisfeito. Cobertura aérea deixa pra FAB. Agora se quisermos gastar um pouquinho nos A4, um pouquinho no São Paulo, um pouquinho no sub nuclear, um pouquinho em escoltas, etc, vamos continuar em frangalhos. Engaveta o Nae, deixa a pesquisa do nuclear seguir seu curso lento. Concentra o pouco que tem em uma vigilancia mais eficiente e em sub convencional(ele disse isso na entrevista) e/ou em novas fragatas. e é só. Não dá pra fazer isso tudo e ainda pensar em reformas mirabolantes de A4, São Paulo, aceleração do nuclear, etc. Ele pelo menos tá falando A VERDADE. Não é sonhador…

  26. Mauro vamos por parte.:
    01. Pare de sonhar.
    02. não há dinheiro pro que vc quer. Eu tambem quero mas não dá.
    03. Todos os contendores do projeto FX ofereceram contrapartidas em maior ou menor grau (seja militar ou investimento civil)
    04. A França é a que facilitou mais a montagem aqui, pois seu equipamento encalhou no mercado internacional e não é de primeira linha não.
    05. O comandante da marinha está sendo lúcido. Com esse R$ 1.9 bi, pifio trocado, não dá pra fazer quase nada.
    06. Até agora ainda há duvida se o cougar “fabricado” aqui será o 725 (novo, mas preterido pela propria França) ou o 532 (antiquado)
    07. O Chile comprou cougars, mas não quer ser monopolizado pela França nem por ninguem. Tem subs franceses , uma forte relação com os USA (f-16) inglaterra (type 23) holanda (Meko), e até com o Brasil. é um pais pequeno, mas está bem defendido. isso é o que importa. e a sociedade chilena hoje está melhor que a brasileira.
    08. quero ver 07.09, ou nós vamos ficar aqui discutindo a toa.

  27. Caríssimo Pedro Rocha. Não vou polemizar, até porque concordo com muito do que você expôs. É verdade que a reforma tributária esteja entre as mais urgentes, perdendo apenas para a reforma política neste quesito. Penso que, como afirmou, são os impostos e a ineficácia da fiscalização causa maior da desigualdade e que este governo tem no Bolsa Família uma resposta imediatista a um sério problema: o da miséria. Talvez seja o retorno eleitoral, talvez a dificuldade em conduzir as questões numo Congresso vendido, o fato é que o jogo está posto.
    E, veja bem, na minha opinião esses programas assistencialistas são sim válidos, mas têm de ter uma meta, um prazo para acabar. Não é possível subsidiar indefinidamente a população desassistida, mas também não concordo que o mercado seja o deus-sol regulador de todo esse processo. É preciso encontrar o meio-termo.
    E estamos certos em debater, pelo menos vemos isso tudo acontecer e temos opiniões para manifestar. Grande abraço.

  28. Douglas e todos que gostam de discutir economia: O Bolsa Familia é um instrumento de alavancagem economica em grandes bolsões de pobreza. Daqui a pouco a roda vai começar a girar por sí só. Sem isso nossos irmãos nordestinos continuariam vindo correndo para Sum Paulo intentá um futuro mió….Acreditem, nós temos que agradecer ao Sr. FHC e ao LULA por isso. Gera mercado consumidor onde isso não existe. Existem falhas…mas a recompensa virá.
    Economia é um assunto mais complexo…ou mais simples….do que pensam.
    Ate mais

  29. Sobre as type 23 a Inlgaterra está passando por renovação. vai começar a encostar as type 42 e ja tem projeto de construção da nova classe que vai tomar o lugar das 23 e 22. Engraçado, as 23 são a espinha dorsal da RN hoje. Mas foi “mau investimento do chile” (não aguento ler isso). Enquanto que do lado de cá da cordilheira, o Comandante da Marinha tá mais preocupado com as canhoneiras, pois não tem dinheiro pra nada. (isso é assim desde a década de 80) ele mostrou caráter pois não tem vergonha de dizer que nós estamos mal, com isso, quer apoio da sociedade civil instruída. Mas o pessoal aqui é orgulhoso, não ve o horizonte.
    Outro ponto interessante. Se alguem aqui critica esse governo petista corrupto, é logo chmado de viuva do FHC ou acusado de estar tentando “ideologizar” a discussão.

  30. Pior que a bolsa família são os direitos adquiridos absurdos e aviltantes, por uma grande parte dos servidores públicos concursados, não concursados, apadrinhados e eletivos.
    Pior que a bolsa família é a corrupção desmedida de grande parte dos nossos servidores públicos e em especial da classe política, que sangra os cofres públicos.
    Pior que a bolsa família é o favorecimento das elites com dinheiro público e isenção de tributos com as mais deslavadas desculpas.
    Anos e anos de descaso e tratamento humilhante e indigno com o sofrido povo brasileiro (se não me engano desde o dia em que aquela frase famosa foi dita: terra a vista!) culminou com uma política paternalista para resgatar um mínimo da fatura. Se é mal usado aí é outra história. Mas que venham as cotas e as bolsas famílias. Banqueiro quebrado recebe bolsa do governo. Por que os mais humildes não podem? São preguiçosos? Não ofereça a ninguém aquilo que você na mesma situação não iria aceitar.
    Enquanto for a política do Estado brasileiro deixar milhões à margem da miséria absoluta (e multiplicando feito coelhos) este mesmo Estado tem mais é que sustentá-los.

  31. Caro Sr. Pedro Rocha,

    achei muito interessante a sua defesa de uma pauta com o Congresso, mas, amigo, convenhamos: temos um Congresso que não funciona. Melhor, funciona de terça a quinta. Por que se edita tanta MP? Por que o nosso Congresso não funciona. Se formos depender dele, nem em 2025 teremos uma canoa sequer na MB. O ideal seria não termos bolsa nenhuma, mas o nosso país ainda precisa da política assistencialista. Ao contrário do que muitos pensam, elas funcionam sim, mas devem vir acompanhados de educação. Esse é o problema: o nosso Congresso não quer investir os recursos do Tesouro em educação, pois eleitores que sabem pensar não interessam.
    Caro Pedro Rocha, não é nada pessoal. É que não acredito numa classe chamada POLÍTICO.
    Qto ao que escreveu o caro LM, muito interessante e lúcido. Não adianta querermos comer filet se só temos dinheiro pra comprar ovo. É nisso que o caro amigo Douglas tem de se concentrar. Não queira que o orçamento seja triplicado. Isso não acontecerá tão cedo, não importa o partido que esteja no poder. Lembre-se: já passaram por aí o PMDB, o PSDB e, agora, o PT. Nada aconteceu porque não é POLÍTICA DE ESTADO. Até virar, muita água ainda correrá embaixo dessa ponte.

