Cronograma das entregas de submarinos e helicópteros EC725

Cronograma das entregas de submarinos e helicópteros EC725

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Prosub- Cronograma Físico e desembolsos financeiros aos fornecedores (por bancos e por eventuais contrapartidas do tesouro):

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  • 2009- Desembolso: R$ 2,108 bilhões (€ 753 milhões) Contrapartida da União
  • 2010- Início da construção do estaleiro e da Base Naval (até 2014)
  • Elaboração do Projeto dos submarinos convencionais
    Desembolso: R$ 2,314 bilhões (€ 826 milhões)
  • 2011- Início da construção do 1º submarino convencional (entrega em 2014)
    Início do projeto do submarino de propulsão nuclear (em projeto até 2014)
    Desembolso: R$ 2,165 bilhões (€ 773 milhões)
  • 2012- Desembolso: R$ 2,333 bilhões (€ 833 milhões)
  • 2013- Início da construção do 2º submarino convencional (entrega em 2017)
    Desembolso: R$ 2,315 bilhões (€ 827 milhões)
  • 2014- Entrega do estaleiro e da Base Naval
    Desembolso: R$ 1,769 bilhão (€ 632 milhões)
  • 2015- Entrega do 1º submarino convencional
    Conclusão do projeto do submarino de propulsão nuclear
    Início da construção da propulsão nuclear (até 2020)
    Início da construção do 3º submarino convencional (entrega em 2019)
    Desembolso: R$ 982 milhões (€ 351 milhões)
  • 2016- Início da construção do submarino de propulsão nuclear (até 2018)
    Desembolso: R$ 905 milhões (€ 323 milhões)
  • 2017- Entrega do 2º submarino convencional
    Início da construção do 4º submarino convencional (entrega em 2021)
    Desembolso: R$ 832 milhões (€ 297 milhões)
  • 2018- Desembolso: R$ 783 milhões (€ 280 milhões)
  • 2019- Entrega do 3º submarino convencional
    Desembolso: R$ 665 milhões (€ 238 milhões)
  • 2020- Conclusão da construção da propulsão nuclear
    Desembolso: R$ 555 milhões (€ 198 milhões)
  • 2021- Entrega do 4º e último submarino convencional
    Entrega do submarino de propulsão nuclear
    Desembolso: R$ 440 milhões (€ 157 milhões)
  • 2022- Desembolso: R$ 189 milhões (€ 67 milhões)
  • 2023- Desembolso: R$ 125 milhões (€ 45 milhões)
  • 2024- Desembolso Final: R$ 254 milhões (€ 91 milhões)

TOTALR$ 18,733 bilhões (€ 6,691 bilhões), que serão pagos pelo Tesouro até 2029.

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Projeto H-X BR (Helicópteros EC-725 da Eurocopter)

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ec725

ec725-painel

  • 2009- Desembolso: € 83.333.333,00; helicópteros entregues: 0
  • 2010- Desembolso: € 258.295.595,95; helicópteros entregues: 3
  • 2011- Desembolso: € 70.341.804,66; helicópteros entregues: 1
  • 2012- Desembolso: € 367.671.383,17; helicópteros entregues: 4
  • 2013- Desembolso: € 322.791.190,31 ; helicópteros entregues: 11
  • 2014- Desembolso: € 314.066.364,61; helicópteros entregues: 9
  • 2015- Desembolso: € 222.870.890,10 ; helicópteros entregues: 14
  • 2016- Desembolso: € 145.007.505,22; helicópteros entregues: 8
  • 2017- Desembolso: € 62.976.049,98; helicópteros entregues: 0

TOTAL- Desembolso: € 1.847.354.117,00; helicópteros entregues:50

FONTE: Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Defesa

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Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

56 COMMENTS

  1. Senhores,

    excelente postagem essa, parabéns, agora, que belo painel o EC-725 da Eurocopter tem ein…caçarola, os futuros operadores com certeza vão ADORAR…hehe.

    Grato.

