080329-N-7883G-012

USS Nimitz (CVN-68)

Builders:  Newport News Shipbuilding in Newport News, Virginia
Laid down: June 22, 1968
Launched: May 13, 1972 (List)
Commissioned: May 3, 1975 (List)
Status: In active service, based at Naval Air Station North Island in San Diego, California
Modifications: Service Life Extension Program
Operations: Operation Evening Light, Gulf of Sidra, Operation Desert Storm, Operation Southern Watch, Operation Iraqi Freedom
Victories: 2 Libyan aircraft in 1981

cvn69

USS Dwight D. Eisenhower (CVN-69)

Builders: Newport News Shipbuilding in Newport News, Virginia
Laid down: August 15, 1970
Launched: October 11, 1975 (List)
Commissioned: October 18, 1977 (List)
Status: In active service, based at Naval Station Norfolk in Norfolk, Virginia
Modifications: Service Life Extension Program
Operations: Iran hostage crisis, Operation Desert Shield, Operation Desert Storm, Operation Uphold Democracy, Operation Southern Watch, Operation Deny Flight

cvn70

USS Carl Vinson (CVN-70)

Builders:  Newport News Shipbuilding in Newport News, Virginia
Laid down: October 11, 1975
Launched: March 15, 1980 (List)
Commissioned: March 13, 1982 (List)
Status: Undergoing RCOH at Northrop Grumman Newport News, Virginia
Operations: Operation Southern Watch, Operation Desert Storm , Operation Desert Fox, Operation Enduring Freedom, Operation Iraqi Freedom

cvn71

USS Theodore Roosevelt (CVN-71)

Builders:  Newport News Shipbuilding in Newport News, Virginia
Laid down: October 31, 1981
Launched: October 27, 1984 (List)
Commissioned: October 25, 1986 (List)
Status: In active service, based at Naval Station Norfolk in Norfolk, Virginia
Operations: Operation Desert Shield, Operation Provide Comfort, Operation Deny Flight, Operation Southern Watch, Operation Deliberate Force, Operation Allied Force, Operation Enduring Freedom, Operation Iraqi Freedom

cvn72

USS Abraham Lincoln (CVN-72)

Builders:  Newport News Shipbuilding in Newport News, Virginia
Laid down: November 3, 1984
Launched: February 13, 1988 (List)
Commissioned: November 11, 1989 (List)
Status: In active service, based at Naval Station Everett in Everett, Washington
Operations: Operation Desert Shield, Operation Desert Storm, Operation Fiery Vigil, Operation Southern Watch, Operation Restore Hope, Operation Vigilant Sentinel, Operation Enduring Freedom, Operation Unified Assistance

gw2.jpg

USS George Washington (CVN 73)

Builders:  United States Newport News Shipbuilding in Newport News, Virginia
Laid down: August 25, 1986
Launched: July 21, 1990 (List)
Commissioned: July 4, 1992 (List)
Status: In active service, based at Yokosuka Naval Base, Yokosuka, Japan
Operations: Operation Decisive Endeavor, Operation Southern Watch, Operation Enduring Freedom, Operation Iraqi Freedom, Operation Vigilant Resolve

cvn74

USS John C. Stennis (CVN 74)

Builders:  United States Newport News Shipbuilding in Newport News, Virginia
Laid down: March 13, 1991
Launched: November 11, 1993 (List)
Commissioned: December 9, 1995 (List)
Status: In active service, based at Naval Base Kitsap in Bremerton, Washington
Operations: Operation Southern Watch, Operation Enduring Freedom, Operation Iraqi Freedom, Operation Noble Eagle

cvn75

USS Harry S. Truman (CVN 75)

Builders:  Newport News Shipbuilding in Newport News, Virginia
Laid down: November 29, 1993
Launched: September 7, 1996 (List)
Commissioned: July 25, 1998 (List)
Status: In active service, based at Naval Station Norfolk in Norfolk, Virginia
Operations: Operation Southern Watch, Operation Iraqi Freedom, Hurricane Katrina relief

cvn76

USS Ronald Reagan (CVN 76)

Builders:  Northrop Grumman Newport News in Newport News, Virginia
Laid down: February 12, 1998
Launched: March 4, 2001 (List)
Commissioned: July 12, 2003 (List)
Status: In active service, based at Naval Air Station North Island in San Diego, California

cvn77

USS George H. W. Bush (CVN 77)

Builders:  Northrop Grumman Newport News in Newport News, Virginia
Laid down: September 6, 2003
Launched: October 9, 2006 (List)
Commissioned: 10 January 2009 (List)
Status: Sea trials slated to be completed first quarter 2009.