  32. Disse o presidente do conselho de administração da Helibras, Jorge Viana.

    Douglas:

    Artigo número – “06”

    [” Até agora ainda há duvida se o cougar “fabricado” aqui será o 725 (novo, mas preterido pela propria França) ou o 532 (antiquado) “]

    O Brasil vai produzir a – ” mais moderna versão do SuperCougar “.

    Não sei quanto aos demais, mas, ao pé da letra, eu entendo – EC 725 / Caracal.

    “Já estamos negociando tranferências tecnológicas para produção local de peças”, afirmou Viana.

    As negociações já estão avançadas com alguns fornecedores, principalmente de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

    A gaúcha Aeroeletrônica é cotada para produzir aviônicos (sistema de navegação da aeronave), enquanto a Inbra, de Mauá (SP) poderá fornecer materiais compostos.

    A francesa Turbomeca (turbinas) e a italiana Finmeccanica também mantêm conversas.

    Só para elucidar a questão, se haverá ” tranferências tecnológicas para produção local de peças”.

    Fonte:
    http://www.defesanet.com.br/0806_rfbf/003_supercougar.htm

  33. Acessei o site agora (19:20 – 25/060) e li a entrevista com certa expectativa. Esperava bem mais, confesso! Ainda não li os comentários postados a respeito da matéria, por isso, o que vou dizer já pode ter sido comentado por mais alguém…
    Fico realmente muito triste e sem esperança ao ver nossos comandantes falarem a respeito do “Poder Naval” de que precisamos. Parece-me que eles são militares de alguma nação africana. Meu Deus, somos uma das maiores nações do mundo e, segundo alguns entendidos, somos a 8ª maior economia do planeta. Me apavora ver o Comandante da Marinha referindo-se a um orçamento de R$ 2,177 bilhões para poderem “cumprir com o que planejamos” – segundo suas próprias palavras.
    Isso é muito pouco. Este valor deveria ser o investimento de apenas um único mês. Deveriam estar falando de algo em torno de vinte a trinta bilhoes anuais, isto apenas para nos aproximar-mos das grandes potências mundiais. Quando sabe-se que, de acordo com noticia publicada aqui neste site, foram gastos por um determinado pais mais de US$ 600 milhões (mais de um bilhão de reais) apenas para desenvolver um torpedo, percebe-se o quanto nossos comandantes acostumaram-se com migalhas. Dá uma vontade danada de esganar alguém lá de cima quando ouço falar nos R$ 130 milhões anuais para a conclusão so sub nuclear – para daquí a dez anos…
    E às vezes me pego em devaneios, imaginando quando é que um graduado desses vai botar o pé na porta e mudar toda essa nefasta politicagem com as nossas Forças Armadas.
    Nossos governantes, nos últimos vinte anos, vem cometendo um grave crime contra o Brasil, um crime de lesa-pátria (vide a demarcação de reservas na amazônia, contra todo o bom senso) contra a mais rica Nação do mundo. O Brasil tem tudo, inclussive dinheiro, mas só fazemos deixar políticos milionários. Isso não pode ficar barato…

    Que Deus nos abençõe!
    Um abraço a todos.

  34. “ESQUADRAS NÃO SE IMPROVISAM” Já dizia há muito, um sábio Brasileiro.
    Creio que os políticos desse “IMENSO BRASIL” não tem noção do que o Brasil representa no atual cenário mundial, estão preocupados demais nos seus gabinetes… Mas eu quero contribuir, sou patriota ao extremo, ex-militar e entusiasta. se observar-mos a história mundial, veremos que os mais sagazes póvos sempre prevaleceram contra os ingênuos, ACORDA BRASIL, o nosso Brasil é muito precioso e temos que protege-lo, antes de pensar-mos nas questões internas, porque não adiantará nada as “questõs internas” se formos atacados.
    Estão nos rodiando, nos testando, dá pra perceber, e isso há muito tempo. Aprendi que um pais pode passar 100 anos sem ser atacado, mas não pode ficar 01 dia sem estar preparado.
    Se não houver uma conscientização e uma mudança radical nas questões de segurança e defesa do nosso querido “BRASIL”, prefiro nem pensar nisso, o nosso pais sempre estará vulnerável, porque hoje o que nós vemos é “apagar fogo” aqui e acolá, não adianta, é paliativo, estaremos sempre atrás, não importa se “hoje, daqui a 10 anos ou 50 anos”.

  35. É mas uma coisa eu concordo c/ o comandante a prioridade nº1 tem q ser os subs,nossa marinha infelismente é pequena e pobre se comparada a outras, e uma grande carta na manga em um conflito bélico certamente seria os sub.Creio q uma frota de uns 12 seria o ideal:

    *06- classe tupi
    *06-classe scorpene
    *02- smb-1 (nuclear)

  36. Caro Mauro, Gustavo e Bosco… sei que é complicado acessar este conceituado blog para debater nossas forças armados, principalmente sobre nossa gloriosa marinha, e a cada post das viúvas do FHC,do DEM e vira-latas de plantão, nos depararmos com “frases prontas” copiadas do blog dos segundo essa gente iluminados Reinaldo Azevedo, Diogo Mainardi, lucia Hipolito etc, que são “coladas” nos comentários sobre os assuntos aqui discutidos, para atacar o atual governo, que não é nenhuma maravilha, mas nao tenho saudade nenhuma desta gente que este pessoal das críticas a todo custo adora, e que espero nao retornem tão cedo ao poder, sob pena de perdermos o rumo novamente. SELLLVAAAA!

  37. Este pessoal é de uma miopia profunda, acreditam em factóides criados por esta nossa mídia imunda, que em nada contribui para o desenvolvimento do país, só defendem interesses próprios, que nao são nada dignos… com o advento da internet, a casa está aos poucos ruindo para esta mídia, pois podemos “beber” de várias fontes para emitir opinião… O pior cego é aquele que não quer ver.