  2. até quando nossos atuais submarinos ficarão em serviço?chegaremops a contar com 9 convencionais e um sub nuc?Será que vamos mesmo sair do atoleiro?será que seremos uma força de respeito?Onde a frança quer chegar com isso?não duvido que saiam os rafaele tb.

    SDS

  3. Agora é esperar o valor dos outros meios navais e a (salgadíssima) conta apresentada pelo plano do plano de atualização do exército que, se não me falha a memória, está estimado em mais de 120 bilhões em 10 anos.

    Abs

  4. O preço desses helicopteros é um absurdo, levando em conta que foram comprados do mesmo modelo a poucos anos por menos de 12 milões de dolares a unidade. Alem disso serao pulverizados nas tres forças, igal os franceses fizeram com os blindados na segunda guerra mundial e levaram pau dos alemaes. Esses helicopteros deveriam ser concentrados em briagadas do exército.
    ao meu ver apenas o exercito deveria operar helicopteros de transporte. Essas brigadas seriam extremamente moveis.

  5. Sonhar é ótimo, mas….

    Não querendo ser pessimista, mas quero ser um macaco de circo, se o cronograma dos Subs for seguida a risca, ano que vem tem eleiçoes presidencias e tudo pode acontecer, li neste blog mesmo que o prazo normal para contrução de um Sub Scorpene é de 6 anos, e cá pra nós desde quando as coisa no Brasil ocorrem nos prazos estipulados.

    Quanto ao SNBR, creio que não estarei vivo pra ve-lo operando, olha que só 29 anos, sou sarcastico assim tomando por base a Corveta Barroso que até hoje não sei se está operacional ou não, e o NAe São Paulo que está a quase 5 anos parado, tempo suficiente para se construir um novo.

    Quanto aos Helicópteros, acredito que os primeiros devam ser montados na França e o Resto na Helibras, isso explicaria o intervalo de 2011 com apenas uma entrega aumentando a partir de 2012. Só espero que não achem que esses poucos Hélis sejam a salvação das FAs.

    Acho esquisito tmb prazo de entregas do FX, só em 2014?

    A minha opinião,uns vão chamar de pessimista, eu chamo de Realista.

  6. Eu achava que o Leme do scorpene era en X e não em +, fizeram essa modificação pro que vai ser construido aqui ou eu estava viajando?

    Quanto aos 2 bilhôes de euros acho que se deve a transferência de tecnologia e o custo de produção aqui no Brasil talvez? Não tenho certeza se os helis vão se construidos aqui.

  7. Tiago, mais dificil de engolir do que os bilhoes do scorpene são estes helicópteros onde pagamos pela transferencia de tecnologia da eurocoopter para sua filial. Incrível isso!

    Quando ao leme, vi esta discussão em outro post, me parece que o modelo brasileiro será em + mesmo. Mas não saberia dizer quão melhor é o modelo em X. Você saberia me dizer?

    Abs

  8. É verdade sonic wings, muito caro mas temos que lembrar que o governo brasileiro tem participação na Helibrás, pelo menos eu acho que tem.

    Quanto ao leme em X ou em , tudo que sei é que reclamar que o leme em X prejudica a navegação em superficia já que fica grande parte dele fora D’água.

    Sds.

  9. Os comentários do tipo complexo de inferioridade ou vira-latas continuam, mesmo que estejam frotalmente contra a realidade, a grande vantagem dos acordos atuais é que os recursos já estão garantidos por empréstimos contratados e por prazos rígidos, bem diferente, do já fizemos no passado, tudo tem prazo, e o não cumprimento vai gerar multas e sanções. Além disso, dão capacidade que jamais chegamos próximos antes, os montantes são igualmente sem precedentes na América Latina, e ainda faltam os Rafales. O resto vai ficar vendo a banda passar.

    Além disso, iremos ganhar uns dos poucos estaleiros de submarinos no mundo, com capacidade de construção nuclear, que só devem existis uns 03 no mundo. Além da base especializada. Onde pela primeira vez haverá sentido nas palavras segurança nacional e segredo de estado.

