
A revista Airforces Monthly informou na sua edição mais recente que a Marinha do Brasil vai adquirir 5 e não 6 aeronaves S-2 Traker como anteriormente anunciado. Porém, a matéria da revista confirma a existência de outras 5 opções.
O acordo final deve ser fechado ainda este ano e as aeronaves serão convertidas em alerta aéreo antecipado (AEW) e utilitários (COD).
Nas fotos abaixo, S-2T Tracker da Armada Argentina operando no NAe São Paulo.
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que isso!?!?!?!?!?!
Os aviões da embraer não seriam melhores, sendo parecidos com os que a FAB usa???
Alguém sabe um provável motivo para os nacionais serem deixados de lado nesta escolha?
Isso é, se fossem ser operados a partir de bases na costa…. Sei que não da pra pousar ERJ em porta-aviões, rs
Dadas as restrições do São Paulo, achei a decisão acertada.
É claro que ainda existe a opção de copiar a Royal Navy com o uso de helicópteros de alerta aéreo antecipado, mas o uso de um vetor de asas fixas amplia em muito a capacidade de uso, autonomia e de deslocamento rápido do radar embarcado.
Apesar de cumprirem missões diferentes (um de alerta aéreo e outro de patrula e esclarecimento marítimo e submarino) Para uso a partir de bases em terra a FAB já usará os P-3 modernizados.
Os Trackers vão ser atualizados para guerra eletrônica ? Ou capazes para uso de armas de ataque? Pergunta, galera, por que, não modificamos os super tucanos para atuar no ambiente marítimo? Sendo uma aeronave de grande versatilidade, fácil operação, baixo consumo e de alta tecnologia, não seria um ótimo vetor para ser embarcado no A-12?
Estarão de volta novamente !!!
Vai dar uma qualidade melhor a Força.
Abs.
Bem, até que se pensando no atual estado da MB não seria uma má idéia uma versão naval ST (algo como Sea Tucano), onde poderiam suprir a carência de treinamento dos pilotos quando os AF-1 não estevessem disponiveis (o que é bem comum)….agora uma pergunta para os mais entendidos aqui do blog: Sabendo que o ST já é preparado para operar em pistas curtas, seria necessário tantas modificações assim para ele operar no A-12?
Gostaria muito de saber a opnião dos especialistas.
- Não seria melhor investir em um bom lote de S-3 Vicking, que a USNavy está doando para os aliados?
- As turbinas dos S-3 Vicking são semelhantes aos Embraer da série ERJ?
Os S-3 Vicking são excelentes plataformas ASW, na verdade são também plataformas ASuW, na medida que podem incorporar mísseis Harpoon externos (dois) e mísseis Maverick internos (aparentemente até quatro). Possuem grande autonomia e poderiam desempenhar também a funcão de reabastecedores, talvez 3 (três) KS-3, que desempenhassem também a função COD.
Possivelmente são mais caros de manter, mas seriam muito mais efetivos.
Por favor, quem tiver melhores informações, se pronuncie.
Ivan
O nobre colega assim a tocou no mesmo ponto que eu pretendia, porque nao o S-3 Viking.
Seria isso algum tudo de conservadorismo estúpido, comprando aeronaves que nós já operamos em detrimento de vetores mais eficazes?
O S3 Viking não pode operar no SP.
Só por este ponto, já estaria a duvida sanada.
O estados dos aviões oferecidos a MB e a outras da America do Sul era muito ruim.
Se optassemos, teriamos que bancar todo o retrofit deles( carissimo) e ainda inserir neles todos os equipamentos eletrônicos para que atassem como a MB deseja, ou seja, inviável financeiramente até o teto.
Vejam que nem o Chile que ama comprar dos EUA, recusou quando viram que seria uma furada.
Espero ter ajudado.
Sendo o Tracker uma plataforma projetada para AS Warfare, imagino que tenha uma boa capacidade real para alguns torpedos e cargas de profundidade, não? Deve dar um bom burro de carga quando convertido para transporte de cargas e pessoal
Tomara que em breve possamos vê-los operando do SP.
Saudações
Corsário,
Ajudou.
Jogou um balde de água fria, ‘tipo polo sul’, na minha cabeça, mas ajudou.
Para enterrar o assunto S-3 Vicking (que eu tanto admiro) vc poderia especificar melhor os impedimentos de operar no Opalão, que dizer, no São Paulo?
Os equipamentos eletrônicos deles estão muito defasados?
Eu vejo no futuro próximo (10 anos) um TO no Atlântico Sul cheio de submarinos, e poucos serão brasileiros. O que vc pensa sobre isto?
Abç,
Ivan.
Eu penso que vc está enganado. No futuro teremos um numero de subs brazucas suficiente no Atlantico Sul.
Quanto ao S3, eles viriam sem equipamentos, ou seja, quem comprasse, teria que rechea-lo.
Ele não opera no SP por que o peso operacional dele é acima da capacidade do SP.
Sem contar nos custos de manutenção dele. Só um motor sai na faixa de uns U$ 4 a 5 milhões e ele tem 2. rsrsrsrsrs
Neste momento, o S2 é o melhor caminho, apesar de querer dizer a vcs que esta noticia acima da jane´s é velha e surpresas poderão surgir em breve. Tomara que seja assinado, mas…………..!