  38. Realmente os submarinos são hoje o que há de melhor para negar mar a um invasor. Nem os bilhões americanos gastos anualmente em pesquisas diversas conseguiu achar uma forma eficiente de encontrar um sub navegando em silêncio (baterias/AIP ou nuclear em baixa velocidade). A idéia de investir em subs é maravilhosa, porém os subs sozinhos não tem a capacidade de vigiar os céus ou de proteger o espaço aéreo numa dada região.
    NAes, como eu já opinei, são custosas para se adquirir (navio, aeronaves diversas, escoltas, etc) e de custo de operação e manutenção elevadíssimos. São formidáveis, imprecindíveis quando o assunto é projeção de força sobre terra, e são por excelência os meios mais apropriados para a proteção de uma força de ataque a um território inimigo. Porém eles são alvos relativamente vuneráveis e de alto valor (econômico, humano pelo número de homens embarcados e estratégico), e quando usados exclusivamente para controle do espaço aéreo em mar territorial de um país, torna-se um desperdício de dinheiro. Respeito aos nobres colegas que tem outra opinião, mas essa é minha visão mais realista a respeito de NAes.
    O LM transcreveu que para 2020 seria feita a substituição do A12. Neste caso temos 2 hipóteses: um NAe novo CTOL de 35000T-40000T + aeronaves, ou um NAe novo STOVL de 15000T-20000T + aeronaves. Excluo aqui as compras de ocasião por não haver no mercado NAes relativamente novas a serem descomissionadas em 2020 que se enquadrem na categoria de até 40000T.
    Comparando as 2 hipóteses, a primeira pareceria mais coerente com as opções tomadas atualmente por nossa Marinha, já que há o interesse da mesma reformar os A4´s e manter em operação o A12 para que ela dê continuidade a criação do seu próprio modo de operação de aeronaves embarcadas CTOL. No entanto, se eu estiver enganado, e optarmos em 2020 por NAe STOVL, estaremos errando feio ao manter aos trancos e barrancos o A12 e gastar escassos recursos nos A4´s ao invés de partimos desde o início com aeronaves STOVL.
    Sendo assim, o preço para se adquirir um NAe CTOL de 40000T novo, bem como novos aviões giraria em US$ 6 bi (US$ 2bi da Nae e US$ 4 bi das aeronaves).
    Fala-se que 8 escoltas é pouco. É verdade. Porém com os US$ 6bi poderiamos ter mais 10 escoltas modernas multifunção, totalizando 18 escoltas de 1a linha. Além de 9 subs convencionais previstos (4 Classe Tupi + 1 Tikuna + 4 Scorpené) e 1 sub nuclear até 2025, além das quase 50 NaPaOc para a função de guarda-costeira. Apoio aéreo a nossa esquadra poderia ser feito pela FAB, desde que nossos meios aéreos (modernos e em quantidades razoáveis) e navais operassem em ambiente C4I e guerra centrada em redes. Não seria a maior e melhor marinha do mundo, mas já poderiamos ter alguma proteção para nossos mares, claro desde que não houvesse contigenciamente de verbas durante o período.
    Quando o dinheiro é escasso e não há interesse de nossa sociedade em termos uma Defesa que faça jus ao nosso país, temos que usar muito bem o pouco que temos para criar FA´s que possam nos defender ao menos das menores ameaças e causar perdas consideráveis para as grandes.
    Aos nobres colegas Mauro e Douglas, me entristece ler seus comentários no blog fazendo críticas um ao outro, ou sobre assuntos políticos. Gosto da opinião estritamente militar de ambos, mesmo quando não concordo com elas, e gostaria que ambos ficassem somente com estes tipos de opiniões militares que engrandecem tanto o Blog. Deixem de perseguições pessoais e divergências políticas e vamos ao que nos uni e anima, que são os assuntos militares nacionais e internacionais, mesmo que muitas vezes os nacionais não nos traz boas novas. Obrigado.
    Até a próxima.

  39. Não vamos ter navios p/ MB, não vamos ter caças p/ Fab, não vamos ter misseis p/ ExB. Não precisa esperar 07/09, pelo depoimento do almirante da MB já dá para ter um noção do que virá pela frente. O Chile por ser um país de proporções pequenas está tentando armas suas Fas, senão com material de ultima geração mas compativel com sua geografia, já o Brasil se esconde covardemente pelo seu tamanho continental. Conflitos acontecem de uma hora para outra, mas pra o Brasil só devemos nos preocupar lá para 2025, até lá se precisarmos a 4ª frota tá aí mesmo para nos proteger. Paciência senhores.

  40. O Coronel-General Alexander Zelin que assumiu o comando da Força Aérea Russa, no dia 14 de Maio de 2007 tem sido enérgico nas solicitações.

    Em especial parece estar atento aos conceitos americanos de Paralisia Estratégica empregados na Operação Liberdade para o Iraque (OIF).

    O que eu quero frisar é a atitude que talvez esteja faltando – ” tem sido ‘enérgico’ nas solicitações.”

  41. “A primeira condição da paz é a respeitabilidade,
    e a da respeitabilidade, a força.

    A fragilidade dos meios de resistência de um povo, acorda nos vizinhos
    mais benévolos veleidades inopinadas, converte, contra
    ele, os desinteressados em ambiciosos, os fracos
    em fortes, os mansos em agressivos”.

    Rui Barbosa (1946)