32 Comentários to “Os navios-aeródromo da classe ‘Nimitz’”

  1. Marcelo Martins disse:

    Belíssimas fotos para wallpaper!! 10!!
    Enquanto isso, o Opalão, como vocês costumam chamar…….tá parado!!!
    Porque o apelido Opalão? Porque é véião?,……..hehehehehe

  2. Lecen disse:

    É impossível qualquer país querer se comparar aos EUA.

    Sei bem que os porta-aviões são navios de ataque e o nosso país não atua em nenhuma guerra de maior porte desde a II Grande Guerra.

    Contudo, se o país deseja assumir uma posição de potência mundial, terá que construir porta-aviões. Contudo, isto não está na cabeça dos membros do atual Governo (e não, eu não acredito no PDN, que não passa de literatura de ficcção).

  3. Tio Déro disse:

    Bom dia aos navegantes do blog naval.
    Sempre visito este blog e também os do poder aéreo e do poder terrestre, sorvo nestes blogs as informações e as opinões dos amigos aqui, com isso eu aprendo muito.
    A informação que tenho para os amigos, sei que é off-topic mas acho relevante.
    Passo pelo elevado da Perimetral, aqui no Rio, para ir ao trabalho e ontem tive a grata surpresa de ver um navio com características stealth ancorado no porto próximo ao encontro da Av.Rodrigues Alves com Barão de Tefé.
    Me parece uma fragata classe lafayette (não conheço muito de navios).
    Os amigos que passem por ali, observem e reportem a este blog para compartilhar com os outros.
    Galante não sei se você tem conhecimento sobre o fato, mas acho que uma reportagem sobre esta visita seria interessante.
    Obrigado por compartilharem o conhecimento de vocês com este leigo.
    Um grande abraço e que Deus abençoe a todos.

  4. Fábio Max disse:

    Belos navios.

    Os EUA vêm perdendo poder e influência global nos últimos anos. E isso decorre deles mesmo. Acontece que suas empresas, fugindo dos altos custos trabalhistas internos, estão se instalando em outros lugares, notadamente a China, embora também nos demais países asiáticos. Isso faz com que esses países tomem nacos de poder outrora dos EUA, porque adquirem poder econômico.

    E isso, com o tempo, levará os EUA a gastar menos com armas como esses super porta-aviões, que só existem em tamanha quantidade por conta dessa coisa americana de ser a polícia do mundo, muito mais para cuidar dos interesses nacionais espalhados por ele.

    Mas uma coisa é certa. Os EUA continuarão ainda por muitos anos a terem a maior frota de NAes do mundo, e esse tipo de navio é imprescindível para qualquer país que tenha pretensões de influir globalmente, mesmo em situação inferior à dos EUA.

    A Ìndia já percebeu, e em pouco tempo terá 2 ou 3.
    A China também deve construir 2 ou 3.
    A Inglaterra construirá 2.
    A Rússia, tem planos ambiciosos de uma esquadra com 3 ou 4.
    A Itália e a França, 1.
    A Espanha, o multifunção Príncipe de Astúrias.

    Do rol dos países influentes do mundo, estão fora o Canadá, o Japão (por questões constitucionais) e a Alemanha (idem). A Austrália, país rico mas sem grande influência, mantém 1.

    E o Brasil?

    Operacional, nenhum. Agora, devemos nos perguntar SE o Brasil pretende ter qualquer tipo de influência global e/ou internacional. O discurso dos políticos daqui as vezes diz que sim, mas a prática quase sempre diz que não.

  5. Dalton disse:

    Tio Deró,

    Vc viu o mais novo navio de guerra frances, o Forbin, e ele é bem maior que o La Fayette.

    abraços

  6. Tio Déro disse:

    Dalton,

    Obrigado pelo esclarecimento.

    Um grande abraço.

  7. Marcos T. disse:

    Que beleza esses NEs
    E pensar que cada um tem mais poder de fogo que 90% dos paises do mundo.
    Dizem que todos os impérios um dia acabam, se este um dia acabar duvido que seja por meios militares.