    Depois vamos transformar a Helibras na primeira fábrica de helos da América Latina.

    []´s

  10. Sò uma duvida em relação ao cronograma:

    2011- Início da construção do 1º submarino convencional (entrega em 2014)

    2015- Entrega do 1º submarino convencional
    Conclusão do projeto do submarino de propulsão nuclear
    Início da construção da propulsão nuclear (até 2020)

    Afinal o 1º fica pronto em 2014 ou 2015?

  11. Quanto aos prazos dos submarinos é compreensível, mas levar quase 10 anos para receber 50 helicópteros é absurdo! E por este preço ainda?

    Quando os últimos estiverem chegando os primeiros já estarão bem usados e com a velocidade com que a tecnologia evolui, talvez já estejam defasados tecnologicamente!

    Pesem ainda que serão 50 helis distribuídos pelas 3 forças! Sinceramente, acho que o governo pagando essa grana toda deveria exigir todas as entregas em no máximo 3 anos!!!

    Pesem ainda que já temos helis no exército e FAB com 20 anos ou +!!!

  12. Estava tentando achar alguma coisa que tirasse a dúvida do Tiago (e minha também, sobre a data correta da entrega do primeiro sub…acho que é 2015, mas enfim), e achei uma coisa interessante: a exposição de motivos e o orçamento estipulado pelo Ministério do Planejamento e publicado no Diário da União.

    Vejam aqui um detalhe que a gente quase não comentou muito:

    “d) obtenção de 30 (trinta) torpedos “Black Shark”.”

    Ou seja, iremos de Black Shark, pelo andar da carroça.

    E na discriminação das verbas constam mesmo uns “trocados” para a compra dos 30 Black Sharks:

    Discriminação

    Valor (em € milhões)

    – aquisição dos pacotes material e logístico dos quatro submarinos convencionais (S-BR) – 1.674,8

    – construção dos quatro S-BR – 756,2

    – aquisição dos pacotes material e logístico do submarino de propulsão nuclear (SN-BR) – 700,0

    – construção do SN-BR – 551,0

    – aquisição dos torpedos e logística associada – 99,7

    – construção do estaleiro e da base naval – 1.785,0

    – transferência de tecnologia – 908,6

    – gerenciamento do contrato – 215,0

    Total – 6.690,3

    por esse dados, acho que fica mais claro o preço de cada coisa, inclusive da TT.

    abraços a todos

  13. galera, primeiro que alguns aqui parecem viúvas do “Cabeça Baixa”. Menos. estamos sim fazendo grandes conquistas, pagando caro, mas estamos. Natural que os helicópteros sejam divididos entre as armas. Só achei a quantidade errada. Na FAB, colocaria só os Vip´s de transautoridades e os de C-SAR, destinaria os restantes pra Marinha e manteria a mesma quantidade pensada para o EB.

    Quanto aos submarinos, o simples fato de estarmos discutindo aqui qunatos Scorpenne isso e SNMB aquilo já mostra nossa evolução. Quando a BArroso ainda era um projeto no AMRJ, ninguém fora do meio sequer discutia estes assuntos. Hoje temos dezenas de canais de debate do assunto DEFESA, seja aqui, no impresso, etc. Na verdade, para os dememoriados de plantão, evoluímos muito.

    Tomara que prazos sejam observados. Contratos existem para isso.

    Acredito que a Boeing e seu F-18E/F levou o FX-2.

    E se nossos Scorpenne não tiverem o Black Shark, pode ficar no porto. Armaa, quero saber das armas, o submarino já é certo.

    Roberto Caiafa, abraço a todos.