  42. Olá senhores! Nossa discussão nesse tópico tornou-se apaixonante, algo muito salutar em uma sociedade pluralista e informada. Quero trazer mais algumas informações que acredito serem interessantes.
    Somos signatários da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, ocorrida em 1982 e por nós ratificada em 1988. Nessa Convenção foi estabelecido o direito sobre o mar sobre o seguinte fracionamento: mar territorial (12 milhas náuticas – território soberano), zona econômica exclusiva (a partir das 12 milhas do mar territorial até 200 milhas – no qual têm prerrogativas na utilização dos recursos, tanto vivos como não-vivos, e responsabilidade na sua gestão), plataforma continental (uma área de utilização que pode ir além das 200 milhas, bastando provar que seja uma extensão geológica da plataforma continental). Fomos afortunados na plataforma continental, pois em quase toda extensão de nossa costa ela avança mais de 350 milhas. Essa região esta sendo denominada Amazônia Azul, por sua extensão e principalmente riqueza natural.
    Acho que todos os senhores sabem como está a nossa atual situação de patrulhamento dessa área, o meio mais novo nessa tarefa é o Grajaú (217 toneladas, 26 nós, 1 canhão 40 mm e 2 canhões 20 mm) com 12 unidades construídas. Portanto é de extrema urgência a construção de mais patrulhas oceânicas. Nesse ponto volto para a entrevista do Comandante da Força Naval, notei que ele tem faltado nas reuniões com o Ministro da Defesa, seu chefe direto, pois o Ministro Jobim disse que serão 50 patrulhas e não 27 como ele afirmou. Quando digo Comandante da Força Naval, quero demonstrar que o Almirante não comanda somente a Marinha de Guerra, mas, entre outras atribuições, a Capitania de Portos e o Patrulhamento de todas as áreas acima.
    Senhores os meios da nossa MB foram dimensionados na época da bipolaridade mundial, a famosa “Guerra Fria”, o seja negar o atlântico sul aos submarinos soviéticos. Por isso temos fragatas e nosso saudoso Minas Gerais operava aviões e helicópteros para patrulhas anti-submarino. Como entusiasta fiquei muito feliz com as compras de ocasião, porém fiquei extremamente desapontado o estado de conservação do São Paulo e das Type 22. Um fato relevante que seria objeto de investigações se tivesse ocorrido em outro pais. Continuo criticando a entrevista do Comandante da Força Naval, pois sabemos muito bem a situação da patrulha e sabemos muito bem da responsabilização de ainda não termos um submarino nuclear de ataque, após mais de 30 anos de investimentos do orçamento da Marinha.
    Gostaria de lembrar do saudoso Almirante Maximiliano, quando viu que não venceria a guerra contra o Ministro Delfin Neto (Planejamento), foi de cabeça erguida para sua aposentadoria. Foi uma guerra por recursos para a pasta.
    Quero salientar que não estou defendendo termos somente capacidade de patrulha, abrindo mão da projeção de poder. Mas defendo um equilíbrio racional dos meios. Para ilustrar isso… No inicio dos anos 60 tivemos um contencioso com a França (ela mesmo que hoje quer nos oferecer transferências de tecnologias bélicas) que foi denominado a “Guerra da Lagosta”. A França deslocou meios para a costa Pernambucana e só foi para mesa de negociações após a chegada do saudosismo Cruzador Barroso.
    Em tempo em 2025 o numero de pessoas na ativa da força naval será, pelo atual ritmo, no mínimo dez vezes menor que os pensionistas. E não podemos esquecer que a opção da sociedade é para investir em programas sociais e não em defesa. Nada disso é factoíde, mas fato concreto e real.

  43. DE volta foi o Douglas que começou, não consegue comentar um assunto sem criticar o Governo, até os assuntos nada têm haver. (Não é o caso de agora em termos abrangentes).
    O orçamento da marinha é rídiculo! Não da nem para comprar um submarino novo! Então estou começando a achar o nosso snb vai atrasar bastante.
    Nada contra a PF, mas ela ter um orçamento maior(3 a 4 bilhoes) que uma força é sacanagem. Não que devesse ser menos que isso, mas MB, fab, deveriam ser muito maior!!!
    O governo deveria investir no mínimo 1% do PIB!

  44. Ao Mauro, e suas opiniões crivadas por paixão, destituídas de razão. As contrapartidas, não eram pra ingles ver não, mas o Brasil, optou pelo canto da sereia frances. Vc diz que o M 2000 não era encalhado, realmente, mas como vc mesmo diz totalmente ultrapassado. Foi fecharem o FX 1 e a fabrica la na França fechou também. Mas essa era a parceria “viável” com a Embraer a que vc se refere? Agora o Rafale, passados 10 anos de seu lançamento, foi preterido em todas as concorrencias que participou. Não conseguiu vencer nenhuma outra disputa ao redor do mundo. E olha que a França vive oferencdo “transferencia” ou VC ACHA QUE ELA SÓ FAZ ISSO COM O BRASIL??? Em todas as convcorrencias os franceses chegaram cheio de propostas. Até o momento não ganharam nenhuma. Só por aqui mesmo. Quer adotar o euip. frances? OK, mas sejamos honestos, o que se está vendo é preço e a tal da montagem. Só isso. quais Projetos militares vc valoriza tanto? Vc acha que vão transferir tec de ponta?.
    Sobre criticas e opiniões. Vcs estão com o velho ranço latino americano de autoritarismo. Eu vivo em um país democrático, critico quem eu quiser, pois aqui não existe o chamado “delito de opinião”, como em Cuba, Venezuela e Bolívia. OK?
    Ficaram nervosos com as criticas ao Lulla? Leiam de novo a entrevista do Comandante da MB. Isso é que me deixa nervoso.
    Estou aguardando 07.09. tudo leva a crer que não haverá nada de concreto em escoltas.
    Sobre transferencia, ja que todo mundo aqui fica doido com isso. aoenas um lembrete. Construímos o IKL 209. Nem assim nos livramos da dependencia pois agora queremos “transferir” o IKL 212/214 e o Scorpene. Continuamos com o pires na mão. O mesmo com o esquilo, com base nele desenvolvemos o que após 20 anos? Não ha´dinheiro. O Comandante da Marinha deixou isso claro.
    E a critica que faço aos projetos patéticos de gastar o pouco que se tem com reforma de um Nae sucateado com 50 anos, pra dizermos que “temos” um Nae, é gastar muito mal o pouco que se tem. Acho que o Comandante percebeu isso, em focar somente os patrulhas e os subs; alias, que todos dizem aqui que são ineficazes no Atlantico, pois deveríamos é construir o nuclear como se isso fosse possível agora. Nuclear só daqui ha 15/20 anos, se o projeto seguir o curso, e tá arriscado a virar um belo antonio, pois hoje até pra terminar a Barroso foi quase impossivel.

  45. O primeiro passo pra melhorar o orçamento, é acabar com o serviço militar obriga´torio. Prfissionalizar a FA de vez. O que se gasta com recrutas drena um bom dinheiro, que poderia ser aplicado em equip. O problmea é dinheiro. Não adianta ficar aqui discutindo as qualidades das FREMM ou de qualquer outro projeto europeu. não temos orçamento pra comprar nem pra construir. R$ 1,9 bi? e aqui andaram falando que a coisa ia melhorar. Tá na mesma. E se o fundo de marinha só transfere 300/400 milhoes por ano, isso tambem é muito pouco.