  8. Marcos T. disse:

    Falando em guerras não convencionais, alguem já ouvio falar sobre a chamada “bomba Demografica”?

  9. Dalton disse:

    Oi marcos,

    é uma preocupaçao por exemplo de Israel, já que a taxa de natalidade palestina é maior que a .

    abraços

  10. Marcelo Ostra disse:

    Max, na sua relação faltou o tailandelico (se vc incluiu o Asturias, ele deve ser incluso tbm)

    MO

  11. Marcelo Ostra disse:

    Tiozão

    Completando o Mestre Dalton, a Forbin é classe Horizon

    Bemvindo ao log, divirta-se e boa navegação !

    Abs
    MO

  12. Dalton disse:

    Mestre ostra, cambio!

    Ou vc tem uma excelente maquina fotografica, ou é excelente fotografo, ou ambos!

    Tentei fazer um photex e me dei mal…

    Sei que a natureza do blog nao é apresentar modelos de navios, mas como nunca tinha fotografado os meus, pensei em mandar uma foto, tipo comparando nosso encouraçao Minas gerais, com encouraçados tipo Bismarck, Yamato, para demosntrar a evoluçao, ou a evoluçao desde o Langley até o Nimitz.

    Será que o blog aceitaria a ideia ? E vc teria algum conselho para fotografar miniaturas de navios?

    Cambio e desligo

  13. Galante disse:

    Dalton, pode enviar as fotos para:
    alexgalante@naval.com.br

  14. Jacubão disse:

    Caramba, babei o teclado de novo, puts…..

  15. Vassili Zaitsev disse:

    Jacubão,

    Dois…………………. fiquei com a mesma sensação.

    Mas pra que servem esses CVN sei lá que números. O meu Opalão véio de guerra bota todos eles para correr, ops, navegar de volta para o Atlântico Norte, tal é o poder dissuasório dos 23 Skyhawks operados.

    abraços.

  16. Zero Uno disse:

    E vem aí…

    O USS Gerald R. Ford (CVN-78). É o mais novo porta-aviões nuclear americano da Classe Ford.

    O (CVN-78) será o primeiro desta Classe.

    O navio foi encomendado em 2006 com lançamento previsto em 2009, e entrada em serviços no ano de 2015.

  17. MOSilva disse:

    Acho que vou causar polêmica…
    A atual doutrina da USN ainda se baseia na experiência daquele país na Batalha do Pacífico, contra o japão na WWII. Os NAes foram as grandes armas da época, decisivos para o resultado do confronto. No período imediatamente pós WWII houve grandes avanços na tecnologia de construção naval, bem como no conceito e utilização dos NAes (convês angular, espelho de pouso, catapultas a vapor, radares de varredura) que se tornaram verdadeiros “aeródromos móveis” e não somente armas de defesa e ataque da esquadra. Com a guerra fria, a antiga URSS adotou uma estratégia nova: no lugar de contrapor NAes com NAes, optou por cruzadores lança-mísseis e submarinos com mísseis cruise como armas anti PA. Não vou entrar no mérito da qualidade técnica e operacional das forças armadas daqueles países, apenas no conceito tático. Os demais países operadores de NAes passaram a usar um número cada vez menor destas embarcações, pois o emprego delas, além do custo elevado, havia mudado: de armamento de batalha entre esquadras para emprego múltiplo, como apoio a tropas terrestres.
    Os EUA ainda preservam a antiga função dos seus super-carriers e hoje são, de longe, os maiores operadores do tipo. Creio, no entanto, que este modelo de embarcação deverá, mesmo nos EUA, ter seu número tremendamente reduzido nos próximos anos. Não tem sentido um país que conta com praticamente mil bases militares espalhadas mundo a fora ter de gastar recursos com uma força aérea naval deste porte. Os super NAes da classe Nimitz representam, na minha opinião, o ápice do tipo e a última grande (em termos de número de navios) classe de super-carriers americanos.
    Belas fotos de, para mim, uma espécie em extinção (super-carriers).
    Ah, vale mencionar que a Austrália não opera mais NAes desde a década de 1980. E que o país que tem o conceito mais moderno de uso de PAs é a Inglaterra. Creio que seus novos Naes da classe QE, equipados com os F-35, formarão um corpo naval dos mais eficientes. É esperar para ver.
    Abraços.