  14. galera, primeiro que alguns aqui parecem viúvas do “Cabeça Baixa”. Menos. estamos sim fazendo grandes conquistas, pagando caro, mas estamos. Natural que os helicópteros sejam divididos entre as armas. Só achei a quantidade errada. Na FAB, colocaria só os Vip´s de transautoridades e os de C-SAR, destinaria os restantes pra Marinha e manteria a mesma quantidade pensada para o EB.
    Quanto aos submarinos, o simples fato de estarmos discutindo aqui qunatos Scorpenne isso e SNMB aquilo já mostra nossa evolução. Quando a BArroso ainda era um projeto no AMRJ, ninguém fora do meio sequer discutia estes assuntos. Hoje temos dezenas de canais de debate do assunto DEFESA, seja aqui, no impresso, etc. Na verdade, para os dememoriados de plantão, evoluímos muito.
    Tomara que prazos sejam observados. Contratos existem para isso.
    Acredito que a Boeing e seu F-18E/F levou o FX-2.
    E se nossos Scorpenne não tiverem o Black Shark, pode ficar no porto. Armaa, quero saber das armas, o submarino já é certo.
    Roberto Caiafa, abraço a todos.

  15. RodrigoBR,

    será que vc não confundiu o prazo de pagamento com o prazo de entrega?

    Eu contei 7 anos, no cronograma acima, para se concluir a entrega dos 50 helis…Mas sei lá…

    E será que não tem o tempo, neste prazo, para a adaptação da Helibrás? Lembre-se que construiremos eles aqui, no Brasil…

    enfim…

    abraços

  16. Bom, quando existe transferência de tecnologia o preço é bem mais caro, mas uma parte do dinheiro volta para o país e da melhor forma possível. Se forem atingidos bons índices de nacionalização, forma-se uma base industrial importante. Esse programa pode inclusive dar um fôlego para os pequenos fornecedores da Embraer, permitindo a diversificação de suas receitas, porque agora eles estão com a corda no pescoço.

    Isso também justifica os prazos mais longos. Se o produto não sai da prateleira, naturalmente demora mais. Os fornecedores locais precisam se preparar.

    Em relação à pulverização entre as três Forças, acho que realmente a FAB deveria ter ficado só com unidades de transporte VIP, para assegurar mais unidades para o EB e para a Marinha.

    O negócio agora é controlar, fiscalizar e encher a paciência. Ser um cliente chato e rigoroso.

  17. Só mais um dado, que está no link que postei mais acima…

    A verba deste ano destinada a MB (dois bilhões e uns quebrados), inclui um repasse proveniente do petróleo. Aquela eterna (minha também) reclamação por mais dinheiro para a MB oriunda do Petróleo, ao que parece está sendo feita (e até que não é uma graninha pouca, não!).

    É bom olharmos os dados orçamentários do governo de vez em quando, tira um pouco algumas dúvidas.

    Aqui está a parte que estou me referindo:

    Discriminação

    MINISTÉRIO DA DEFESA

    – Comando da Marinha – 2.108.400.000

    Origem dos Recursos

    – Recursos Ordinários – 1.076.191.000

    – Compensações Financeiras pela Exploração de Petróleo ou Gás Natural – 982.209.000

    Ingresso de Operações de Crédito Externas- em Bens e/ou Serviços – 50.000.000

    Total = 2.108.400.000

    abraços a todos

  18. Portanto, realmente temos um projeto de longo prazo, onde as FFAA, principalmente a MB, tem seu cronograma para a próxima década. A incorporação de 4 sub conv + 1 nuclear + 50 helis nas condições de TT em 1 década é um diferencial muito grande no TO da AL.

  19. em tempo: a verba do petróleo está sendo repassada para o reequipamento da MB, para os Subs…não confundir com o custeio da MB, que isso é outra coisa.

  20. Robson BR,

    pois é, foi uma luta pra explicar o que é um planejamento de longo prazo aqui no blog…quem sabe o pessoal se convence agora.

    Certamente, não!…hehehe

    ó dia, ó azar!!!!…kkkkk

    abração

  21. Não entendo a discriminação com a força aérea. Que eu saiba sua missão não é apenas a de transporte de autoridades.

    Até outro dia se discutia se as outas armas deveriam ou não possuir meiro aéreos, agora, já querem ficar com tudo?