  46. E não há como não criticar o governo quando vc vê que o orçamento é o principal problema da MB (vide entrevista), ao mesmo tempo em que o governo anuncia a elevaçaõ do gasto anual do bolsa voto pra 16,5 bilhões.

  47. Esse papo de que está vulnerável deve ser bem analisado. Vulnerável a que? Tempestade, furacão ou algum país querendo invadir ou tomar alguma riqueza? Isso é muito pessoal a avaliar, muito subjetivo. O que o Comandante da Marinha deve adotar como posicionamento é: nossa Marinha não tem capacidade para fazer frente a nenhum eventual inimigo. Não é também vulnerável cada brasileiro que não tem atendimento médico de forma decente? Não é aqui em nosso país que os idosos morrem nas filas do INSS por falta de atendimento médico? Porque achar que as nossas Forças Armadas deveriam ser um primor de organização, bem armadas e invulneráveis?
    Vou finalizar: cada povo tem o governo que merece, tem o padrão de serviço de saúde que merece, tem as forças armadas que merece, e quantos de nós aqui organizou um movimento forte em direção a Brasília obrigando o Sr. Presidente e demais políticos a não desviarem verba e implantarem decencia em nosso país sob pena de levar PORRADA ou mesmo sofrer atentados????? Por enquanto, que me consta, somos um bando de frouxos vendo a m$*&@ comer solta!
    Aí querem reclamar de que? Ficar aqui nestes blogs jogando papo fora? Ficar sonhando e agindo como tecnicos de futebol escolhendo o melhor escrete, a melhor fragata, o melhor míssil……isso não resolve nada!!!!!

  48. Não acho que o problema dos históricos baixos orçamentos de defesa sejam criados simplesmente por governos que não se preocupam com as FA’s. Mesmo na época dos governos militares, o gasto com compra de equipamentos novos era pífio perto do tamanho do país e de sua importância no continente.
    Em geral, no país, os governantes gastam dinheiro naquilo que dá voto, e armas para a defesa do país não está entre os arrecadadores de votos neste país.
    Pergunte para um civil que mal conhece a importância das FA’s o que ele acha de gastarmos uns US$6 bi ao ano com compra de armas. Ele vai dizer que o governo está jogando o dinheiro no ralo, porque não temos inimigos que justifiquem estes gastos. A sociedade em geral se reflete nos políticos. Veja o exemplo dos americanos: lá o fato de o cara ter experiência militar já rende votos por suporem que ele tem algum conhecimento sobre como defender o país. Aqui, se você anunciar em 07/09 que gastaremos nos próximos 15 anos US$20 bi para modernizar a Marinha, no dia seguinte veremos as manchetes: “Gasta-se 20bi com armas e nada com educação”.
    O Brasil nunca sofreu com uma guerra que envolvesse toda a população, que trouxesse fome a toda a sociedade. A sociedade brasileira não tem um histórico de ter sofrido por não ter se defendido adequadamente. Por isso não se preocupa com defesa.
    Resumindo não são os políticos, os responsáveis por orçamentos baixos de defesa, mas a sociedade que não aceita estes gastos, e que reclama se houver estes gastos. Os políticos…fazem o que é mais conveniente para eles.
    Bom deixa eu mudar de assunto, já que o motivo do Blog é assuntos militares com ênfase no poder naval e não discussões de sociologia, antropologia e política.
    Até mais.

  49. E a palhacada em fim,mesmo. Esperar 7/09 pra que? Ao que tudo indica,as FAAS vao continuar na falencia mesmo. E sempre a mesma coica. Em 2025 teremos 8 escoltas,1 submarino,etc,etc. Lembram que levamos 14 anos construindo UMA corveta? Como muitos dizem,eu tambem acho que esse nao e nenhum “plano” de reaparelhamento da MB. Vai virar e Guarda Costeira mesmo. Vamos ficar cheios de canhoneiras,com algums helicopteros,e talvez meia duzia de A-4 em condicoes de voar. Realmente,o mais aconselhado seria fabricar num programa relampago pelo menos 12 submarinos convencionais classe Tupi,de alta qualidade e desempenho. Tambem,como medida de emergencia basear pelo menos 60 Sukhoi-35,ou Rafales pelo litoral Brasileiro,munidos com capacidade ar-ar e anti-navio. E 12 Hornets para o Nae Sao Paulo. Isso seria um Plano De Emergencia. O litoral Brasileiro esta praticamente abandonado pelas nossas FAAS. O FX-2 ja e motivo de piada no exterior. Sera que no 7/09 anunciarao o FX-3??? Como e possivel que o Brasil,pais de dimensoes continentais,seja ultrapassado pelo Chile? Venezuela? E em breve,ate o Peru??? O problema e que hoje em dia,as FAAS sao vistas como algo inecessario,uma carga para o Brasil. Se continuamos acreditando nesses contos de fadas de 20,30,e 50 anos do “governo” que temos, chegaremos ao ultimo lugar na AL.

  50. Cansei de bobagens e meias verdades! Mal cheguei e já estou saindo!

    Já que você se esforça para não enteder sr Douglas, o Esquilo é montado no Brasil e os Cougars serão construidos!

    O Esquilo é fábricado na China, que fez a mesma parceria que o Brasil agora tenta com a França e os Cougars e rendeu em desenvolvimento do EC 120 Colibri. Que também é FABRICADO na China e MONTADO no Brasil.

    Percebo também que você não sabe a diferença entre montar e fabricar, lamento, procure num dicionário!

    Abraços e adeus!

  51. João sabe qual é o problema? Além da situação política bem esclarecida pelo Flávio, o brasil empacou na compra de equipamento, porque tudo aqui está atrelado a um projeto mirabolante de fabricas e produtos novos. Moral da estória, aquisição de oportunidade e um programa realista de modernizaçaõ vão pro ralo. Só serve se vier uma fabrica junto. Isso empaca todos os projetos porque não há dinheiro pra isso. Vejam que o discurso do COMANDANTE DA MAIRNHA

  52. O COMANDANTE DA MARINHA está completamente descolado da pirotecnia do Sr. Jobim, que viajou pela europa e EUA, falando de ideias mirabolantes. O COMANDANTE DA MARINHA resumiu o problema. Ele disse, nosos orçamento é de R$ 1,9 bi. É isso. Eu espero um anúncio secreto ou alguma negociaçaõ sigilosa que será anunciada em 07.09 para tranquilizar todos que se preocupam com a defesa nacional. Se não, vamos focar mesmo em subs convencioanis avançados e patrulhas de baixa tecnologia, mas ao meu ver, eficazes na tarefa de vigilancia e repressão de atividades ilegais na costa. E ainda assim, fica faltando um patrulheiro de longo curso, o que as Inhauma poderão cobrir.