  18. Dalton disse:

    Vassily…

    Vc terá que rever suas taticas, pois vc nao tem 23 falcoes, terá 12 quando muito.

    Proponho um ataque matutino,com 8 avioes enquanto os Yankess estao se empanturrando de ovos e bacon.
    2 serao usados para confundir os radares com aché music e os outros dois restantes farao CAP.

    abraços

  19. Dalton disse:

    MOSilva,

    nao vi motivos para polemicas no que postou…só complementando, o numero de bases americanas no exterior apenas tem diminuido e nao aumentado.

    Há sim a possibilidade de haver uma diminuiçao no nr de porta-avioes, porém, ao mesmo tempo, apesar da crise, eles dao indicaçoes que a partir de 2020, quando o segundo Ford entrar em serviço, o numero voltará a ser de 12 unidades.

    Parece exagero? Nao, se vc considerar os que passam por manutençao ou exercicios pós manutençoes, portanto vc precisa ter 12 para poder usar 6.

    abraços

  20. Dalton disse:

    MOSilva,

    tive que interromper meu comentario , mas retornando, ainda nao se tem certeza qual tipo de F35 os futuros naes britanicos irao operar, caso seja o F35B, terá mais limitaçoes do que o F35C lançado por catapultas.

    Para se ter uma eficiente taxa de sortidas, é provavel que eles, assim como os naes americanos nao irao operar com sua capacidade maxima possivel, assim uns 30 F35s e um punhado de helicopteros e
    provavelmente umas tres aeronaves de alerta aereo comporao a ala aerea.

    Em contra-partida,os naes americanos irao operar F35C e F18 SH que continuará som sua grande capacidade de ataque ao solo, Growlers para guerra eletronica Hawkeyes para alerta aereo e helicopteros e
    ainda terão uma maior capacidade de manter os avioes voando com combustivel e armas, cerca do dobro de tempo que os futuros NAes britanicos terao, que alias serao apenas dois, para manter um apenas em serviço.

    Isto se…os governantes britanicos nao mudarem de ideia e atrasarem ainda mais os planos, o que seria lamentavel, pois no papel ao menos, serao navios impressionantes.

    abraços

  21. Marcelo Ostra disse:

    Dalton

    Em verdade as fotos sairam meio embaçadas pq foi o Bozoh que fotografou :-)

    Se vc reparar existe uma catiguria chamada modelismo naval, no caso é muito bem vindo

    Passa para o Bozoh ou para o DDC (Poggio) que eles publicam

    Quanto a foto, depende muito da maquina e da ão do fotografo, como eles era 1/2400, são muito pequenas, tem que se ter habilidade de reunir o grupo, sem desfocar. Em verdade, estavamos fazendo outra coisa, foi feito meio que sem querer “de estalo” sem uma produção propria ou prevista especificamente, nas proximas (excessão as que ja estão com o Bozoh – Kirov, Krivak, Kresta II, Grisha, Sovremenniy) prometo tentar melhorar

    Abs – Over and out
    MO

    Ahhh tenho um parente na lista, pelo que vi, o MO Silva, será um ostra batch II ?

  22. MOSilva disse:

    Olá Dalton

    Pelo que eu soube, o USS Enterprise está sendo preparado para o desarmamento, que será adiantado de cerca de 2015 para 2010-2012, antes da antrada em serciço do USS Gerald Ford (CVN-78) em 20015 e pouco após a colocação em plena operação do USS George H. W. Bush (CVN-77), o décimo e último NAe da classe Nimitz comissionado em janeiro deste ano. Especula-se que, logo após a entrada em serviço do CVN-78, um dos Nimitz também será descomissionado (Carl Vinson?), mantendo em operação 11 super carriers. Com a progressiva entrada em serviço dos novos NAes da classe Ford, os Nimitz mais antigos serão descomissionados, na razão de 1 para 2, deixando os EUA com uma força de 8-9 NAes em meados da década de 2020, sem dúvida um número bem respentável, mas inferior aos 12-13 normalmente em serviço anteriormente.
    Pelo que eu soube também, a RN escolheu o F-35B devido ao porte dos QE e visando a substituição dos Harier GR-9 (unificando o tipo na marinha e na força aérea).
    Mesmo com a redução progressiva de bases internacionais, os EUA ainda vão manter instalções militares em pontos estratégicos, acessíveis a cargueiros pesados C-5 e C-17. Em poucos dias de operação, uma base pode comportar um número significativo de aviões terrestres com todo o apoio logístico necessário. Assim, a necessidade de grandes NAes se torna menor.
    Marcelo, não conheço o que é ostra bath II. Acho que não somos parentes, então…
    Grande abraço a todos.