    Ter meios aéreos para transporte de tropas é uma coisa, ter meios aéreos para combate é outra.

    A Aeronáutica também necessita de helicópteros para missões de resgate e salvamento.

    Portanto, no meu modo de ver a divisão seria melhor se um maior número de helicópteros fosse destinada a Aeronáutica.

  22. Ô povo pra reclamar. Quando não tem reclama, quando tem reclama mais ainda, arrêgo.
    A contrução da Barroso não é parâmetro para coisa alguma, ela foi feita no peito e na raça pela MB, agora existe um cronograma para execução e é projeto de governo não só apenas da MB.

  23. “Hornet em 04 Set, 2009 às 5:45
    A verba deste ano destinada a MB (dois bilhões e uns quebrados), inclui um repasse proveniente do petróleo.”

    “Hornet em 04 Set, 2009 às 6:00
    em tempo: a verba do petróleo está sendo repassada para o reequipamento da MB, para os Subs…”

    Hornet, aproveitando que você encontrou a informação, uma pergunta: dá pra saber, por ela, se a verba que vc apontou do orçamento deste ano, relativa a compensações financeiras da exploração de petróleo, ESTÁ mesmo sendo repassada (ou se JÁ FOI repassada) ou se ainda é verba A SER repassada ainda esse ano (ou seja, ainda é planejamento, sem estar concretizado)?

    Se já foi ou está sendo, pode ser um bom sinal. Aliás, um sinalzão, já que daria quase metade do valor de 2 bilhões e uns quebrados que vc citou.

    Obs: repito, é uma pergunta, desta vez não estou pegando no pé do seu costumeiro otimismo.

  24. Falamos muito nos chilenos, que eles compram e fazem acontecer.
    Eles vendo essas nossas notícias, qual será o tipo de pensamento que surge por lá?

  25. Alguem falou ae em 7 ou 10 anos pra reçeber 50 HELIS???

    Ainda por cima pagando 2bi???

    Ahhh, na boa pra por ae, por isso NÃO acredito em nada construido no BRASIL, é tudo pra mas de 50 anos, no maximo o que poderia cobrar o Governo pagando dita quantia, é que os mesmo 50 HELIS, sejam entregues no PRAZO MAXIMO DE 4 ANOS.

    Por isso prefiro as PRATELEIRAS, odeio pensar em cosntruir algo no BRASIL, nem é pela questão do dinheiro envolvido (que já pesa e muito), mas o que me tira do SÉRIO, é os prazos de ENTREGA, 10 anos pra 50 HELIS NA CASA DO INFERNO!!!

    Me perdoem se ofendi, ou desrepeite o outros membros e colaboradores do BLOG NAVAL, PEÇO DESCULPAS ANTECIPADAS.

  26. Já não basta que estamos quase… QUASE em 2010, e já se fala em SUBs pra 2030 E/OU 2035, quase 20/25 anos no futuro, em que a tecnologia vae cambiando a passos largos, em uma decada o que compramos já estará desatualizado, e quando finalizar (duas decadas e/ou duas decadas e meia) já estaram prontos pro MUSEU.

  27. Nunão, Não lembro se já levantaram esta questão.
    Você sabe disser se os novos Submarinos convencionais terão condições de lançar os Mk.48 do estoque da MB ou estes ficarão em uso somente nos submarinos Tupi/Tikuna, enquanto estiver em serviço?

    Abraço e muito obrigado!

  28. Eu acho que vocês poderiam ler primeiro a respeito antes de comentar.

    O acordo dos Submarinos é completo, as ToT, não cobrem apenas o casco, mas sistemas e armamentos. O pacote incliu armamento, mais ajuda para desenvolvimento ou fabricação do armamento sob-licença, além do BlackShark, sub-Exocet. O primeiro submarino fícará pronto em 2014. O SNA em 2021 no máximo.