  53. Eu fico tentando descobrir o que está por vir em 07.09. torço muito por um projeto novo com aporte do tesouro nacional que possa dar a MB maior capacidade de defesa no médio prazo.

  54. fred após 25 anos, é esse o grande avanço? A montagem do Colibri? Por favor se houvesse desenvolvimento apos 25 anos já teriamos um helo medio-leve bom, como evolução do esquilo. Nada foi feito e a linha do esquilo perdurará até que alguem perceba daqui a 30 anos que o projeto ficou ultrapassado e assim, pra variar, vamos de novo a França pedir alguma coisa pra substitui-lo… tambem com 1,9 bi por ano pra a MB inteira, o que nós podemos fazer?

  55. Corte no orçamento de 8 bi para fazer superavit primário e pagar os banqueiros em dias. Orcamento da MB 2 bi/ano, pagar dividas 15 bi / mes.

  56. Mauro vc acabou de perder a razão. Não vou me dar ao trabalho de responder. Sobre as críticas, estamos proibidos de criticar. Interessante é que a postura do próprio moderador deste blog é levantar criticas bem fundamentadas a nossa realidade, cada vez que posta um novo tema. Só me resta esperar 07.09. Pois é inevitável a cada post de equipamento militar nós aqui levantarmos sobre sua adequação à MB e nossa situação conjuntural. Um blog é um espaço de debate. Se é só pra postar “dados técnicos”, compra a Jane’s Defense ou pesquisa no google, que vai ser mais proveitoso. Aqui se debate, se discute. Defendo posições e critico quem eu quiser, nunca ofendi ninguem aqui, mas parece que a coisa descambou pro pessoal. Pra alguns aqui é leviandade criticar o Jobim. Espero que em 07.09 ele apresente algum real avanço na defesa brasileira. Lembro do dia em que o FHC visitou o São Paulo na incorporação. Pipocaram inumeros debates sobre um retrofit no navio, defesa de área, etc. Bom, os senhores sabem onde está o São Paulo? Até o moderador fez essa pergunta……..essa é a nossa realidade…. Não fecho os olhos pra ela. alias, quando comecei a defender novos subs convencionais, boa parte me confrontou falando do sonho nuclear. O comandante, deu a tônica. Na falta de recurso vamos de subs convencioanis. Ótimo.

  57. Mestres em geografia! O Chile não é país minúsculo coisa nenhuma. Sabem qual a distância entre Santiago e Iquique?1.500km.De Santiago a Punta Arenas, por aí. Trata-se de um mar territorial gigantesco, quase igual ao nosso.A Ilha de Páscoa está a 3.250 km de distância! O chile é um país estreito, com apenas 400 kilômetros dos Andes até o Pacífico.Isso torna sua defesa complicada.

  58. A estratégia de priorozar a função de guarda costeira da marinha é correta e ajuda a liberar recursos que os corruptos querem contingenciar.O povo não quer saber de Marinhas guerreiras esperando uma guerra que nunca virá.Mas, quando se diz que a marinha protege o nosso petróleo, isso a torna uma despesa aceitável em face da nossa pesada carga tributária.

  59. Senhores,

    A afirmação de que o Brasil é um país pobre não procede. Poderia ser ainda mais exuberante, é verdade, mas o seu peso no mundo está a ser subestimado;
    http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_GDP_(PPP)
    Se considerarmos o fato de que a economia informal no Brasil é proporcionalmente maior que a média mundial, então podemos concluir que talvez o Brasil seja a sexta economia do mundo.
    Ou seja, o nosso PIB real deve ser maior que o do Reino Unido e está abaixo do alemão.
    Não podemos esquecer que a nossa produtividade é menor, aumentando as possibilidades da economia crescer ainda mais no futuro, e o potencial do nosso território é inestimável, ao contrário do território da maior parte dos países do topo, como Alemanha, Japão e Inglaterra. Isso nos conforta em relação ao futuro, mas aumenta a ganância sobre os recursos do país.
    Dinheiro não nos falta. A carga tributária vai em 38,9% do PIB. O problema é político, e não falo dos programas sociais, que gastam pouco, mas da “máquina”. O Brasil deveria exigir ao menos uns 150 ou 200 bilhões de reais por ano para gastos militares inteligentes, isto se quiser se preparar para o futuro, caso contrário será sempre um país a mercê dos ventos da história, e eles podem se transformar em terríveis tempestades que já afundaram muitas civilizações gloriosas no passado.

  60. E não esqueçam, senhores, que a tecnologia deve ter sempre apoio do governo. Foram grandes os portugueses em tecnologia militar enquanto fizeram os seus canhões. A partir da União Ibérica, passaram a comprar canhões mais baratos de fora. Nunca mais conseguiram a vanguarda industrial.

  61. Um trecho do livro “Homens, Espadas e Tomates” do Historiador Rainer Daenhardt;

    “No aspecto tecnológico a vantagem dos portugueses era avassaladora: as naus portuguesas podiam disparar à tona da agua, fazendo até ricochete, e os seus canhões dispostos na amurada, eram carregadas pela culatra, o que lhes permitia fazer até vinte vezes mais disparos do que as embarcações inimigas, que eram carregadas pela boca, e expunham os seus servidores a ficarem pendurados do lado de fora dos navios, a carregar munições, e ao alcance dos mosquetes portugueses. A força dos pelouros (balas de canhão) portuguesas era tal que um só tiro podia trespassar um navio de um lado ao outro, e eventualmente trespassar dois navios a par. De notar que era necessária uma qualidade de aço ímpar para poder suportar fogo contínuo durante algumas horas, e daí o cuidado que os portugueses punham nas fundições que abriram especialmente em Goa, Cochim, Malaca e Macau, uma vez que as peças de artilharia tinham que ser refundidas depois de cerca de 100 tiros. Os pelouros eram esferas de granito ou mármore, que apesar de envoltas em serapilheira, causavam enormes estragos na alma dos canhões. Os portugueses dispunham ainda de umas pequenas peças de artilharia portáteis e móveis, apoiadas numa forquilha, chamadas de berços, que podiam ser colocadas à popa de pequenas embarcações a remos, com a maior desenvoltura.”