  23. Marcelo Ostra disse:

    então … risos, na proxin]ma eu desenho :-) .. deve ficar mais facil

    MO

  24. Dalton disse:

    MOSilva,

    desculpe-me por só agora responder, e caso venha a ler o que escreverei, é o seguinte:

    O Enterprise está passando agora pela sua ultima grande modernizaçao que o permitirá operar até 2012, ou quem sabe um pouco mais, dependendo do estado de seu combustivel nuclear.

    Portanto nao faz sentido “aposenta-lo” ano que vem, 2010, já que centenas de milhoes de dolares estao sendo gastos, e ele deverá ter os trabalhos concluidos em agosto deste ano.

    Após ele dar baixa, a marinha ficará com 10 naes, já que o Gerald Ford deverá ser comissionado em 2015/2016, o que elevará o nr novamente para 11.

    Quanto a descomissionar o Carl Vinson como vc citou, isso nao acontecerá pois ele acaba de ser modernizado e reabastecido, uma operaçao que durou 3 anos e meio e saiu por mais de 2 bilhoes de dolares, assegurando que ele poderá funcionar até +/-2032.

    O Nimitz, o mais antigo da classe e que será o mais antigo após a baixa do Enterprise já passou por modernizaçao e reabastecimento, concluida em 2001, que permitirá a ele operar até +/- 2025.

    Como o Theodore Roosevelt terá estes mesmos trabalhos de modernizaçao e reabastecimento iniciados ainda este ano, uma probabilidade seria retirar de serviço o Abraham Lincoln antes do mesmo ter estes trabalhos iniciados em 2013 embora isso acarrete problemas, pois o estaleiro nao tendo nenhum nae para reabastecer e modernizar, poderá entrar em crise, com demissoes, perda de mao de obra qualificada, neste periodo de inatividade quanto a isso.

    De qualquer maneira, se for decidido “aposentar” um nae, será um com cerca de 20 anos de serviço ou menos, ou seja, praticamente novo e será visto pela opiniao publica como desperdicio de dinheiro. Decisao nada fácil

    Nao havendo nenhuma baixa prematura de nae, quando o segundo classe Ford for incorporado em 2020, o numero sobe para 12, e é mantido em 12 já que o Nimitz será substituido pelo terceiro classe Ford em 2025.

    Mas estou apenas especulando, porque, de oficial mesmo, nao há nada que indique por enquanto que a frota de naes será reduzida para 10 definitivamente, ou mesmo abaixo de 10.

    abraços

  25. MOSilva disse:

    Olá Dalton

    Eu pensei no CVN-70 Carl Vinson porque ele é o último membro da primeira subclasse Nimitz (Nimitz, Eisenhower, Vinson) e, pelo que eu soube, a belonave não está passando pela reforma de de extensão de vida útil, como seus irmão mais velhos. Também li que o motivo de sua docagem (CVN-70) é para a troca do combustível nuclear e para adaptação da operação dos Super Hornet (que substituiram os F-14 Toncat). Assim, apesar dos gastos feitos, ele se tornaria a unidade menos atualizada da classe e natural candidato a ser o primeiro Nimitz descomissionado. O CVN-65 Enterprise é hoje o navio de operação mais cara na US Navy e o NAe mais antigo em serviço naquela marinha. Sua docagem tem o objetivo principal de “revisão geral programada”, sem a programação de haver grandes modernizações no navio. Pode até já significar uma preparação para o desarmamento, pois há a intensão de tranformá-lo em museu flutuante.
    Concordo plenamente com você: a data da retirada de serviço de um NAe nuclear é uma informação estratégica. Assim, apesar dos indícios, o número real de NAes programados para estar em operação em meados de 2020 é fonte de mera especulação por parte de quem não está diretamente envolvido no processo. E, nestes casos, não é de surpreender que a realidade possa ser bem diferente. Como o descomissionamento do John F. Kennedy antes do Kitty Hawk.
    Abraços.