    O Helos serão entregues lentamente, porque precisam construir a fábrica e depois elevar o índice de nacionalização das peças em 50%, além da montagem local. O preço incluiu não somente as ToT´s, mas exclusividade do mercado da América do Sul e África para exportação, algo que não podemos fazer com os Submarinos.

    []´s

  29. Bueno,

    É cedo pra dizer, mas aposto na sua segunda opção.

    Lembrando que, pelo menos até onde eu sei, falar em “estoques da MB” em relação aos Mk48 norte-americanos ainda é prematuro. Vão levar um tempo até encherem esses estoques, já que seu emprego está “casado” com a modernização dos sistemas de ataque dos submarinos (também norte-americanos), que é um projeto ainda em seu início.

  30. Parthenon

    pelo que eu saiba, os subs são para 2021, e não 2030 ou 2035.

    Outra coisa, os hélis serão construídos aqui, por isso a demora. Estamos comprando tecnologia, e não apenas montando o heli.

    Só estou “comentando seu comentário” porque achei estranho. Será que é melhor pagar para gerar empregos e pesquisa la fora do que fazer aqui dentro?

    Depois se reclama no país quando o desemprego esta em alta.

  31. Hornet,

    A questão do tempo para desenvolver e construir os SUBs eu compreendo. O que quero chamar a atenção é com relação a aos Helis. São 7 anos para construir todos contando como ano zero 2009.
    +1 ano para pagar tudo = 8 anos.

    Em 2017 os atuais helis que usamos hj estarão com 30 anos!!! Logo, eles deverão estar saindo de serviço. Portanto estaremos apenas substituindo a maioria do que temos, não estaremos SOMANDO os novos com os atuais. Compreedeu?

    Parece que vamos continuar praticamente com a mesma quantidade de helis, principalmente no EB.

    A questão de que vamos produzir aqui, somar tecnologia, etc, acho que teria que se justificar com uma compra de um número bem maior de Super Cougars para que fossem entregues no mesmo prazo de 7 ou 8 anos.

    Nos primeiros 2 ou 3 anos há uma “acomodação”, uma adaptação da indústria brasileira para fabricar determinadas peças. Mas depois desse período eh só escala, mais volume de produção.

    O Brasil precisa aumentar em quantidade o número de Helis, pois qual o ganho que teremos se vamos aprender a fabricar determinadas partes e depois vamos produzir um número ínfimo? Insuficiente para que a mão-de-obra capacitada continue evoluindo a tecnologia e mantendo seus empregos?

    Eu acho que temos que produzir um número que substitua a quantidade atual + um aumento real de unidades operacionais.

    Outra saída é comprarmos esses 50, mas começarmos daqui a 3 ou 4 anos(após a adaptação da nossa indústria), a projetar um modelo nacional novo com a tecnologia atualizada para que daqui a 10 ou 15 anos estarmos fabricando este novo modelo.

    Obrigado pelos links.

    Um abraço

  32. “até quando nossos atuais submarinos ficarão em serviço?chegaremops a contar com 9 convencionais e um sub nuc?Será que vamos mesmo sair do atoleiro?”

    Callia, um submarino tem em media 25 anos de vida, portanto provavemente o primeiro escorpene irá substituir o Tupi sendo os demais da classe gradativamente sendo substituidos, portanto a principio nao haverá um aumento numerico na força, e com os devidos periodos de manutençao na realidade o nr de subs aptos será ainda menor.

    abraços

  33. Nunão. Bem esclarecedor. Muito obrigado!
    Não sei da complexidade em compatibilizar o seu uso, mas torço para que seja possível.

    Saudações

  34. “carlosargus em 04 Set, 2009 às 10:16

    Vamos esperar q os problemas encontrados nos subs do Chile , grécia e portugal sejam sanados .Quem viver verá.”