    Temos muito a aprender com os erros e acertos do passado.

  62. “E não esqueçam, senhores, que a tecnologia deve ter sempre apoio do governo. Foram grandes os portugueses em tecnologia militar enquanto fizeram os seus canhões. A partir da União Ibérica, passaram a comprar canhões mais baratos de fora. Nunca mais conseguiram a vanguarda industrial.”

    E’ importante nao se confundir items co-relacionados ou coincidentes com uma relacao causa/efeito. Desconheco qualquer estudo historico que tenha estabelecido uma relacao direta de casualidade entre o fim da producao domestica de canhoes naquele pais (se e’ que isso sequer ocorreu) com a derrocada economica Portuguesa. Normalmente se justifica o fim da hegemonia lusitana com os pesados deficits publicos mantidos pelas coroa.

  63. “E’ importante nao se confundir items co-relacionados ou coincidentes com uma relacao causa/efeito.”
    E por isso se conclui que a manutenção de elevados déficits não foi a causa, já que todas as coroas fizeram o mesmo. Não esqueça que a capacidade de endividamento dos governos do antigo regime e da sua máquina tributária eram limitadas, coisa alterada com a revolução francesa.
    E não esqueça que a causa/efeito que aludo é o fato dos portugas terem se transformado numa nação de importadores de tecnologia por deixarem de promover e protejer as suas indústrias.

  64. “E não esqueça que a causa/efeito que aludo é o fato dos portugas terem se transformado numa nação de importadores de tecnologia por deixarem de promover e protejer as suas indústrias.”

    Isso e’ um tema para la de polemico e existe muito pouco consenso sobre isso. O Brasil foi, historicamente, um pais de economia fortemente protecionista. Protencionismo esse que chegou ao seu pico durante o regime militar, onde se chegou ao ponto de se PROIBIR empresas extrangeiras de sequer estabelecerem fabricas de computadores NO BRASIL (lei de Informatica). Ainda sim, economias bem mais abertas que a brasileira prosperaram enquanto o pais teve que marcar as decadas de 80 e 90 como “perdidas”. Outro exemplo de industria domestica altamente protegida e’ a Coreia do Norte, e todos sabemos sobre o poder economico daquele pais ( a antiga URSS e’ outro exemplo e todos sabemos como aquela historia acabou).
    Portanto, nao da para fazer afirmacoes absolutas ou categoricas sobre o tema.

  65. O senhor Camberiu está chegando lá. Mas o paradigma que aponto é o que está por detrás dos casos de sucesso. Penso que o caso a estudar por nós brasileiros é a Coreia do Sul. E se pode fazer melhor.

  66. não entendo o seguinte:
    muitas pessoas discutem as possibilidades de uma “marinha azul” por aqui.
    mas não vejo nenhuma defesa consistente em prol desse argumento. somente especulações e pancadas nos governos pós ditadura militar. como se os militares fossem um ótimo exemplo no que diz respeito ao tema.
    vejo tb muitas novidades na tecnologia militar. uavs nas marinhas de alguns países, subs convencionais com poderio cada vez maior…
    vem cá.
    qual é a “doutrina” das nossas FFAA?
    ela passa pela profissionalização de seu pessoal, só pra dar um exemplo?
    alguém acredita mesmo que o país sofre uma ameaça militar iminente?
    acho que não né… existe um quadro conjuntural com a venezuela e áfrica. e é só.
    vem uma fábrica de um modelo de helo que se não é o estado da arte, é o que podemos pagar e podemos exportar para países na pindaíba tb..
    ssks, acredito que daqui a um tempo, vamos conseguir a tecnologia necessária para a construção do primeiro sub convencional de fato no país.
    existe o projeto para o carro de combate leve para a infantaria. é aquele com a fiat /iveco.
    o fx é meio que piada sim. assim como foi o rafale na frança, o eurofighter na europa, o tejas na índia, o tanque bradley e o osprey nos eua……
    a diferença é que se eles gastam o dinheiro com projetos que são uma furada, não temos quase nada para arriscar..
    mas as coisas estão andando.
    só acho que o jobim atrapalha muito com as presepadas que ele fala.
    enquanto isso… vamos dar graças para as compras de oportunidade então.
    o que precisamos?
    de mais escoltas?
    de um mix de marinha “marrom” com “azul”?
    não vou entrar numa trip de saber pra defender fremm, tipo 22 do último lote, tipo 23, as italianas.. não adianta. nisso, cada um de nós é mais ou menos leitor. nunca especialista, salvo o povo que é da marinha.
    abraços.

  67. Se tivéssemos tecnologia para detectar meios de superfície por satélite e para interceptá-los com mísseis baseados em terra, ainda assim muitos estariam querendo gastar com navios e sua marinha, não para projetar poder, mas porque são bonitos e assim acostumaram. Essa é uma verdade nua e crua. Berrem à vontade. Reclamam que o governo isso, o governo aquilo, mas querem que tudo fique exatamente como está. Aliás, não são poucos os que querem reedita a Guerra da Coréia.

  68. “vamos admitir que eles dêem palpite aqui”? insistindo:”mas o país aceitará interferência”? Que tipo de linguagem jornalistica é essa? forçar,torcer,conduzir uma resposta que o Almirante não proferiu. Parece até que esse “jornalista” é frequentador de Blog…

  69. eu acho é que deveriamos construir umas bombas atômicas, ICBM’s(disfarçados de VLS), assim se alguem quiser meter o focinho a gente vai lá e(perdoem o vocabulário chulo) f!@#$% tudo de uma vez

  70. Do jeito q o governo trata c/ as questões de defesa,a ideia do CAON até q não é má, só q a bomba atomica deveria ser jogada é em Brasília.ABRAÇOS…