Alguém teria idéia de qual o radar a MB escolheu para ser instalado? E alguém sabe qual o real papel da EMBRAER?
Corsário,
É uma pena, sou um inconsolável fã do S-3 Vicking.
Acredito entretanto que eles poderiam vir com os “recheios” atuais, até por que são úteis ainda para nossos cenários e já estão ultrapassados para o padrão norte-americano.
Quanto aos Subs, tenho minha dúvidas.
O Brasil terá sua meia dúzia operaçional, mas acredito que veremos muitas bandeiras no Atlântico, principalmente na costa da África, mesmo que “de passagem”.
Abç,Ivan.
Relembrando a pergunta do amigo la do inicio da discussão, seria viavel operar um super tucano naval abordo do Nae A-12 São Paulo, por que seu custo não é tão elevado a própria Embraer não poderia fazer modificações para esta finalidade, o que acham disso ?
Sds.
Imagine o custo para desenvolver um Tucano Naval agora… A curto prazo ? Não da… Nem temos escala de produção para isto, o Jeito é o S-2 Tracker mesmo.
[ ]´s
A história do tucano naval não era para substituir o S-2 Tracker e sim para compor a ala aerea de ataque do Nae, digo para servir de reserva para os A-4 Skyhawk e Amx A-1, quando estes não estivessem disponiveis para voo os “Super Tucano Naval” entrariam em operação para não deixar desguarnecido o São Paulo.
Abs.
O Esdras nem vai dormir de felicidade….rsssss.
Danilo em 30 out, 2009 às 21:18
Caro colega, o problema de um hipotético Super Tucano NAVAL, como já foi longamente discutido (não só aqui) é que vc precisaria fazer um NOVO avião. A estrutura teria que ser navalizada, a eletrônoca de bordo também, teria que ter mais espaço para combustível, gancho de parada, asas dobráveis, etc..etc.. e um projeto teria que ter comprador inicial, assim como a FAB garantiu uma encomenda mínima de 99 aparelhos. Veja quantos países tem um PA e se interessariam por um ST navalizado e terás a resposta……
Um Abraço.
Essa aquisição de S-2 Tracker pela MB é uma idéia que tem mais de 10 anos. Vejam só esse trecho de: LUCCHESI, Cláudio. Skyhawk: o jato da Marinha. Air & Sport by Skydive, ano 5, nº 30, 1998, p. 44:
“… recentemente foi apresentada pela Embraer uma opção bastante interessante (e bem mais econômica), segundo a qual a empresa, como contratada principal, reformaria aeronaves Grumman S-2 Tracker, adquiridas de estoques da US Navy, remotorizando-as como turboélices, e instalando um sistema AEW com domo ventral (possivelmente com parceria dos suecos da Ericsson, cujo radar Erieye será usado nos EMB-145 do SIVAM) – tudo a um custo de US$ 13 milhões por aeronave. Além disso, haveria ainda a possibilidade de alguns desses Tracker atuarem como aeronaves utilitárias embarcadas, como os Grumman C-2 Greyhound da US Navy. Segundo fontes da Aviação Naval, a Embraer estaria bastante empenhada nesta proposta, com vários oficiais da Marinha já estando convencidos de que esta seria realmente a opção mais acertada.”
O que eu não entendi, quando li aquela matéria em 1998, é por que não foram aproveitadas as células dos P-16 do GAE, que estavam estocadas no PAMA. Devia haver alguma razão de ordem técnica ou orçamentária que, de minha parte, não conseguia captar.
Alguém poderia alegar que os Trackers que se pretende comprar são para AEW e não ASW, o que requer estrutura diferente (asas dobráveis para trás, cauda com duas derivas, célula do C-1A Trader etc.), i.e., um E-1B Tracer (WF-2, Grumman modelo G-117). Só que esse artigo de 1998 falava em “domo ventral” (sob a fuselagem), portanto não seriam necessárias as peculiaridades estruturais do E-1B Tracer, que se destinam a um radome sobre a fuselagem. Ademais, o texto falava que a Marinha “reformaria aeronaves Grumman S-2 Tracker, adquiridas de estoques da US Navy”, não que adquiriria aeronaves E-1B Tracer, ou que reformaria células de C-1A Trader – que, evidentemente, não havia nos estoques da FAB.
Pois bem, a notícia de agora reprisa que serão aeronaves de AEW e informa o modelo pretendido: S-2F. Então alguém poderia argumentar que o S-2F teria vantagens comparativas em relação aos S-2A e S-2E que foram do GAE. Quanto aos S-2A, pode ser. Mas quanto aos S-2E, se o modelo S-2F (S2-F121), largamente utilizado pela USNavy, surgiu como conversão de 50 S-2B (que eram iguais ao S-2A, só que com o sistema Julie/Jezebel) para os equipamentos instalados no S-2E, com aperfeiçoamento do Julie/Jezebel, francamente, não consigo vislumbrar que vantagem ele teria em relação ao S-2E.
Enteressante, vejo que a MARINHABR, está adiquirindo por etapas, louvável, uma boa escolha. Vejamos o que será escolhido para a plataforma AEW. abs