  26. Dalton disse:

    Olá MOSilva,

    O Carl Vinson começou a operar o Super Hornet no inicio de 2005
    com o VFA 154 operando F18F, quase um ano antes do inicio do seu
    RCOH-refueling and complex overhaul que teve inicio em 11/11/05.

    Desde 2003 ele já nao operava mais o F14D, apenas F18C, portanto o F14D foi substituido inicialmente pelo F18C e nao houve necessidade de grandes adaptaçoes para embarcar o f18SH, pois ambas as versoes tem muito em comum.

    Cometi um erro quando escrevi modernizaçao do Enterprise. Pensei uma coisa e escrevi outra. Trata-se apenas de uma grande manutençao em doca seca, alias, ele deixou a doca seca na sexta-feira e dentro de alguns meses será devolvido a marinha para continuar operando até 2012/2013.

    Tenho acompanhado o desenvolvimento do RCOH dele desde o inicio em sites e blogs em ingles. Por que? manias…manias…manias

    abraços

    P.S. quanto ao descomissionamento do JFK antes do Kitty Hawk, neste caso a explicaçao é mais fácil. O kitty Hawk passou pelo COH, complex overhaul enquanto o JFK nao passou portanto nao tinha condiçoes de operar por mais de 35 anos efetivamente.

  27. MOSilva disse:

    Olá Dalton

    Ou seja, a reforma do CVN-70 está sendo feita para ampliação da sua (do Carl Vinson) vida útil e modernização de sistemas de operação/navegação. Se é assim, concordo que não faz o mínimo sentido tirar o navio de operação antes de 2020.
    Mencionei o caso do Kitty Hawk com JFK porque o último era mais novo e mais moderno, sendo de uma classe intermediária entre os Kitty Hawk e os Nimitz (embora o JFK tivesse propulsão convencional). Claro que a manutenção de um navio em serviço depende de muitos fatores, que não somente a idade do casco. E, pelo que eu soube, o custo operacional do JFK era o mais elevado da esquadra.
    Varios sites internacionais tem feito análise da atual situação da marinha americana e do futuro de suas embarcações. Tenho visto que há uma forte corrente (já iniciada) de redução no número de navios, ampliando as chamadas “esquadras fantasmas” de unidades descomissionadas mas não sucateadas. Um exemplo é a redução do número de escoltas de Porta-Aviões. Assim, numa primeira vista, há a indicação de que o número de NAes da USM deverá ser reduzido. Ou, no mínimo, o tempo de docagem destes navios deverá aumentar, reduzindo a frota efetiva em operação. Com a presente crise econômica, tais rumores ganham força. E, pelo que li, a redução da esquadra continua.
    Assim, me parece razoável que logo haja o descomissionamento de um NAe da classe Nimitz. Qual e quando ocorrerá é de difícil identificação. Porém, nada impede que os EUA mantenham uma força de 12 NAes operacionais simultaneamente, se houver orçamento para tal.
    Grande abraço e bom domingo

  28. [...] Para conhecer os dez navios-aeródromo da classe “Nimitz”, clique aqui. [...]

  29. [...] período de manutenção de meia-vida no ciclo de 50 anos de serviço de todos os porta-aviões da classe Nimitz. Além da troca do combustível nuclear, o RCOH também inclui a modernização de toda a [...]

  30. ivan disse:

    Olha, já disse que nada sei de Guerra

    Sei que:

    a) A Argentina tomou uma SURRA HISTÓRICA nas Falklands. Em algumas semanas foram dizimados, gostem ou não os amigos daqui. Queiram ou não fazer uma revisão dos fatos históricos, a derrota argentina foi incontestável. Cristalina.

    b) quanto aos Porta-Aviões, vi o CVN 78, CVN 68 e o Midway que agora é museu. Isso em San Diego, maio de 2009, atracados. Acho que poucos amigos tiveram essa oportunidade.

    c) US Navy : ja visitei o USS Vicksburg(há uma foto dele neste site).
    Simpático, mas não muito grande ou impressionante. Onde? Base naval de Jacksonville, FL.

    Para um leigo acho que está razoável.

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