  71. Como já havia dito anteriormente, e agora confirmado pelo Almte, o Brasil vai continuar a adquirir subs convencionais e corretamente vai respeitar o acordo com os alemães (a construção da CSA em troca da aquisição de subs). Ou alguém acha que compraremos gotlands?
    O Blog é de defesa naval e aqui cabe a seguinte afirmação: Se o BNDES pode liberar, EM UM ÚNICO ANO, 120 bilhões de reais para programas diversos (muitos para aloprados e tantos outros de cumpadis), deixar de liberar R$ 30 bizinhos, nos próximos 10 anos, para reconstruir a defesa maritima é crime lesa-pátria. (valor comprovadamente suficiente para adquirir as patrulhas necessárias, subs e aviação de asa fixa no estado da arte)
    Em tempo: como a área de muitos aqui parece ser naval, bobagens como a afirmação de que o bolsa familia “reduz a desigualdade”, ou que o “Brasil é um pais de famintos” pululam aqui e ali, de forma equivocada, em defesa do corte de gastos das FFAAs.
    Primeiro: o bolsa familia não reduz desiguladade, na medida em que não garante emprego, ao contrário, fomenta que o individuo viva às custas do estado, muito mais se verificado que o benefício só é pago à familias com determinado nível de renda. Se essa familia desenvolver qualquer atividade que acrescente renda, sairá do rol dos incluidos no programa, assim cria-se um circulo vicioso: o cara não trabalha pq já ganha e também pq se trabalhar deixa de ganhar.
    Isso, o “bolsa compra voto” também não melhora a economia, já que o consumo desenfreado “fomentado” pelo governo não é acompanhado pelo crescimento dos empregos, esse sim um fator gerador de crescimento, e ainda gera inflação.
    Segundo: o Brasil não é um pais de famintos, aliás o próprio governo admite muito menor o número de esfomeados” e que começa a surgir grave problema de obesidade na população. Dizer que existe uma “maioria de famintos que desculparia a falta de investimentos nas FFAAs” no maior produtor de víveres do mundo é admitir que os últimos governos “ditos democráticos”, incluso ai o do Sr. Lulla, foram inéptos na distribuição e administração da economia.
    O que determina a falta de investimentos nas FFAAs é o revanchismo da esquerda derrotada na Gloriosa, o entreguismo de lulla/fhc à organismos internacionais e a falta de pulso/vontade de nossos comandantes militares para lidar com os vagabundos que se apoderaram do país, justamente às custas da famigerada “bolsa eleitor”.
    Uma única manifestação do Gen Heleno levou a nação a discutir um pouco mais seriamente a questão das reservas indigenas.
    O que não aconteceria se houvesse um pronunciamento à nação, em rede nacional, dos chefes das três forças relatando os riscos da atual penúria das FFAAs e as verddeiras intenções dos Srs. Lulla e FHC no desmantelamento de nossas forças?

  72. É Paulo, o BNDES poderia dar emprestimos ponte aos fornecedores de material. Talvez ai sim poderiamos recompor por meio de compras a capacidade de defesa e no futuro ter industrias em joint venture com estrangeiros por aqui. E poderíamos pensar mais alto em termos de equipamento realmente de ponta, fazendo acordos com quem está disponivel pra isso e tem o melhor equipamento. Saíriamos dessa dependencia francesa. Mas por certo a imprensa, dominada pela esquerda festiva, iria logo taxar de “corrida armamentista”.

  73. Prezado Paulo,
    Permita-me perguntar (respeitosamente) onde está escrito que a MB, ou onde nesta reportagem, teria dito o Almirante que iriamos continuar a construir os IKL alemães ??
    Esta acertiva vai em sentido oposto a tudo o que os especilistas estão dizendo, ou seja, a era dos sub alemães na MB já passou.
    Obrigado.
    Sds.

  74. Baschera, acho que a MB não fechou a porta pros IKL’s, está estudando, até porque a Krupp está pondo mais de US 2 bi em uma siderurgica aqui. Não obstante a informaçao grega, os coreanos que vivem sob a espada do maluco ao norte, já estão no 10º IKL… e parece que estão gostando.

  75. Sou brasileiro e tenho um respeito grande pela minha nação, entretanto, quando fala-se em governo, e eu sou muito democrático, tendo como inspiração a nação dona-do-mundo, só acredito em avanço econômico e militar, este último por necessidade, quando expurgarmos os políticos das decisões que diz respeito a nação e a segurança do povo brasileiro. Cada qual com seu igual. Não devemos esquecer que uma força só respeita outra, e que sobre o planeta terra alguém falou:
    “Se queres viver em paz, prepara-te para a guerra”. Não refiro-me ao espírito belicoso, porém, que devemos aprender com os americanos, a começar pela democracia: cortar as asas dos políticos oportunistas e interesseiros que desprezam o brasil, reduzir o congresso a dois partidos e como já temos o democratas que venham os republicano, vamos imitar quem entende de democracia pois, quem tem filho barbado é gato, acabar com a festas das ONG`S, pois só metem o bedelho aqui no brasil pelo fato de ficar na esquina do econtinente, porém, não é a casa da “tia Noca”, tirar os indios do zoológico pelo fato de trata-se de cidadãos brasileiros e não de
    manés. Até hoje eu não entendo o porquê de transformar metade de Roraima em reserva indigena. Alguém está ganhando na história. Só pode. O que deixa-me indignado é saber que tudo ocorre diante de nossas barbas e não fazemos nada. Ser um povo ordeiro não quer dizer ser trouxa. No nosso País há dois tipos de marginal: o que nunca teve oportunidade na vida, nasceu pobre, cresceu mendigando e morreu pedindo esmola e o outro é o marginal do colarinho branco. Àquele a quem sustentamos e ainda tem a melhor segurança, garantida pelo o que acha que é a guarda pretoriana dos cézares. Nosso País deve ser gigante na inocência, também. O meu sonho é morrer falando português e cá pra nois cumpade, eu tenho minhas dúvidas de tão pequeno desejo.

  76. Olá amigos: estou muito temeroso com a reativação da IV Frota, pois só um otário poderia acreditar que a reativação desta frota está vinculada aos aspectos de ajuda humanitária. Pelo amor de Deus, não caiam nesta. Todos já conhecem os EUA e sabem como eles são sacanas em relação aos seus interesses, quanto acuados. Petróleo infelzmente será daqui pra frente a causa de muitos conflitos, pois nós ainda não acordamos para a fragilidade do planeta e que devemos com urgência priorizar os investimentos no biodisel e outros. Enquanto estamos vulneráveis, nossos mandatários gastam toda nosso PIB em investimentos inúteis e sem valores. Infelizmente, só acordarão quando a mídia noticiar: a IV frota americana acordou hoje estacionada no campo Tupi, sem oposição da defesa brasileira.

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