    O sub da Grécia que apresentou problema era um IKL/HDW tipo-214, Portugal comprou um semelhante. Os submarinos do Chile é que são Scorpenes. Porém, eles foram os primeiros operadores. Os problemas mais graves ocorreram com o 214 Grego, que rejeitaram o submarino por encontrar enormes falhas durante os testes de aceitação, estavam dizendo que iriam vender esse submarino para Portugal ou seria operado pela Marinha Alemã. Esse foi o maior fiasco dos últimos tempos em matéria de submarinos, acho que só na Austrália as coisas andam parecidas.

    []´s

  35. Paulo Rick, não houve fiasco nenhum. O primeiro U214, assim como o primeiro Scorpène, apresentaram problemas, isso é normal.
    O U214 continua vendendo como pão quente e a própria Coréia do Sul encomendou mais 6, totalizando 9.

    Eu mesmo estive a bordo do Papanikolis em novembro do ano passado e posso atestar que o submarino é soberbo.

    Essa guerrinha de que um outro é melhor tem que acabar. Ambos os submarinos se equivalem, sendo que o U214 tem um AIP melhor e talvez um sistema de combate um pouco superior, o ISUS 90.

    E a vantagem para quem já opera o U209, é que 60% das peças do U214 são comuns.

  36. Fiasco, porque foi devolvido, não foi aceito, isso não ocorreu com nenhum outro submarino que me lembre nos últimos 30 anos. Se isso não é fiasco, não sei o que seria. Problemas são uma coisa, o 214 foi devolvido entre outras coisas por graves problemas construtivos pelo que ficou noticiado. É de se esperar que um produto nodo, no caso do 214, um reprojeto de um produto já existente, apresente problemas, mas a ponto de ser recusado, é algo para ficar registrado, vamos ver onde o ex-214 grego vai parar.

    Quanto ao sistema AIP, a MB optou por não operar um do tipo, assim, não tem muito sentido o debate de qual o melhor, o AIP da MB será o SNA.

    []´s

  37. Nunão,

    pelo documento que postei acima, que é um documento oficial do Ministério do Planejamento, com carimbo do ministro Paulo Bernardo e tudo o mais (hehe). Ou seja, trata-se de um documento de uma pasta da área econômica do governo.

    E por ele diz que a verba foi destinada…então creio que sim, dá pra acreditar.

    O que eu quis chamar a atenção é para o seguinte: não é um comentário de jornal, nem um informe do site da MB, mas sim um documento oficial de Estado. Se não pudermos acretidar nele, então passa a régua e fecha a conta, né?…hehe

    abração

  38. Paulo Rick, você está muito mal informado. O Papanikolis foi devolvido porque a Grécia estava quebrada financeiramente e quis renegociar o preço. Os problemas do U214 foram usados como desculpa para o não pagamento.
    Masn não se preocupe: um novo comprador será anunciado em breve, pois o Papanikolis está no sincrolift sendo preparado para a entrega.

  39. Os gregos podem estar quebrados porém vão continuar a construir os outros 03 tipo 214 em casa, só recusaram o primeiro, e os motivos estão bem claros, como esse link demonstra http://www.defpro.com/daily/details/320/

    Erros construtivos e outros, de tal forma que não quiseram o submarino, se estivessem quebrados, suspendiam todo o programa. Vai sobrar para Portugal comprar esse desconjuntado submarino.kkkkk

    []´s

  40. O Brasil devia comprar o Papanikilis de prateleira… daí acabava a polêmica, compra um U214 e mantém o programa de subs com tecnologia francesa!

    Ahahahahahahah!! Esse comentário vei me render um monte de chingamentos! ahahahahahahah!

  41. (…) Acerto para a compra de submarinos é o mais importante desde o fim da Guerra Fria. João Roberto Martins Filho diz que pacote militar faz parte “do interesse do Brasil de afirmar uma política sem hegemonia americana”.
    Trecho de artigo publicado na Folha e reproduzidos no site http://defesabrasil.com. Há outros interessantes e recentes artigos publicados no referido site. Vale a pena a leitura.
    Um abraço a todos.

  42. Quero saber se a construçáo dos submarino Frances sera construido con máo obra brasileira como de projeto Alemáo

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